Whey Protein é moda nas academias de musculação, mas uso deve ser acompanhado por nutricionistas
A proteína extraída do soro de leite é a escolha preferida dos praticantes de atividade física, a exemplo dos atletas de alto rendimento e, especialmente, dos frequentadores de academia que vivem em busca de uma boa forma. Com o uso do suplemento alimentar Whey Protein, eles querem, além de melhorar o desempenho físico, aumentar a massa muscular magra e reduzir os índices de gordura do corpo. A substância repõe fibras musculares, ajuda a regular a glicemia, combate quadros de desnutrição, auxilia na parte imunológica, traz a sensação de saciedade, sendo um aliado na luta contra a obesidade.
No entanto, é preciso que o Whey Protein seja consumido com moderação e, de preferência, com a orientação de um nutricionista, para que o produto cumpra com a finalidade de suplementar as necessidades proteicas do organismo, porque do contrário pode causar o efeito inverso e prejudicar os rins, comprometendo as funções renais, além do que seu uso indiscriminado pode trazer ganho de peso. É quando o mocinho pode se transformar em vilão.
Qualquer pessoa pode comprar o Whey Protein que, por ser considerado um alimento, é adquirido sem a exigência de prescrição médica. Mesmo assim, o nutricionista Marcos Crispim, especializado na área esportiva, defende uma fiscalização mais constante na comercialização do produto para evitar o uso indiscriminado, que pode trazer vários riscos à saúde de quem usa, já que o Whey Protein, quando usado sem critério e por trazer uma dose a mais de proteína para o corpo, acaba sobrecarregando os rins, que têm que trabalhar mais do que o normal, além do que, o suplemento, dependendo da marca, pode conter excesso de sódio.
“O assunto tem sido discutido pela nossa classe. Penso que o Whey Protein deveria ter um controle de venda, que só deveria ser feita de acordo com a prescrição do nutricionista ou também de médicos que achassem o suplemento necessário para seus pacientes. É preciso ver quem realmente tem carência de proteína, porque o suplemento é muito bom para quem realmente precisa dele, principalmente os atletas que sempre necessitam fazer uma suplementação de proteínas e também de outros nutrientes, já que, nesse caso específico, a alimentação não demanda a quantidade de proteína suficiente”, justifica.
Marcos Crispim recomenda que as pessoas que queiram desenvolver uma atividade física, não procurem comprar de imediato os suplementos alimentares. Ele acrescenta que elas procurem primeiro um nutricionista para avaliar a necessidade dessa suplementação e desenvolver um cardápio com as quantidades ideais para cada organismo, com horário apropriado para administração do produto, além de orientar a respeito do uso da proteína que é mais eficaz ao tipo de treinamento ou necessidade, porque qualquer uso indiscriminado, ou sem necessidade, pode trazer riscos à saúde.
O nutricionista, que atualmente trabalha com atletas CrossFit e atletas de handebol e que orientou a nutrição dos atletas do João Pessoa Espectros, uma equipe de futebol americano, explica que o Whey Protein, um suplemento alimentar que é amplamente utilizados hoje na área esportiva, veio da nutrição clínica. “Esse suplemento, na verdade, era usado como alimento para pessoas acamadas, doentes de hospital, e que não conseguiam se alimentar corretamente. A princípio, a indústria farmacêutica fez esse produto para suplementar a deficiência de pessoas hospitalizadas, mas depois viu a vantagem de se utilizar isso com atletas. Hoje em dia é um dos suplementos mais consumidos pelos atletas e frequentadores de academias”, observa.
Quando não é possível suprir o organismo com a quantidade de proteína exigida só por meio da alimentação, como acontece com os atletas e pessoas que apresentam um bom desempenho físico na malhação, é que aparece a necessidade de suplementação alimentar. Crispim acrescenta que quem já tem normalmente incluída, na dieta alimentar, as carnes, que são fontes de proteína animal, e ainda come uma boa quantidade de proteínas de origem vegetal, não tem a necessidade de suplementar com Whey Protein, uma proteína em pó proveniente do soro do leite de vaca que é extraído durante a fabricação do queijo. “Se você fizer uso de Whey Protein, sem necessidade, pode estar superalimentando o organismo com um nutriente desnecessário e correndo o risco de, a médio ou longo prazo, ter cálculos renais, principalmente se tiver uma pré-disposição para isso”, alerta.
Ele explica que a superalimentação de proteínas é uma ameaça, principalmente, para os adeptos do futebol de finais de semana e que raramente vão a uma academia, mas que acham que podem tomar o Whey Protein. “Muitos dizem numa rodinha de amigos que vão começar a malhar numa academia e que pretendem comprar o suplemento. Entretanto, o uso da proteína não vai ser adequado para essas pessoas que recentemente iniciaram atividade física, porque o gasto calórico delas ainda é muito pequeno e qualquer excedente de proteína no organismo vai ser armazenado como gordura, resultando num efeito contrário”, ressalta.
Para o especialista em fitoterapia, dependendo do desempenho físico da pessoa, não é possível suprir o organismo com a quantidade de proteína exigida só por meio da alimentação. Os alimentos sempre serão mais importantes que a suplementação, daí porque nunca será recomendável substituir uma alimentação por suplementos, que são apenas uma complementação. “O remédio que o nutricionista prescreve é a comida e o suplemento é recomendado apenas quando existe uma necessidade. Como já diz o nome, ele é um suplemento e sua finalidade é suplementar uma deficiência que provavelmente o paciente tenha. Então, não é para substituir almoço ou qualquer outra refeição por shake. Quando for necessário usar o Whey Protein, será para complementar uma carência ou reforçar o organismo”, afirma.
Uma boa alimentação também resolve
Marcos Crispim reforça que também é possível, para quem pratica atividades físicas, atingir resultados satisfatórios apenas com uma alimentação balanceada e de boas fontes proteicas. “Digo muito aos meus pacientes que a nossa alimentação nordestina é muito rica. Os alimentos que comemos no nosso cardápio nordestino são muito saudáveis e naturais. Temos cuscuz, macaxeira, tapioca, batata doce, galinha guisada, vísceras de galinha, todos alimentos ricos em proteínas. Para as pessoas que realmente queiram fazer uma boa atividade física e ter ganhos reais de massa muscular e um bom desempenho físico, não há necessidade nenhuma de comprar suplemento alimentar. Se elas procurarem um profissional de nutrição, dividir bem a quantidade nutrientes, terão ganhos reais de massa muscular, sem necessidade de qualquer suplemento”, garante.
Ele reforça que, como o Whey Protein não é uma coisa muito barata hoje em dia, é muito melhor pegar o dinheiro de comprar o suplemento e comprar comida. “A melhor comida está na nossa lavoura, no nosso sertão. São comidas que vão lhe auxiliar no ganho de massa muscular e melhorar sua performance no meio esportivo, principalmente se você quiser fazer academia, natação, futebol, qualquer esporte. Quando um nutricionista faz uma planilha alimentar para um paciente especifico, ele tem que ver se as necessidades do paciente vão ser atendidas, se o paciente possui carências nutricionais e quais são os alimentos que precisa dispor para que o paciente coma. Inclusive, ao calcular, no plano alimentar do paciente, a quantidade calórica e os macro e micro nutrientes, o profissional de nutrição consegue perceber se é preciso suplementar ou não a dieta. Se for possível colocar uma proteína, o nutricionista coloca. Se ele sentir a necessidade, lógico”, conclui.
Fiscalização – Sobre se existe alguma norma para que as academias orientem, de alguma forma, seus frequentadores a procurarem um nutricionista, para saber sobre o uso do Whey Protein, o Conselho Regional de Nutricionistas – 6ª Região (CRN6) esclarece que orienta e fiscaliza o exercício profissional do nutricionista em estabelecimentos que realizam atividade nas áreas de alimentação e nutrição, inclusive em academias de ginástica, que prestam atendimento de nutrição. Porém, o CRN6 observa que a fiscalização do comércio de alimentos, inclusive de suplementos nutricionais compete à Vigilância Sanitária local.
Já o diretor técnico de Medicamentos, Alimentos, Produtos e Toxicologia da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa), Ailton César dos Santos Vieira, informa que a instituição coordena o sistema estadual de vigilância sanitária (VISA), o que significa dizer que executa as ações classificadas como de alto risco sanitário e monitora as ações de baixo risco desenvolvidas pelas Visas municipais. “No caso em questão, a comercialização de produtos suplementares à dieta é classificada como uma atividade de baixo risco sanitário, sendo, portanto, executado diretamente pelos municípios. Nesse caso, a Agevisa monitora as atividades do ente municipal e, em caráter complementar, ou seja, em situações excepcionais, pode executar as atividades de controle e fiscalização”, esclarece.
O sanitarista acrescenta que o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), coordenado pela Anvisa, é integrado por órgãos de Vigilância Sanitária estaduais e municipais. “As VISAS estaduais e municipais realizam periodicamente inspeções e monitoramento nas indústrias produtoras desses produtos, a fim de verificar a composição e o cumprimento das boas práticas de fabricação, visando sempre que os produtos que cheguem ao mercado estejam dentro das especificações da legislação sanitária do país”, detalha.
Ao ser indagado sobre o que acontece com os suplementos alimentares, quando não cumprem os benefícios anunciados e que possam causar danos graves à saúde, por conterem ingredientes que não são seguros para serem consumidos como alimentos ou, ainda, quando contêm substâncias com propriedades terapêuticas, que não podem ser consumidas sem acompanhamento médico, Ailton César, que também é farmacêutico, explica que, quando são identificadas tais inconformidades sanitárias, as vigilâncias sanitárias responsáveis pela fiscalização tomam as medidas legais cabíveis, que inclui as sanções de advertência, apreensão e inutilização, interdição e/ou multa.
Já com relação à forma mais adequada para o consumo do Whey Protein e como identificar se o produto está aferido e liberado, ou seja, se está dentro dos padrões preconizados pela Vigilância Sanitária, o diretor técnico da Agevisa deixa claro que é preciso observar as instruções de uso contidas no produto, além de procurar orientações dos profissionais de saúde competentes para a questão.
Praticantes de atividades físicas aderem à alimentação saudável e suplementação de proteína
Cresce o número de pessoas que, preocupadas com a saúde, procuram fugir do sedentarismo e reservam alguns minutos do seu dia para a prática de alguma atividade física. Mas também aumenta o número daqueles que, para atender ao apelo da forma física, invadem as academias em busca de transformações rápidas para o corpo. É aí que entra o Whey Protein, considerado o suplemento nutricional mais consumido do mundo, ao qual se atribui a funcionalidade de reconstrução muscular pós-exercício, que é utilizado ou não pelos dois grupos praticantes de atividades físicas.
Welenilson dos Santos Gomes, 27 anos e que trabalha numa indústria de calçados, é um exemplo de alguém que levava uma vida totalmente sedentária e sem a prática de qualquer tipo de esporte. Como ele exerce, na fábrica, uma função de movimento repetido, explica que procurou a academia porque sua atividade no trabalho deixava muitas dores musculares e nas articulações. Welenilson diz ser adepto da prática de atividade física associada a uma alimentação saudável e que, na academia, busca apenas fugir do sedentarismo e ter mais qualidade de vida. “Tem seis meses que entrei na academia e sinto que tudo mudou para melhor, em relação à minha saúde. Hoje, vejo a atividade física como uma coisa positiva, principalmente porque não estou mais com as dores que sentia e tenho mais disposição para o trabalho”, confirma.
Segundo Welenilson, ocorreu uma mudança na alimentação do mesmo, a partir da prática de atividade física e com isso, até agora, ele não precisou recorrer ao suplemento alimentar, mesmo tendo recebido sugestão de alguns companheiros de malhação para tomar o Whei Protein. “Prefiro mais uma alimentação natural, já que minha intenção não é aumentar a massa muscular, mas simplesmente manter a saúde boa”, reitera.
Já Dulcicleide Januário de Oliveira, 35 anos, técnica em enfermagem, gosta de praticar atividades físicas como correr e pedalar. Na academia, ela faz musculação. Ela explica que frequenta academias há muito tempo, que toma suplementos e tem uma alimentação balanceada, sempre acompanhada por um nutricionista. “É que preciso de suplementação para me manter bem e com ganho de massa muscular e com isso aumentar minha resistência aos exercícios. Depois de cada treino, quando o corpo precisa repor rapidamente os nutrientes, tomo um shake com Whey Protein, creatina e glutamina, tudo junto”, detalha. A creatina atua como uma fonte de energia necessária para as células musculares e glutamina é responsável pelo aumento do metabolismo da proteína. Além do Whey Protein, a creatina e a glutamina também estão entre os suplementos mais usados no mundo da musculação e do fisiculturismo.
Jéssica Karine da Silva, 25 anos, pratica musculação, Muay Thai e boxe. Antes de praticar essas atividades, Jéssica tinha cansaço físico constante. “Agora eu não tenho mais esse cansaço. Antes, eu cansava muito rápido. Quando tinha que subir uma escada, o coração acelerava e eu não conseguia. Hoje, já não sinto mais isso. A resistência física mostra sinais de evolução, porque já estou fazendo coisa que antes não fazia, como corrida na esteira. Também já estou caminhando mais rápido. Melhorou um monte de coisa”, relata.
Atualmente, Jéssica é proprietária, conjuntamente com o marido, de uma academia de Muay Thai. Ela explica que, ao sentir que não estava com o peso regular e de acordo com a sua estatura, procurou uma nutricionista que mudou sua alimentação. “Pedi para que ela incluísse também uma suplementação, já que eu faço musculação e isso iria me ajudar no ganho de peso mais rápido e também de massa muscular. Ela me indicou o Whey Protein. Aliás, a minha dieta alimentar, na verdade, é toda à base de proteína, além da própria parte de suplementação. Iniciei a dieta há 15 dias e já aumentei 3 kg, mas ainda não comecei a utilizar a suplementação”, revela. A atleta recomenda a outros colegas de academia para cuidar bem da alimentação e não só buscar a suplementação. Ela entende que a alimentação e uma disciplina na prática dos exercícios físicos são passos fundamentais para obter o sucesso desejado.
Profissionais de Educação Física aprovam uso do Whey Protein
Embora exista quase um consenso entre os profissionais de Educação Física sobre a necessidade de suplementar o consumo de proteína para os praticantes de atividades físicas mais intensas, todos são unânimes em recomendar o acompanhamento da dieta por parte de um nutricionista, como opina Francisco Liutivane Silva Lima, que trabalha em academias e também atua como personal training.
Liutivane vê o uso do Whey Protein, pelos frequentadores de academias, como uma maneira mais eficaz de atingir objetivos como a hipertrofia (aumento da massa magra). “O Whey Protein é um suplemento que auxilia na alimentação, lembrando que ele não deve substituir uma alimentação natural, afinal ele é um complemento alimentar, embora rico em proteínas e com alto valor biológico”, pondera.
Ele explica que o uso do Whey Protein é recomendado, pelo menos na grande maioria dos casos, no pós-treino, pois é quando o corpo vai ressintetizar as fibras musculares que foram quebradas durante a atividade física. “É no descanso que o corpo atua de maneira anabólica, restaurando o tecido muscular e os tornando mais fortes. É altamente recomendado para o treino de hipertrofia, mas não é uma receita de bolo. Pode também ser usado no emagrecimento, afinal o Whey Protein tem baixo teor de gorduras e carboidratos, e já pode ser encontrado também com teor de lactose zero”, revela.
De acordo com a sua experiência, como profissional de Educação Física, Francisco Liutivane garante que o Whey Protein oferece resultados satisfatórios para o ganho de massa muscular, já que as proteínas formam os principais elementos estruturais do corpo, e é responsável pela construção de músculos. Ele acrescenta que uma alimentação saudável e sem suplemento também pode trazer grandes resultados, o problema é o tempo que a pessoa gastará comendo. “Tudo depende. O Whey Protein tem uma grande concentração de proteínas, que são ingeridas em forma de liquido, ou seja, é bem mais fácil a ingestão em forma liquida, do que passar muito tempo mastigando tal alimento, a não ser que se consiga comer a mesma quantidade em alimentos sólidos que você ingeriria tomando o Whey Protein, sendo que a cada 100 gramas de peito de frango obtemos em média 32 gramas de proteínas, a cada 100 gramas de carne de vaca, obtemos em média 26 gramas de proteínas e por ai vai. Já no whey Protein, você tem cerca de 24 gramas de proteínas por Scoop (Copinho medidor). Em resumo, em termos de resultados, tudo depende da forma de uso, tudo depende da sua alimentação”, complementa.
Outro profissional de Educação Física, Roberto Vieira da Silva Júnior, é da opinião que o Whey Protein ajuda para uma melhor recuperação do indivíduo que pratica atividade física, já que proporciona uma rápida absorção dos nutrientes, ou seja, alcança um efeito mais rápido do que com a alimentação normal. “Isso porque a alimentação vai digerir e ter todo um processo para distribuir os nutrientes, carboidratos e proteínas, etc., para depois atingir os efeitos desejados”, argumenta.
Roberto explica que algumas pessoas podem ganhar massa muscular ou perder gordura, mas isso depende da pessoa. “Cada caso é um caso. O Whey Protein é prescrito geralmente para o ganho de massa muscular, porque é um suplemento alimentar, mas muitas vezes as pessoas confundem e acham que o suplemento alimentar por si só já resolve. No entanto, tudo acontece de acordo com a prescrição, com a indicação nutricional, que vai juntar o suplemento com a alimentação, e é desse conjunto que vai surgir um resultado melhor”, analisa.
Para o profissional, o ideal é que os praticantes de atividades físicas, que pretendam tomar um suplemento, procurem um nutricionista, que vai orientar sobre o que usar e como tomar. “Se a pessoa não tiver nenhuma restrição médica ou nutricional, após passar por um nutricionista, já pode tomar o suplemento, mesmo no início de seus exercícios físicos, em uma academia. Isso vai ajudar a repor os nutrientes que precisa de forma mais rápida”, assegura.
Roberto faz um trabalho de avaliação física na academia onde trabalha. Ele verifica a questão postural do aluno e o percentual de gordura. “A gente faz uma avaliação geral para saber como é que o aluno está e se os exercícios estão dando resultados. Isso também vale para se observar os ganhos ou não de massa muscular. Muitas academias atualmente não priorizam a avaliação, mas ela é muito importante, mesmo antes do treino, porque vai fazer com que a gente observe se o aluno tem uma escoliose, algum desvio postural, se ele tem alguma limitação, se é diabético, hipertenso, ou seja, se tem alguma restrição. A gente avalia o corpo em si”, esclarece.
Com a sua experiência como avaliador físico, Roberto Vieira garante que é muito relativo definir quem chega primeiro a resultados satisfatórios, se quem toma suplemento ou quem não toma. “A alimentação em si já é muito importante e eu creio que ela é até mais fundamental. A suplementação, repito, é apenas um complemento. O Whey Protein, de um modo geral, vai ajudar a ter um resultado melhor, mas se você não faz uma alimentação adequada, dificilmente vai obter um bom resultado. A suplementação vem para você ter esse resultado mais rápido e melhor, mas não adianta tomar só o suplemento, se você não tiver uma boa alimentação”, reforça.



