{"id":97081,"date":"2018-12-11T13:00:09","date_gmt":"2018-12-11T16:00:09","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=97081"},"modified":"2018-12-11T11:22:20","modified_gmt":"2018-12-11T14:22:20","slug":"cade-os-insetos-que-estavam-aqui-e-o-que-pode-estar-acontecendo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/cade-os-insetos-que-estavam-aqui-e-o-que-pode-estar-acontecendo\/","title":{"rendered":"Cad\u00ea os insetos que estavam aqui e o que pode estar acontecendo?"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/insetos.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-97082\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/insetos-300x192.jpg\" alt=\"insetos\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/insetos-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/insetos.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Uma publica\u00e7\u00e3o de alguns dias informa, didaticamente,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nytimes.com\/2018\/11\/27\/magazine\/insect-apocalypse.html\">o que pode estar acontecendo no mundo dos insetos<\/a>. E o que explica, al\u00e9m de ser plaus\u00edvel, \u00e9 t\u00e3o impressionante quanto assustador. Em ess\u00eancia, o artigo descreve que em menos de um s\u00e9culo a biomassa, ou seja, o peso total dos insetos, foi drasticamente reduzido no n\u00edvel regional, nacional e possivelmente mundial. Todos j\u00e1 conhecem o caso das abelhas e suas consequ\u00eancias. Mas o desaparecimento maci\u00e7o de insetos &#8220;ben\u00e9ficos&#8221;, &#8220;nocivos&#8221; ou &#8220;in\u00f3cuos&#8221;**, todos juntos, \u00e9 o an\u00fancio de um desastre ecol\u00f3gico e, portanto, humano, de tal magnitude que nenhum economista ou soci\u00f3logo poderia ousar calcular ou prever.<\/p>\n<p>Em resumo, o jornalista reviu informa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e entrevistou especialistas que argumentam que as popula\u00e7\u00f5es de insetos est\u00e3o diminuindo de forma alarmante em todos os lugares onde o fen\u00f4meno foi estudado. A evid\u00eancia mais impressionante veio de uma sociedade de entomologistas de Krefeld (Alemanha) cujos membros, intrigados com o que parecia ser uma tend\u00eancia para a redu\u00e7\u00e3o de insetos voadores, decidiram abordar diretamente a quest\u00e3o gra\u00e7as a registros de cole\u00e7\u00f5es massivas muito antigas, incluindo centen\u00e1rios. Verificaram, em resumo, que na atualidade coletam quantidades de insetos medidas em peso, v\u00e1rias vezes inferiores, ao que d\u00e9cadas antes foi coletado, exatamente nos mesmos lugares e com as mesmas t\u00e9cnicas. Outros estudos chegaram \u00e0s mesmas conclus\u00f5es. No artigo, o autor explica a raz\u00e3o pela qual este fen\u00f4meno passou t\u00e3o despercebido e analisa suas implica\u00e7\u00f5es para a humanidade. A conclus\u00e3o \u00e9 que, se este processo tamb\u00e9m ocorre em outras regi\u00f5es do planeta, o que parece ser o caso, todos os processos biogeoqu\u00edmicos que sustentam a vida na Terra seriam afetados e, muito possivelmente, o fato teria um impacto direto e negativo sobre o futuro da humanidade. Uma amea\u00e7a que estimam ser t\u00e3o grave quanto a da mudan\u00e7a clim\u00e1tica, \u00e0 qual pode estar associada.<\/p>\n<div id=\"attachment_64493\" class=\"wp-caption alignright\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-64493\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/gafanhoto.jpg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/gafanhoto.jpg 400w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/gafanhoto-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/gafanhoto-278x185.jpg 278w\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Os insetos s\u00e3o o maior concorrente da humanidade no que concerne a alimentos. Acima, o mais conhecido desses devoradores de colheita, o gafanhoto. Foto: Wikip\u00e9dia.<\/p>\n<\/div>\n<p>A primeira rea\u00e7\u00e3o a esta nota pode ser algo como&#8230; Que boa not\u00edcia! \u00c9 bem sabido que os insetos s\u00e3o o maior concorrente da humanidade no que concerne a alimentos. Os insetos consomem talvez a metade da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola mundial, tanto no campo como ap\u00f3s a colheita. Isso obriga a se usar enormes volumes de inseticidas, \u00a0o que gera a cada ano perdas e gastos de muitos bilh\u00f5es de d\u00f3lares. Tamb\u00e9m \u00e9 bem conhecida a enorme import\u00e2ncia de insetos como transmissores ou vetores de doen\u00e7as graves, como febre amarela, mal\u00e1ria, doen\u00e7a de Chagas, doen\u00e7a do sono ou, para ser mais atual, dengue, Chikungunya e Zika. Milh\u00f5es de pessoas morrem todos os anos de doen\u00e7as transmitidas direta ou indiretamente por insetos e bilh\u00f5es de d\u00f3lares s\u00e3o usados para preveni-las, combat\u00ea-las ou curar os enfermos. Ou seja, se a popula\u00e7\u00e3o de insetos diminuir drasticamente, pode se supor que haver\u00e1 mais alimentos para as pessoas e menor risco de contrair doen\u00e7as. \u00c9 isto verdade?<\/p>\n<p>Acontece que, independentemente dos impactos acima citados como &#8220;prejudiciais&#8221;, uma parte consider\u00e1vel dos hex\u00e1podes s\u00e3o &#8220;ben\u00e9ficos&#8221;, ou seja, s\u00e3o \u00fateis para a humanidade de muitas maneiras que, quase sempre, s\u00e3o \u00a0desconhecidas ou desconsideradas. O primeiro papel ben\u00e9fico de insetos para com os humanos \u00e9 impedir a prolifera\u00e7\u00e3o de insetos e outros animais &#8220;nocivos&#8221; que comem as plantas e produtos que o ser humano quer e tamb\u00e9m, em grande medida, os insetos que s\u00e3o vetores de doen\u00e7as. \u00a0Ou seja, sem o ex\u00e9rcito silencioso, extremamente especializado e sumamente eficiente de insetos predadores e parasitas, os \u201cprejudiciais&#8221; proliferam tanto e t\u00e3o rapidamente que a humanidade estaria entre a morte por fome e a morte por envenenamento devido ao uso excessivo de pesticidas&#8230; o que , a prop\u00f3sito, j\u00e1 est\u00e1 acontecendo. E, \u00e9 preciso salientar que, al\u00e9m de seus inimigos naturais, as &#8220;pragas&#8221; s\u00e3o controladas por outras &#8220;pragas&#8221;, que tiram seus alimentos e limitam o seu espa\u00e7o vital. Dito de outro modo, os competidores ou concorrentes das \u201cpragas\u201d, embora possam ser \u201cpragas\u201d tamb\u00e9m, podem se tornar aliados dos humanos, ou seja, \u201cben\u00e9ficos\u201d&#8230; Isto mesmo, a ecologia \u00e9 muito complicada e \u00e9 dominada pela relatividade.<\/p>\n<div class=\"olho-esquerda\">&#8220;Se a popula\u00e7\u00e3o de insetos diminuir drasticamente, pode se supor que haver\u00e1 mais alimentos para as pessoas e menor risco de contrair doen\u00e7as. \u00c9 isto verdade?\u201d.<\/div>\n<p>Outra fun\u00e7\u00e3o dos insetos que \u00e9 mal compreendida \u00e9 a dos \u201cin\u00f3cuos\u201d, que, \u00e0s vezes, s\u00e3o chamados de &#8220;inofensivos&#8221;, assim denominados apenas porque muitos n\u00e3o sabem para o que servem. Este enorme grupo de insetos inclui os atores iniciais e fundamentais da decomposi\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria org\u00e2nica, que \u00e9 indispens\u00e1vel para completar os ciclos biogeoqu\u00edmicos. Sem a contribui\u00e7\u00e3o dos insetos, o processo seria extraordinariamente lento. Tanto que faltariam nutrientes cr\u00edticos para os pr\u00f3ximos elos nas cadeias tr\u00f3ficas. \u00c9 dif\u00edcil saber exatamente o que iria acontecer, mas provavelmente a velocidade da vida sem insetos seria muito reduzida e aconteceria em &#8220;c\u00e2mera lenta&#8221;, com implica\u00e7\u00f5es para a produtividade dos ecossistemas, incluindo a perda de fertilidade do solo e menor crescimento de plantas. Por outro lado, os insetos s\u00e3o fatores-chave da sele\u00e7\u00e3o natural e, portanto, da evolu\u00e7\u00e3o. Sem eles, a vida na terra n\u00e3o se pareceria com o que \u00e9 hoje.<\/p>\n<p>Mais conhecido, ali\u00e1s, \u00e9 o papel ben\u00e9fico dos insetos na poliniza\u00e7\u00e3o. Mas esta fama existe especialmente em termos de abelhas domesticadas, que s\u00e3o uma pequena fra\u00e7\u00e3o do grande n\u00famero de esp\u00e9cies de insetos polinizadores. Deve ser lembrado que qualquer planta que tenha flores precisa ser polinizada, porque sem ela n\u00e3o h\u00e1 reprodu\u00e7\u00e3o, nem fruto e nem sementes e, finalmente, n\u00e3o haveria novas plantas. E este \u00e9 o trabalho de uma infinidade de insetos especialmente voadores, que, de acordo com o artigo que \u00e9 comentado, s\u00e3o os que mais diminu\u00edram. Em suma, um mundo sem insetos seria um mundo meio morto.<\/p>\n<p>\u00c9 curioso recordar que, sendo os insetos animais exagerados, tanto em diversidade como em biomassa \u2012 seu peso poderia \u00a0superar o de todos os vertebrados juntos \u2012 houve algu\u00e9m que considerou vi\u00e1vel que se convertam em uma futura fonte de alimentos de boa qualidade para a humanidade. A\u00a0<a href=\"http:\/\/www.fao.org\/home\/en\/\">Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o\u00a0<\/a>(FAO) e v\u00e1rios especialistas especularam seriamente sobre a possibilidade. A recente revela\u00e7\u00e3o de que os insetos est\u00e3o desaparecendo do nosso mundo ataca diretamente a especula\u00e7\u00e3o que, apesar de sua racionalidade, n\u00e3o encorajou ningu\u00e9m a mudar o card\u00e1pio di\u00e1rio.<\/p>\n<div id=\"attachment_64486\" class=\"wp-caption alignright\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-64486\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/larva.jpg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/larva.jpg 400w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/larva-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/larva-300x300.jpg 300w\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"401\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Larvas de\u00a0<em>Rynchophorus sp<\/em>., muito aprciadas na Amaz\u00f4nia. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<p>Al\u00e9m disso, devido \u00e0 sua diversidade monumental \u2012 estima-se que existam de 10 a 30 milh\u00f5es de esp\u00e9cies, das que s\u00f3 se registrou um milh\u00e3o \u2012 e, especialmente, o pouco conhecimento e quase nenhuma simpatia que por eles t\u00eam a maioria dos humanos, os insetos n\u00e3o foram objeto de estudos detalhados no que diz respeito aos riscos de extin\u00e7\u00e3o. Nas famosas listas vermelhas da Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (UICN) se mencionam poucas d\u00fazias de insetos amea\u00e7ados e, apenas em poucos pa\u00edses, talvez algumas centenas. Nada sequer aproximado \u00e0s listas infelizmente intermin\u00e1veis de mam\u00edferos, aves, r\u00e9pteis e anf\u00edbios amea\u00e7ados. No entanto, como mencionado, existem apenas milhares de vertebrados no mundo\u00a0<em>versus<\/em>\u00a0\u00a0milh\u00f5es de esp\u00e9cies de insetos que, devido a seu pequeno tamanho e grande especia\u00e7\u00e3o, est\u00e3o frequentemente restringidos a habitats e ecossistemas muito localizados. Ou seja, boa parte das esp\u00e9cies de insetos j\u00e1 deve ter-se extinguido antes de ser classificada, levando-se em conta a velocidade da destrui\u00e7\u00e3o do mundo natural.<\/p>\n<p>N\u00e3o se sabe qual \u00e9 a causa do fen\u00f4meno observado ou, de fato, sua magnitude. Obviamente, especula-se que \u00e9 uma consequ\u00eancia da polui\u00e7\u00e3o ambiental geral e da destrui\u00e7\u00e3o dos ecossistemas naturais, bem como da extrema simplifica\u00e7\u00e3o daqueles que s\u00e3o antr\u00f3picos. Em estudos europeus enfatiza-se que, em quase todos os casos, os locais de coleta de dados est\u00e3o inevitavelmente pr\u00f3ximos aos campos de cultivo onde os pesticidas s\u00e3o usados. Mas a culpa n\u00e3o deve ser apenas dos pesticidas e sim tamb\u00e9m de milhares de poluentes qu\u00edmicos de todos os tipos produzidos pela atividade humana. O problema tamb\u00e9m est\u00e1 correlacionado \u00e0 mudan\u00e7a clim\u00e1tica, j\u00e1 que os insetos t\u00eam mais dificuldade em se adaptar do que os vertebrados. Muito provavelmente todas as causas est\u00e3o associadas.<\/p>\n<div class=\"olho-esquerda\">&#8220;N\u00e3o se sabe qual \u00e9 a causa do fen\u00f4meno observado ou, de fato, sua magnitude\u201d.<\/div>\n<p>O que \u00e9 importante notar \u00e9 que, em qualquer caso, o desaparecimento de insetos n\u00e3o ser\u00e1 abrupto ou facilmente percebido pelas pessoas comuns. \u00c9 at\u00e9 prov\u00e1vel que as pragas sejam maiores, mais frequentes e agressivas e \u00a0mudem, antes que a falta global de insetos afete toda a vida na Terra. Em conclus\u00e3o, o artigo n\u00e3o d\u00e1 conclus\u00f5es nem pode d\u00e1-las. \u00c9 apenas um bom indicador de outra amea\u00e7a prov\u00e1vel para o futuro humano.<\/p>\n<p>*<em>O autor \u00e9 doutor em entomologia. No come\u00e7o da d\u00e9cada de 1970 foi presidente da Sociedade Entomol\u00f3gica do Peru.<\/em><\/p>\n<p>**<em>Os insetos n\u00e3o s\u00e3o ben\u00e9ficos, nocivos (daninhos ou prejudiciais) ou in\u00f3cuos (inofensivos). Esses qualificadores apenas representam o ponto de vista humano. Na realidade, insetos, como todos os animais e plantas, sempre desempenham um papel importante no ecossistema. As &#8220;pragas&#8221; se formam porque os seres humanos fazem algumas plantas proliferarem anormalmente e, na natureza, essa expans\u00e3o anormal deve ser controlada. N\u00e3o h\u00e1 insetos bons e ruins. E, tampouco existem insetos in\u00f3cuos&#8230; todos tem uma fun\u00e7\u00e3o na natureza.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma publica\u00e7\u00e3o de alguns dias informa, didaticamente,\u00a0o que pode estar acontecendo no mundo dos insetos.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":97082,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/insetos.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/insetos-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/insetos-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/insetos.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/insetos.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/insetos.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/insetos.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/insetos.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/insetos.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/insetos.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Uma publica\u00e7\u00e3o de alguns dias informa, didaticamente,\u00a0o que pode estar acontecendo no mundo dos insetos.","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97081"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=97081"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97081\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/97082"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=97081"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=97081"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=97081"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}