O estudo aponta ainda que as cidades latino-americanas, ao priorizarem o modelo de lote individual e torres isoladas, tendem a produzir tecidos urbanos fragmentados, com baixa integração entre edifícios e espaços livres. A pesquisa sugere que abordagens baseadas em planejamento por quadras podem oferecer soluções mais equilibradas para o crescimento urbano.
A tese da pesquisadora (que pode ser acessada no Banco de Teses da USP, neste link) vai além dos indicadores apresentados neste artigo internacional, pois se aprofunda e inclui métricas da ecologia da paisagem para quantificar em termos de áreas e configuração a vegetação nestes espaços livres intraquadra. Segundo a pesquisadora, este capítulo está previsto para futura publicação internacional.
*Texto: Caio Albuquerque, da Assessoria de Comunicação da Esalq. Adaptado para o Jornal da USP
**Estagiária sob orientação de Simone Gomes


