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Ciência aponta 4 sinais que aparecem antes de quase 100% dos casos de infarto ou AVC

Ciência aponta 4 sinais que aparecem antes de quase 100% dos casos de infarto ou AVC

Apesar de sua gravidade, o infarto e o Acidente Vascular Cerebral (AVC) podem ser considerados condições silenciosas, já que não são raras as ocasiões em que eles acabam ocorrendo sem sintomas óbvios, o que dificulta sua prevenção.

Entretanto, de acordo com um estudo internacional, publicado no ano passado no periódico científico Journal of the American College of Cardiology, existem 4 sinais que, embora muitas vezes passem despercebidos, servem de alerta para problemas cardiovasculares.

De acordo com o texto, foram analisados dados médicos de milhões de adultos da Coreia do Sul e Estados Unidos e, o que possibilitou a identificação de alterações aparentemente comuns que precederam infartos e AVC em praticamente todos os casos.

E vale destacar que a taxa de acerto da pesquisa foi extremamente alta, pois em quase 100% dos casos analisados, ao menos um dos 4 principais fatores de risco foram identificados. São eles:

  • Pressão arterial elevada: danifica os vasos sanguíneos ao longo do tempo, mesmo quando ocorre em níveis levemente acima do ideal;
  • Colesterol alto: favorece o acúmulo de placas nas artérias, dificultando a circulação;
  • Nível de glicose elevado: aumenta a inflamação no corpo e prejudica vasos sanguíneos;
  • Tabagismo: acelera o envelhecimento das artérias e favorece a formação de coágulos.

Como evitar infartos e AVCs?

É importante ressaltar que, por mais relevantes que sejam os dados da pesquisa, não é necessário aguardar a manifestação de nenhum dos sinais destacados para cuidar da saúde cardiovascular.

Afinal, adotar um estilo de vida mais saudável é amplamente considerada a melhor forma de evitar infartos e AVCs. Sendo assim, as seguintes práticas podem auxiliar no processo:

  • Abandonar o tabagismo e moderar no consumo de bebidas alcoólicas;
  • Priorizar alimentos saudáveis, evitando gorduras saturadas, trans e excesso de sal e açúcar;
  • Praticar atividades físicas, como exercícios aeróbicos ou musculação;
  • Gerenciar a ansiedade e o estresse;
  • Ter noites de sono reparadoras;
  • Se hidratar com frequência;
  • Realizar check-ups regulares com especialistas para monitorar a saúde.