{"id":93391,"date":"2018-10-07T15:05:41","date_gmt":"2018-10-07T18:05:41","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=93391"},"modified":"2018-10-07T15:05:41","modified_gmt":"2018-10-07T18:05:41","slug":"embrapa-negocia-cooperacao-cientifica-com-o-programa-future-food","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/embrapa-negocia-cooperacao-cientifica-com-o-programa-future-food\/","title":{"rendered":"Embrapa negocia coopera\u00e7\u00e3o cient\u00edfica com o programa Future Food"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/embrapa.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-93392\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/embrapa-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/embrapa-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/embrapa.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>As pesquisas em desenvolvimento em quatro Unidades da Embrapa est\u00e3o na pauta das novas oportunidades de coopera\u00e7\u00e3o cient\u00edfica com o programa Future Food \u2013 Beacon of Excelence, da Universidade de Nottingham, no Reino Unido. Em reuni\u00e3o no dia 27 de setembro, o pesquisador e coordenador do Labex Europa, Pedro Machado, discutiu a possibilidade de parceria entre as duas institui\u00e7\u00f5es, voltada para projetos de impacto em \u00e1reas de maior interesse dos dois pa\u00edses. Parte de um programa de investimento em diferentes temas na \u00e1rea de ci\u00eancias das plantas e animais, o Future Food prev\u00ea a integra\u00e7\u00e3o da pesquisa direcionada por desafios, treinamentos e atividades de troca de conhecimento.<\/p>\n<p>Segundo Pedro Machado, as linhas de pesquisa que mais despertaram interesse s\u00e3o as relacionadas a sanidade avi\u00e1ria, efici\u00eancia nutricional e sustentabilidade para gado de leite, intensifica\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel e an\u00e1lise agroambiental em integra\u00e7\u00e3o lavoura-pecu\u00e1ria, ion\u00f4mica para toler\u00e2ncia \u00e0 seca em arroz e feij\u00e3o, al\u00e9rgenos e extra\u00e7\u00e3o de prote\u00ednas de alimentos &#8211; temas em desenvolvimento na Embrapa Su\u00ednos e Aves, Embrapa Gado de Leite, Embrapa Arroz e Feij\u00e3o e Embrapa Agroind\u00fastria Tropical.<\/p>\n<p>\u201cFomos procurados pela universidade para continuar contatos j\u00e1 iniciados, a partir da repercuss\u00e3o da pesquisa brasileira desenvolvida em parceria com outras institui\u00e7\u00f5es brit\u00e2nicas\u201d, disse Pedro Machado. \u201cFizemos uma apresenta\u00e7\u00e3o institucional para o diretor do Future Food, David Salt, e para toda a equipe do Instituto de Bioci\u00eancias, demonstrando as perspectivas e desafios da pesquisa no setor agropecu\u00e1rio brasileiro, bem como temas para coopera\u00e7\u00e3o dos portf\u00f3lios da Embrapa\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>De acordo com o pesquisador, a coopera\u00e7\u00e3o entre a Embrapa e a Universidade de Nottingham trar\u00e1 benef\u00edcios m\u00fatuos. A pesquisa da institui\u00e7\u00e3o brasileira, devido a sua distribui\u00e7\u00e3o num pa\u00eds continental, com profissionais de excel\u00eancia e estrutura avan\u00e7ada, favorece a obten\u00e7\u00e3o de resultados relevantes num ambiente tropical. \u201cIsso repercute positivamente para a institui\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica, tanto para sua imagem como para capta\u00e7\u00e3o de recursos\u201d, comentou. \u201cPara a Embrapa, existe a possibilidade de avan\u00e7ar em temas estrat\u00e9gicos para o cumprimento de sua miss\u00e3o\u201d, concluiu.\u00a0 Em dezembro, est\u00e3o previstos workshops nas Unidades com a participa\u00e7\u00e3o dos cientistas da Universidade de Nottingham.<\/p>\n<p><strong>Sobre a universidade<\/strong><br \/>\n\u00c9 a n\u00famero um em n\u00famero de projetos financiados no Russel Group e est\u00e1 entre as 75 melhores universidades do mundo (QS World University Ranking), com dois pr\u00eamios Nobel e dois campi internacionais (China e Mal\u00e1sia). Noventa por cento das pesquisas foram classificadas na categoria &#8220;International Standard&#8221;, e 60% como &#8220;World Leading&#8221; ou &#8220;International Excellent&#8221;.<\/p>\n<p>Segundo Pedro Machado, as linhas de pesquisa apresentadas por meio de contatos que o programa Labex Europa t\u00eam feito com a Universidade de Nottingham n\u00e3o representam todos os grupos de pesquisa da Schools of Biosciences and Veterinary Medicine and Science (SBVMS) que mant\u00eam ativa coopera\u00e7\u00e3o com o Brasil. \u201cMas representam um repert\u00f3rio seleto de grupos que demonstram interesse em cooperar com a Embrapa e a pesquisa agropecu\u00e1ria brasileira\u201d, completou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As pesquisas em desenvolvimento em quatro Unidades da Embrapa est\u00e3o na pauta das novas oportunidades<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":93392,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/embrapa.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/embrapa-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/embrapa-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/embrapa.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/embrapa.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/embrapa.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/embrapa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/embrapa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/embrapa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/embrapa.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"As pesquisas em desenvolvimento em quatro Unidades da Embrapa est\u00e3o na pauta das novas oportunidades","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/93391"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=93391"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/93391\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/93392"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=93391"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=93391"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=93391"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}