Sensores eletrônicos em percevejos monitoram a praga no Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, uma pesquisa tem utilizado sensores eletrônicos microscópicos em percevejos. Esses sensores estão auxiliando pesquisadores da Embrapa Trigo a descobrir os hábitos do inseto. A tecnologia de última geração ajuda a observar as preferências, comportamentos alimentares e os danos que esses insetos sugadores podem causar nas plantas.

O equipamento foi batizado de EPG, sigla em inglês para Gráfico de Penetração Elétrica. Esses sensores captam o processo e registram as informações no computador.

Um fio de ouro é fixado ao inseto com cola de prata transferindo informações em forma de ondas que são interpretadas com a ajuda de um software. Quando o inseto penetra na planta, é gerado um circuito elétrico simples, no qual uma corrente de baixa intensidade circula pelo sistema. A energia passa pela planta hospedeira, pelo inseto e retorna ao monitor em forma de sinais que registram ondas em um gráfico.  Assim, é possível ver como os insetos estão se alimentando, o local da planta onde se encontram, o quanto de alimento é extraído, os horários desses hábitos e o tipo de dano causado no vegetal.

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