{"id":99824,"date":"2019-01-27T22:09:17","date_gmt":"2019-01-28T01:09:17","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=99824"},"modified":"2019-01-27T22:08:01","modified_gmt":"2019-01-28T01:08:01","slug":"animais-em-extincao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/animais-em-extincao\/","title":{"rendered":"Animais em extin\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"definicao\">V\u00e1rios animais encontram-se, atualmente, amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o em decorr\u00eancia da destrui\u00e7\u00e3o do habitat, mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, ca\u00e7a e pesca descontroladas, entre outros fatores.<\/span><\/p>\n<div class=\"social-share\"><\/div>\n<div class=\"conteudo-materia\">\n<figure><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Urso-polar\" src=\"https:\/\/s1.static.brasilescola.uol.com.br\/artigos\/urso-polar-5c4700f713c55.jpg?i=https:\/\/brasilescola.uol.com.br\/upload\/conteudo\/images\/urso-polar-5c4700f713c55.jpg&amp;w=600&amp;h=350&amp;c=FFFFFF&amp;t=1\" alt=\"O urso-polar, classificado como vulner\u00e1vel, \u00e9 um animal que pode sofrer as consequ\u00eancias das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.\" width=\"639\" height=\"373\" \/><figcaption>O urso-polar, classificado como vulner\u00e1vel, \u00e9 um animal que pode sofrer as consequ\u00eancias das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.\u00a0<\/figcaption><\/figure>\n<div>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/brasilescola.uol.com.br\/animais\">Animais<\/a>\u00a0amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o s\u00e3o aqueles que correm risco de desaparecer de maneira definitiva do nosso planeta<\/strong>, ou seja, de tornarem-se\u00a0<a href=\"https:\/\/brasilescola.uol.com.br\/o-que-e\/biologia\/o-que-e-extincao.htm\"><strong>extintos<\/strong>.<\/a>\u00a0Apesar de ser relativamente comum na natureza, atualmente, o processo de extin\u00e7\u00e3o tem sido intensificado pelo homem.<\/p>\n<h2>\u2192\u00a0<strong>Animais amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o no mundo<\/strong><\/h2>\n<p>V\u00e1rias esp\u00e9cies est\u00e3o amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o no mundo em decorr\u00eancia da destrui\u00e7\u00e3o do ambiente, mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, ca\u00e7a e pesca predat\u00f3rias, polui\u00e7\u00e3o, entre outros fatores. Conhe\u00e7a a seguir algumas esp\u00e9cies que correm risco de entrar em extin\u00e7\u00e3o e sua classifica\u00e7\u00e3o de acordo com a Lista Vermelha de Esp\u00e9cies Amea\u00e7adas, da IUCN:<\/p>\n<p><strong>Coala (<\/strong><em><strong>Phascolarctos cinereus<\/strong><\/em><strong>):\u00a0<\/strong>Os coalas est\u00e3o classificados como\u00a0<strong>vulner\u00e1veis<\/strong>. Atualmente, a popula\u00e7\u00e3o desses animais est\u00e1 diminuindo.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/s2.static.brasilescola.uol.com.br\/img\/2019\/01\/coala.jpg\" alt=\"Os coalas est\u00e3o classificados como vulner\u00e1veis.\" width=\"639\" height=\"480\" \/><br \/>\nOs coalas est\u00e3o classificados como vulner\u00e1veis.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Baleia-azul (<\/strong><em><strong>Balaenoptera musculus<\/strong><\/em><strong>):\u00a0<\/strong>A baleia-azul est\u00e1 classificada como esp\u00e9cie<strong>\u00a0em perigo<\/strong>. Atualmente, sua popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 aumentando.<\/li>\n<li><strong>Urso-polar (<\/strong><em><strong>Ursus maritimus<\/strong><\/em><strong>):<\/strong>\u00a0O urso-polar est\u00e1 classificado como\u00a0<strong>vulner\u00e1vel.\u00a0<\/strong>Sua tend\u00eancia populacional atual \u00e9 desconhecida.<\/li>\n<li><strong>Kakapo (S<\/strong><em><strong>trigops habroptilus\u00a0<\/strong><\/em><strong>):<\/strong>\u00a0Os kakapos s\u00e3o aves que est\u00e3o classificadas como\u00a0<strong>criticamente em perigo.<\/strong>\u00a0Atualmente, de acordo com dados da IUCN, a popula\u00e7\u00e3o desses animais est\u00e1 aumentando.<\/li>\n<\/ul>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/s1.static.brasilescola.uol.com.br\/img\/2019\/01\/kakapo.jpg\" alt=\"Os kakapos est\u00e3o criticamente em perigo.\" width=\"640\" height=\"958\" \/><br \/>\nOs kakapos est\u00e3o criticamente em perigo.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Pinguim-africano (Spheniscus demersus):\u00a0<\/strong>O pinguim-africano est\u00e1 classificado como\u00a0<strong>em perigo<\/strong>. Atualmente, sua popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 diminuindo.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>\u2192\u00a0<strong>Animais amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o no Brasil<\/strong><\/h2>\n<p>No Brasil, v\u00e1rias esp\u00e9cies tamb\u00e9m encontram-se amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o ou, at\u00e9 mesmo, extintas no ambiente natural. Conhe\u00e7a a seguir algumas esp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o e sua situa\u00e7\u00e3o atual de acordo com a Lista Vermelha de Esp\u00e9cies Amea\u00e7adas da IUCN:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Tamandu\u00e1-bandeira (<\/strong><em><strong>Myrmecophaga tridactyla<\/strong><\/em><strong>):<\/strong>\u00a0O tamandu\u00e1-bandeira \u00e9 um animal que est\u00e1 classificado como\u00a0<strong>vulner\u00e1vel<\/strong>. Atualmente, a popula\u00e7\u00e3o de tamandu\u00e1s-bandeira est\u00e1 diminuindo.<\/li>\n<\/ul>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/s2.static.brasilescola.uol.com.br\/img\/2019\/01\/tamandua-bandeira.jpg\" alt=\"O tamandu\u00e1-bandeira \u00e9 um animal nativo da Am\u00e9rica que est\u00e1 classificado como vulner\u00e1vel.\" width=\"636\" height=\"424\" \/><br \/>\nO tamandu\u00e1-bandeira \u00e9 um animal nativo da Am\u00e9rica que est\u00e1 classificado como vulner\u00e1vel.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Ararinha-azul (<\/strong><em><strong>Cyanopsitta spixii<\/strong><\/em><strong>):<\/strong>\u00a0A\u00a0<a href=\"https:\/\/brasilescola.uol.com.br\/animais\/ararinha-azul.htm\">ararinha-azul\u00a0<\/a>est\u00e1 classificada como\u00a0<strong>possivelmente extinta<\/strong>\u00a0na natureza. Atualmente, existem exemplares dessas aves criados em cativeiro.<\/li>\n<li><strong>On\u00e7a-pintada (<\/strong><em><strong>Panthera onca<\/strong><\/em><strong>):<\/strong>\u00a0A on\u00e7a-pintada est\u00e1 classificada como\u00a0<strong>quase amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o<\/strong>. Atualmente, observa-se um decr\u00e9scimo nas popula\u00e7\u00f5es desses animais.<\/li>\n<\/ul>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/s2.static.brasilescola.uol.com.br\/img\/2019\/01\/onca-pintada.jpg\" alt=\"A on\u00e7a-pintada est\u00e1 quase amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o. Um dos fatores que contribu\u00edram para isso \u00e9 a destrui\u00e7\u00e3o de seu habitat.\" width=\"639\" height=\"426\" \/><br \/>\nA on\u00e7a-pintada est\u00e1 quase amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o. Um dos fatores que contribu\u00edram para isso \u00e9 a destrui\u00e7\u00e3o de seu habitat.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Tatu-bola (<\/strong><em><strong>Tolypeutes tricinctus<\/strong><\/em><strong>):\u00a0<\/strong>O tatu-bola, atualmente, est\u00e1 classificado como\u00a0<strong>vulner\u00e1vel<\/strong>. Sua popula\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m apresenta uma tend\u00eancia de diminui\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Mico-le\u00e3o-dourado (<\/strong><em><strong>Leontopithecus rosalia<\/strong><\/em><strong>):<\/strong>\u00a0O mico-le\u00e3o-dourado \u00e9 uma esp\u00e9cie classificada como\u00a0<strong>em perigo<\/strong>. Sua tend\u00eancia populacional atual \u00e9 considerada est\u00e1vel.<\/li>\n<\/ul>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/s1.static.brasilescola.uol.com.br\/img\/2019\/01\/mico-leao-dourado.jpg\" alt=\"O mico-le\u00e3o-dourado est\u00e1 classificado como em perigo, ou seja, apresenta risco aumentado de entrar em extin\u00e7\u00e3o no ambiente.\" width=\"639\" height=\"425\" \/><br \/>\nO mico-le\u00e3o-dourado est\u00e1 classificado como em perigo, ou seja, apresenta risco aumentado de entrar em extin\u00e7\u00e3o no ambiente.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Ariranha (<\/strong><em><strong>Pteronura brasiliensi<\/strong><\/em><strong>):<\/strong>\u00a0Atualmente, essa esp\u00e9cie encontra-se em perigo. Observa-se que a popula\u00e7\u00e3o desses animais est\u00e1 diminuindo.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>\u2192\u00a0<strong>Causas da extin\u00e7\u00e3o dos animais<\/strong><\/h2>\n<p>A extin\u00e7\u00e3o \u00e9 um processo natural que aconteceu com diversas esp\u00e9cies ao longo da hist\u00f3ria do nosso planeta. As esp\u00e9cies que vemos hoje, por exemplo, s\u00e3o completamente diferentes daquelas encontradas h\u00e1 100 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n<p>As causas das extin\u00e7\u00f5es s\u00e3o variadas, por\u00e9m, atualmente, vemos que o homem tem tido papel decisivo nesse processo.\u00a0<strong>Entre os principais fatores que podem levar uma esp\u00e9cie \u00e0 extin\u00e7\u00e3o, podemos citar:<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/s2.static.brasilescola.uol.com.br\/img\/2019\/01\/tartaruga-marinha.jpg\" alt=\"A polui\u00e7\u00e3o pode causar danos graves aos animais, contribuindo para o processo de extin\u00e7\u00e3o.\" width=\"639\" height=\"426\" \/><br \/>\nA polui\u00e7\u00e3o pode causar danos graves aos animais, contribuindo para o processo de extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Destrui\u00e7\u00e3o de habitat:\u00a0<\/strong>Uma esp\u00e9cie est\u00e1 bem-adaptada ao seu habitat quando encontra nele os recursos necess\u00e1rios para sua sobreviv\u00eancia. Ao ter seu habitat destru\u00eddo, uma esp\u00e9cie pode n\u00e3o ser capaz de encontrar os recursos necess\u00e1rios em outra \u00e1rea, correndo o risco de morrer e, posteriormente, ser extinta.<\/li>\n<li><strong>Polui\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Assim como a destrui\u00e7\u00e3o de habitat, a polui\u00e7\u00e3o afeta negativamente a sobreviv\u00eancia dos seres vivos, criando condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o toleradas pela esp\u00e9cie.<\/li>\n<li><strong>Ca\u00e7a e pesca:\u00a0<\/strong>Muitas vezes, a ca\u00e7a e a pesca s\u00e3o t\u00e3o intensas que ocorrem em velocidade maior que uma esp\u00e9cie consegue reproduzir-se e, consequentemente, recuperar sua popula\u00e7\u00e3o. Desse modo, muitas esp\u00e9cies entram em extin\u00e7\u00e3o em decorr\u00eancia dessas atividades.<\/li>\n<li><strong>Mudan\u00e7as clim\u00e1ticas:<\/strong>\u00a0As mudan\u00e7as clim\u00e1ticas tamb\u00e9m podem levar ao decr\u00e9scimo de uma popula\u00e7\u00e3o e, consequentemente, \u00e0 sua extin\u00e7\u00e3o. Observamos claramente como as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas afetam as esp\u00e9cies quando analisamos alguns anf\u00edbios, que s\u00e3o altamente afetados por aumentos na temperatura e pela frequ\u00eancia de chuvas. Um artigo publicado na revista\u00a0<em>Ecology and Evolution\u00a0<\/em>mostrou que as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas poder\u00e3o levar \u00e0 extin\u00e7\u00e3o 42 esp\u00e9cies de anf\u00edbios anuros na Mata Atl\u00e2ntica e no Cerrado entre 2050 e 2070.<\/li>\n<li><strong>Cat\u00e1strofes ambientais:<\/strong>\u00a0Cat\u00e1strofes ambientais tamb\u00e9m podem causar a extin\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias esp\u00e9cies. Vulc\u00f5es, terremotos, maremotos, glacia\u00e7\u00f5es e impactos de meteoritos, por exemplo, podem causar a morte de v\u00e1rias esp\u00e9cies. No final do per\u00edodo Cret\u00e1ceo, a queda de um meteorito foi, provavelmente, respons\u00e1vel pela extin\u00e7\u00e3o dos dinossauros.<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u2192\u00a0<strong>Extin\u00e7\u00e3o em massa<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/s1.static.brasilescola.uol.com.br\/img\/2019\/01\/dinossauros.jpg\" alt=\"Os dinossauros acabaram seu dom\u00ednio na Terra ap\u00f3s uma grande extin\u00e7\u00e3o em massa.\" width=\"638\" height=\"425\" \/><br \/>\nOs dinossauros acabaram seu dom\u00ednio na Terra ap\u00f3s uma grande extin\u00e7\u00e3o em massa.<\/p>\n<p>Muitos animais foram extintos em processos conhecidos como\u00a0<strong>extin\u00e7\u00f5es em massa<\/strong>, que s\u00e3o momentos em que a<strong>\u00a0taxa de extin\u00e7\u00e3o eleva-se abruptamente em um curto per\u00edodo de tempo<\/strong>. Uma das extin\u00e7\u00f5es em massa mais conhecidas ocorreu no final do per\u00edodo Cret\u00e1ceo, h\u00e1 aproximadamente 65,5 milh\u00f5es de anos, e foi respons\u00e1vel pelo fim do dom\u00ednio dos\u00a0<a href=\"https:\/\/brasilescola.uol.com.br\/animais\/dinossauros.htm\">dinossauros.<\/a><\/p>\n<p><strong>A extin\u00e7\u00e3o em massa do Cret\u00e1ceo dizimou quase metade das esp\u00e9cies marinhas, al\u00e9m de v\u00e1rias esp\u00e9cies terrestres, como a maioria dos dinossauros.\u00a0<\/strong>Provavelmente, essa extin\u00e7\u00e3o ocorreu em virtude de uma grande nuvem de poeira que se espalhou pela atmosfera do planeta ap\u00f3s a queda de um meteorito. Essa nuvem causou um bloqueio da luz solar, levando v\u00e1rias plantas \u00e0 morte em decorr\u00eancia da redu\u00e7\u00e3o das taxas fotossint\u00e9ticas. Consequentemente, houve altera\u00e7\u00f5es na cadeia alimentar e no clima do planeta.<\/p>\n<p>Apesar de a extin\u00e7\u00e3o em massa mais conhecida ser a do Cret\u00e1ceo, a do\u00a0<strong>Permiano<\/strong>\u00a0foi muito mais dr\u00e1stica. Nessa extin\u00e7\u00e3o, cerca de\u00a0<strong>96% das esp\u00e9cies marinhas foram extintas,<\/strong>\u00a0al\u00e9m das esp\u00e9cies terrestres que tamb\u00e9m foram afetadas. Uma das explica\u00e7\u00f5es para essa extin\u00e7\u00e3o \u00e9 o intenso vulcanismo na \u00e9poca.<\/p>\n<p>Pelo fato de o homem afetar negativamente o ambiente, causando a extin\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias esp\u00e9cies,\u00a0<strong>muitos autores acreditam que estamos caminhando para uma extin\u00e7\u00e3o em massa.<\/strong>\u00a0<strong>Estima-se que mais de mil esp\u00e9cies foram extintas nos \u00faltimos 400 anos,<\/strong>\u00a0um valor bastante alto em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 hist\u00f3ria da vida no planeta. Assim, analisar nossas atitudes e criar pol\u00edticas que visem \u00e0 preseva\u00e7\u00e3o do meio ambiente s\u00e3o fundamentais.<\/p>\n<p>Por Ma. Vanessa Sardinha dos Santos<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>V\u00e1rios animais encontram-se, atualmente, amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o em decorr\u00eancia da destrui\u00e7\u00e3o do habitat, mudan\u00e7as clim\u00e1ticas,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"V\u00e1rios animais encontram-se, atualmente, amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o em decorr\u00eancia da destrui\u00e7\u00e3o do habitat, mudan\u00e7as clim\u00e1ticas,","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/99824"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=99824"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/99824\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=99824"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=99824"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=99824"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}