Ministério da Defesa do Reino Unido testa armas biológicas em macacos
O Ministério da Defesa do país admitiu ter envenenado dezenas de macacos com armas biológicas e baleado porcos em uma série de experimentos mórbidos. Ao todo, 27 porcos foram baleados e tiveram 30% de seu sangue drenado – para simular ferimentos que poderiam socorrer no campo de batalha.
Devido às semelhanças entre macacos e seres humanos, os exploradores alegam que os animais são “críticos” para testar e erradicar doenças como a tuberculose e o Ebola.
Os macacos marmoset são as espécies escolhidas para os testes cruéis e descritos por ativistas pelos direitos dos animais como animais inteligentes, sociais e cooperativos. A PETA já condenou as práticas bárbaras de Porton Down em seu site.

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“Estudos de doenças naturais em seres humanos, testes sofisticados que utilizam células e tecidos humanos e técnicas avançadas de modelagem de computador são menos dispendiosos, mais efetivos e muito mais humanos. Não existe desculpa para continuar fazendo com que os animais sofram em experiências cruéis e arcaicas”, disse a organização.
De acordo com o Forces Network, os testes em animais em Porton Down já despertaram indignação devido ao tratamento dos seres vivos abusados.
O Laboratório de Ciência e Tecnologia da Defesa (DTSL) argumentou que começou a diminuir o número de animais utilizados e a adotar procedimentos de refinação e métodos alternativos e livres de crueldade.
Embora o número de macacos mortos tenha aumentado, o número total de animais utilizados em testes diminuiu. Em 2015, 3.237 animais foram assassinados enquanto 2745 foram mortos em 2016. Isso ocorreu devido a um declínio na exploração de camundongos.
O DTSL divulga dados anuais que distinguem os animais envolvidos, assim como a finalidade dos experimentos. No relatório de 2016, eles declaram testes em animais como porcos, ovelhas, cavalos, cães, camundongos e gatos.
