Cientistas apresentam métodos substitutivos a testes em animais
Na próxima semana, a organização PETA levará cientistas para apresentarem projetos de tecnologia avançada em métodos de testes sem animais, o 10º Tenth World Congress on Alternatives and Animal Use in the Life Sciences (Congresso Mundial de Alternativas e o Uso de Animais nas Ciências de Vida em tradução livre).
A vice-presidente da organização afirmou que a ONG é a instituição com o maior números de cientistas trabalhando para o desenvolvimento de alternativas à exploração de animais para testes.
Além de exporem a falta de validade científica em experimentos de distrofia muscular em cães, e de sepses em ratinhos, a PETA também cobrirá questões relacionadas à exploração de primatas para testes e a exclusão de ratos da lei federal de proteção aos animais.
Os cientistas abordarão tecnologias para a substituição de animais em testes de irritação dos olhos, de inalação, e de produção de antitóxicos. Haverá também uma tenda no congresso onde cientistas poderão informar gratuitamente sobre métodos de testes sem animais.

Coelhos confinados para experimento científico./Crédito: Change.org
A exploração de animais para experimentos científicos, é uma questão extremamente criticada por ativistas. Isso, pois geralmente eles são realizados sem anestésicos, e os procedimentos necessitam que os animais sejam contidos e frequentemente forçam os animais a ingerir e inalarem substâncias, entre outras coisas.
Além da PETA, outras organizações, como Cruelty Free International, lutam para o fim dessa prática cruel.
Nota da Redação: É de extrema importância que experimentos em animais deixem de serem realizados, e que o direito à vida seja respeitado. Uma das maiores desculpas dessa prática ainda não ter sido abolida é a suposta falta de alternativa a ela. Por isso, o trabalho desses cientistas e o desenvolvimentos desses projetos é fundamental para a extinção desses procedimentos.
