Guapuruvu – vamos salvar esta árvore nativa brasileira atacada pelo cupim
Guapuruvu – (Schizolobium parahyba) Fortes indícios nos levam a crer que esta espécie de árvore merece nossa atenção. Vamos salvar o Guapuruvu
O Programa Salvando Árvores entra em um novo momento. Estamos dando um zoom em algumas espécies de árvores. Em nossos estudos de campo, chamou especial atenção como o Guapuruvu está sendo fortemente atacada pelo Cupim Subterrâneo de Origem Asiática e provavelmente por uma espécie de coleobroca (coleóptero-besouro), cujo alguns estudos científicos indicam tratar-se de um veiculador de um fungo virulento.
Sua madeira não é resistente. Por crescer rápido e permitir fácil entalhe, esta árvore sempre foi muito usada para a fabricação de canoas pelos caiçaras do litoral norte paulista. Chega a crescer 3 metros por ano.
Natural de floresta pluvial de mata atlântica.
Esta espécie também está presente nas cidades justamente por nos brindar com sombra e paisagens encantadoras, formando até mesmo túneis em avenidas.
Esta árvore também é conhecida como garapuvu, guapiruvu, garapivu, guaburuvu, ficheira, bacurubu, badarra, bacuruva, birosca, faveira, pau-de-vintém, pataqueira, pau-de-tamanco ou umbela.
Controle de Poluição e aspecto escultural
Sua importância para as cidades é facilmente percebida pelo aspecto escultural, alcançando rapidamente 30 metros de altura.
Tem o poder de dar vida às paisagens, transformando os cenários urbanos com cores vibrantes.
Mas é justamente no controle da poluição que reside sua maior importância para os centros urbanos.
É uma espécie rústica, apta no controle aos poluentes. Sua capacidade de reter o dióxido de carbono (CO2) é notável, com ampla área folhear.
Salve o Guapuruvu
A forte incidência de queda desta espécie nos chamou atenção. Principalmente quando constatamos que nas cidades do litoral paulista, chama a atenção a incidência de queda – Veja matéria
O Guapuruvu é uma árvore primária. Espécie utilizada para reflorestamentos. Comum em florestas tropicais pluviais, é comum encontrá-la nas encostas dos morros.





