{"id":95844,"date":"2018-11-20T09:00:59","date_gmt":"2018-11-20T12:00:59","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=95844"},"modified":"2018-11-19T21:49:01","modified_gmt":"2018-11-20T00:49:01","slug":"relatorio-alerta-que-ha-45-barragens-sob-ameaca-de-desabamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/relatorio-alerta-que-ha-45-barragens-sob-ameaca-de-desabamento\/","title":{"rendered":"Relat\u00f3rio alerta que h\u00e1 45 barragens sob amea\u00e7a de desabamento"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/barragem.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-95845\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/barragem-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/barragem-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/barragem.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Relat\u00f3rio da Ag\u00eancia Nacional de \u00c1guas (ANA) aponta que aumentou de 25 barragens, em 2016, para 45 em 2017 o n\u00famero de \u00e1reas com risco de desabamento no pa\u00eds. A maioria est\u00e1 localizada no Norte e Nordeste, em estados como Acre, Alagoas e Bahia. De acordo com os t\u00e9cnicos, h\u00e1 problemas de baixo n\u00edvel de conserva\u00e7\u00e3o, insufici\u00eancia do vertedor e falta de documentos que comprovem a estabilidade da barragem.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es constam do\u00a0<a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/11natt5lmfGgaip6CNl-BqPYsmyBifHcJ\/view\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Relat\u00f3rio de Seguran\u00e7a de Barragens<\/a>\u00a0\u2013 2017 (RBS), de 84 p\u00e1ginas, coordenado anualmente pela ANA, divulgado hoje (19). No per\u00edodo coberto pelo relat\u00f3rio foram identificados 14 epis\u00f3dios de acidentes e incidentes, sem v\u00edtimas fatais.<\/p>\n<p>Das 45 barragens, 25 pertencem a \u00f3rg\u00e3os e entidades p\u00fablicas, segundo a ag\u00eancia. No pa\u00eds h\u00e1 um cadastro que re\u00fane 24.092 barragens para diferentes finalidades, como ac\u00famulo de \u00e1gua, de rejeitos de min\u00e9rios ou industriais e para gera\u00e7\u00e3o de energia.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, os t\u00e9cnicos calculam que o n\u00famero de represamento artificiais espelhados pelo pa\u00eds seja pelo menos tr\u00eas vezes maior. De acordo com a ANA, a quantidade exata s\u00f3 ser\u00e1 conhecida quando os \u00f3rg\u00e3os e entidades fiscalizadoras cadastrarem todas as barragens sob sua jurisdi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Das 24.092 barragens registradas, 3.545 foram classificadas pelos agentes fiscalizadores segundo a Categoria de Risco (CRI) e 5.459 quanto ao Dano Potencial Associado (DPA). Das barragens cadastradas, 723, o equivalente a 13%, foram classificadas simultaneamente como de CRI e DPA altos.<\/p>\n<p>O Brasil possui 43 potenciais agentes fiscalizadores, dos quais quatro s\u00e3o federais e 39, estaduais. No ano passado, 31 \u00f3rg\u00e3os atuavam efetivamente como fiscalizadores por terem instaladas sob sua jurisdi\u00e7\u00e3o empreendimentos com as caracter\u00edsticas especificadas pela PNSB.<\/p>\n<h2>Investimentos<\/h2>\n<p>A ANA informou que foram aplicados R$ 34 milh\u00f5es, no ano passado, para servi\u00e7os de opera\u00e7\u00e3o, manuten\u00e7\u00e3o e recupera\u00e7\u00e3o de barragens. Em 2016, foram investidos R$ 12 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Elaborado anualmente, sob a coordena\u00e7\u00e3o da ANA, o relat\u00f3rio se baseia em informa\u00e7\u00f5es enviadas pelas entidades ou \u00f3rg\u00e3os fiscalizadores de seguran\u00e7a de barragens no Brasil. O documento \u00e9 remetido pela ag\u00eancia ao Conselho Nacional de Recursos H\u00eddricos (CNRH), que o remete ao Congresso Nacional.<\/p>\n<h2>Trag\u00e9dia Mariana<\/h2>\n<figure id=\"attachment_233110\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 649px;\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-233110\" src=\"http:\/\/envolverde.cartacapital.com.br\/wp-content\/uploads\/tnrgo_abr_301020181882mg-1.jpg\" sizes=\"(max-width: 545px) 100vw, 545px\" srcset=\"http:\/\/envolverde.cartacapital.com.br\/wp-content\/uploads\/tnrgo_abr_301020181882mg-1.jpg 754w, http:\/\/envolverde.cartacapital.com.br\/wp-content\/uploads\/tnrgo_abr_301020181882mg-1-300x200.jpg 300w, http:\/\/envolverde.cartacapital.com.br\/wp-content\/uploads\/tnrgo_abr_301020181882mg-1-600x400.jpg 600w, http:\/\/envolverde.cartacapital.com.br\/wp-content\/uploads\/tnrgo_abr_301020181882mg-1-272x182.jpg 272w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"427\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Canteiro de obras da Nova Bento Rodrigues.<\/figcaption><\/figure>\n<p>A trag\u00e9dia de Mariana, em Minas Gerais, completou tr\u00eas anos na \u00faltima segunda-feira (5). Na ocasi\u00e3o, uma barragem da mineradora Samarco se rompeu liberando rejeitos de minera\u00e7\u00e3o no ambiente. No epis\u00f3dio, 19 pessoas morreram e comunidades foram destru\u00eddas, como o distrito de Bento Rodrigues. Houve tamb\u00e9m polui\u00e7\u00e3o da bacia do Rio Doce e devasta\u00e7\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o. Desde novembro de 2016, tramita na Justi\u00e7a Federal de Ponte Nova (MG) uma a\u00e7\u00e3o criminal sobre a trag\u00e9dia, que se tornou o maior desastre ambiental j\u00e1 registrado no pa\u00eds.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-gallery\">\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div class=\"meta\">3 anos da trag\u00e9dia de Mariana \u2013<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Mesmo ap\u00f3s o reassentamento nos distritos reconstru\u00eddos, previsto para come\u00e7ar em 2020, os atingidos manter\u00e3o a propriedade dos antigos terrenos, mas o que ser\u00e1 feito do local onde um dia eles moraram ainda ser\u00e1 debatido com a prefeitura e com o Conselho do Patrim\u00f4nio de Mariana (Compat). As comunidades devastadas de Bento Rodrigues e Paracatu, atualmente, est\u00e3o interditadas pela Defesa Civil. O acesso s\u00f3 \u00e9 permitido com autoriza\u00e7\u00e3o. Os atingidos t\u00eam passe livre.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relat\u00f3rio da Ag\u00eancia Nacional de \u00c1guas (ANA) aponta que aumentou de 25 barragens, em 2016,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":95845,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/barragem.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/barragem-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/barragem-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/barragem.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/barragem.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/barragem.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/barragem.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/barragem.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/barragem.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/barragem.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Relat\u00f3rio da Ag\u00eancia Nacional de \u00c1guas (ANA) aponta que aumentou de 25 barragens, em 2016,","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95844"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=95844"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95844\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/95845"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=95844"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=95844"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=95844"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}