{"id":92353,"date":"2018-09-18T14:30:53","date_gmt":"2018-09-18T17:30:53","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=92353"},"modified":"2018-09-18T10:01:23","modified_gmt":"2018-09-18T13:01:23","slug":"paraiba-e-outros-estados-do-nordeste-recebem-r-16-milhao-para-projetos-ambientais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/paraiba-e-outros-estados-do-nordeste-recebem-r-16-milhao-para-projetos-ambientais\/","title":{"rendered":"Para\u00edba e outros estados do Nordeste recebem R$ 1,6 milh\u00e3o para projetos ambientais"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"resumo-conteudo\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/praia.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-92354\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/praia-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/praia-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/praia.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A rela\u00e7\u00e3o dos trabalhos aprovados no primeiro edital de 2018 foi divulgada recentemente pela Funda\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>A conserva\u00e7\u00e3o dos biomas brasileiros vai contar com o apoio financeiro da Funda\u00e7\u00e3o Grupo Botic\u00e1rio de Prote\u00e7\u00e3o \u00e0 Natureza. Ao todo, s\u00e3o R$ 4,3 milh\u00f5es destinados a 21 projetos e programas distribu\u00eddos em 16 estados brasileiros, al\u00e9m do Distrito Federal. O Nordeste \u00e9 a regi\u00e3o com maior n\u00famero de iniciativas aprovadas. Oito propostas receber\u00e3o, juntas, R$ 1,6 milh\u00e3o. A rela\u00e7\u00e3o dos trabalhos aprovados no primeiro edital de 2018 foi divulgada recentemente pela Funda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Parque Estadual de Dois Irm\u00e3os (PE)<\/strong><\/p>\n<p>Pernambuco \u00e9 o estado que abrange o maior n\u00famero de projetos. S\u00e3o quatro as iniciativas selecionadas que beneficiam a natureza local. O projeto \u201cIrm\u00e3os do Parque: subs\u00eddios \u00e0 execu\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o da abrang\u00eancia do Plano de Manejo do Parque Estadual de Dois Irm\u00e3os, Pernambuco\u201d, do Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (Cepan), prop\u00f5e o monitoramento, pesquisa, revis\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o efetiva do plano de manejo do parque, a maior \u00e1rea urbana de Mata Atl\u00e2ntica no Nordeste, com 384 hectares de floresta madura.<\/p>\n<p><strong>Transplanta\u00e7\u00e3o de corais (PE)<\/strong><\/p>\n<p>Outra proposta contemplada no estado, da Funda\u00e7\u00e3o de Apoio ao Desenvolvimento da Universidade Federal de Pernambuco, pretende implementar t\u00e9cnicas in\u00e9ditas no Brasil de transplanta\u00e7\u00e3o de fragmentos de corais de \u00e1reas menos ou n\u00e3o afetadas para \u00e1reas impactadas. A ideia \u00e9 criar abordagens multidisciplinares; conscientiza\u00e7\u00e3o e treinamento de agentes locais; e determina\u00e7\u00e3o de par\u00e2metros b\u00e1sicos para transplanta\u00e7\u00e3o de fragmentos, cultivo, repovoamento e aperfei\u00e7oamento da t\u00e9cnica; com o objetivo de recuperar col\u00f4nias comprometidas para difundir a t\u00e9cnica no Brasil.<\/p>\n<p><strong>Borboletas da Caatinga (PE, RN e PB)<\/strong><\/p>\n<p>Entre os projetos pernambucanos aprovados tamb\u00e9m est\u00e3o o \u201cMonitoramento de borboletas em paisagens da Caatinga e Mata Atl\u00e2ntica Nordestina: subsidiando planos de manejo de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o\u201d, desenvolvido pela Funda\u00e7\u00e3o Norte Rio Grandense de Pesquisa e Cultura, e que abrange tamb\u00e9m os estados do Rio Grande do Norte e Para\u00edba. A a\u00e7\u00e3o tem como principal foco subsidiar planos de manejo e a conserva\u00e7\u00e3o de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o da Caatinga e Mata Atl\u00e2ntica Nordestina. O trabalho ser\u00e1 realizado com o monitoramento de borboletas (Lepidoptera: Papilionoidea) e avalia\u00e7\u00e3o do estado de conserva\u00e7\u00e3o das UCs, por meio da caracteriza\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies ocorrentes e dos efeitos das altera\u00e7\u00f5es da paisagem sobre a diversidade de esp\u00e9cies, atualizando, assim, informa\u00e7\u00f5es para aux\u00edlio \u00e0 gest\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Coral em perigo (PE e AL)<\/strong><\/p>\n<p>O outro projeto, que contempla ainda o estado de Alagoas, d\u00e1 continuidade a uma iniciativa encerrada em agosto de 2017, tamb\u00e9m apoiada pela Funda\u00e7\u00e3o Grupo Botic\u00e1rio, que constatou que a esp\u00e9cie de coral end\u00eamico Mussismilia harttii est\u00e1 em decl\u00ednio populacional, sendo classificada \u201cEm Perigo\u201d pela Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (IUCN) e j\u00e1 extinta em algumas regi\u00f5es. Por isso, o projeto do Ecoassociados \u201cRestaura\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es do coral end\u00eamico Mussismilia harttii (Verrill, 1868) no Brasil\u201d \u00e9 uma medida emergencial que visa salvar a principal esp\u00e9cie construtora recifal do Brasil com propostas de a\u00e7\u00f5es a curto e longo prazos.<\/p>\n<p><strong>Turismo e corais (PB)<\/strong><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m focada nos corais, a proposta \u201cSa\u00fade e conserva\u00e7\u00e3o dos recifes costeiros da Para\u00edba e mitiga\u00e7\u00e3o dos impactos do turismo local\u201d, da Associa\u00e7\u00e3o para o Desenvolvimento da Ci\u00eancia e da Tecnologia, da Para\u00edba, prev\u00ea reduzir as press\u00f5es antropog\u00eanicas \u2013 derivadas de a\u00e7\u00f5es humanas \u2013, manter a integridade do habitat dos recifes de corais, proteger a biodiversidade e provocar a conscientiza\u00e7\u00e3o de usu\u00e1rios que exploram os recifes. A partir de coletas ser\u00e3o elaborados mapas de restri\u00e7\u00e3o de usos, de prote\u00e7\u00e3o integral e de visita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Unidade de Conserva\u00e7\u00e3o Sete Lagoas (PI)<\/strong><\/p>\n<p>Os estados do Piau\u00ed e Cear\u00e1 tamb\u00e9m tiveram iniciativas selecionadas no edital. O primeiro foi contemplado pelo projeto \u201cUnidade de Conserva\u00e7\u00e3o Municipal Ref\u00fagio da Vida Silvestre Sete Lagoas\u201d, da Funda\u00e7\u00e3o Pr\u00f3-Natureza (Funatura), que prop\u00f5e a cria\u00e7\u00e3o de uma unidade de conserva\u00e7\u00e3o de prote\u00e7\u00e3o integral em uma \u00e1rea localizada no cora\u00e7\u00e3o da fronteira de expans\u00e3o do agroneg\u00f3cio no Cerrado piauiense \u2013 pr\u00f3xima ao Parque Nacional das Nascentes do Rio Parna\u00edba e da Esta\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica Uru\u00e7\u00fai-Una \u2013, na qual ca\u00e7adores praticam a ca\u00e7a predat\u00f3ria por identificarem ali um ref\u00fagio de animais.<\/p>\n<p><strong>Prote\u00e7\u00e3o a esp\u00e9cies amea\u00e7adas (CE)<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 o \u201cPrograma Extin\u00e7\u00e3o Zero no Cear\u00e1 (fase 2): implementa\u00e7\u00e3o de quatro Planos de A\u00e7\u00e3o Nacional para esp\u00e9cies amea\u00e7adas\u201d, da Associa\u00e7\u00e3o de Pesquisa e Preserva\u00e7\u00e3o de Ecossistemas Aqu\u00e1ticos (Aquasis), selecionou 14 iniciativas para compor a segunda fase de apoio ao Programa Extin\u00e7\u00e3o Zero, cobrindo pelo menos sete esp\u00e9cies \u00e0 beira da extin\u00e7\u00e3o em ambientes costeiro-marinhos, de mata \u00famida e de Caatinga.<\/p>\n<p><strong>Pato-Mergulh\u00e3o (BA, PI e MA)<\/strong><\/p>\n<p>Por \u00faltimo, a \u201cImplementa\u00e7\u00e3o das A\u00e7\u00f5es Priorit\u00e1rias do Plano de A\u00e7\u00e3o Nacional Pato-Mergulh\u00e3o Mergus octosetaceus, 2018-2022\u201d, da Funda\u00e7\u00e3o Pr\u00f3Natureza (Funatura), foca no PAN Pato Mergulh\u00e3o, que executa a estimativa populacional da esp\u00e9cie. Para isso, a iniciativa tem como prioridade absoluta de a\u00e7\u00e3o a avalia\u00e7\u00e3o detalhada dos locais de ocorr\u00eancia e de outras \u00e1reas com habitat potencial para a esp\u00e9cie. O projeto contempla os estados da Bahia, Piau\u00ed e Maranh\u00e3o, al\u00e9m de Goi\u00e1s e Minas Gerais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A rela\u00e7\u00e3o dos trabalhos aprovados no primeiro edital de 2018 foi divulgada recentemente pela Funda\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":92354,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/praia.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/praia-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/praia-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/praia.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/praia.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/praia.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/praia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/praia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/praia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/praia.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A rela\u00e7\u00e3o dos trabalhos aprovados no primeiro edital de 2018 foi divulgada recentemente pela Funda\u00e7\u00e3o","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92353"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=92353"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92353\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/92354"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=92353"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=92353"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=92353"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}