{"id":96766,"date":"2018-12-06T07:00:40","date_gmt":"2018-12-06T10:00:40","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=96766"},"modified":"2018-12-05T06:35:43","modified_gmt":"2018-12-05T09:35:43","slug":"febre-amarela-com-baixa-procura-por-vacinacao-verao-traz-risco-de-novo-surto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/febre-amarela-com-baixa-procura-por-vacinacao-verao-traz-risco-de-novo-surto\/","title":{"rendered":"Febre amarela: Com baixa procura por vacina\u00e7\u00e3o, ver\u00e3o traz risco de novo surto"},"content":{"rendered":"<p class=\"story-body__introduction\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/febre_amarela.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-96767\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/febre_amarela-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/febre_amarela-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/febre_amarela.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A corrida por vacinas ap\u00f3s o maior surto recente de febre amarela no Brasil, h\u00e1 quase dois anos, n\u00e3o foi suficiente para conter os riscos de expans\u00e3o da doen\u00e7a. De acordo com n\u00fameros recentes do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, de 1\u00ba de janeiro a 8 de novembro deste ano, foram registrados 1.311 casos e 450 mortes, quase o dobro do identificado no mesmo per\u00edodo do ano anterior, 736 casos e 230 mortes.<\/p>\n<p>Agora, com a proximidade do ver\u00e3o, \u00e9poca de maior risco de transmiss\u00e3o \u2013 o aumento da temperatura favorece a reprodu\u00e7\u00e3o dos mosquitos transmissores e, por consequ\u00eancia, o potencial de circula\u00e7\u00e3o do v\u00edrus \u2013, o governo faz um alerta para que as pessoas que vivem em \u00e1reas com evid\u00eancias da patologia (a lista completa pode ser acessada no site do MS) busquem a vacina\u00e7\u00e3o o quanto antes.<\/p>\n<p>Esse chamado ocorre porque \u00e1reas rec\u00e9m-afetadas e com grande contingente populacional, como as regi\u00f5es metropolitanas do Rio de Janeiro, Minas Gerais e S\u00e3o Paulo, ainda t\u00eam um n\u00famero elevado de indiv\u00edduos n\u00e3o vacinados. A imuniza\u00e7\u00e3o atingiu pouco mais da metade dos cidad\u00e3os que deveriam ser vacinados.<\/p>\n<p>&#8220;As pessoas devem tomar a vacina agora, antes do per\u00edodo de maior incid\u00eancia da febre amarela, para que, quando o ver\u00e3o chegar, estejam imunizadas e n\u00e3o precisem correr para os postos. Queremos, al\u00e9m de evitar a prolifera\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, que seja poss\u00edvel atender a todos sem problemas&#8221;, diz Carla Domingues, coordenadora do Programa Nacional de Imuniza\u00e7\u00f5es (PNI).<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Procura pela vacina<\/h2>\n<p>Antes restrita \u00e0 regi\u00e3o Amaz\u00f4nica, a enfermidade aos poucos est\u00e1 se espalhando pelo Brasil. De acordo com Akira Homma, assessor cient\u00edfico s\u00eanior do Instituto de Tecnologia em Imunol\u00f3gicos (Bio-Manguinhos\/Fiocruz), isso se deve a alguns fatores, como mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, desmatamento, crescimento desordenado das cidades, desequil\u00edbrio ecol\u00f3gico e constru\u00e7\u00e3o de casas em locais de mata.<\/p>\n<p>Entre 1\u00ba de dezembro de 2016 e 31 de julho de 2017, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade recebeu a notifica\u00e7\u00e3o de 3.564 casos suspeitos, com 777 confirma\u00e7\u00f5es e 261 mortes. A regi\u00e3o Sudeste concentrou a maioria (764), seguida do Norte (10) e do Centro-Oeste (3). De 1\u00ba de julho de 2017 at\u00e9 30 de junho de 2018, foram 1.376 casos e 483 mortes, e, de 1\u00ba de janeiro a 8 de novembro deste ano, 1.311 e 450, respectivamente.<\/p>\n<p>Por conta disso, neste ano, foram enviadas para todo o pa\u00eds 30 milh\u00f5es de doses da vacina. Ap\u00f3s o \u00faltimo surto, a vacina\u00e7\u00e3o foi ampliada para 4.469 munic\u00edpios, em especial nas proximidades de capitais e \u00e1reas metropolitanas das regi\u00f5es Sudeste e Sul, onde h\u00e1 evid\u00eancia da circula\u00e7\u00e3o viral.<\/p>\n<p>Mas, apesar da disponibilidade, o minist\u00e9rio informa que a procura tem sido baixa por parte da popula\u00e7\u00e3o. &#8220;A vacina est\u00e1 sempre dispon\u00edvel, mas, infelizmente, as pessoas s\u00f3 v\u00e3o atr\u00e1s dela quando os casos e, principalmente, as mortes come\u00e7am a ser noticiados&#8221;, comenta Domingues.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/08B8\/production\/_104423220_febreamarela-foto-fotorodrigonunes-ms.jpg\" alt=\"Profissional de sa\u00fade aplica vacina em homem de costas; ambos est\u00e3o rodeados por outros pacientes dentro de sala ambulatorial\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">A principal arma contra a febre amarela \u00e9 a vacina | Foto: Rodrigo Nunes\/MS<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Foi assim em 2017. Durante alguns meses houve muita confus\u00e3o e enormes filas nas portas dos postos de vacina\u00e7\u00e3o. A coordenadora do PNI relata que chegou a haver um esgotamento do servi\u00e7o de sa\u00fade pela incapacidade de atender ao pico de demanda.<\/p>\n<p>&#8220;O problema se deu porque moradores tanto de locais considerados de risco quanto dos n\u00e3o considerados correram para se vacinar&#8221;, acrescenta.<\/p>\n<p>Atualmente, no entanto, apenas 50% dos brasileiros est\u00e3o protegidos contra a doen\u00e7a. Mas a meta indicada pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade para garantir a imuniza\u00e7\u00e3o e evitar a dissemina\u00e7\u00e3o do v\u00edrus \u00e9 de 95% de cobertura do p\u00fablico-alvo.<\/p>\n<p>&#8220;Apesar da grande quantidade de informa\u00e7\u00f5es divulgadas e toda a correria que houve no ano passado, a procura ficou bem abaixo do esperado, e n\u00e3o sabemos exatamente o porqu\u00ea&#8221;, afirma Homma.<\/p>\n<p>Uma das raz\u00f5es talvez tenham sido as fake news. Em nota, o MS diz que &#8220;n\u00e3o existe um estudo que possa mensurar a dimens\u00e3o do impacto das not\u00edcias falsas diretamente nas coberturas vacinais, mas sabe-se que boatos sobre efeitos graves da vacina circulam pela internet e podem influenciar na decis\u00e3o de algumas pessoas na hora de se vacinar&#8221;.<\/p>\n<p>Por conta disso, em mar\u00e7o deste ano, o minist\u00e9rio implementou um monitoramento de fake news no meio digital, onde s\u00e3o avaliadas, diariamente, mais de sete mil men\u00e7\u00f5es do que pode ser um foco de desinforma\u00e7\u00e3o proposital para espalhar boatos sobre sa\u00fade. Todas s\u00e3o analisadas pela assessoria de comunica\u00e7\u00e3o e, caso necess\u00e1rio, \u00e9 realizada uma interven\u00e7\u00e3o ativa para esclarec\u00ea-las.<\/p>\n<p>Quanto ao movimento antivacina, que tamb\u00e9m pode ter impacto negativo nas campanhas de imuniza\u00e7\u00e3o, o \u00f3rg\u00e3o relata que ele n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o expressivo no Brasil quanto no exterior.<\/p>\n<p>Em compensa\u00e7\u00e3o, ele avalia ainda que o pr\u00f3prio sucesso de outras a\u00e7\u00f5es no pa\u00eds &#8211; e que tiveram como resultado a elimina\u00e7\u00e3o da poliomielite, do sarampo, da rub\u00e9ola e da s\u00edndrome da rub\u00e9ola cong\u00eanita &#8211; tem causado, em parte da popula\u00e7\u00e3o e at\u00e9 mesmo em alguns profissionais de sa\u00fade, a falsa sensa\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o h\u00e1 mais necessidade de se vacinar.<\/p>\n<p>Para melhorar os n\u00fameros, segundo Carla, o governo ter\u00e1 um grande desafio pela frente. Mesmo assim, ela adianta que, por enquanto, n\u00e3o ser\u00e1 realizada nenhuma campanha de vacina\u00e7\u00e3o contra a febre amarela &#8211; no ano passado ela foi necess\u00e1ria por conta do surto.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/8540\/production\/_104621143_be05a541-2090-4e0f-ada2-af9b4272e61d.jpg\" alt=\"Dezenas de vidros com doses de vacina contra febre amarela\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">BIOMANGUINHOS-FIOCRUZ<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Minist\u00e9rio informa que, apesar da disponibilidade de vacinas contra a febre amarela, procura por imuniza\u00e7\u00e3o \u00e9 baixa | Foto: Rodrigo Pereira\/Ascom-Bio Manguinhos &#8211; Fiocruz<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Vacina e preven\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Oferecida em postos do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) durante todo o ano, a vacina \u00e9 indicada para pessoas com idades entre 9 meses e 59 anos que residam em \u00e1reas recomendadas ou que pretendam viajar at\u00e9 essas regi\u00f5es, lembrando que a aplica\u00e7\u00e3o deve ser feita, pelo menos, 10 dias antes do deslocamento. No caso de gestantes e idosos, a regra \u00e9 buscar orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica.<\/p>\n<p>N\u00e3o podem ser vacinados beb\u00eas com menos de 9 meses; mulheres amamentando beb\u00eas com menos de 6 meses de idade; pessoas com alergia grave ao ovo; portadores de doen\u00e7as autoimunes e HIV, com contagem de c\u00e9lulas CD4 menor que 350, e pacientes que fazem tratamento com quimioterapia, radioterapia e imunossupressores.<\/p>\n<p>Quem j\u00e1 se vacinou com a dose integral n\u00e3o precisa repetir, pois o Brasil adota o esquema de dose \u00fanica, conforme recomenda\u00e7\u00e3o da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS). Este ano, o MS promete que haver\u00e1 a vacina padr\u00e3o para toda a popula\u00e7\u00e3o, mas desde que as prioridades sejam respeitadas.<\/p>\n<p>Em 2017, S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro e Bahia utilizaram em muitos casos a vacina fracionada. A efic\u00e1cia, segundo Carla, \u00e9 a mesma. A diferen\u00e7a fica por conta da dosagem, que \u00e9 menor, e do tempo de prote\u00e7\u00e3o, que \u00e9 de oito anos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da vacina, outros cuidados s\u00e3o indicados para evitar a febre amarela. O primeiro deles \u00e9 n\u00e3o frequentar as \u00e1reas consideradas de maior risco de exposi\u00e7\u00e3o, como matas, florestas, rios, cachoeiras, parques e o meio rural, especialmente para quem tem contraindica\u00e7\u00e3o para receber a prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m deve-se apostar no uso de repelente de insetos e roupas que cubram a maior extens\u00e3o poss\u00edvel de pele, passar mais tempo em ambientes refrigerados e utilizar mosquiteiros e telas nas janelas.<\/p>\n<p>Junto a isso, \u00e9 fundamental combater prolifera\u00e7\u00e3o dos mosquitos, mantendo as casas e as ruas limpas, n\u00e3o deixando \u00e1gua parada, habitat ideal para sua reprodu\u00e7\u00e3o, e fechando bem as lixeiras.<\/p>\n<p>&#8220;Neste momento \u00e9 essencial fazer vigil\u00e2ncias epidemiol\u00f3gica e entomol\u00f3gica, vacinar a popula\u00e7\u00e3o das \u00e1reas de risco e controlar os vetores urbanos da febre amarela e da dengue, da chikungunya e do zika. O objetivo \u00e9 n\u00e3o deixar que haja espa\u00e7o para a dissemina\u00e7\u00e3o das doen\u00e7as&#8221;, diz Akira Homma, do Bio-Manguinhos\/Fiocruz.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">O que \u00e9 febre amarela?<\/h2>\n<p>A febre amarela \u00e9 uma patologia infecciosa febril aguda, causada por um v\u00edrus transmitido pela picada de mosquitos vetores infectados. N\u00e3o \u00e9 contagiosa, ou seja, n\u00e3o \u00e9 passada de pessoa para pessoa, e tem letalidade em torno de 40%.<\/p>\n<p>H\u00e1 dois diferentes ciclos epidemiol\u00f3gicos de transmiss\u00e3o: o silvestre (em \u00e1rea rural ou de floresta) e o urbano. Em ambos o v\u00edrus \u00e9 o mesmo; a diferen\u00e7a fica por conta do tipo de mosquito.<\/p>\n<p>No silvestre, os primatas n\u00e3o humanos (macacos) s\u00e3o os principais hospedeiros e amplificadores do v\u00edrus. Os vetores s\u00e3o mosquitos com h\u00e1bitos estritamente silvestres, sendo os g\u00eaneros Haemagogus e Sabethes os mais conhecidos na Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>Nesta situa\u00e7\u00e3o, o homem participa como um hospedeiro acidental ao adentrar \u00e1reas de mata para fazer ecoturismo, trabalhar ou porque mora na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>No ciclo urbano, por sua vez, o ser humano \u00e9 o \u00fanico hospedeiro com import\u00e2ncia epidemiol\u00f3gica, e a transmiss\u00e3o ocorre a partir de vetores urbanos \u2013 o mosquito Aedes aegypti \u2013 infectados.<\/p>\n<p>Nos dois casos, a contamina\u00e7\u00e3o se d\u00e1 quando uma pessoa n\u00e3o vacinada \u00e9 picada pelo mosquito infectado pelo v\u00edrus.<\/p>\n<p>O ciclo atual da doen\u00e7a \u00e9 silvestre \u2013 o \u00faltimo caso de febre amarela urbana foi registrado no Brasil em 1942.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Sintomas e tratamento<\/h2>\n<p>Os sintomas iniciais da enfermidade come\u00e7am a aparecer de tr\u00eas a seis dias ap\u00f3s o indiv\u00edduo ter sido infectado. Eles incluem febre s\u00fabita, calafrios, dor de cabe\u00e7a intensa, dores no corpo, n\u00e1useas, v\u00f4mitos, fadiga e fraqueza.<\/p>\n<p>A maioria dos pacientes melhora ap\u00f3s os primeiros sinais. No entanto, cerca de 15% desenvolvem uma forma mais grave da doen\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A corrida por vacinas ap\u00f3s o maior surto recente de febre amarela no Brasil, h\u00e1<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":96767,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/febre_amarela.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/febre_amarela-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/febre_amarela-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/febre_amarela.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/febre_amarela.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/febre_amarela.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/febre_amarela.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/febre_amarela.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/febre_amarela.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/febre_amarela.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A corrida por vacinas ap\u00f3s o maior surto recente de febre amarela no Brasil, h\u00e1","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96766"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=96766"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96766\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/96767"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=96766"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=96766"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=96766"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}