{"id":89432,"date":"2018-07-31T10:00:45","date_gmt":"2018-07-31T13:00:45","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=89432"},"modified":"2018-07-30T19:40:55","modified_gmt":"2018-07-30T22:40:55","slug":"nasa-registra-redemoinho-gigante-de-algas-marinhas-toxicas-no-mar-baltico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/nasa-registra-redemoinho-gigante-de-algas-marinhas-toxicas-no-mar-baltico\/","title":{"rendered":"Nasa registra &#8216;redemoinho gigante&#8217; de algas marinhas t\u00f3xicas no mar B\u00e1ltico"},"content":{"rendered":"<h2 id=\"noticia-olho\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/redemoinho.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-89433\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/redemoinho-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/redemoinho-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/redemoinho.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>V\u00f3rtice de algas marinhas do tamanho da ilha de Manhattan, nos EUA, pode estar se propagando devido a excesso de nutrientes na regi\u00e3o do mar B\u00e1ltico<\/h2>\n<div id=\"noticia\">\u00a0A Ag\u00eancia Espacial Norte-Americana (Nasa) registrou imagens impressionantes de um &#8216;redemoinho&#8217; de algas marinhas que tomou conta das \u00e1guas do mar B\u00e1ltico. Segundo informa\u00e7\u00f5es publicadas pela ag\u00eancia, a quantidade alarmante de fitopl\u00e2ncton, que cont\u00e9m centenas de algas verdes azuladas, atingiu grandes propor\u00e7\u00f5es por um motivo ainda desconhecido, se espalhando pelas bacias do Atl\u00e2ntico Norte e do Oceano \u00c1rtico.O registro feito pela Nasa e uma s\u00e9rie de an\u00e1lises realizadas por pesquisadores revelaram que o v\u00f3rtice de\u00a0<strong>algas marinhas<\/strong>\u00a0\u00a0\u00e9 t\u00e3o grandioso, que seria capaz de cobrir toda a ilha de Manhattan, nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>A equipe de pesquisadores afirmou que, apesar de ainda n\u00e3o ter identificado a causa do padr\u00e3o incomum, as \u00e1guas do mar B\u00e1ltico podem estar contribuindo para o crescimento exacerbado dessas plantas, j\u00e1 que s\u00e3o extremamente ricas em nutrientes, o que influencia na propaga\u00e7\u00e3o de fitopl\u00e2cton e cianobact\u00e9rias.<\/p>\n<p>Embora haja d\u00favidas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 esp\u00e9cie do &#8216;redemoinho&#8217;, observa\u00e7\u00f5es por sat\u00e9lite sugerem que tais flores verdes sejam cianobact\u00e9rias, um tipo antigo de bact\u00e9rias marinhas que capturam e armazenam energia solar por fotoss\u00edntese, como plantas terrestres. Outra suspeita \u00e9 que as algas tenham sido propagadas por diatom\u00e1ceas, organismos unicelulares ricos em clorofila.<\/p>\n<h3>Algas marinhas est\u00e3o influenciando perda de oxig\u00eanio no B\u00e1ltico<\/h3>\n<figure class=\"foto-legenda gd12\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"http:\/\/statig0.akamaized.net\/bancodeimagens\/dv\/mg\/lx\/dvmglxlk0fp1f8halnai79sgk.jpg\" alt=\"'Redemoinho' de algas marinhas verdes azuladas representa uma grande quantidade de cianobact\u00e9rias t\u00f3xicas e nocivas\" width=\"639\" height=\"400\" \/><figcaption class=\"undefined\"><cite>Reprodu\u00e7\u00e3o\/Shutterstock<\/cite><\/p>\n<div class=\"undefined\">&#8216;Redemoinho&#8217; de algas marinhas verdes azuladas representa uma grande quantidade de cianobact\u00e9rias t\u00f3xicas e nocivas<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<p class=\" \">Pesquisas do Instituto Finland\u00eas do Meio Ambiente (SYKE) apontaram que a flora\u00e7\u00e3o aqu\u00e1tica \u00e9 composta principalmente por cianobact\u00e9rias, e que, nos \u00faltimos anos, a prolifera\u00e7\u00e3o de algas no\u00a0<strong>mar B\u00e1ltico<\/strong>\u00a0desencadeou o aparecimento regular de &#8216;zonas mortas&#8217; na bacia.<\/p>\n<p>\u00a0Os estudiosos explicaram que isso ocorre porque fitopl\u00e2nctons e cianobact\u00e9rias consomem os nutrientes abundantes no B\u00e1ltico, o que causa uma reprodu\u00e7\u00e3o descontrolada e, consequentemente, o esgotamento de oxig\u00eanio presente na \u00e1gua. De acordo com pesquisadores da Universidade de Turku, na Finl\u00e2ndia, estima-se que, neste ano, a zona morta chegue a 70 mil quil\u00f4metros quadrados.<\/p>\n<p>Autoridades sanit\u00e1rias polonesas comunicaram que a expans\u00e3o os fez fechar diversas praias na costa do B\u00e1ltico por conta da multiplica\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>algas t\u00f3xicas<\/strong>\u00a0, potencializadas pela onda de calor que assola a regi\u00e3o atualmente.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 proibido nadar em oito praias ao longo do mar aberto e em cerca de\u00a020 praias na ba\u00eda de Gdansk, devido ao aparecimento de cianobact\u00e9rias que s\u00e3o nocivas \u00e0 sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o. Acreditamos que o nitrato e o fosfato contidos no escoamento de fertilizantes agr\u00edcolas e esgoto se infiltraram no B\u00e1ltico e causaram essa \u2018floresta submersa\u2019\u201d, disse o inspetor de sa\u00fade da prov\u00edncia de Gdansk, Tomasz Augustyniak.<\/p>\n<p>Os pesquisadores explicaram que, por mais riscos \u00e0 sa\u00fade que possam apresentar, a aus\u00eancia de\u00a0<strong>algas marinhas<\/strong>\u00a0como essas tamb\u00e9m\u00a0gera processos org\u00e2nicos mal\u00e9ficos ao meio ambiente, uma vez que podem criar uma \u2018zona morta\u2019, onde n\u00e3o h\u00e1 vida marinha. Os cientistas conclu\u00edram que o mar B\u00e1ltico enfrenta a pior perda de oxig\u00eanio do \u00faltimo mil\u00eanio e que flora\u00e7\u00f5es mais frequentes e massivas, combinadas com o aquecimento dos mares devido \u00e0s altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, est\u00e3o dificultando a diversidade de peixes e outras esp\u00e9cies aqu\u00e1ticas na bacia.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>V\u00f3rtice de algas marinhas do tamanho da ilha de Manhattan, nos EUA, pode estar se<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":89433,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/redemoinho.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/redemoinho-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/redemoinho-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/redemoinho.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/redemoinho.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/redemoinho.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/redemoinho.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/redemoinho.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/redemoinho.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/redemoinho.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"V\u00f3rtice de algas marinhas do tamanho da ilha de Manhattan, nos EUA, pode estar se","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/89432"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=89432"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/89432\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/89433"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=89432"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=89432"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=89432"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}