Sangue do dragão-de-komodo pode ser usado para antibióticos

Um grupo de especialistas da Universidade George Mason, nos Estados Unidos, descobriu que o sangue do dragão-de-komodo possui uma série de substânciasque podem ser usadas como antibióticos. O sangue do maior lagarto do mundo, a priori, era apenas visto como tóxico, mas com o estudo — que já dura quatro anos — novas descobertas foram feitas.

Dragões-de-komodo se alimentam regularmente de carniça, mas raramente ficam doentes porque possuem proteínas chamadas peptídeos antimicrobiana, que permite uma defesa de infecções multifacetada. Os pesquisadores estudaram o sangue do animal para identificar peptídeos que têm potencial para serem usados em remédios.

Segundo o bioquímico Barney Bishop, esses peptídeos podem ser utilizados para combater infecções por estafilococos, infecções no ouvido e por queimaduras, dermatites, fibrose cística e até pneumonia.

Um grupo de especialistas da Universidade George Mason, nos Estados Unidos, descobriu que o sangue do dragão-de-komodo possui uma série de substânciasque podem ser usadas como antibióticos. O sangue do maior lagarto do mundo, a priori, era apenas visto como tóxico, mas com o estudo — que já dura quatro anos — novas descobertas foram feitas.

Dragões-de-komodo se alimentam regularmente de carniça, mas raramente ficam doentes porque possuem proteínas chamadas peptídeos antimicrobiana, que permite uma defesa de infecções multifacetada. Os pesquisadores estudaram o sangue do animal para identificar peptídeos que têm potencial para serem usados em remédios.

Segundo o bioquímico Barney Bishop, esses peptídeos podem ser utilizados para combater infecções por estafilococos, infecções no ouvido e por queimaduras, dermatites, fibrose cística e até pneumonia.

Agora os especialistas esperam conseguir tornar essas substâncias sanguíneas em drogas que salvem milhares de vidas. Segundo o cientista, os remédios poderiam combater uma bactéria superresistente que mata mais de 700 mil pessoas por ano.

Agora os especialistas esperam conseguir tornar essas substâncias sanguíneas em drogas que salvem milhares de vidas. Segundo o cientista, os remédios poderiam combater uma bactéria superresistente que mata mais de 700 mil pessoas por ano.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *