Dia Mundial da Água

Não adianta discutir: água é tudo! 97,5% do planeta Terra e 65% do seu corpo são compostos de água, o que a torna mais que essencial. Para buscar soluções para os atuais conflitos existentes entre oferta e demanda deste recurso natural ao redor do mundo, a ONU (Organização das Nações Unidas) criou em 1992 o Dia Mundial da Água, comemorado no dia 22 de março.
Segundo o Relatório Global sobre Desenvolvimento e Água 2014 da ONU-Água, é possível que as demandas cresçam em 40% até 2050 e que, em breve, 1,8 bilhão de pessoas viverão em países ou regiões afetadas pela escassez hídrica. O Brasil, que detém aproximadamente 12% da água doce do planeta, tem o desafio de pensar a gestão dos recursos hídricos em seus mais diversos usos, garantindo o acesso à água e promovendo seu uso sustentável para as atuais e futuras gerações.
A preocupação com esse tema também chegou à Bayer Brasil, que adota uma série de procedimentos com foco na redução do volume consumido, inclusive investindo no tratamento e reúso da água gerada no processo industrial. Além disso, a companhia também utilizou sistemas para minimizar o desperdício da água potável, como a instalação de torneiras automáticas e medições distribuídas por pontos de consumo, por exemplo. Abaixo, você fica sabendo mais sobre as iniciativas da empresa nessa área:
Sistema de captação e tratamento de água: há oito anos, a Bayer implantou um moderno sistema que capta e trata a água do rio Sarapuí, um dos marcos divisórios do parque fabril da Bayer na Baixada Fluminense, a região mais populosa da Grande Rio. A água captada é direcionada a Estação de Tratamento de Água (ETA) e utilizada no processo industrial da Bayer e das empresas instaladas no parque. Os efluentes resultantes de processos industriais passam por uma Estação de Tratamento de Despejos Industriais (ETDI) e são descartados no próprio rio, com qualidade superior à captação.

Uso sustentável e responsável
Do volume total captado e tratado, 65% são utilizados nos processos industriais e os outros 35% retornam ao rio Sarapuí. O sistema de tratamento de efluentes (ETDI), que utiliza tecnologias comprovadas, tem capacidade de tratar 150 m³ por hora, ou seja, 108 mil m³/mês). Ou 150.000 litros por hora, ou seja, 108.000.000 litros ao mês.
Com o sistema e as práticas de reúso, além de fechar o ciclo ecológico de gerenciamento de recursos hídricos, a Bayer deixa de consumir até 78 mil m³ de água potável mensalmente. Volume suficiente para suprir a necessidade mensal de consumo de aproximadamente 23 mil pessoas – levando em consideração a base per capita recomendada pela Organização das Nações Unidas de 110 litros diários por habitante. Em oito anos, a Bayer já deixou de consumir quase 4,5 bilhões de litros de água potável fornecida pela Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro).
Projeto Águas Claras do Rio Pinheiros: em São Paulo, a Bayer apoia iniciativas como o Projeto Águas Claras do Rio Pinheiros, uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, de pessoas e empresas interessadas na recuperação e revitalização do Rio Pinheiros e seus afluentes, promovendo a sustentabilidade socioambiental, a melhoria da qualidade de vida, bem como o resgate da relação da população com o rio.
Tem como principais orientadores:
- O foco na bacia hidrográfica
- A participação e engajamento da sociedade
- A viabilização dos usos múltiplos do Rio Pinheiros e fortificação de sua relação com o Rio Tietê e a Represa Billings.
Fonte: Bayer Jovem
