{"id":99931,"date":"2019-01-29T12:00:19","date_gmt":"2019-01-29T15:00:19","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=99931"},"modified":"2019-01-28T22:34:13","modified_gmt":"2019-01-29T01:34:13","slug":"pragas-urbanas-como-evitar-as-principais-e-controlar-infestacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/pragas-urbanas-como-evitar-as-principais-e-controlar-infestacoes\/","title":{"rendered":"Pragas urbanas: como evitar as principais e controlar infesta\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-99932\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/barata-1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/barata-1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/barata-1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>\u00c1gua, alimento, abrigo\u2026 De barata a pernilongo, passando por ratos e formigas, esses bichos disp\u00f5em de tudo que precisam para viver e se multiplicar nas grandes cidades. Mais que nojo ou fobia, a presen\u00e7a deles em casa pode representar uma s\u00e9ria amea\u00e7a \u00e0 fam\u00edlia. Chegou a hora de conhecer as\u00a0<strong>pragas urbanas<\/strong>\u00a0em detalhes para evitar ou acabar com as visitas indesejadas:<\/p>\n<h3>Barata<\/h3>\n<p>N\u00e3o acredite naquela ladainha de que elas seriam as \u00fanicas sobreviventes a uma bomba at\u00f4mica. Mas o fato de n\u00e3o serem t\u00e3o resistentes a tamanha radia\u00e7\u00e3o n\u00e3o significa que esses\u00a0insetos\u00a0tenham pouca versatilidade \u2014 muito pelo contr\u00e1rio. Eles moram em qualquer canto e passam semanas sem comer ou beber nada.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de provocarem repulsa quando aparecem no ambiente dom\u00e9stico, as baratas carregam um monte de\u00a0bact\u00e9rias,\u00a0v\u00edrus\u00a0e fungos do esgoto. \u201cS\u00e3o micro-organismos que originam uma s\u00e9rie de mol\u00e9stias nos seres humanos\u201d, avisa o bi\u00f3logo Francisco Jos\u00e9 Zorzenon, do\u00a0Instituto Biol\u00f3gico da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>E isso sem contar que os fragmentos de seu corpo (patas, asas, antenas\u2026) s\u00e3o gatilhos de rea\u00e7\u00f5es\u00a0al\u00e9rgicas\u00a0e crises de\u00a0asma\u00a0em pessoas mais sens\u00edveis.<\/p>\n<div class=\"ad-content\"><\/div>\n<p><strong>Como evitar:<\/strong>\u00a0A palavra de ordem \u00e9 higiene. N\u00e3o deixe comida \u00e0 mostra e fa\u00e7a faxinas regulares, especialmente na cozinha e no banheiro. E sempre mantenha os ralos fechados.<\/p>\n<p><strong>Como eliminar:<\/strong>\u00a0Se voc\u00ea vir uma ou outra, os inseticidas em aerossol (ou o bom e velho chinelo) d\u00e3o conta do recado. Quando h\u00e1 muitas, o melhor \u00e9 contratar um servi\u00e7o especializado de dedetiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Fique de olho nelas<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><em>Periplaneta americana<\/em>: Cascuda e voadora, \u00e9 a esp\u00e9cie mais conhecida. D\u00e1 as caras no ver\u00e3o.<\/li>\n<li><em>Blatella Germanica<\/em>: Menorzinha, \u00e9 um tormento em mercados, padarias e f\u00e1bricas.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Mosca<\/h3>\n<p>Ela deposita seus ovos em fezes ou material em decomposi\u00e7\u00e3o. As larvas se desenvolvem nesses locais, at\u00e9 crescerem para ficar zanzando por a\u00ed, entre por\u00e7\u00f5es de comida e coc\u00f4s expostos. D\u00e1 pra imaginar que as patinhas delas n\u00e3o s\u00e3o l\u00e1 muito limpas, n\u00e3o \u00e9 mesmo?<\/p>\n<p>\u201cA situa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais preocupante em bairros pr\u00f3ximos de lix\u00f5es\u201d, afirma o engenheiro agr\u00f4nomo Carlos Alberto Flechtmann, da\u00a0Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Ilha Solteira.<\/p>\n<p><strong>Como evitar:<\/strong>\u00a0Carnes,\u00a0frutas, legumes, verduras\u00a0e outros alimentos frescos precisam ficar a geladeira ou guardados em recipientes. Assim, as moscas n\u00e3o v\u00e3o pousar neles, o que diminui o risco de chabus intestinais e at\u00e9 de verminoses.<\/p>\n<p><strong>Como eliminar:<\/strong>\u00a0Inseticidas ajudam um pouco, mas n\u00e3o resolvem a quest\u00e3o definitivamente. Resta cobrar as autoridades por pol\u00edticas para a limpeza e o cuidado com \u00e1reas p\u00fablicas, bem como a realiza\u00e7\u00e3o de obras de saneamento b\u00e1sico e tratamento de esgoto.<\/p>\n<h3>Mosquito<\/h3>\n<p>Nenhum ser vivo se adaptou melhor ao ambiente urbano que esse bicho alado. As metr\u00f3poles trazem tudo que os mosquitos desejam: \u00e1gua parada, calor e muito sangue dispon\u00edvel.<\/p>\n<p>Como se n\u00e3o bastassem as picadas na pele, algumas esp\u00e9cies transmitem v\u00edrus que causam\u00a0dengue,\u00a0zika,\u00a0chikungunya\u00a0e\u00a0febre amarela\u00a0\u2014 s\u00f3 pra citar quatro exemplos de doen\u00e7as que assolam o Brasil h\u00e1 algumas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>\u201cO dilema \u00e9 que n\u00e3o adotamos uma cultura de preven\u00e7\u00e3o com as estrat\u00e9gias que possu\u00edmos, como a elimina\u00e7\u00e3o de criadouros e o uso de produtos qu\u00edmicos\u201d, lamenta a engenheira qu\u00edmica Fernanda Cecchinato, CEO da\u00a0Aya, empresa que acaba de lan\u00e7ar o primeiro\u00a0repelente\u00a0de insetos para roupas e tecidos.<\/p>\n<p><strong>Como evitar:<\/strong>\u00a0Fa\u00e7a sua parte: vede ou jogue fora qualquer reservat\u00f3rio de \u00e1gua que tiver em casa, de pneus a tampas de garrafa. Limpe com sab\u00e3o as calhas e os pratinhos das plantas.<\/p>\n<p><strong>Como eliminar:<\/strong>\u00a0Incentive os vizinhos a adotar o mesmo procedimento para que o bairro todo fique protegido. Repelentes e inseticidas em aerossol ou de tomada s\u00e3o bem-vindos para afugentar o inseto.<\/p>\n<p><strong>Fique de olho neles<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><em>Aedes aegypti<\/em>: O maior vil\u00e3o de todos.\u00a0Est\u00e1 por tr\u00e1s de dengue, zika e chikungunya.<\/li>\n<li><em>Aedes albopictus<\/em>:\u00a0Gosta mais de \u00e1reas com mata.\u00a0Tem a capacidade de passar alguns v\u00edrus.<\/li>\n<li><em>Culex quinquefasciatus<\/em>: \u00c9 o pernilongo. Em algumas regi\u00f5es, transmite o parasita da elefant\u00edase.<\/li>\n<\/ul>\n<div class=\"widget-news widget-box no-margin no-border\"><\/div>\n<h3>Percevejo<\/h3>\n<p>No livro\u00a0Na Pior em Paris e Londres, George Orwell (1903-1950) descreve as noites que passou em pens\u00f5es tomadas por essa praga min\u00fascula, que mora dentro do colch\u00e3o e sai \u00e0 noite para sugar o sangue de quem est\u00e1 dormindo, provocando uma coceira brava.<\/p>\n<p>Se no passado ele s\u00f3 dava as caras em locais mais pobres, hoje em dia frequenta hot\u00e9is e pousadas de alto padr\u00e3o. Estima-se que 90% dos hot\u00e9is e albergues dos Estados Unidos apresentem infesta\u00e7\u00f5es do tipo.<\/p>\n<p><strong>Como evitar:<\/strong>\u00a0Antes de colocar sua mala em cima da cama, retire o len\u00e7ol e vistorie as frestas e costuras. Viu um monte de pontinhos pretos? Esses s\u00e3o os percevejos. Converse com o gerente do estabelecimento e veja se ele n\u00e3o pode fazer algo.<\/p>\n<p><strong>Como eliminar:\u00a0<\/strong>H\u00e1 produtos espec\u00edficos de uso profissional para erradic\u00e1-los. Limpar a mala ap\u00f3s a viagem, trocar a roupa de cama toda semana, fazer faxinas com aspirador de p\u00f3 e colocar o colch\u00e3o no sol periodicamente tamb\u00e9m s\u00e3o atitudes que funcionam.<\/p>\n<div id=\"aalb-8535921605-BR-v0858-20-ProductGrid\" class=\"aalb-pg-ad-unit\"><\/div>\n<h3>Formiga<\/h3>\n<p>Ela est\u00e1 relacionada \u00e0 ideia de organiza\u00e7\u00e3o e trabalho em equipe. E, se deparamos com uma fileira desses insetos dentro de casa \u2014 e at\u00e9 mesmo em cima de pratos e travessas de comida \u2014, n\u00e3o damos muita import\u00e2ncia, n\u00e9? Mas n\u00e3o deveria ser assim.<\/p>\n<p>Estima-se que cada formiga traga na garupa 14 tipos de bact\u00e9ria. Por esse motivo, s\u00e3o apontadas como as principais culpadas pelas infec\u00e7\u00f5es hospitalares no mundo e, por isso, chegam a representar uma amea\u00e7a maior que as temidas baratas.<\/p>\n<p>\u201cAfinal, elas conseguem entrar em qualquer espa\u00e7o e cobrem grandes dist\u00e2ncias em pouco tempo\u201d, nota o bi\u00f3logo Odair Correa Bueno, do\u00a0Instituto de Bioci\u00eancias da Unesp, campus de Rio Claro.<\/p>\n<p><strong>Como evitar:<\/strong>\u00a0Cuidado com os alimentos abertos. Qualquer migalha \u00e9 um banquete para formigas. Certifique-se de que as pias da cozinha e do banheiro estejam sempre secas.<\/p>\n<p><strong>Como eliminar:\u00a0<\/strong>N\u00e3o jogue inseticidas. Isso s\u00f3 vai fragmentar o ninho em dois ou tr\u00eas n\u00facleos separados e aumentar a escala da encrenca. G\u00e9is pr\u00f3prios est\u00e3o \u00e0 venda no mercado.<\/p>\n<p><strong>Fique de olho nelas<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><em>Linepithema humile<\/em>:\u00a0A formiga-argentina vive embaixo de pedras, pisos e azulejos.<\/li>\n<li><em>Monomorium pharaonis<\/em>: A formiga-fara\u00f3 \u00e9 amarelada e tem menos de 2 mil\u00edmetros.<\/li>\n<li><em>Tapinoma Melanocephalum<\/em>: A formiga-fantasma tem a cabe\u00e7a e o t\u00f3rax escuros e as pernas opacas.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Aranha<\/h3>\n<p>A maioria n\u00e3o faz mal algum ao ser humano. No Brasil, tr\u00eas delas s\u00e3o temerosas: as aranhas marrom, armadeira e vi\u00fava-negra.<\/p>\n<p>A primeira \u00e9 bastante comum no Paran\u00e1. Ela fica escondida em frestas e fundos de arm\u00e1rios e seu veneno forma uma ferida com necrose na pele. A segunda est\u00e1 espalhada por todo o pa\u00eds, \u00e9 grande e agressiva \u2014 ela abre as pernas dianteiras para dar o bote. A vi\u00fava-negra, por sua vez, se limita \u00e0s regi\u00f5es litor\u00e2neas e costuma ser mais t\u00edmida.<\/p>\n<p><strong>Como evitar:<\/strong>\u00a0Limpe o teto de alvenaria ou de madeira a cada 15 dias com um pano \u00famido para interromper a forma\u00e7\u00e3o de teias muito grandes. Aspire os m\u00f3veis, os quadros e os rodap\u00e9s. Cuide dos jardins de tempos em tempos e fa\u00e7a a poda de \u00e1rvores e arbustos.<\/p>\n<p><strong>Como eliminar:<\/strong>\u00a0Caso voc\u00ea esteja inquieto com alguma aranha que ronda a resid\u00eancia e o quintal, tire uma foto e mande para os servi\u00e7os de controle sanit\u00e1rio ou para a secretaria de sa\u00fade de seu munic\u00edpio. Os especialistas poder\u00e3o dar uma orienta\u00e7\u00e3o sobre o melhor procedimento.<\/p>\n<h3>Escorpi\u00e3o<\/h3>\n<p>No ano 2000, o\u00a0Minist\u00e9rio da Sa\u00fade\u00a0contabilizou 12 552 acidentes com esse artr\u00f3pode. Em 2016, o n\u00famero subiu para 91 485 \u2014 um crescimento impressionante de 628%. \u201cEles conseguem se adaptar bem a localidades com muito entulho, lixo e, principalmente, baratas, seu alimento preferido\u201d, resume a infectologista Fan Hui Wen, do\u00a0Instituto Butantan, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Em 90% dos casos, a picada \u00e9 sucedida por uma dor intensa, aliviada com o uso de analg\u00e9sicos. Por\u00e9m, em\u00a0crian\u00e7as\u00a0e\u00a0idosos, o veneno pode mexer com o sistema nervoso central, alterar a press\u00e3o arterial e levar \u00e0 morte. Para evitar um perigo desses, \u00e9 preciso utilizar o soro antiescorpi\u00f4nico com urg\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Como evitar:<\/strong>\u00a0Jogue fora materiais de constru\u00e7\u00e3o, como peda\u00e7os de madeira, telhas e tijolos, que n\u00e3o for usar em curto prazo. Nos dep\u00f3sitos, n\u00e3o encoste as caixas nas paredes.<\/p>\n<p><strong>Como eliminar:<\/strong>\u00a0N\u00e3o jogue inseticida. Isso s\u00f3 vai irrit\u00e1-lo e instig\u00e1-lo a um contra-ataque. Se aparecer um, mate-o por esmagamento com muito cuidado. Se tiver v\u00e1rios, chame logo as autoridades da cidade.<\/p>\n<p><strong>Fique de olho neles<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><em>Tityus serrulatus<\/em>:\u00a0O escorpi\u00e3o-amarelo est\u00e1 no Sudeste, no Centro-Oeste e no Nordeste do pa\u00eds.<\/li>\n<li><em>Tityus stigmurus<\/em>:\u00a0Tem uma colora\u00e7\u00e3o marrom e s\u00f3 \u00e9 encontrado na Regi\u00e3o Nordeste.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Pombo<\/h3>\n<p>Esque\u00e7a aquela no\u00e7\u00e3o de que esse p\u00e1ssaro \u00e9 o s\u00edmbolo da paz. Sua procria\u00e7\u00e3o em larga escala nas metr\u00f3poles \u00e9 encarada hoje com um desafio dos grandes. \u201cEles montam o ninho no telhado das casas, onde depositam muitas fezes\u201d, descreve o bi\u00f3logo Fernando Bernardini, gerente de desenvolvimento de produtos da\u00a0Bayer.<\/p>\n<p>O coc\u00f4 est\u00e1 lotado de micr\u00f3bios capazes de causar doen\u00e7as como a toxoplasmose e a criptococose.<\/p>\n<p><strong>Como evitar:<\/strong>\u00a0Conserte os buracos e feche todas as frestas do telhado para impedir que os pombos entrem e se instalem. Em hip\u00f3tese alguma oferte comida ou \u00e1gua a eles, nem largue lixeiras com restos de comida dispon\u00edveis fora do hor\u00e1rio de coleta.<\/p>\n<p><strong>Como eliminar:<\/strong>\u00a0Assim como as outras aves, os pombos s\u00e3o protegidos por leis ambientais. Portanto, voc\u00ea n\u00e3o deve fazer nada sem consultar uma empresa certificada para o controle deles. Os experts lan\u00e7am m\u00e3o de diversas solu\u00e7\u00f5es para espant\u00e1-los e reduzir os estragos da invas\u00e3o.<\/p>\n<h3>Rato<\/h3>\n<p>Naturais da \u00c1sia, eles encontraram meios de embarcar em navios e se espalharam com relativa facilidade para todos os continentes a partir do s\u00e9culo 16. \u201cEsses roedores transmitem por meio de fezes, urina, pelos, saliva e sangue uma s\u00e9rie de doen\u00e7as, como a leptospirose\u201d, conta o bi\u00f3logo Jeferson de Andrade, pesquisador de desenvolvimento de produto e mercado da\u00a0Basf.<\/p>\n<p>Outras enfermidades relacionadas a eles s\u00e3o o tifo, a peste bub\u00f4nica, a\u00a0febrehemorr\u00e1gica, al\u00e9m de sarnas e micoses. \u201cAs tr\u00eas esp\u00e9cies mais comuns s\u00e3o sempre atra\u00eddas pela facilidade de acesso a \u00e1gua e comida\u201d, explica a bi\u00f3loga Maria Fernanda Zarzuela, analista da Bayer.<\/p>\n<p><strong>Como evitar:<\/strong>\u00a0Tenha uma despensa limpa e arrumada. Nunca deixe a ra\u00e7\u00e3o de\u00a0c\u00e3es\u00a0e\u00a0gatos\u00a0espalhada pela casa. Instale telas em ralos e nas outras aberturas da resid\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Como eliminar:<\/strong>\u00a0Iscas de raticida colocadas atr\u00e1s de gavetas, arm\u00e1rios e eletrodom\u00e9sticos s\u00e3o a sa\u00edda mais efetiva. Ratoeiras e colas est\u00e3o dispon\u00edveis, mas n\u00e3o s\u00e3o m\u00e9todos muito pr\u00e1ticos.<\/p>\n<p><strong>Fique de olho neles<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><em>Rattus norvegicus<\/em>:\u00a0A ratazana chega a 25 cent\u00edmetros e possui uma pelagem cinza ou castanha.<\/li>\n<li><em>Rattus rattus<\/em>:\u00a0O rato preto \u00e9 um excelente escalador. Monta o ninho em telhados.<\/li>\n<li><em>Mus musculus<\/em>:\u00a0Os camundongos s\u00e3o diminutos e curiosos. Vivem em pequenas col\u00f4nias.<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c1gua, alimento, abrigo\u2026 De barata a pernilongo, passando por ratos e formigas, esses bichos disp\u00f5em<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":99932,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/barata-1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/barata-1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/barata-1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/barata-1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/barata-1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/barata-1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/barata-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/barata-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/barata-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/barata-1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"\u00c1gua, alimento, abrigo\u2026 De barata a pernilongo, passando por ratos e formigas, esses bichos disp\u00f5em","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/99931"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=99931"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/99931\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/99932"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=99931"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=99931"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=99931"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}