{"id":95890,"date":"2018-11-21T07:00:26","date_gmt":"2018-11-21T10:00:26","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=95890"},"modified":"2018-11-20T18:20:48","modified_gmt":"2018-11-20T21:20:48","slug":"relatorio-americano-inedito-prova-que-ondas-de-celulares-causam-cancer-em-ratos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/relatorio-americano-inedito-prova-que-ondas-de-celulares-causam-cancer-em-ratos\/","title":{"rendered":"Relat\u00f3rio americano in\u00e9dito prova que ondas de celulares causam c\u00e2ncer em ratos"},"content":{"rendered":"<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter\" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"52\" data-block-id=\"1\">\n<p class=\"content-text__container theme-color-primary-first-letter\" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/celular-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-95891\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/celular-2-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/celular-2-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/celular-2.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Com a populariza\u00e7\u00e3o dos smartphones, os celulares invadiram nosso cotidiano. A previs\u00e3o \u00e9 de que, at\u00e9 o final de 2018, 4,9 bilh\u00f5es de humanos estejam conectados \u00e0 internet m\u00f3vel, que surgiu em 1997. Em 2014, os chamados mobinautas ultrapassaram oficialmente o n\u00famero de internautas que acessam a rede de um computador fixo.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"wall protected-content\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"32\" data-block-id=\"2\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A internet m\u00f3vel utiliza a radiofrequ\u00eancia para a conex\u00e3o, que acontece porque nossos celulares emitem ondas eletromagn\u00e9ticas. O perigo potencial que elas representam para a sa\u00fade interessa a ci\u00eancia h\u00e1 v\u00e1rios anos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"44\" data-block-id=\"3\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Um relat\u00f3rio que acaba de ser divulgado pelo Programa Nacional de Toxicologia \u2013 ag\u00eancia ligada ao Departamento de Sa\u00fade dos Estados Unidos \u2013 revelou que a exposi\u00e7\u00e3o prolongada de ratos e camundongos \u00e0s ondas 2G e 3G \u00e9 respons\u00e1vel por c\u00e2nceres card\u00edacos nos animais.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"46\" data-block-id=\"4\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O estudo, encomendado pela FDA \u2013 a ag\u00eancia federal americana que avalia e autoriza a utiliza\u00e7\u00e3o de medicamentos e o efeito de novas subst\u00e2ncias \u2013 demorou dez anos para ficar pronto. A RFI entrevistou com exclusividade o cientista americano John Bucher, um dos respons\u00e1veis pelo estudo.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"40\" data-block-id=\"5\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Segundo ele, os animais foram expostos de maneira constante \u00e0 radiofrequ\u00eancia dentro do \u00fatero, desde que tinham 5 ou 6 semanas de idade. Os ratos foram colocados dentro de um compartimento fechado, onde ondas, diz, eram distribu\u00eddas de maneira aleat\u00f3ria.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"7\" data-block-id=\"6\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Desligue o celular na hora de dormir<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"36\" data-block-id=\"7\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Durante a experi\u00eancia, os animais ficavam expostos \u00e0s ondas durante dez minutos. Em seguida, repousavam outros dez minutos. Isso durante 15 horas di\u00e1rias, o que totalizou oito horas por dia de exposi\u00e7\u00e3o, explicou Bucher \u00e0 RFI.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"45\" data-block-id=\"8\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Os resultados, ainda que, por enquanto, n\u00e3o possam ser comparados em humanos, s\u00e3o alarmantes: os ratos machos submetidos a altos n\u00edveis de radia\u00e7\u00e3o desenvolveram tumores card\u00edacos, e h\u00e1 evid\u00eancias de que essa exposi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m tenha provocado c\u00e2nceres no c\u00e9rebro e na gl\u00e2ndula suprarrenal dos roedores.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"48\" data-block-id=\"9\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Essa constata\u00e7\u00e3o de que existe uma liga\u00e7\u00e3o entre o uso excessivo do celular e tumores no c\u00e9rebro preocupa os cientistas. Os adolescentes, viciados em seus celulares, est\u00e3o expostos a um risco que deve levar anos para ser provado em humanos e, por consequ\u00eancia, embasar algum tipo de regulamenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"53\" data-block-id=\"10\">\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>\u201cUma das maiores preocupa\u00e7\u00f5es que temos \u00e9 com os adolescentes que deixam seus celulares ao lado do travesseiro para estarem sempre conectados, expondo o c\u00e9rebro \u00e0s ondas durante toda a noite\u201d, lembra o pesquisador. Isso sem contar que, na puberdade o corpo est\u00e1 em pleno desenvolvimento e \u00e9 mais suscet\u00edvel a agress\u00f5es externas.<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\" data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"11\"><\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"29\" data-block-id=\"12\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">V\u00e1rios estudos v\u00eam sendo feitos na Europa sobre o tema, o que explica a recomenda\u00e7\u00e3o de cientistas que estudam o tema de desligar o celular na hora de dormir.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"72\" data-block-id=\"13\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">\u201cNos ratos, achamos mais tumores no cora\u00e7\u00e3o provavelmente porque expusemos todo o corpo dos animais \u00e0s ondas. Nos humanos, o efeito seria o mesmo no c\u00e9rebro porque o celular fica mais pr\u00f3ximo do ouvido\u201d, explica o pesquisador americano. A rela\u00e7\u00e3o entre a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0s ondas eletromagn\u00e9ticas e os tumores nas f\u00eameas n\u00e3o foi comprovada. Essa diferen\u00e7a, que j\u00e1 havia sido demonstrada em resultados preliminares do estudo divulgados em 2016, n\u00e3o foi explicada.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"4\" data-block-id=\"14\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Faltam provas em humanos<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"52\" data-block-id=\"15\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Apesar dos ind\u00edcios, ainda n\u00e3o se pode provar como a radiofrequ\u00eancia age de fato no organismo humano. Sem contar, observa o cientista, que os mesmos testes n\u00e3o foram realizados com a frequ\u00eancia 4G e o Wi-Fi e novas tecnologias est\u00e3o sempre mudando e se aperfei\u00e7oando. Por isso a necessidade de novos estudos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"71\" data-block-id=\"16\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O cientista americano lembra, entretanto, que diferentes frequ\u00eancias s\u00e3o usadas para diferentes a\u00e7\u00f5es no celular. \u201cSe voc\u00ea usa um modelo novo de smartphone, provavelmente estar\u00e1 usando 3G ou 4G para streaming e 2G para o SMS\u201d. Diante de tantas quest\u00f5es sem respostas sobre o efeito da radiofrequ\u00eancia transmitida pelos celulares, o Programa Nacional de Toxicologia est\u00e1 construindo um equipamento que permitir\u00e1 mudar e modular a frequ\u00eancia mais rapidamente durante os testes.<\/p>\n<\/div>\n<div data-track-category=\"fim do conteudo\" data-track-action=\"ultimo chunk conteudo\" data-track-noninteraction=\"false\" data-track-scroll=\"entrada completa viewport\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"43\" data-block-id=\"17\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Segundo o cientista americano, ser\u00e1 muito mais f\u00e1cil realizar as experi\u00eancias com animais e obter conclus\u00f5es em poucos meses. \u201cN\u00e3o \u00e9 muito diferente de um micro-ondas. N\u00e3o fizemos isso antes porque n\u00e3o sab\u00edamos exatamente o que est\u00e1vamos procurando. Agora nos sabemos\u201d, diz Bucher.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a populariza\u00e7\u00e3o dos smartphones, os celulares invadiram nosso cotidiano. 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