{"id":94299,"date":"2018-10-23T09:28:14","date_gmt":"2018-10-23T12:28:14","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=94299"},"modified":"2018-10-23T09:28:14","modified_gmt":"2018-10-23T12:28:14","slug":"estudo-mostra-que-podemos-estar-contaminados-por-microplasticos-assim-como-os-oceanos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/estudo-mostra-que-podemos-estar-contaminados-por-microplasticos-assim-como-os-oceanos\/","title":{"rendered":"Estudo mostra que podemos estar &#8216;contaminados&#8217; por micropl\u00e1sticos, assim como os oceanos"},"content":{"rendered":"<p class=\"story-body__introduction\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/lixo_marinho.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-94300\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/lixo_marinho-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/lixo_marinho-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/lixo_marinho.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Voc\u00ea j\u00e1 deve ter ouvido falar em micropl\u00e1sticos, estes pequenos vil\u00f5es do meio ambiente. S\u00e3o res\u00edduos degradados de diversos tipos de pl\u00e1sticos, com menos de 5 mil\u00edmetros de comprimento.<\/p>\n<p>Origin\u00e1rias de fontes diversas como roupas sint\u00e9ticas, pneus, tintas e escovas de dente, essas part\u00edculas est\u00e3o se amontoando nos oceanos.<\/p>\n<p>Um estudo in\u00e9dito apresentado nesta ter\u00e7a-feira mostra o que muito se temia: at\u00e9 n\u00f3s, seres humanos, podemos estar cheios desses min\u00fasculos peda\u00e7os de pl\u00e1stico em nosso organismo.<\/p>\n<p>O estudo, liderado pelo m\u00e9dico Philipp Schwabl, pesquisador da Divis\u00e3o de Gastroenterologia e Hepatologia da Universidade de Medicina de Viena, na \u00c1ustria, foi divulgado no evento UEG Week Vienna &#8211; uma semana de col\u00f3quios m\u00e9dicos cient\u00edficos da Uni\u00e3o Europeia de Gastroenterologia. A pesquisa foi realizada em parceria com a Ag\u00eancia Ambiental da \u00c1ustria.<\/p>\n<p>&#8220;Este \u00e9 o primeiro estudo desse tipo e confirma o que h\u00e1 muito suspeitamos: que o pl\u00e1stico chega ao intestino humano&#8221;, afirmou, em comunicado \u00e0 imprensa, o m\u00e9dico Schwabl.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/9B93\/production\/_103972893_a4effcdc-c165-41ad-b1ca-30be9ceb130e.png\" alt=\"Amostras dos exames de fezes dos participantes do estudo sobre a presen\u00e7a de micropl\u00e1sticos em humanos\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">MEDICAL UNIVERSITY OF VIENNA\/DIVULGA\u00c7\u00c3O<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">An\u00e1lises realizadas em amostras de fezes humanas apontaram a presen\u00e7a de micropl\u00e1sticos de at\u00e9 nove tipos diferentes<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div id=\"comp-pattern-library\" class=\"distinct-component-group container-parrot\">\n<aside class=\"parrot\">O estudo foi realizado com base em coletas de fezes de oito pessoas de oito pa\u00edses diferentes. Em todas as amostras foram identificados micropl\u00e1sticos &#8211; de at\u00e9 nove tipos diferentes -, part\u00edculas de polipropileno (PP) e polietileno tereftalato (PET), entre outros. Os participantes s\u00e3o habitantes de Finl\u00e2ndia, It\u00e1lia, Jap\u00e3o, Holanda, Pol\u00f4nia, R\u00fassia, Reino Unido e \u00c1ustria.<\/aside>\n<\/div>\n<p>Conforme ressaltam os pesquisadores, a presen\u00e7a de micropl\u00e1sticos no organismo humano pode afetar a sa\u00fade. Acumulados no trato gastrointestinal, esses materiais t\u00eam a possibilidade de interferir na resposta imunol\u00f3gica do intestino &#8211; al\u00e9m, \u00e9 claro, do risco proporcional pela absor\u00e7\u00e3o de produtos qu\u00edmicos t\u00f3xicos e pat\u00f3genos pelo nosso corpo.<\/p>\n<p>Em nota \u00e0 BBC News Brasil, o m\u00e9dico ressaltou que, atualmente, &#8220;n\u00e3o existem estudos que respondam sobre os riscos&#8221; de tais materiais ao organismo. &#8220;De fato, \u00e9 uma quest\u00e3o muito importante, e estamos planejando pesquisas adicionais para elucidar os efeitos dos micropl\u00e1sticos na sa\u00fade humana&#8221;, diz Schwabl.<\/p>\n<p>&#8220;No entanto, existem estudos com animais que mostram que part\u00edculas de micropl\u00e1stico s\u00e3o capazes de entrar na corrente sangu\u00ednea, no sistema linf\u00e1tico e de atingir at\u00e9 o f\u00edgado. Al\u00e9m disso, estudos com animais tamb\u00e9m demonstraram que os micropl\u00e1sticos podem causar danos intestinais, altera\u00e7\u00e3o nas vilosidades intestinais, distor\u00e7\u00e3o da absor\u00e7\u00e3o de ferro e estresse hep\u00e1tico.&#8221;<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/FB97\/production\/_103970446_gettyimages-942306650.jpg\" alt=\"Imagem mostra mulher pondo um pacote de salm\u00e3o em um carrinho de supermercado\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Participantes do estudo ingeriram alimentos como peixes, que estavam embalados com pl\u00e1stico<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">M\u00e9todo<\/h2>\n<p>Dos oitos participantes, tr\u00eas eram mulheres e cinco homens. Dois deles eram usu\u00e1rios di\u00e1rios de gomas de mascar. Seis ingeriram peixes ou frutos do mar durante o per\u00edodo de observa\u00e7\u00e3o. Todos tiveram contato com alimentos embalados com pl\u00e1sticos. Na m\u00e9dia, eles tomaram 750 ml de \u00e1gua por dia de garrafas pl\u00e1sticas. Nenhum dos oito participantes era vegetariano.<\/p>\n<p>Todos os participantes eram adultos saud\u00e1veis, sem nenhuma dieta m\u00e9dica. Eles tamb\u00e9m n\u00e3o podiam ter tomado antibi\u00f3ticos nas \u00faltimas duas semanas, nem feito nenhum tratamento odontol\u00f3gico no mesmo per\u00edodo.<\/p>\n<p>Cada participante do estudo ficou incumbido de manter um di\u00e1rio alimentar na semana anterior \u00e0 coleta das fezes. As informa\u00e7\u00f5es deste di\u00e1rio revelam que todos eles estiveram expostos a pl\u00e1sticos consumindo alimentos embrulhados e tomando \u00e1gua de garrafas.<\/p>\n<p>No di\u00e1rio, eles tamb\u00e9m precisaram identificar a marca do creme dental e de todos os cosm\u00e9ticos utilizados. Informa\u00e7\u00f5es sobre quantidade e marca de gomas de mascar e bebidas alco\u00f3licas tamb\u00e9m foram solicitadas.<\/p>\n<p>Os exames de fezes foram realizados em um laborat\u00f3rio austr\u00edaco, com tecnologia capaz de identificar dez tipos de pl\u00e1sticos &#8211; nove foram encontrados, sendo PP (material geralmente encontrado em tampinhas de garrafa) e PET (das garrafas pl\u00e1sticas) os mais comuns.<\/p>\n<p>Todas as amostras tinham contamina\u00e7\u00e3o &#8211; de 3 a 7 tipos de pl\u00e1stico. Dos dez tipos identific\u00e1veis pelo m\u00e9todo, apenas um, o PMMA (comum em para-brisas de carros) n\u00e3o apareceu em nenhuma amostra. Foram encontradas part\u00edculas de PP, PET, PU, PVC, PA, PC, POM, PE e PS.<\/p>\n<figure class=\"media-portrait has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/4D73\/production\/_103972891_72b88f55-ffdf-495d-9a0d-2bccb2d02853.png\" alt=\"Imagem mostra m\u00e3o segurando recipiente com amostra de micropl\u00e1sticos\" width=\"639\" height=\"694\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">MEDICAL UNIVERSITY OF VIENNA\/DIVULGA\u00c7\u00c3O<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">&#8216;Nossa principal preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9, especialmente, o que pode significar para pacientes com doen\u00e7as gastrointestinais&#8217;, diz m\u00e9dico que conduziu estudo<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Os resultados da pesquisa, segundo os autores, sinalizaria que pelo menos 50% da popula\u00e7\u00e3o mundial apresentaria micropl\u00e1sticos nas fezes.<\/p>\n<p>Em m\u00e9dia, foram encontrados 20 part\u00edculas de micropl\u00e1stico a cada 10 gramas de fezes. &#8220;Nossa principal preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 o que isso significa para o corpo humano e, especialmente, o que pode significar para pacientes com doen\u00e7as gastrointestinais&#8221;, comenta o m\u00e9dico.<\/p>\n<p>&#8220;Enquanto as maiores concentra\u00e7\u00f5es de pl\u00e1stico em estudos com animais foram encontradas no intestinos, menores part\u00edculas s\u00e3o capazes de entrar na corrente sangu\u00ednea, no sistema linf\u00e1tico e chegar ao f\u00edgado&#8221;, prossegue.<\/p>\n<p>&#8220;Estas s\u00e3o as primeiras evid\u00eancias de micropl\u00e1sticos em humanos. Precisamos avan\u00e7ar mais nas pesquisas para entender o que isso significa para a sa\u00fade humana.&#8221;<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Ind\u00fastria<\/h2>\n<p>Os pesquisadores ressaltam que os seres humanos est\u00e3o expostos a diferentes tipos de pl\u00e1sticos no dia a dia. E isto \u00e9 decorrente do uso cada vez mais recorrente desse material na ind\u00fastria, sobretudo a partir dos anos 1950. \u00c9 uma produ\u00e7\u00e3o que segue crescendo, anualmente.<\/p>\n<p>&#8220;Em n\u00edvel global, a produ\u00e7\u00e3o de pl\u00e1stico e a polui\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica se correlacionam fortemente. Portanto, \u00e9 prov\u00e1vel que a quantidade de contamina\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica possa aumentar ainda mais se a humanidade n\u00e3o mudar a situa\u00e7\u00e3o atual&#8221;, alerta o pesquisador.<\/p>\n<p>Calcula-se que entre 2% e 5% de todo o pl\u00e1stico produzido por ano acabe nos mares, por conta do descarte. Ali, esse material acaba se deteriorando em part\u00edculas cada vez menores &#8211; os tais micropl\u00e1sticos.<\/p>\n<p>Assim, s\u00e3o consumidos por animais marinhos, entrando na cadeia alimentar &#8211; um caminho que, em \u00faltima inst\u00e2ncia, traz o pl\u00e1stico para o organismo humano.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/151F\/production\/_103970450_gettyimages-154890047.jpg\" alt=\"Imagem mostra praia poluida com garrafa e outros materiais de pl\u00e1stico\" width=\"641\" height=\"361\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Calcula-se que at\u00e9 5% do pl\u00e1stico produzido por ano v\u00e1 parar nos oceanos<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Diversas pesquisas j\u00e1 detectaram quantidades significativas do material em atum, lagosta e camar\u00e3o.<\/p>\n<p>Outra maneira pela qual componentes pl\u00e1sticos chegam ao organismo humano seria porque, seja durante o processamento industrial, seja por conta da embalagem, alimentos tamb\u00e9m podem ser contaminados com pequenas part\u00edculas de pl\u00e1sticos.<\/p>\n<p>De acordo com Schwabl, a pequena amostra utilizada para o estudo n\u00e3o permite cravar quanto ou quais tipos de pl\u00e1stico tiveram origem nos peixes consumidos ou das embalagens dos demais alimentos. &#8220;A maioria dos participantes bebeu l\u00edquidos a partir de garrafas pl\u00e1sticas, mas tamb\u00e9m foi comum a ingest\u00e3o de peixes e frutos do mar&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>&#8220;Todos os participantes tinham part\u00edculas de PP e PET em suas amostras de fezes, que s\u00e3o os principais componentes de tampas de garrafas pl\u00e1sticas e de garrafas pl\u00e1sticas. Portanto, nenhuma conclus\u00e3o exata sobre a origem pode ser feita no momento.&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;Os pl\u00e1sticos s\u00e3o difundidos na vida cotidiana e os seres humanos s\u00e3o expostos aos pl\u00e1sticos de v\u00e1rias maneiras&#8221;, comenta o m\u00e9dico. &#8220;Pessoalmente, n\u00e3o esperava que cada amostra fosse testada como positiva. Precisamos, no entanto, estar conscientes do pequeno tamanho da amostra do nosso estudo.&#8221;<\/p>\n<p>Schwabl conta que o grupo est\u00e1 em fase de capta\u00e7\u00e3o de financiamentos para novas fases do estudo.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Sal de cozinha<\/h2>\n<p>No in\u00edcio deste m\u00eas, a revista Environmental Science and Technology trouxe uma pesquisa realizada por cientistas sul-coreanos em parceria com o Greenpeace que apontou a presen\u00e7a de micropl\u00e1sticos no sal de cozinha.<\/p>\n<p>Eles analisaram amostras de 39 marcas de 21 pa\u00edses da Europa, \u00c1frica, \u00c1sia, Am\u00e9rica do Norte e Am\u00e9rica do Sul. Apenas tr\u00eas &#8211; uma de Taiwan, uma da China e uma da Fran\u00e7a &#8211; passaram inc\u00f3lumes ao teste. Os nomes das empresas n\u00e3o foram revelados.<\/p>\n<p>Segundo o estudo, apenas considerando o sal como fonte, uma pessoa pode ingerir at\u00e9 2 mil micropl\u00e1sticos por ano.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea j\u00e1 deve ter ouvido falar em micropl\u00e1sticos, estes pequenos vil\u00f5es do meio ambiente. 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