{"id":94565,"date":"2018-10-27T14:00:41","date_gmt":"2018-10-27T17:00:41","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=94565"},"modified":"2018-10-27T12:19:49","modified_gmt":"2018-10-27T15:19:49","slug":"salmonella-tem-resistencia-a-diferentes-classes-de-antibioticos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/salmonella-tem-resistencia-a-diferentes-classes-de-antibioticos\/","title":{"rendered":"Salmonella tem resist\u00eancia a diferentes classes de antibi\u00f3ticos"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/salmonela.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-94566\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/salmonela-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/salmonela-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/salmonela.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Entre 2000 e 2015, foram registrados pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade em todo o Brasil 11.524 surtos de doen\u00e7as transmitidas por alimentos, contabilizando 219.909 doentes e 167 \u00f3bitos. O principal agente causador dos surtos de infec\u00e7\u00f5es alimentares, diarreia e gastroenterites s\u00e3o as bact\u00e9rias, sendo as mais frequentes aquelas do g\u00eanero\u00a0<em>Salmonella,<\/em>\u00a0com 31,7 mil casos diagnosticados (14,4% do total), seguidas por\u00a0<em>Staphylococcus aureus\u00a0<\/em>(7,4%) e\u00a0<em>Escherichia coli\u00a0<\/em>(6,1%).<\/p>\n<p>Outro levantamento, feito pelo Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Social, d\u00e1 conta de que 42,5% dos surtos alimentares confirmados laboratorialmente no Brasil de 1999 a 2009 tiveram como agente etiol\u00f3gico bact\u00e9rias do g\u00eanero\u00a0<em>Salmonella<\/em>.<\/p>\n<p>Na Faculdade de Ci\u00eancias Farmac\u00eauticas de Ribeir\u00e3o Preto (FCFRP) da Universidade de S\u00e3o Paulo, um grupo liderado pela professora\u00a0<strong><a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/8603\" target=\"_blank\">Juliana Pfrimer Falc\u00e3o<\/a><\/strong>\u00a0se dedica \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o gen\u00f4mica das principais bact\u00e9rias envolvidas nas doen\u00e7as diarreicas agudas. Em trabalho publicado na revista\u00a0<i><strong><a href=\"http:\/\/journals.plos.org\/plosone\/article?id=10.1371\/journal.pone.0201882\" target=\"_blank\">PLOS ONE<\/a><\/strong><\/i>, as biom\u00e9dicas\u00a0<strong><a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/697682\" target=\"_blank\">Amanda Aparecida Seribelli<\/a>\u00a0<\/strong>e\u00a0<strong>Fernanda Almeida<\/strong>,\u00a0do grupo de Falc\u00e3o, sequenciaram e investigaram o genoma de 90 amostras (ou cepas) de uma sorovariedade espec\u00edfica da\u00a0<em>Salmonella enterica<\/em>\u00a0chamada\u00a0<em>Salmonella\u00a0<\/em>Typhimurium (abrevia\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>Salmonella enterica\u00a0<\/em>subesp\u00e9cie 1 serotipo Typhimurium).<\/p>\n<p>As 90 amostras foram isoladas entre 1983 e 2013 no Instituto Adolfo Lutz de Ribeir\u00e3o Preto e na Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz) do Rio de Janeiro. Elas fornecem um retrato da epidemiologia de salmonelose no Brasil nos \u00faltimos 30 anos, pois s\u00e3o provenientes de todas as regi\u00f5es do pa\u00eds, tendo sido coletadas em pacientes acometidos por infec\u00e7\u00f5es alimentares, ou ent\u00e3o em alimentos contaminados, como carne avi\u00e1ria e carne su\u00edna, incluindo embutidos, ou ent\u00e3o vegetais como alface, entre outros.<\/p>\n<p>\u201cDe humanos, recebemos amostras de sangue, de abscesso cerebral e fezes diarreicas&#8221;, disse Seribelli \u00e0\u00a0<strong>Ag\u00eancia FAPESP<\/strong>.<\/p>\n<p>Ao testar a a\u00e7\u00e3o dos antibi\u00f3ticos em cada uma das 90 cepas, descobriu-se que a grande maioria delas se mostrou resistente a diferentes classes de antibi\u00f3ticos que fazem parte do arsenal da medicina. O estudo tamb\u00e9m resultou na identifica\u00e7\u00e3o de 39 genes respons\u00e1veis pela resist\u00eancia aos antibi\u00f3ticos.<\/p>\n<p>Participam do trabalho pesquisadores da Fiocruz, da Faculdade de Ci\u00eancias Agr\u00e1rias e Veterin\u00e1rias da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e do Instituto Adolfo Lutz. O sequenciamento das 90 cepas de\u00a0<em>Salmonella<\/em>\u00a0Typhimurium foi realizado no Food and Drug Administration (FDA), a ag\u00eancia federal norte-americana respons\u00e1vel pela fiscaliza\u00e7\u00e3o da qualidade de alimentos e medicamentos, durante o doutorado sandu\u00edche de Fernanda Almeida.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise comparativa do genoma, do transcriptoma e da caracteriza\u00e7\u00e3o fenot\u00edpica de linhagens de\u00a0<em>Salmonella\u00a0<\/em>Typhimurium isoladas de humanos e alimentos no Brasil teve\u00a0<b><a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/56276\" target=\"_blank\">apoio da FAPESP<\/a><\/b>, do FDA e da Capes.<br \/>\n<strong><br \/>\nSalmonelose<\/p>\n<p><\/strong><em>Salmonella<\/em>\u00a0\u00e9 um g\u00eanero extremamente heterog\u00eaneo, composto por duas esp\u00e9cies:\u00a0<em>Salmonella bongori<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Salmonella enterica<\/em>. Esta \u00faltima \u00e9 a maior respons\u00e1vel pelos casos de infec\u00e7\u00e3o alimentar no Brasil e no mundo. O trato intestinal do homem e dos animais \u00e9 o principal reservat\u00f3rio natural deste pat\u00f3geno, sendo os alimentos de origem avi\u00e1ria e su\u00edna importantes vias de transmiss\u00e3o.<\/p>\n<p>Existem seis subesp\u00e9cies da bact\u00e9ria\u00a0<em>Salmonella enterica<\/em>, que s\u00e3o por sua vez subdivididas em outras 2,6 mil sorovariedades. Sorovariedades s\u00e3o variantes dentro de uma mesma esp\u00e9cie, que \u00e9 a caracteriza\u00e7\u00e3o de um microrganismo pela identifica\u00e7\u00e3o de seus ant\u00edgenos.<\/p>\n<p>Entre as subesp\u00e9cies de\u00a0<em>Salmonella enterica<\/em>, a mais importante do ponto de vista epidemiol\u00f3gico \u00e9\u00a0<em>S. enterica\u00a0<\/em>subesp\u00e9cie\u00a0<em>enterica<\/em>, causadora da infec\u00e7\u00e3o alimentar chamada salmonelose. Os sintomas s\u00e3o diarreia, febre, c\u00f3licas abdominais e v\u00f4mitos.<\/p>\n<p><em>S. enterica\u00a0<\/em>subesp\u00e9cie\u00a0<em>enterica<\/em>\u00a0\u00e9 a principal respons\u00e1vel pelos 31,7 mil casos de salmonelose identificados no Brasil entre 2000 e 2015. Entre suas diversas sorovariedades, as mais frequentemente isoladas s\u00e3o\u00a0<em>S.\u00a0<\/em>Typhimurium<em>\u00a0<\/em>e\u00a0<em>S.\u00a0<\/em>Enteritidis.<\/p>\n<p><em>S.\u00a0<\/em>Enteritidis \u00e9 uma das principais sorovariedades causadoras de salmonelose e se disseminou a partir de uma pandemia iniciada na Europa nos anos 1990. J\u00e1\u00a0<em>S.\u00a0<\/em>Typhimurium<em>\u00a0<\/em>era a sorovariedade que prevalecia antes da pandemia, mas que nem por isso deixou de continuar causando infec\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Almeida conta que todas as 90 amostras analisadas no estudo pertencem \u00e0s bact\u00e9rias da sorovariedade\u00a0<em>S.<\/em>\u00a0Typhimurium. No mesmo laborat\u00f3rio de An\u00e1lises Cl\u00ednicas, Toxicol\u00f3gicas e Bromatol\u00f3gicas da FCFRP, outro pesquisador faz no momento o sequenciamento e an\u00e1lise de amostras da sorovariedade\u00a0<em>S.<\/em>\u00a0Enteritidis.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sorovariedade\u00a0<em>S.<\/em>\u00a0Typhimurium, coube a Almeida levar as 90 amostras aos Estados Unidos, em 2015. \u201cL\u00e1, elas tiveram o genoma sequenciado no Centro de Seguran\u00e7a Alimentar e Nutri\u00e7\u00e3o Aplicada do FDA, em Maryland, sob a supervis\u00e3o do pesquisador Marc W. Allard\u201d, disse.<\/p>\n<p>O genoma de\u00a0<em>S.\u00a0<\/em>Typhimurium<em>\u00a0<\/em>possui 4,7 milh\u00f5es de pares de base. Fazendo as contas, percebe-se que o trabalho gerou uma montanha de dados. Mais especificamente 423 milh\u00f5es de bases, correspondentes \u00e0 soma dos 90 genomas.<\/p>\n<p>De volta a Ribeir\u00e3o Preto, Almeida dividiu com Seribelli a tarefa de destrinchar e comparar os genomas das diversas cepas, com vistas a entender sua diversidade e a rela\u00e7\u00e3o evolutiva que existe entre as diferentes cepas.<\/p>\n<p>Segundo Almeida, a t\u00e9cnica utilizada foi a genotipagem com SNPs (pronuncia-se \u201csnips\u201d, sigla em ingl\u00eas para \u201cpolimorfismos de nucleot\u00eddeo \u00fanico\u201d). Trata-se de um processo para identificar a composi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica (gen\u00f3tipo) de cada cepa, examinando sua sequ\u00eancia de DNA. Os SNPs s\u00e3o um dos tipos mais comuns de marcadores de varia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica. Os resultados filogen\u00e9ticos separaram as 90 cepas de\u00a0<em>S.<\/em>\u00a0Typhimurium<em>\u00a0<\/em>em dois grandes grupos, A e B.<\/p>\n<p>\u201cO grupo das amostras coletadas em alimentos difere daquele grupo de amostras coletadas em pacientes humanos. Isolados alimentares foram distribu\u00eddos nos grupos A e B em relativamente n\u00fameros similares, sugerindo que h\u00e1 mais de um subtipo em circula\u00e7\u00e3o no Brasil. Isolados de humanos, foram mais prevalentes no grupo B, o que sugere a exist\u00eancia de um subtipo provavelmente mais adaptado entre as cepas isoladas de humanos no pa\u00eds\u201d, disse Seribelli.<\/p>\n<p>Outra parte importante da pesquisa visou aferir o grau de resist\u00eancia aos antibi\u00f3ticos de cada uma das 90 cepas. De acordo com o trabalho, 65 (72,2%) das 90 cepas de\u00a0<em>S.<\/em>\u00a0Typhimurium se mostraram resistentes aos antibi\u00f3ticos da classe das sulfonamidas, 44 (48,9%) cepas eram resistentes \u00e0 estreptomicina, 27 (30%) \u00e0 tetraciclina, 21 (23,3%) \u00e0 gentamicina e sete (7,8%) eram resistentes \u00e0s cefalosporinas.<\/p>\n<p><strong>Origem da resist\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>O trabalho com SNPs identificou um total de 39 genes de resist\u00eancia a diferentes classes, como aminoglicos\u00eddeos, tetraciclinas, sulfonamidas, trimetoprim, beta-lact\u00e2micos, fluoroquinolonas, fenicol e macrol\u00eddeos. Tamb\u00e9m se constatou a ocorr\u00eancia de muta\u00e7\u00f5es pontuais em alguns dos genes, como\u00a0<em>gyrA<\/em>,\u00a0<em>gyrB<\/em>,\u00a0<em>parC<\/em>\u00a0e\u00a0<em>parE<\/em>.<\/p>\n<p>&#8220;Chama a aten\u00e7\u00e3o a resist\u00eancia de\u00a0<em>S.<\/em>\u00a0Typhimurium a antibi\u00f3ticos que podem ser utilizados no tratamento da doen\u00e7a. S\u00e3o drogas que est\u00e3o \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o dos m\u00e9dicos para o combate a infec\u00e7\u00f5es que apresentam resist\u00eancia. S\u00e3o a segunda linha de defesa, quando os microrganismos n\u00e3o s\u00e3o mortos pelo sistema imunol\u00f3gico do paciente, uma vez que normalmente a salmonelose \u00e9 uma doen\u00e7a autolimitada e que n\u00e3o precisa do uso de antibi\u00f3ticos. O maior problema \u00e9 quando isso falha e a bact\u00e9ria torna-se invasiva\u201d, disse Seribelli.<\/p>\n<p>Outro ponto que chamou a aten\u00e7\u00e3o dos cientistas foram os diferentes graus de resist\u00eancia das cepas, quando distribu\u00eddas ao longo dos 30 anos de coletas.<\/p>\n<p>&#8220;As amostras de\u00a0<em>S.<\/em>\u00a0Typhimurium coletadas em meados de 1990 tinham maior resist\u00eancia aos antibi\u00f3ticos do que aquelas que passaram a circular entre a popula\u00e7\u00e3o ap\u00f3s esse per\u00edodo. A poss\u00edvel explica\u00e7\u00e3o para isso est\u00e1 na emerg\u00eancia, no in\u00edcio dos anos 90, da sorovariedade\u00a0<em>S.<\/em>\u00a0Enteritidis, que se tornou desde ent\u00e3o um dos principais agentes nos casos de salmonelose\u201d, disse Seribelli.<\/p>\n<p>A sorovariedade\u00a0<em>S.<\/em>\u00a0Enteritidis \u00e9 conhecida desde os anos 1950, por\u00e9m respondia por uma quantidade menor de casos no conjunto da epidemiologia de\u00a0<em>Salmonella<\/em>. Isso mudou radicalmente a partir da mencionada pandemia de\u00a0<em>S.<\/em>\u00a0Enteritidis na Europa na virada dos anos 1980 para os anos 1990, que se espalhou pelo mundo.<\/p>\n<p>&#8220;Desde ent\u00e3o,\u00a0<em>S.<\/em>\u00a0Enteritidis \u00e9 uma das sorovariedades mais prevalentes no Brasil e no mundo. Portanto, \u00e9 uma sorovariedade que tamb\u00e9m pode ser combatida com o uso de antibi\u00f3ticos caso seja necess\u00e1rio\u201d, disse Seribelli.<\/p>\n<p>Almeida explica que\u00a0<em>S.<\/em>\u00a0Typhimurium ainda permanece sendo uma das principais sorovariedades isoladas de humanos, animais e alimentos no Brasil e no mundo.<\/p>\n<p>A partir da pandemia de\u00a0<em>S.<\/em>\u00a0Enteritidis em meados de 1990 o n\u00famero de cepas resistentes aparentemente diminuiu em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s cepas de antes dos anos 90, por\u00e9m n\u00e3o sabemos se a virul\u00eancia dessas cepas aumentou para que elas se adaptassem nesse novo nicho.<\/p>\n<p>\u201cO principal resultado do trabalho foi descobrir a grande quantidade de genes de resist\u00eancia a antimicrobianos encontrados nas amostras, considerando que s\u00e3o amostras isoladas de humanos e alimentos. Constata-se que existe hoje no Brasil um risco muito grande de contamina\u00e7\u00e3o a partir dos alimentos com linhagens de\u00a0<em>Salmonella\u00a0<\/em>resistentes a antimicrobianos\u201d, disse Almeida \u00e0\u00a0<strong>Ag\u00eancia FAPESP<\/strong>.<\/p>\n<p>O artigo\u00a0<em>Phylogenetic and antimicrobial resistance gene analysis of Salmonella Typhimurium strains isolated in Brazil by whole genome sequencing\u00a0<\/em>(doi: https:\/\/doi.org\/10.1371\/journal.pone.0201882) de Fernanda Almeida, Amanda Aparecida Seribelli, Marta In\u00eas Cazentini Medeiros, D\u00e1lia dos Prazeres Rodrigues, Alessandro de Mello Varani, Yan Luo, Marc W. Allard e Juliana Pfrimer Falc\u00e3o, pode ser lido em\u00a0<a href=\"http:\/\/journals.plos.org\/plosone\/article?id=10.1371\/journal.pone.0201882\" target=\"_blank\"><b>http:\/\/journals.plos.org\/plosone\/article?id=10.1371\/journal.pone.0201882<\/b><\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre 2000 e 2015, foram registrados pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade em todo o Brasil 11.524<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":94566,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/salmonela.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/salmonela-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/salmonela-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/salmonela.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/salmonela.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/salmonela.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/salmonela.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/salmonela.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/salmonela.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/salmonela.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Entre 2000 e 2015, foram registrados pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade em todo o Brasil 11.524","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/94565"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=94565"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/94565\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/94566"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=94565"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=94565"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=94565"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}