{"id":95806,"date":"2018-11-19T12:00:21","date_gmt":"2018-11-19T15:00:21","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=95806"},"modified":"2018-11-19T10:10:15","modified_gmt":"2018-11-19T13:10:15","slug":"ciencia-busca-criar-corpos-bionicos-mas-esbarra-em-desafios-de-varias-frentes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/ciencia-busca-criar-corpos-bionicos-mas-esbarra-em-desafios-de-varias-frentes\/","title":{"rendered":"Ci\u00eancia busca criar corpos bi\u00f4nicos, mas esbarra em desafios de v\u00e1rias frentes"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/bionicoc.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-95807\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/bionicoc-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/bionicoc-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/bionicoc.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Imagine um cen\u00e1rio em que um membro do corpo perdido em um acidente possa ser prontamente substitu\u00eddo por outro,\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/exame.abril.com.br\/noticias-sobre\/impressoras-3d\/\">impresso em 3D<\/a>\u00a0<\/strong>na mesma hora, ou um c\u00e2ncer cujas c\u00e9lulas afetadas possam ser retiradas, dando espa\u00e7o para a recomposi\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o afetada por c\u00e9lulas saud\u00e1veis. Pense no dia em que n\u00e3o ser\u00e1 mais necess\u00e1rio usar cobaias humanas ou animais para testar medicamentos e cosm\u00e9ticos, porque tecidos e \u00f3rg\u00e3os id\u00eanticos aos nossos poder\u00e3o ser igualmente impressos e apresentam a mesma resposta do nosso organismo.<\/p>\n<p>Parece uma realidade distante? Infelizmente, sim. De acordo com\u00a0Ray Kurzweil, diretor de engenharia do Google e futurista, os primeiros h\u00edbridos de homens e m\u00e1quinas aparecer\u00e3o em 2030, um ano depois de um computador ter passado com sucesso por um teste de Turing, no qual um humano n\u00e3o pode distinguir uma m\u00e1quina de um ser humano. Os avan\u00e7os alcan\u00e7ados neste in\u00edcio de s\u00e9culo j\u00e1 projetam uma realidade bastante animadora para a\u00a0<a href=\"https:\/\/exame.abril.com.br\/ciencia\"><strong>ci\u00eancia<\/strong><\/a>. Desafios n\u00e3o faltam e s\u00e3o de toda ordem. Compreens\u00e3o limitada do funcionamento do organismo, investimento adequado para pesquisas e dificuldade de aprovar patentes com ag\u00eancias reguladoras s\u00e3o alguns dos principais.<\/p>\n<p>O corpo humano \u00e9 um inimigo desse avan\u00e7o tecnol\u00f3gico. Fazer o organismo aceitar um elemento externo e passar a integrar algo produzido por uma m\u00e1quina ao funcionamento de todo o seu complexo sistema \u00e9 uma das maiores barreiras da ci\u00eancia. O\u00a0<a href=\"https:\/\/exame.abril.com.br\/ciencia\/orgaos-impressos-em-3d-poderao-ser-usados-por-humanos-em-breve\/\" target=\"_blank\">campo da bioimpress\u00e3o<\/a>, por exemplo, esbarra em dificuldades de n\u00edvel celular. Segundo Janaina Dernowse, biom\u00e9dica e pesquisadora de biofabrica\u00e7\u00e3o e bioimpress\u00e3o de tecidos, j\u00e1 estamos perto de conseguir desenvolver tecido \u00f3sseo e cartilaginoso, como a pele humana e as membranas da c\u00f3rnea.<\/p>\n<p>Para isso, por\u00e9m, a ci\u00eancia ainda precisa viabilizar a vasculariza\u00e7\u00e3o em tecidos bioimpressos (tecidos artificiais produzidos por impressoras 3D) e entender como as c\u00e9lulas se comunicam, recebendo e enviando sinais pelo organismo.<\/p>\n<div class=\"ad-content\"><\/div>\n<p>\u201cTemos o desafio de trabalhar melhor a interface dos materiais com as c\u00e9lulas do nosso corpo. A interface de um material sint\u00e9tico ou um dispositivo rob\u00f3tico com o organismo \u00e9 algo muito complexo. Precisamos conseguir colocar sensores adequadamente e captar as mensagens que um m\u00fasculo libera para lev\u00e1-las outras regi\u00f5es, como o c\u00e9rebro, por exemplo\u201d, explicou Dernowse a\u00a0<strong>EXAME<\/strong>.<\/p>\n<h3>Solu\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia \u00e9 \u201chackear\u201d o c\u00e9rebro<\/h3>\n<p>Decifrar e interpretar os sinais emitidos pelo c\u00e9rebro, interferindo ativamentes em suas a\u00e7\u00f5es \u00e9 uma das mais relevantes linhas de estudo da\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/exame.abril.com.br\/noticias-sobre\/neurociencia\/\">neuroci\u00eancia<\/a><\/strong>. A pr\u00e1tica \u00e9 muitas vezes definida como \u201chackeamento do c\u00e9rebro\u201d, e \u00e9 alvo de estudo de diversas frentes pelo mundo, desde\u00a0<a href=\"https:\/\/exame.abril.com.br\/tecnologia\/facebook-planeja-tornar-possivel-ouvir-pela-pele\/\" target=\"_blank\">gadgets para o Facebook<\/a>\u00a0at\u00e9 a cura da paralisia.<\/p>\n<p>O conceito de hacking das atividades humanas pode ser expandido para diversas a\u00e7\u00f5es do dia a dia, o que inevitavelmente gera pol\u00eamicas. O monitoramento das a\u00e7\u00f5es do corpo feito por aplicativos e c\u00e2meras, por exemplo, j\u00e1 \u00e9 alvo de discuss\u00f5es.\u00a0<a href=\"https:\/\/exame.abril.com.br\/tecnologia\/amazon-tem-tecnologia-de-reconhecimento-facial-para-monitorar-imigrantes\/\" target=\"_blank\">Casos recentes envolvendo reconhecimento facial<\/a>\u00a0mostram como a leitura de biossinais pode ser problem\u00e1tica. E as empresas de tecnologia n\u00e3o param por a\u00ed. Logo, a Apple vai permitir que o seu rel\u00f3gio inteligente realize eletrocardiograma por meio de seu rel\u00f3gio inteligente mais novo, o Apple S\u00e9rie 4, que j\u00e1 tem aprova\u00e7\u00e3o da FDA (uma esp\u00e9cie de Anvisa dos Estados Unidos). O n\u00famero dispositivos que podem se conectar ao iPhone s\u00f3 crescem e essa tend\u00eancia de digitalizar a sa\u00fade humana e de estarmos cada vez mais integrados a eletr\u00f4nicos n\u00e3o d\u00e1 sinais de retra\u00e7\u00e3o. Apesar dos benef\u00edcios da integra\u00e7\u00e3o do corpo com as m\u00e1quinas, a tecnologia tamb\u00e9m traz seus riscos.<\/p>\n<h3>Necessidade de regulamenta\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Como toda tecnologia, o hackeamento pode ser usado para fins mal intencionados\u00a0<a href=\"https:\/\/exame.abril.com.br\/ciencia\/criminosos-vao-hackear-seu-dna-diz-ex-futurista-do-fbi\/\" target=\"_blank\">ou at\u00e9 criminosos<\/a>. \u201cQuando olhamos para esse cen\u00e1rio de seres bi\u00f4nicos, precisar\u00edamos ter uma regulamenta\u00e7\u00e3o, um c\u00f3digo de \u00e9tica, uma normaliza\u00e7\u00e3o de tudo isso. Porque imagina uma pessoa ser hackeada, no mau sentido da palavra, e a outra pessoa conseguir controlar um seu bra\u00e7o bi\u00f4nico, por exemplo. Ela poderia faz\u00ea-lo puxar uma arma e atirar sem que o verdadeiro dono quisesse\u201d, afirma Wagner Sanchez, especialista em redes neurais artificiais e diretor acad\u00eamico da FIAP.<\/p>\n<p>Outro desafio ligado \u00e0 falta de leis adequadas ao esse campo diz respeito \u00e0 realidade brasileira. Empresas que desenvolvem solu\u00e7\u00f5es de mobilidade para pessoas com defici\u00eancia f\u00edsica, geralmente criadas fora do pa\u00eds,\u00a0<a href=\"https:\/\/exame.abril.com.br\/tecnologia\/empresa-rewalk-ajuda-deficientes-fisicos-a-andar-e-critica-brasil\/\" target=\"_blank\">costumam encontrar dificuldade<\/a>\u00a0para se inserir no mercado nacional, como \u00e9 o caso da israelense ReWalk, que cria exoesqueletos para ajudar deficientes f\u00edsicos a andar. O pa\u00eds possui 45,6 milh\u00f5es de pessoas com algum tipo de defici\u00eancia, segundo o \u00faltimo censo do IBGE.<\/p>\n<p>\u201cExistem empresas brasileiras mesmo, mas de pr\u00f3teses simples, que j\u00e1 est\u00e3o prontas para entrar no mercado, mas n\u00e3o conseguem a libera\u00e7\u00e3o\u201d, afirma Dernowse. Procurada, a\u00a0Anvisa n\u00e3o informou o tempo necess\u00e1rio para a aprova\u00e7\u00e3o e libera\u00e7\u00e3o de pr\u00f3teses bi\u00f4nicas no mercado, destacando o grau de risco que envolve o produto. \u201cEstes produtos s\u00e3o enquadrados como classe de Risco I e que devem ser devidamente cadastrados na Anvisa para obter autoriza\u00e7\u00e3o para sua importa\u00e7\u00e3o, fabrica\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o no pa\u00eds\u201d, disse a assessoria do \u00f3rg\u00e3o regulat\u00f3rio.<\/p>\n<p>\u201cO Brasil \u00e9 um dos maiores mercados da Am\u00e9rica do Sul. Preocupa\u00e7\u00f5es regulat\u00f3rias s\u00e3o um pouco desafiadoras e estamos tentando nos familiarizar com elas\u201d, afirma Rahul Kaliki, CEO da startup Infinite Biomedical Thecnologies (IBT), em entrevista a\u00a0<strong>EXAME<\/strong>. Com 14 funcion\u00e1rios, a empresa que j\u00e1 vislumbra o mercado brasileiro desenvolveu o Sense, um sistema de reconhecimento de padr\u00f5es musculares para aprimorar a movimenta\u00e7\u00e3o de pr\u00f3teses de bra\u00e7o para pessoas amputadas. \u201cO sistema \u00e9 muito semelhante ao modo como as pessoas usam o reconhecimento de voz em seus telefones. O telefone reconhece as vozes das pessoas e cria comandos. Usamos algoritmos semelhantes para detectar os m\u00fasculos do corpo e faz\u00ea-los realizar o que o dono da pr\u00f3tese desejar\u201d, explica.<\/p>\n<h3>Startups focam em solu\u00e7\u00f5es de nicho<\/h3>\n<p>Quando puder expandir sua \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o, a IBT pretende solucionar defici\u00eancias de outra natureza, como aux\u00edlio para pessoas que sofrem de artrose ou que tiveram um derrame, obrigando-as a conviver com limita\u00e7\u00e3o de movimentos. Por enquanto, o nicho de pr\u00f3teses parece promissor para empresas pequenas que mant\u00eam seu foco em desafios espec\u00edficos ligados \u00e0 compreens\u00e3o do funcionamento do c\u00e9rebro e dos m\u00fasculos.<\/p>\n<p>\u00c9 o caso da Coapt, startup de Chicago que tamb\u00e9m desenvolve pr\u00f3teses bi\u00f4nicas. \u201cSomos um grupo que \u00e9 muito bom no desenvolvimento de algoritmos avan\u00e7ados que s\u00e3o espec\u00edficos para decodificar os sinais el\u00e9tricos que um corpo humano pode produzir. Tamb\u00e9m atuamos na cria\u00e7\u00e3o do tipo de eletr\u00f4nica que \u00e9 ajustada para esses algoritmos de decodifica\u00e7\u00e3o em um dispositivo vest\u00edvel\u201d, explica Blair Lock, CEO da empresa, em entrevista a\u00a0<strong>EXAME<\/strong>.<\/p>\n<p>Em um futuro pr\u00f3ximo, a empresa quer alcan\u00e7ar outros mercados no campo da reabilita\u00e7\u00e3o, desenvolvendo pr\u00f3teses para membros inferiores e suportes motorizados, al\u00e9m de adotar o uso de realidade virtual e aumentada para melhorar a experi\u00eancia dos pacientes. \u201cPor enquanto, nosso mercado atual suporta nossos objetivos de neg\u00f3cios e lucro. No entanto, expandir o alcance do benef\u00edcio de nossa tecnologia requer uma equipe e um conjunto de recursos maiores do que os que temos atualmente\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Empresas de todos os tamanhos miram no potencial mercado consumidor para quando essa tecnologia estiver dominada. At\u00e9 l\u00e1, mais alguns obst\u00e1culos precisam ser superados. \u201cO grande desafio \u00e9 fazer com que a tecnologia seja totalmente absorvida pelo organismo, que ela se torne ub\u00edqua mesmo, que ela se torne natural\u201d, diz. Segundo ele, para haver um cen\u00e1rio em que sistemas possam agir tanto externa quanto internamente, n\u00e3o pode haver rejei\u00e7\u00e3o por parte do organismo. Da\u00ed a import\u00e2ncia dos biomateriais, na vis\u00e3o do professor. \u201cQuando a ci\u00eancia conseguir os biomateriais, materiais que sejam desenvolvidos a partir do meu DNA, que eu sei que para mim n\u00e3o vai existir rejei\u00e7\u00e3o, vai ser perfeito\u201d, explica Sanchez.<\/p>\n<p>Os pr\u00f3ximos anos ser\u00e3o decisivos na integra\u00e7\u00e3o entre homem e m\u00e1quina, n\u00e3o s\u00f3 para resolver problemas de mobilidade e monitorar a sa\u00fade, mas tamb\u00e9m para amplificar habilidades.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagine um cen\u00e1rio em que um membro do corpo perdido em um acidente possa ser<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":95807,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/bionicoc.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/bionicoc-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/bionicoc-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/bionicoc.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/bionicoc.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/bionicoc.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/bionicoc.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/bionicoc.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/bionicoc.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/bionicoc.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Imagine um cen\u00e1rio em que um membro do corpo perdido em um acidente possa ser","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95806"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=95806"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95806\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/95807"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=95806"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=95806"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=95806"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}