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Paraíba tem quatro açudes secos e 18 com menos de 10% da capacidade, aponta Aesa

Paraíba tem quatro açudes secos e 18 com menos de 10% da capacidade, aponta Aesa

Levantamento com dados da Aesa-PB aponta que 18 reservatórios estão com menos de 10% da capacidade e quatro chegaram a 0%. Situação crítica atinge açudes em diferentes regiões do estado.

A Paraíba tem quatro açudes completamente secos e outros 18 em situação crítica, com volume de água inferior a 10% da capacidade total. Os dados foram levantados pelo g1 com base em informações da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa-PB). Veja a lista da situação dos açudes no final da matéria.

Os quatro açudes que estão completamente secos são Caraibeiras, em Picuí; Prata II, em Prata; Sabonete, em Teixeira; e São Mamede, no município de mesmo nome. Segundo a Aesa-PB, todos estão com 0,00% da capacidade de armazenamento.

Entre os 18 reservatórios classificados em situação crítica, o volume armazenado varia de 0,04% a 9,61%. O menor percentual é registrado no açude Bastiana, em Teixeira. Já o maior está no reservatório Serrote, em Monteiro, no Cariri paraibano.

A Aesa-PB monitora os reservatórios do estado e os classifica de acordo com o volume de água armazenado. As categorias incluem açudes que estão “sangrando”, quando atingem 100% ou mais da capacidade, além de situações favorável, normal, de observação, de atenção e crítica.

A classificação de situação crítica é atribuída aos reservatórios que estão com menos de 10% da capacidade total.

Volumes dos açudes na Paraíba em agosto

Açudes acima da capacidade (Sangrando / 100% ou mais)

  • Serra Redonda (Chupadouro II) — 100,00%
  • Monteiro (São José II) — 100,15%
  • Massaranduba (Sindô Ribeiro) — 100,18%
  • Alagoa Grande (Pitombeira) — 100,51%
  • Araçagi (Araçagi) — 100,87%
  • Sapé (São Salvador) — 101,38%
  • Conde (Gramame / Mamuaba) — 101,57%
  • Areia (Saulo Maia) — 101,89%
  • Cuitegi (Tauá) — 101,98%
  • Borborema (Canafístula II) — 102,17%
  • Monteiro (Poções) — 102,33%
  • São Sebastião de Lagoa de Roça (São Sebastião) — 106,60%
  • Camalaú (Camalaú) — 106,83%
  • São Sebastião de Lagoa de Roça (Manguape) — 107,61%
  • Açudes com condições favoráveis (entre 70% e 99%)
  • Conceição (Vídeo) — 70,19%
  • Emas (Emas) — 71,10%
  • Cachoeira dos Índios (Cachoeira da Vaca) — 74,13%
  • Patos (Farinha) — 75,00%
  • São Domingos do Cariri (São Domingos) — 79,43%
  • Juru (Glória) — 82,16%
  • São José de Piranhas (São José I) — 85,67%
  • Brejo do Cruz (Santa Rosa) — 86,30%
  • Itatuba (Acauã – Argemiro de Figueiredo) — 86,51%
  • Diamante (Vazante) — 87,73%
  • Massaranduba (Massaranduba) — 87,97%
  • São José da Lagoa Tapada (Jenipapeiro) — 88,73%
  • São José de Caiana (Pimenta) — 90,06%
  • João Pessoa (Marés) — 91,39%
  • Igaracy (Cochos) — 92,21%
  • São Francisco (Paraíso – Luiz Oliveira) — 94,39%
  • Aguiar (Lancha I) — 96,69%
  • Serra da Raiz (Suspiro) — 96,74%
  • Imaculada (Pedra Lisa) — 97,16%
  • Duas Estradas (Duas Estradas) — 97,23%
  • Areial (Covão) — 97,44%
  • Pirpirituba (Pirpirituba) — 99,27%
  • Cacimba de Dentro (Cacimba de Várzea) — 99,78%

Açudes em condições normais e observação (entre 20% e 69%)

  • Prata (São Paulo) — 20,54%
  • São João do Cariri (Namorado) — 23,20%
  • Patos (Jatobá I) — 30,44%
  • Curral Velho (Bruscas) — 31,53%
  • Nova Olinda (Saco) — 32,31%
  • Campina Grande (José Rodrigues) — 34,25%
  • Uiraúna (Capivara) — 36,89%
  • Triunfo (Gamela) — 39,24%
  • Riacho dos Cavalos (Riacho dos Cavalos) — 40,62%
  • São Sebastião do Umbuzeiro (Santo Antônio) — 41,21%
  • Congo (Cordeiro – Gov. Wilson Braga) — 41,28%
  • Conceição (Serra Vermelha I) — 41,52%
  • Conceição (Condado) — 41,90%
  • Ibiara (Piranhas) — 42,46%
  • Imaculada (Albino) — 43,50%
  • Coremas (Coremas) — 45,72%
  • Coremas (Mãe d’Água) — 45,82%
  • Boa Ventura (Riacho Verde) — 47,43%
  • Ibiara (Mameluco) — 47,53%
  • Bonito de Santa Fé (Bartolomeu I) — 47,64%
  • Boqueirão (Epitácio Pessoa) — 48,90%
  • Sousa (São Gonçalo) — 49,63%
  • Itaporanga (Cachoeira dos Alves) — 54,52%
  • Santana dos Garrotes (Queimadas) — 54,61%
  • Cajazeiras (Lagoa do Arroz) — 57,04%
  • Areia (Vaca Brava) — 57,26%
  • Algodão de Jandaíra (Algodão) — 57,45%
  • Alagoa Nova (Nova Camará) — 62,75%
  • São João do Rio do Peixe (Pilões) — 67,56%
  • Uiraúna (Arrojado) — 69,98%
  • Açudes em atenção (entre 10% e 19%)
  • Caraúbas (Campos) — 10,05%
  • Teixeira (São Francisco II) — 10,78%
  • Santa Luzia (Santa Luzia) — 11,47%
  • Cuité (Retiro) — 11,76%
  • Monteiro (Pocinhos) — 12,80%
  • Juru (Timbaúba) — 13,33%
  • Condado (Engenheiro Arcoverde) — 15,32%
  • Santa Inês (Santa Inês) — 16,55%
  • Sumé (Sumé) — 17,29%
  • Santana de Mangueira (Poço Redondo) — 17,97%
  • Princesa Isabel (Jatobá II) — 19,27%

 

Açudes em situação crítica (abaixo de 10%)

  • Teixeira (Bastiana) — 0,04%
  • Barra de São Miguel (Bichinho) — 0,06%
  • São José do Sabugi (São José IV) — 0,07%
  • Cacimbas (Coronel Jueca) — 0,42%
  • Desterro (Jeremias) — 0,54%
  • São José dos Cordeiros (São José III) — 0,76%
  • Riacho de Santo Antônio (Riacho de Santo Antônio) — 0,83%
  • Picuí (Várzea Grande) — 1,18%
  • Soledade (Soledade) — 2,20%
  • Juazeirinho (Mucutu) — 2,62%
  • Ouro Velho (Ouro Velho) — 2,64%
  • Cuité (Boqueirão do Cais) — 2,67%
  • Taperoá (Lagoa do Meio) — 6,26%
  • Teixeira (Riacho das Moças) — 6,52%
  • Monteiro (Serrote) — 9,61%
  • Picuí (Caraibeiras) — 0,00% (Seco)
  • Prata (Prata II) — 0,00% (Seco)
  • Teixeira (Sabonete) — 0,00% (Seco)
  • São Mamede (São Mamede) — 0,00% (Seco)