{"id":98216,"date":"2020-12-19T12:28:22","date_gmt":"2020-12-19T15:28:22","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=98216"},"modified":"2020-12-19T15:18:42","modified_gmt":"2020-12-19T18:18:42","slug":"dona-ines","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/dona-ines\/","title":{"rendered":"Dona In\u00eas"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/dona_ines.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-98228\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/dona_ines.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/dona_ines.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/dona_ines-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a>O munic\u00edpio de Dona In\u00eas fica localizado no Agreste paraibano, na microrregi\u00e3o do Curimata\u00fa Oriental. Acidade fica a a 155.40 Km de Jo\u00e3o Pessoa, capital da Para\u00edba, e limita-se com os munic\u00edpios de Bananeiras (15 km), Araruna (3,5 km), Riach\u00e3o (9km), Campo de Santana (17 km) e Sol\u00e2nea (16 km). A temperatura m\u00e9dia anual desse munic\u00edpio oscila em torno de 24\u00b0C. A vegeta\u00e7\u00e3o existente \u00e9 a Mata \u00damida de altitude e a Mata Subcaducif\u00f3lia.<\/p>\n<p>Hist\u00f3ria<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria de Dona In\u00eas come\u00e7a para valer a partir de 1852, que \u00e9 a inscri\u00e7\u00e3o mais antiga que se tem not\u00edcia, cravada na fachada da Igreja-M\u00e3e, onde foi o n\u00facleo da vila que se tornou emancipada em 1959. Conta a hist\u00f3ria oficial que por volta de 1800, vaqueiros em busca de reses encontraram uma mulher branca de nome In\u00eas, acompanhada de um negro, acampada ao p\u00e9 do enorme lajedo onde existe at\u00e9 hoje um pequeno a\u00e7ude de nome Cajueiro.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/dona_ines1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-98230\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/dona_ines1.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"380\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/dona_ines1.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/dona_ines1-300x178.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a>Essa mulher dita como fina e bonita nunca mais foi vista, mas a sua passagem n\u00e3o foi jamais esquecida, vindo a dar nome ao lugar. Em 1852, Dona In\u00eas pertencia a Bananeiras, local muito desenvolvido de ocupa\u00e7\u00e3o desde o s\u00e9culo XVII, quando Domingos Vieira e Zacarias de Melo receberam Sesmarias na regi\u00e3o, cuja produ\u00e7\u00e3o de cana-de-a\u00e7\u00facar e de caf\u00e9 era muito grande e permitiu a forma\u00e7\u00e3o da nobreza pol\u00edtica e a constru\u00e7\u00e3o dos seus casar\u00f5es e escolas e at\u00e9 a linha f\u00e9rrea.<\/p>\n<p>Por essa \u00e9poca, Araruna tamb\u00e9m j\u00e1 era uma vila desenvolvida, suas terras pertenciam a um homem importante de Bananeiras chamado Estev\u00e3o Jos\u00e9 da Rocha. Do outro lado havia Cai\u00e7ara e Serra da Raiz, esta encravada no alto da Serra da Cupa\u00f3ba, palco de combates entre portugueses e aliados \u00edndios Tabajaras contra franceses e aliados \u00edndios Potiguares. Ent\u00e3o \u00e9 de se supor que a Serra de Dona In\u00eas, situada no meio desses tr\u00eas locais anteriormente desenvolvidos, tamb\u00e9m se povoou bem mais cedo do que se tem not\u00edcia. \u00c9 ineg\u00e1vel que na serra habitavam os \u00edndios da na\u00e7\u00e3o potiguar haja vista os sinais rupestres encontrados na Pedra do Letreiro, localizado no riacho da Serra, tribut\u00e1rio do Rio Curimata\u00fa.<\/p>\n<p>Sendo parte do territ\u00f3rio de Bananeiras, assim como Araruna, Borborema e Sol\u00e2nea, Dona In\u00eas n\u00e3o conseguia se desenvolver, pois tudo ia para a matriz. De fato, Bananeiras conseguiu um grande avan\u00e7o devido atrair cidad\u00e3os poderosos economico-pol\u00edtico-socialmente, encantados com o clima e com o solo, al\u00e9m da \u00e1gua farta. Em 1850, Bananeiras atingiu o apogeu, o seu caf\u00e9 concorria com o caf\u00e9 paulista e se supunha que ali nasceria uma nova S\u00e3o Paulo, mas o sonho foi por \u00e1gua abaixo pelo aparecimento de uma praga que botou tudo a perder. N\u00e3o obstante, j\u00e1 estava montado o parque de casar\u00f5es, de institui\u00e7\u00f5es imperiais, escolas, etc.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/prefeitura_dona_ines.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-98229\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/prefeitura_dona_ines.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/prefeitura_dona_ines.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/prefeitura_dona_ines-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a>Os primeiros habitantes que se tem not\u00edcia na cidade: os senhores Jos\u00e9 Paulino da Costa, Pedro Teodoro da Silva e Pedro Jos\u00e9 Teixeira, trouxeram para c\u00e1 suas fam\u00edlias e batizaram o lugar como \u201cSerra de Dona In\u00eas\u201d, dando ouvidos \u00e0 hist\u00f3ria que corria de boca-em-boca. Mas tem-se conhecimento de outras fam\u00edlias na Zona Rural bastante antigas, como os Ferreira e os Gomes, no S\u00edtio Queimadas.<\/p>\n<p>Conta-se tamb\u00e9m de Z\u00e9 dos Santos, homem muito trabalhador e inteligente, que habitou na regi\u00e3o de S\u00edtio Queimadas, comunidade localizada a 5 km da sede municipal. Ele teria conseguido uma data de terra diretamente do Imperador D. Pedro I, atrav\u00e9s de solicita\u00e7\u00e3o por carta, abrangendo toda a regi\u00e3o de Queimadas, Pedra Lavrada, Tanques, Lajedo Preto, at\u00e9 o Curimata\u00fa, pois naquele tempo, as concess\u00f5es eram realizadas de um a outro ponto formado por fronteira natural, como rios, montanhas, etc.<\/p>\n<p>Com o passar dos anos, em 1943, por for\u00e7a do Decreto Lei n\u00ba. 520 o pequeno povoado passou a condi\u00e7\u00e3o de Vila, onde na Divis\u00e3o Administrativa do Brasil para o q\u00fcinq\u00fc\u00eanio 1944\/1948, Serra de Dona In\u00eas ainda figurou como Distrito de Bananeiras\/PB. Na C\u00e2mara de Vereadores de Bananeiras com mandato de 1947 a 1951, constavam dois donainesenses: Jos\u00e9 Tomaz de Aquino (Z\u00e9 Cardoso) e Lu\u00eds Pedro da Costa (Lulinha). Estes dois foram os baluartes da independ\u00eancia de Dona In\u00eas, aliados a alguns vereadores de Borborema. Receberam a for\u00e7a de um donainesense muito ativo e inteligente, que tamb\u00e9m foi vereador, o Sr. Leonel Paulino. A luta deles percorreu toda a d\u00e9cada de 50.<\/p>\n<p>Por volta de 1959, a Sede do Distrito de Serra de Dona In\u00eas era composta por 277 (duzentas e setenta e sete) resid\u00eancias e possu\u00eda uma popula\u00e7\u00e3o de 689 (seiscentos e oitenta e nove) habitantes. Era um vilarejo muito pobre, cheio de buracos e com prolifera\u00e7\u00e3o de casas de palha e gravat\u00e1. Seu povo era pacato e trabalhador. O com\u00e9rcio quase n\u00e3o existia. Predominava no Distrito a agricultura de subsist\u00eancia (feij\u00e3o, mandioca, fava, milho, etc.), sendo a produ\u00e7\u00e3o de sisal (agave) e algod\u00e3o, o sustent\u00e1culo econ\u00f4mico. Para ilustrar, havia apenas a Rua Manoel Pedro e um ajuntamento de casas para diante e para tr\u00e1s da Igreja-M\u00e3e, e mais algumas descendo na dire\u00e7\u00e3o do Tanque Velho.<\/p>\n<p>Dessa \u00e9poca destacavam-se v\u00e1rias fam\u00edlias que ajudaram a formar a sociedade donainesense, dentre as quais s\u00e3o sempre citados os senhores Ger\u00f4ncio, S. Didi, S. Naun, Manoel Pedro, Prof. Edilon, Francisco Enedino, Antonio Pereira, Manoel e Pedro Praieiro, Joaquim Lucas, Gabriel Bento, Z\u00e9 Birro, Severino Ramos, Manoel Borges, Jos\u00e9 Maia, etc.<\/p>\n<p>A administra\u00e7\u00e3o de Bananeiras para com o Distrito de Serra de Dona In\u00eas era extremamente prec\u00e1ria. Contato com autoridades praticamente n\u00e3o existia, exceto em per\u00edodo eleitoral. Havia apenas a Ag\u00eancia dos Correios e Tel\u00e9grafos, o destacamento policial, um fiscal para cobran\u00e7a de impostos e como obra realizada, o tanque velho.<\/p>\n<p>Movimento da Emancipa\u00e7\u00e3o: Movidos pela necessidade de crescimento do Distrito de Serra de Dona In\u00eas, tanto na amplia\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio, como na forma\u00e7\u00e3o educativa (escolar) da popula\u00e7\u00e3o e, levando em considera\u00e7\u00e3o o pouco caso com que Bananeiras assistia o Distrito, o Senhor Jos\u00e9 Tomaz de Aquino (Z\u00e9 Cardoso), e os Vereadores Manoel Leonel da Costa (Leonel Paulino) e Luiz Pedro da Costa ( Lulinha), intermediados pelo Vereador Bananeirense, Senhor El\u00f3i Farias, juntaram-se aos Vereadores representantes do Distrito de Borborema, propuseram e conseguiram aprovar na C\u00e2mara de Bananeiras a Resolu\u00e7\u00e3o N\u00ba 36, de 17 de abril de 1959 (\u201cconcede desmembramento ao Distrito de Dona In\u00eas\u201d).<\/p>\n<p>Contando com o empenho do ent\u00e3o Deputado Estadual Humberto Coutinho de Lucena, foi encaminhado a aprecia\u00e7\u00e3o da Assembl\u00e9ia Legislativa o Projeto de Lei N\u00ba 231\/58 que criava o Munic\u00edpio de Dona In\u00eas\/PB, composto por dez (10) Artigos. o referido Projeto de Lei recebeu duas (02) emendas, apresentadas pelo tamb\u00e9m Deputado Estadual Clovis Bezerra Cavalcanti: uma diminu\u00eda os limites territoriais do futuro Munic\u00edpio e a outra suprimia a Comarca.<\/p>\n<p>Assim, em 19 de junho de 1959, o ent\u00e3o Governador, Senhor Pedro Moreno Gondim, homologou a Lei N\u00ba 2.141 (publicada no Di\u00e1rio Oficial do Estado em: 21 de junho de 1959), dando ao Distrito de Serra de Dona In\u00eas, sua autonomia pol\u00edtico-administrativa. No entanto, sua instala\u00e7\u00e3o oficial s\u00f3 ocorreu no dia 17 de novembro de 1959 (Emancipa\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica). A partir de ent\u00e3o, desapareceu o in\u00edcio do top\u00f4nimo (Serra) ficando denominado apenas de Dona In\u00eas (homenagem a primeira pessoa encontrada na Regi\u00e3o).<\/p>\n<p>Foi realmente uma luta \u00e1rdua a da Emancipa\u00e7\u00e3o, haja vista que Bananeiras se sentia forte politicamente, com a fam\u00edlia Bezerra muito bem posicionada e uma das maiores latifundi\u00e1rias da regi\u00e3o, tendo \u00e0 frente o Major Augusto Bezerra e o filho Deputado, Dr. Cl\u00f3vis Bezerra, que viria a governar o Estado tempos depois. Dona In\u00eas era o quintal pol\u00edtico de Bananeiras. Certamente, colocaram muitos empecilhos para a Emancipa\u00e7\u00e3o n\u00e3o sair. Por outro lado, quando n\u00e3o teve jeito, trataram de eleger o primeiro prefeito e de irmanar-se com os l\u00edderes locais.<\/p>\n<p>Quanto ao Governador que assinou a Lei de Emancipa\u00e7\u00e3o, Pedro Gondim, ficou imortalizado o momento em que chegou com a sua comitiva e cumprimentou os populares e pol\u00edticos, na Av. Manoel Pedro, na esquina com a R. Jos\u00e9 Paulino. Uma foto foi guardada e reproduzida por D. Raimunda Pereira, constando atualmente no sitio da Prefeitura Municipal.<\/p>\n<p>A emancipa\u00e7\u00e3o saiu em 1959 e s\u00f3 haveria elei\u00e7\u00e3o regular no ano seguinte, portanto, o governador nomeou o Sr. Jos\u00e9 Tomaz de Aquino como Prefeito at\u00e9 que se realizasse a elei\u00e7\u00e3o. O seu mandato durou 11 meses. Na primeira elei\u00e7\u00e3o, em 1960, venceu o latifundi\u00e1rio bananeirense Mozart Bezerra Cavalcanti, cuja fam\u00edlia detinha o poder territorial de quase toda Bananeiras e tinha um irm\u00e3o deputado.<\/p>\n<p>Mozart Bezerra chegou com for\u00e7a e abriu a avenida que levou o nome do seu pai, Major Augusto Bezerra e as transversais, Jos\u00e9 Paulino, Ana da Concei\u00e7\u00e3o Melo, Jos\u00e9 Carolino e Pedro Teixeira, homenageando os pioneiros. Construiu a Prefeitura no local atual, o Mercado P\u00fablico, o Posto de Sa\u00fade, o Grupo Escolar e a estrada que liga Dona In\u00eas a Bananeiras e Dona In\u00eas ao Bilinguim. Implantou a energia el\u00e9trica em parte da Av. Manoel Pedro. Mozart renunciou para concorrer \u00e0 Prefeitura de Bananeiras e assumiu o seu Vice, o Sr. Francisco Avelino da Silva durante um ano.<\/p>\n<p>O segundo Prefeito foi o Joaquim Cabral de Melo, um latifundi\u00e1rio possuidor de quase 4 mil hectares de terras no munic\u00edpio que continuou a obra de Mozart. Cabral era ex-militar da Marinha, casado com Z\u00e9lia, serviu no Rio de Janeiro e era filho adotivo do Juiz Jos\u00e9 de Melo, propriet\u00e1rio da Fazenda Tanques e Sitio, de quem herdou sua imensa fortuna, e de dona Ana da Concei\u00e7\u00e3o Melo, cujo pai era o Coronel Z\u00e9 Antonio, propriet\u00e1rio de boa parte das terras que deu como dote a Z\u00e9 de Melo. Joaquim era um homem pr\u00e1tico, decidido, voluptuoso. Era considerado um Coronel, aquele tipo que mandava e desmandava, temido e odiado pelos advers\u00e1rios. Segundo os mais antigos, o Dr. Z\u00e9 de Melo herdeu uma grande propriedade, mas aumentou sobremaneira comprando as terras vizinhas das suas. Por ser o juiz, homem conhecedor das leis e muito temido pela popula\u00e7\u00e3o ignorante, adquiria terras a pre\u00e7o de banana, \u00e0s vezes contra a vontade do propriet\u00e1rio.<\/p>\n<p>Os demais Prefeitos foram: Antonio Lucas, Joaquim Cabral, Lu\u00eds Jos\u00e9, Jos\u00e9 Eug\u00eanio (filho de Joaquim Cabral), Ramon Ferreira, Lu\u00eds Jos\u00e9, Antonio Justino, Lu\u00eds Jos\u00e9, Luis Jos\u00e9, Antonio Justino. (informa\u00e7\u00f5es detalhadas de cada Administra\u00e7\u00e3o no sitio municipal oficial: www.pmdonaines.pb.gov.br)<\/p>\n<p>Ao longo dessas administra\u00e7\u00f5es, a pequena e pacata cidade foi se desenvolvendo muito lentamente em alguns momentos e mais acelerada em outros. Na parte de infraestrutura alcan\u00e7ou bons n\u00edveis de crescimento, com energia el\u00e9trica na zona rural, constru\u00e7\u00e3o de escolas, pra\u00e7as, gin\u00e1sios de esporte, cal\u00e7amento de quase todas as ruas; mas no \u00edndice de desenvolvimento humano, deixou muito a desejar, de forma que a popula\u00e7\u00e3o continua muito dependente da Prefeitura e dos projetos sociais do Governo Federal.<\/p>\n<p>Durante os anos da Ditadura, aconteceram diversos confrontos entre o poder p\u00fablico e a Igreja Cat\u00f3lica apoiando partidos de oposi\u00e7\u00e3o, que tamb\u00e9m recebia apoio do Sindicato dos Trabalhadores Rurais. Era uma luta pela terra e por igualdade nas pol\u00edticas p\u00fablicas. Nessa \u00e9poca, as festas eram separadas, promovidas pelas duas frentes e quem pertencia a uma fac\u00e7\u00e3o pol\u00edtica n\u00e3o pisava na festa da outra.<\/p>\n<p>No in\u00edcio dos anos 80 a rodovia que liga a cidade ao Bilinguim foi asfaltada e melhorou muito as condi\u00e7\u00f5es do munic\u00edpio. Todavia, o servi\u00e7o n\u00e3o foi conclu\u00eddo a contento, de forma que n\u00e3o foi colocada a sinaliza\u00e7\u00e3o pertinente numa estrada repleta de curvas e faltou a \u00e1rea de acostamento. Hoje a rodovia est\u00e1 praticamente abandonada e \u00e9 considerada perigos\u00edssima, por ser muito estreita, sem \u00e1rea de escape e aclives e declives e 11 curvas, al\u00e9m de animais na pista.<\/p>\n<p>O munic\u00edpio est\u00e1 inclu\u00eddo na \u00e1rea geogr\u00e1fica de abrang\u00eancia do semi\u00e1rido brasileiro, definida pelo Minist\u00e9rio da Integra\u00e7\u00e3o Nacional em 2005.[6] Esta delimita\u00e7\u00e3o tem como crit\u00e9rios o \u00edndice pluviom\u00e9trico, o \u00edndice de aridez e o risco de seca.<\/p>\n<p>A Serra de Dona In\u00eas \u00e9 muito bonita, \u00e9 uma serra \u00fanica, separada das demais pelos rios Curimata\u00fa ao norte e leste e pelo Salgadinho a Oeste, e a norte pela baixada que se estende para o Rio Grande do Norte. Do alto da Serra, a 527 metros em seu ponto mais alto, ali nas proximidades da Reserva de Mata Atl\u00e2ntica Mata do Ser\u00f3, nascem os riachos que a rasgam ladeira a baixo, formando muitas pequenas quedas d&#8217;\u00e1guas como a Cachoeira do Letreiro, Queda do Barroc\u00e3o, Salto do Ser\u00f3 (Talhado). \u00c9 nos meses de maio a julho que a Serra se transforma, devido a esta\u00e7\u00e3o chuvosa. Tem-se verificado baixas temperaturas no ponto mais elevado, cerca de 14 graus e uma cerra\u00e7\u00e3o intensa que chega a cobrir toda a cidade. O vento \u00e9 cortante durante a noite, caracterizando o clima tropical de altitude.<\/p>\n<p>Ao lado da cidade existe um grande lajedo, cerca de 20.000m\u00b2 de superf\u00edcie. A profundidade n\u00e3o se sabe. Dali s\u00e3o retiradas pedras como paralelep\u00edpedos, muretas e brita h\u00e1 mais de 40 anos. Apesar de servir de renda para muitas fam\u00edlias, \u00e9 um crime ecol\u00f3gico ao meio ambiente que poder\u00e1 trazer muitos preju\u00edzos aos habitantes do futuro e mesmo hoje, aos pr\u00f3prios trabalhadores, cuja a\u00e7\u00e3o ocorre numa temperatura superior a 50 graus, expostos aos raios solares e at\u00e9 mal alimentados.<\/p>\n<p>Devido ao desmatamento desmedido, o solo perdeu muito da sua fertilidade motivado pelas chuvas que carrega as subst\u00e2ncias para os leitos dos riachos e rios da regi\u00e3o. Assim os riachos tamb\u00e9m perderam parte de sua capacidade devido o assoreamento e eros\u00f5es. Os agricultores tamb\u00e9m n\u00e3o colaboram, praticando os &#8216;ler\u00f5es&#8217; na posi\u00e7\u00e3o vertical, que n\u00e3o combate a eros\u00e3o e lavagem do solo. Sabe-se que o correto seriam os ler\u00f5es na posi\u00e7\u00e3o horizontal em rela\u00e7\u00e3o aos declives.<\/p>\n<p>Um estudo especializado confirmou que a 90% das \u00e1guas existentes no subsolo s\u00e3o salobras e por isso o munic\u00edpio \u00e9 dependente das \u00e1guas captadas da chuva ou daquela vinda de represas em munic\u00edpios vizinhos. No munic\u00edpio existem 7 a\u00e7udes e muitos pequenos barreiros para juntar \u00e1gua para o enfrentamento da seca. Pol\u00edticas governamentais levaram cisternas para as fam\u00edlias e ajuda na capta\u00e7\u00e3o do precioso l\u00edquido.<\/p>\n<p>A geografia da cidade \u00e9 um caso \u00e0 parte, pois foi fundada numa esp\u00e9cie de panela que tem um dos lados abertos. A cidade cresceu justamente para as partes altas e durante os chuvas fortes sofre com inunda\u00e7\u00f5es das \u00e1guas que descem fortes e velozes e estouram pavimentos e galerias antes de se perderem riacho abaixo.<\/p>\n<p>Exceptuando-se a Mata do Ser\u00f3, que de reserva florestal s\u00f3 tem o nome, no que a preservar diz respeito, a vegeta\u00e7\u00e3o \u00e9 formada por \u00e1rvores isoladas, que restaram do desmatamento e de frut\u00edferas como mangueiras, cajueiros, jaqueiras, coqueiros, pitombeiras, juazeiros, etc., a \u00e1rea municipal \u00e9 completa de pequenas culturas, de alguns campos pr\u00f3prios para pecu\u00e1ria e de mato natural como amorosa, cactus e diversas esp\u00e9cies de brom\u00e9lias e matos silvestres.<\/p>\n<p>Outra predomin\u00e2ncia s\u00e3o as pedras, isoladas ou formando diversos grandes lajedos. A mais famosa das isoladas \u00e9 a Pedra do Bico, na comunidade rural Boa Vista. Existem muitas outras bem lapidadas pelo tempo, passando a impress\u00e3o de que j\u00e1 foram submersas.<\/p>\n<p><strong>Pontos Tur\u00edsticos<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/cachoeira-do_barrocao.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-98218\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/cachoeira-do_barrocao.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"417\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/cachoeira-do_barrocao.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/cachoeira-do_barrocao-300x195.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a>CACHOEIRA DO BARROC\u00c3O<\/strong> &#8211; Queda d\u2019\u00e1gua situada no Riacho da Serra, afluente do Rio Curimata\u00fa, nas proximidades do St. Lajego Preto. Acesso pela PB-103, na altura do KM 6.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/salto_sero.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-98227\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/salto_sero.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"983\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/salto_sero.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/salto_sero-195x300.jpg 195w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a>SALTO DO SER\u00d3<\/strong> &#8211; Queda d\u2019\u00e1gua no Riacho do Ser\u00f3, no meio de densa vegeta\u00e7\u00e3o. A \u00e1gua \u00e9 origin\u00e1ria de um olho-d\u2019\u00e1gua que forma um a\u00e7ude na margem da Mata do Ser\u00f3 e sangra para o Rio Curimata\u00fa. Acesso pela estrada vicinal da Cidade\/Pimenta\/Ser\u00f3. Dist\u00e2ncia da cidade: 8 km.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/letreiro.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-98222\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/letreiro.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"417\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/letreiro.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/letreiro-300x195.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a>CACHOEIRA DO LETREIRO<\/strong> &#8211; A cachoeira se localiza no Riacho da Serra, afluente do Rio Curimata\u00fa, com melhor acesso pela PB-103, St. Queimadas.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/crua_menina.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-98219\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/crua_menina.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"407\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/crua_menina.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/crua_menina-300x191.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/crua_menina-418x266.jpg 418w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a>CRUZ DA MENINA<\/strong> &#8211; Capela onde os romeiros realizam suas visita\u00e7\u00f5es e ora\u00e7\u00f5es em busca de milagres. No local, uma menina morreu de sede nos idos de 1.800, ap\u00f3s haverem lhe negado \u00e1gua pra beber. Ao lado da Capela, em local in\u00f3spito e pedregoso, surgiu uma fonte que perdura at\u00e9 os dias de hoje.\u00a0Foi considerado um milagre e as pessoas peregrinam no Dia de Todos os Santos, em prociss\u00e3o, da Igreja Matriz at\u00e9 a Capela Cruz da Menina para refor\u00e7ar sua f\u00e9 e assistir \u00e0 Santa Missa realizada no local.\u00a0Prociss\u00e3o: Sai \u00e0s 5 da manh\u00e3 da Igreja Matriz, localizada no Centro da cidade, ao lado do Col\u00e9gio Estadual Cl\u00f3vis Bezerra.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/igreja_mae.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-98220\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/igreja_mae.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"425\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/igreja_mae.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/igreja_mae-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a>IGREJA M\u00c3E<\/strong> &#8211; Constru\u00edda em 1852, na forma de uma capela que depois foi crescendo de acordo com o desenvolvimento da outrora Vila, chegou aos nossos dias com a apar\u00eancia atual. Existe um Cruzeiro bem na frente. Situada na Av. Manoel Pedro, a primeira da cidade.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/letreiro_inscricoes.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-98223\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/letreiro_inscricoes.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"408\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/letreiro_inscricoes.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/letreiro_inscricoes-300x191.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/letreiro_inscricoes-418x266.jpg 418w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a>LETREIRO \u2013 INSCRI\u00c7\u00d5ES RUPESTRES<\/strong> &#8211; O Letreiro s\u00e3o inscri\u00e7\u00f5es rupestres encontradas em algumas pedras no lajedo existente no leito do Riacho da Serra, bem entre Queimadas e Mulungu.\u00a0N\u00e3o se sabe precisar a data das inscri\u00e7\u00f5es, mas costuma-se dizer que s\u00e3o obras de ind\u00edgenas que habitaram a regi\u00e3o at\u00e9 os anos de 1.750.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/marmitas.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-98224\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/marmitas.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"427\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/marmitas.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/marmitas-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a>MARMITAS DO LAJEDO PRETO<\/strong> &#8211; Marmitas (Tanques) do Lagedo Preto \u2013 forma\u00e7\u00f5es rochosas com formas variadas (marmitagem) que chamam a aten\u00e7\u00e3o pelas divis\u00f3rias largas ou bem finas entre os tanques. Considerado um verdadeiro s\u00edtio arqueol\u00f3gico, uma maravilha da natureza, continua praticamente desconhecido.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/mata_sero.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-98225\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/mata_sero.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"427\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/mata_sero.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/mata_sero-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a>MATA DO SER\u00d3<\/strong> &#8211; Mata do Ser\u00f3 \u2013 resqu\u00edcio de Mata Atl\u00e2ntica com fauna e flora bastante variadas, com trilhas e hist\u00f3rias, inclusive on\u00e7a na \u00e1rea. Duas cachoeiras: Salto do Ser\u00f3 (22 m) Queda do Onias (5 m). Atualmente existe o Bar da Nita, na margem Norte da Mata, que atrai quem gosta de se divertir bem perto da natureza. Dist\u00e2ncia da sede: 3 km sentido St. Caco. Estradas de terra. Carro chega na beira da mata.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/pedra_bico.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-98226\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/pedra_bico.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"416\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/pedra_bico.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/pedra_bico-300x195.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a>PEDRA DO BICO<\/strong> &#8211; Pedra do Bico \u2013 forma\u00e7\u00e3o rochosa de rara beleza, que aparenta um dedo apontando para o c\u00e9u. Ali serve de mirante de onde se observa boa parte da bacia do rio Curimata\u00fa e \u00f3timo local para um passeio. Dist\u00e2ncia da sede: 11 km (9 asfalto \u2013 2 terra). Carro chega a 300 m. Melhor \u00e9poca: Ano todo.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/lagoa_serra.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-98221\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/lagoa_serra.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"476\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/lagoa_serra.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/lagoa_serra-300x223.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a>LAGOA DA SERRA<\/strong> &#8211; A Lagoa da Serra localiza-se no alto do Lajedo vizinho da cidade, de onde se tem uma vista panor\u00e2mica da cidade e um lindo p\u00f4r-do-sol, que embalado por uma boa m\u00fasica, torna-se algo inesquec\u00edvel. Dist\u00e2ncia do Centro: 500 m. Melhor hor\u00e1rio: manh\u00e3 e tardinha. Acesso: subindo o Lagedo de carro ou a p\u00e9<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O munic\u00edpio de Dona In\u00eas fica localizado no Agreste paraibano, na microrregi\u00e3o do Curimata\u00fa Oriental.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O munic\u00edpio de Dona In\u00eas fica localizado no Agreste paraibano, na microrregi\u00e3o do Curimata\u00fa Oriental.","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/98216"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=98216"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/98216\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":138526,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/98216\/revisions\/138526"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=98216"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=98216"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=98216"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}