{"id":98907,"date":"2019-01-11T11:00:15","date_gmt":"2019-01-11T14:00:15","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=98907"},"modified":"2019-01-11T09:38:16","modified_gmt":"2019-01-11T12:38:16","slug":"quase-metade-das-mortes-de-animais-no-litoral-de-sao-paulo-tem-relacao-com-lixo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/quase-metade-das-mortes-de-animais-no-litoral-de-sao-paulo-tem-relacao-com-lixo\/","title":{"rendered":"Quase metade das mortes de animais no litoral de S\u00e3o Paulo tem rela\u00e7\u00e3o com lixo"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/lixo_marinho.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-98908\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/lixo_marinho-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/lixo_marinho-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/lixo_marinho.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Segundo Instituto Argonauta, 48% dos animais marinhos encontrados mortos nos \u00faltimos anos, no litoral norte de SP, tiveram contato com lixo<\/p>\n<p class=\" \">Dentre os 2.600 animais marinhos encontrados mortos pelo Instituto Argonauta, entre 2015 e 2018, 48% mostraram ter tido contato com o lixo jogado nas praias do litoral norte de S\u00e3o Paulo, segundo a coordenadora do Projeto de Monitoramento de Praia da Bacia de Santos (PMP-BS), Carla Beatriz Barbosa.<\/p>\n<div id=\"ad_intext\" data-google-query-id=\"CJKjgODe5d8CFct_wQodK7kBqg\"><\/div>\n<p>O resultado foi divulgado nesta semana pelo Instituto Argonauta em parceria com o Aqu\u00e1rio de Ubatuba, por meio de dois boletins informativos de monitoramento do\u00a0<strong>lixo<\/strong>\u00a0descartado nas praias de quatro cidades: Ubatuba, Caraguatatuba, S\u00e3o Sebasti\u00e3o e Ilhabela.<\/p>\n<p>O levantamento tamb\u00e9m divulgou que 942,7 kg de lixo foram retirados das praias avaliadas em 2018, sendo que 330,8 kg foram coletados s\u00f3 nas praias de Ubatuba. Al\u00e9m disso, dentre os 132 locais analisados, seis praias foram classificadas como \u201cinaceit\u00e1veis\u201d pelo instituto, devido a grande quantidade de res\u00edduos encontrados.<\/p>\n<div id=\"ad_mrec_intext\" class=\"publicidade advertising-box\" data-google-query-id=\"CMzDheDe5d8CFc5ENwodmxQEsQ\"><\/div>\n<p>Os resultados podem ser ainda mais assustadores se for considerado um tempo de an\u00e1lise maior. Nos \u00faltimos 30 meses, foram recolhidas 22 toneladas de res\u00edduos nesses locais. Tais dados fornecem aos pesquisadores um \u201craio-x\u201d sobre o movimento de descarte nas\u00a0<strong>praias<\/strong>\u00a0do litoral norte.<\/p>\n<p>A finalidade da opera\u00e7\u00e3o \u00e9, n\u00e3o s\u00f3 de recolher o excesso de lixo nas praias, como tamb\u00e9m conscientizar a popula\u00e7\u00e3o a respeito dos impactos que o descarte excessivo pode ter para o meio ambiente, para os\u00a0<strong>animais<\/strong>\u00a0, para a sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o e para a economia dessas cidades, que tem como base o turismo de praia.<\/p>\n<p>\u201cApesar do aumento da preocupa\u00e7\u00e3o e da veicula\u00e7\u00e3o de diversas not\u00edcias sobre o tema, na pr\u00e1tica ainda observamos uma enorme quantidade de lixo indo parar nos rios, praias e mar da regi\u00e3o, e o que \u00e9 pior, afetando diretamente a fauna marinha\u201d, afirmou Hugo Gallo, presidente do Instituto Argonauta.<\/p>\n<p>O ocean\u00f3grafo ainda destacou que os pa\u00edses europeus j\u00e1 preveem banir os materiais descart\u00e1veis at\u00e9 2020 e que essa medida deveria ser\u00a0considerada pelo Brasil quando o assunto \u00e9 descarte de\u00a0<strong>lixo<\/strong>\u00a0.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo Instituto Argonauta, 48% dos animais marinhos encontrados mortos nos \u00faltimos anos, no litoral norte<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":98908,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/lixo_marinho.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/lixo_marinho-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/lixo_marinho-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/lixo_marinho.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/lixo_marinho.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/lixo_marinho.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/lixo_marinho.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/lixo_marinho.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/lixo_marinho.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/lixo_marinho.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Segundo Instituto Argonauta, 48% dos animais marinhos encontrados mortos nos \u00faltimos anos, no litoral norte","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/98907"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=98907"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/98907\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/98908"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=98907"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=98907"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=98907"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}