{"id":95237,"date":"2018-11-09T10:55:05","date_gmt":"2018-11-09T13:55:05","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=95237"},"modified":"2018-11-09T10:54:13","modified_gmt":"2018-11-09T13:54:13","slug":"descoberta-sugere-que-rosto-de-luzia-era-diferente-do-que-se-pensava","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/descoberta-sugere-que-rosto-de-luzia-era-diferente-do-que-se-pensava\/","title":{"rendered":"Descoberta sugere que rosto de Luzia era diferente do que se pensava"},"content":{"rendered":"<p class=\"\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/luzia.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-95238\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/luzia-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/luzia-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/luzia.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Novos estudos referentes ao\u00a0\u00a0<a href=\"https:\/\/ultimosegundo.ig.com.br\/brasil\/2018-09-04\/cranio-encontrado-museu-nacional.html\" target=\"_blank\">cr\u00e2nio de Luzia<\/a>\u00a0desmontaram a teoria de que o povoamento das Am\u00e9ricas teria se dado por duas levas migrat\u00f3rias vindas do nordeste da \u00c1sia \u2013 com popula\u00e7\u00e3o de tra\u00e7os africanos e australianos \u2013 e outra de amer\u00edndios semelhantes aos ind\u00edgenas atuais.<\/p>\n<div id=\"ad_intext\" data-google-query-id=\"CPiG3YS6x94CFQ9swQodPfIAzA\"><\/div>\n<p>Segundo o trabalho, uma an\u00e1lise do\u00a0<strong>cr\u00e2nio de Luzia<\/strong>\u00a0a partir de DNA f\u00f3ssil, com amostras dos mais antigos esqueletos encontrados no continente, confirmou a exist\u00eancia de um \u00fanico grupo populacional ancestral de todas as etnias da Am\u00e9rica.<\/p>\n<div class=\"teads-inread\"><\/div>\n<p>Com isso, o rosto com tra\u00e7os marcadamente africanos de Luzia \u2013 como foi batizado o cr\u00e2nio da jovem paleoamericana descoberto na d\u00e9cada de 1970 \u2013 foi redesenhado. O estudo foi feito por 72 pesquisadores de oito pa\u00edses, pertencentes a institui\u00e7\u00f5es como a Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), Harvard University, nos Estados Unidos, e Instituto Max Planck, na Alemanha.<\/p>\n<p>Os dados arqueogen\u00e9ticos \u2013 que mesclam conhecimentos de arqueologia e gen\u00e9tica \u2013 mostram que todas as popula\u00e7\u00f5es da Am\u00e9rica descendem de uma \u00fanica popula\u00e7\u00e3o que chegou ao Novo Mundo pelo estreito de Bering h\u00e1 cerca de 20 mil anos.<\/p>\n<div id=\"ad_mrec_intext\" class=\"publicidade advertising-box\" data-google-query-id=\"CP-G3YS6x94CFQ9swQodPfIAzA\"><\/div>\n<p>Pelo\u00a0<strong>DNA<\/strong>\u00a0, \u00e9 poss\u00edvel confirmar a afinidade dessa corrente migrat\u00f3ria com os povos da Sib\u00e9ria e do norte da China. Os resultados da pesquisa foram publicados nesta quinta-feira (8) da revista cient\u00edfica\u00a0Cell.<\/p>\n<h3>Reconstru\u00e7\u00e3o facial do cr\u00e2nio de Luzia<\/h3>\n<figure class=\"foto-legenda gd12\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/statig1.akamaized.net\/bancodeimagens\/bx\/b3\/cf\/bxb3cf8x7e8fdlprf477o3imf.jpg\" alt=\"Primeira reconstru\u00e7\u00e3o do cr\u00e2nio de Luzia foi feita na d\u00e9cada de 1990 pelo especialista brit\u00e2nico Richard Neave\" width=\"639\" height=\"400\" \/><figcaption class=\"undefined\"><cite>Reprodu\u00e7\u00e3o\/TV Globo<\/cite><\/p>\n<div class=\"undefined\">Primeira reconstru\u00e7\u00e3o do cr\u00e2nio de Luzia foi feita na d\u00e9cada de 1990 pelo especialista brit\u00e2nico Richard Neave<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<p class=\"\">A primeira reconstru\u00e7\u00e3o facial de Luzia, uma mulher que viveu em\u00a0<strong>Lagoa Santa<\/strong>\u00a0(MG) h\u00e1 12.500 anos, foi feita na d\u00e9cada de 1990 pelo especialista brit\u00e2nico Richard Neave.<\/p>\n<p class=\"\">As formas tiveram como base a teoria do professor Walter Neves, da USP, segundo o qual o povo de Luzia, que se refere ao conjunto f\u00f3ssil encontrado em Minas Gerais no s\u00e9culo 19, teria chegado \u00e0 Am\u00e9rica antes dos ancestrais dos povos ind\u00edgenas atuais.<\/p>\n<p>A primeira leva, portanto, teria caracter\u00edsticas africanas ou dos abor\u00edgenes australianos. A teoria usava como base de compara\u00e7\u00e3o a morfologia craniana que indicava que esse povo era muito diferente dos nativos atuais.<\/p>\n<p>O arque\u00f3logo Andr\u00e9 Menezes Strauss, do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP, que coordenou a parte brasileira do estudo, explica que a contribui\u00e7\u00e3o de Neves permitiu saber que havia diferen\u00e7as entre os habitantes ancestrais e os ind\u00edgenas recentes, mas os estudos gen\u00e9ticos \u2013 com as tecnologias atuais \u2013 desmontam a tese dele de que essa diferen\u00e7a se deu no processo migrat\u00f3rio entre continentes.<\/p>\n<p>\u201cEssa conex\u00e3o com essa popula\u00e7\u00e3o anterior da \u00c1frica n\u00e3o existiu. A diferen\u00e7a entre Lagoa Santa e os nativos atuais tem origem dentro da pr\u00f3pria Am\u00e9rica\u201d, disse.<\/p>\n<p>O novo rosto de Luzia foi feito por Caroline Wilkinson, da Liverpool John Moores University, na Inglaterra, especialista em reconstru\u00e7\u00e3o forense e disc\u00edpula de Neave. Os descendentes da corrente migrat\u00f3ria ancestral que chegou pela Am\u00e9rica do Norte se diversificaram em duas linhagens h\u00e1 cerca de 16 mil anos.<\/p>\n<p>Os integrantes de uma das linhagens cruzaram o istmo (pequena por\u00e7\u00e3o de terra) do Panam\u00e1 e povoaram a Am\u00e9rica do Sul em tr\u00eas levas consecutivas e distintas.<\/p>\n<p>A primeira leva ocorreu entre 15 mil e 11 mil anos atr\u00e1s, e a segunda se deu h\u00e1, no m\u00e1ximo, 9 mil anos. O estudo aponta a presen\u00e7a de DNA f\u00f3ssil das duas migra\u00e7\u00f5es em todo o continente sul-americano. A terceira leva \u00e9 mais recente \u2013 cerca de 4,2 mil anos \u2013 e se fixou de forma concentrada nos Andes centrais.<\/p>\n<p>Os dados gen\u00e9ticos mostram que o povo de Luzia tem forte conex\u00e3o com a cultura Cl\u00f3vis, uma linhagem de humanos que fez o trajeto norte-sul h\u00e1 cerca de 16 mil anos.<\/p>\n<p>N\u00e3o se sabia at\u00e9 ent\u00e3o que esse grupo havia migrado para o sul. Essa popula\u00e7\u00e3o, no entanto, n\u00e3o perdurou por muito tempo.<\/p>\n<p class=\" \">\u201cA partir de cerca de 9 mil anos atr\u00e1s ela desaparece, sendo substitu\u00edda pelos ancestrais diretos dos grupos ind\u00edgenas que habitavam o Brasil durante o per\u00edodo colonial\u201d, indica o estudo. N\u00e3o s\u00e3o conhecidos os motivos que levaram ao desaparecimento dos grupos Cl\u00f3vis.<\/p>\n<h3>T\u00e9cnica de arqueogen\u00e9tica<\/h3>\n<figure class=\"foto-legenda gd12\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/statig1.akamaized.net\/bancodeimagens\/0h\/yr\/x5\/0hyrx5z931trl27n9pfupt41s.jpg\" alt=\"Cr\u00e2nio de Luzia \u00e9 um dos mais antigos antigos f\u00f3sseis j\u00e1 encontrados no continente americano\" width=\"639\" height=\"400\" \/><figcaption class=\"undefined\"><cite>Divulga\u00e7\u00e3o<\/cite><\/p>\n<div class=\"undefined\">Cr\u00e2nio de Luzia \u00e9 um dos mais antigos antigos f\u00f3sseis j\u00e1 encontrados no continente americano<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<p class=\" \">Strauss explica que a nova t\u00e9cnica de\u00a0<strong>arqueogen\u00e9tica<\/strong>\u00a0traz informa\u00e7\u00f5es que at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o eram acess\u00edveis aos arque\u00f3logos.<\/p>\n<p>\u201cEla abre um mundo de possibilidades anal\u00edticas, n\u00e3o s\u00f3 de rela\u00e7\u00f5es de ancestralidade, miscigena\u00e7\u00e3o, determina\u00e7\u00e3o de sexo, estabelecer rela\u00e7\u00f5es de parentesco, investigar o fen\u00f3tipo, investigar doen\u00e7as, investigar o metagenoma, \u00e9 uma infinidade de tipos de estudo e informa\u00e7\u00f5es que a gente passa a poder tirar\u201d, apontou.<\/p>\n<p>Ele explica que esses avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos se deram aproximadamente nos \u00faltimos dez anos, especialmente pela atua\u00e7\u00e3o do Instituto Max Planck, e est\u00e3o revolucionando os estudos arqueol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>No caso dos f\u00f3sseis de Lagoa Santa, uma das dificuldades foi a extra\u00e7\u00e3o do DNA, tendo em vista o clima tropical que deteriora mais rapidamente o material gen\u00e9tico.<\/p>\n<p>\u201cEm 2012, come\u00e7amos as primeiras tentativas, ainda um pouco t\u00edmidas. No come\u00e7o n\u00e3o estava dando certo, ent\u00e3o levou pelo menos dois anos para a gente aprender como era um protocolo de extra\u00e7\u00e3o de DNA que funcionasse para Lagoa Santa\u201d, relatou.<\/p>\n<p>O instituto alem\u00e3o, no entanto, j\u00e1 tinha conseguido extrair DNA neandertal em 2010. Dos 49 indiv\u00edduos pesquisados, sete esqueletos com idade entre 10,1 mil e 9,1 mil anos s\u00e3o provenientes de Lapa do Santo, abrigo rochoso em Lagoa Santa.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do Brasil, foram utilizados f\u00f3sseis da Argentina, Belize, Chile e Peru, totalizando 15 s\u00edtios arqueol\u00f3gicos. Strauss destaca que os pr\u00f3ximos passos da pesquisa envolvem o aumento da amostragem de DNA para entender com mais detalhes o processo de ocupa\u00e7\u00e3o da Am\u00e9rica.<\/p>\n<p>\u201cEncontrar outras popula\u00e7\u00f5es, outros s\u00edtios arqueol\u00f3gicos e esqueletos, que a gente possa extrair o material gen\u00e9tico para entender quando exatamente que essa popula\u00e7\u00e3o chega, qual a rela\u00e7\u00e3o deles com outras popula\u00e7\u00f5es\u201d, explicou.<\/p>\n<p>Um laborat\u00f3rio de arqueogen\u00e9tica deve ser montado no Brasil, na USP, em 2019. \u201cA gente espera virar um centro que atraia os colegas latino-americanos para realizar as an\u00e1lises aqui, sempre em colabora\u00e7\u00e3o com os colegas da Europa e dos Estados Unidos\u201d, disse o arque\u00f3logo.<\/p>\n<h3>Fragmentos do cr\u00e2nio de Luzia<\/h3>\n<figure class=\"foto-legenda gd12\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/statig2.akamaized.net\/bancodeimagens\/8w\/j4\/7f\/8wj47f1ed37zy2dg4qnoaqz15.jpg\" alt=\"Cr\u00e2nio de Luzia estava exposto no museu carioca ao lado do busto com suas fei\u00e7\u00f5es feito por Neave\" width=\"639\" height=\"400\" \/><figcaption class=\"undefined\"><cite>Reprodu\u00e7\u00e3o\/Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/cite><\/p>\n<div class=\"undefined\">Cr\u00e2nio de Luzia estava exposto no museu carioca ao lado do busto com suas fei\u00e7\u00f5es feito por Neave<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<p class=\"\">Quase uma centena de cr\u00e2nios escavados por Neves e Strauss nos \u00faltimos 15 anos se encontram atualmente na USP. Muitas das campanhas de escava\u00e7\u00e3o tiveram financiamento da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo (Fapesp). Outros f\u00f3sseis est\u00e3o guardados na Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Minas Gerais.<\/p>\n<p>No entanto, de acordo com a funda\u00e7\u00e3o, a grande maioria desse acervo arqueol\u00f3gico estava depositada no Museu Nacional, no\u00a0<strong>Rio de Janeiro<\/strong>\u00a0, o qual foi consumido por um inc\u00eandio no dia 2 de setembro deste ano.<\/p>\n<p>O f\u00f3ssil de Luzia estava exposto no museu carioca ao lado do busto com suas fei\u00e7\u00f5es feito por Neave. A representa\u00e7\u00e3o do rosto original perdeu-se no fogo, mas h\u00e1 c\u00f3pias. Felizmente, fragmentos do cr\u00e2nio\u00a0<a href=\"https:\/\/ultimosegundo.ig.com.br\/brasil\/2018-10-19\/cranio-luzia-museu-nacional.html\" target=\"_blank\">foram encontrados nos escombros<\/a>\u00a0.<\/p>\n<p>Trata-se de um dos mais antigos f\u00f3sseis j\u00e1 encontrados no continente americano. \u201c\u00c9 natural que se estenda o que foi observado para os 12 esqueletos analisados agora, o que \u00e9 bastante. Praticamente todos eles apontam na mesma dire\u00e7\u00e3o, a gente assume que a Luzia tamb\u00e9m seja. Claro, n\u00e3o tem como ter certeza sem analisar o f\u00f3ssil\u201d, explicou Strauss.<\/p>\n<p>Ele informou que deve ser extra\u00eddo DNA dos fragmentos do\u00a0<strong>cr\u00e2nio de Luzia<\/strong>\u00a0, recuperados do inc\u00eandio, a partir da libera\u00e7\u00e3o do material pela curadoria do Museu Nacional. \u201cO material foi exposto a temperaturas alt\u00edssimas e se tem uma coisa que o DNA n\u00e3o gosta \u00e9 de calor, porque ele fragmenta o material. Temos que manter as expectativas em n\u00edveis comedidos\u201d, finalizou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Novos estudos referentes ao\u00a0\u00a0cr\u00e2nio de Luzia\u00a0desmontaram a teoria de que o povoamento das Am\u00e9ricas teria<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":95238,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/luzia.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/luzia-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/luzia-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/luzia.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/luzia.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/luzia.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/luzia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/luzia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/luzia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/luzia.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Novos estudos referentes ao\u00a0\u00a0cr\u00e2nio de Luzia\u00a0desmontaram a teoria de que o povoamento das Am\u00e9ricas teria","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95237"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=95237"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95237\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/95238"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=95237"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=95237"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=95237"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}