{"id":89213,"date":"2018-07-27T10:00:48","date_gmt":"2018-07-27T13:00:48","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=89213"},"modified":"2018-07-27T09:26:04","modified_gmt":"2018-07-27T12:26:04","slug":"estudo-estima-que-tubaroes-baleia-podem-viver-por-ate-130-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/estudo-estima-que-tubaroes-baleia-podem-viver-por-ate-130-anos\/","title":{"rendered":"Estudo estima que tubar\u00f5es-baleia podem viver por at\u00e9 130 anos"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"intro\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/tubarao_baleia.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-89214\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/tubarao_baleia-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/tubarao_baleia-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/tubarao_baleia.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>P<\/span>esquisadores de institui\u00e7\u00f5es norte-americanas e inglesas acabam de descobrir novas curiosidades sobre a maior esp\u00e9cie viva de peixe: o tubar\u00e3o-baleia, animal que pode atingir cerca de 15 metros de comprimento e 18 toneladas.<\/p>\n<p>Os cientistas acompanharam a constante a movimenta\u00e7\u00e3o de tubar\u00f5es-baleia pr\u00f3ximos \u00e0s Maldivas, onde fizeram cerca de 180 mergulhos e acabaram cruzando o caminho de 44 tubar\u00f5es. A maioria deles era jovem, com cerca de 10 anos e, para saber distinguir cada um deles, os pesquisadores prestaram aten\u00e7\u00e3o aos padr\u00f5es presentes nas \u201ccostas\u201d dos animais. Durante os encontros, os pesquisadores mediram os tubar\u00f5es com c\u00e2meras e lasers que ajudar a deduzir o tamanho deles.<\/p>\n<div class=\"teads-inread sm-screen\"><\/div>\n<p>Os dados foram interpretados por um modelo matem\u00e1tico, pois as equa\u00e7\u00f5es baseadas em observa\u00e7\u00f5es anteriores que podem ajudar a explicar como os tubar\u00f5es-baleia se desenvolvem e at\u00e9 que idade podem atingir, de acordo com seu tamanho. \u201cEste \u00e9 um novo m\u00e9todo de medi\u00e7\u00e3o de tubar\u00f5es vivos que pode ser aplicada em outras situa\u00e7\u00f5es\u201d, afirma Mahmood Shivji, professor da Nova Southeastern University, na Fl\u00f3rida, ao Gizmodo. \u201cVoc\u00ea n\u00e3o precisa depender de animais mortos ou capturados na pescaria.\u201d<\/p>\n<p>Geralmente, quase como a an\u00e1lise dos an\u00e9is das \u00e1rvores, os bi\u00f3logos marinhos estimam a idade de tubar\u00f5es-baleia baseando-se nas v\u00e9rtebras de esp\u00e9cimes mortos. No entanto,\u00a0 ainda n\u00e3o se sabe ao certo se as v\u00e9rtebras realmente podem ser um par\u00e2metro para prever a idade de um tubar\u00e3o. \u201cEstimar a idade de tubar\u00f5es geralmente \u00e9 dif\u00edcil\u201d, diz Shivji.<\/p>\n<p>De acordo com o m\u00e9todo de modelos matem\u00e1ticos, tubar\u00f5es-baleia se tornam maduros aos 25 anos e podem viver at\u00e9 130. Essa estimativa se aproxima da previs\u00e3o obtida pelo m\u00e9todo da an\u00e1lise de v\u00e9rtebras e se encaixa no resultado obtido por outros estudos, que estimam que o animal possa viver entre 79 e 174 anos.<\/p>\n<p>Conhecer dados sobre a longevidade e o tamanho m\u00e1ximo do animal, por exemplo, \u00e9 importante em termos n\u00e3o s\u00f3 acad\u00eamicos mas tamb\u00e9m do ponto de vista da preserva\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p>\u201cUma compreens\u00e3o mais profunda dos par\u00e2metros de idade e crescimento levar\u00e1 a melhores estimativas da capacidade das popula\u00e7\u00f5es de tubar\u00f5es-baleia de se recuperarem da superexplora\u00e7\u00e3o e \u00e9 vital para planos de manejo efetivos\u201d, escreveram os cientistas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadores de institui\u00e7\u00f5es norte-americanas e inglesas acabam de descobrir novas curiosidades sobre a maior esp\u00e9cie<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":89214,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/tubarao_baleia.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/tubarao_baleia-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/tubarao_baleia-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/tubarao_baleia.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/tubarao_baleia.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/tubarao_baleia.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/tubarao_baleia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/tubarao_baleia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/tubarao_baleia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/tubarao_baleia.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Pesquisadores de institui\u00e7\u00f5es norte-americanas e inglesas acabam de descobrir novas curiosidades sobre a maior esp\u00e9cie","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/89213"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=89213"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/89213\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/89214"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=89213"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=89213"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=89213"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}