{"id":8881,"date":"2014-10-20T13:00:15","date_gmt":"2014-10-20T13:00:15","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=8881"},"modified":"2014-10-20T13:01:57","modified_gmt":"2014-10-20T13:01:57","slug":"paraiba-produz-600-toneladas-de-mel-por-ano-com-tecnologias-sociais-e-agroecologicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/paraiba-produz-600-toneladas-de-mel-por-ano-com-tecnologias-sociais-e-agroecologicas\/","title":{"rendered":"Para\u00edba produz 600 toneladas de mel por ano com tecnologias sociais e agroecol\u00f3gicas"},"content":{"rendered":"<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/apicultura_abelhas_santa-helena_foto_alberi-pontes-44.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-8882\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/apicultura_abelhas_santa-helena_foto_alberi-pontes-44.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" \/><\/a>A produ\u00e7\u00e3o de mel de abelha ainda resiste na Para\u00edba durante a seca devido \u00e0s novas tecnologias social e de agroecologia. O Estado produz 600 toneladas de mel por ano e gera cerca de R$ 4 milh\u00f5es, segundo a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecu\u00e1ria da Para\u00edba (Emepa) e o Banco do Nordeste. Os dados foram informados a cerca de 100 apicultores do Sert\u00e3o paraibano nesta sexta-feira (17), durante o 8\u00ba Semin\u00e1rio de Apicultura e Meliponicultura, no Instituto Federal de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia (IFPB) de Sousa.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\">O evento faz parte da 2\u00ba Feira de Inova\u00e7\u00e3o dos Pequenos Neg\u00f3cios do Sert\u00e3o Paraibano (Inova Sert\u00e3o), que foi encerrada neste \u00faltimo domingo (19). Conforme o gestor do projeto de Agricultura Irrigada do <span class=\"il\">Sebrae<\/span> em Sousa, Fabr\u00edcio Vitorino, as maiores produ\u00e7\u00f5es do produto est\u00e3o na regi\u00e3o do Sert\u00e3o, onde o evento promove a capacita\u00e7\u00e3o dos apicultores. A regi\u00e3o de Catol\u00e9 do Rocha, que abrange a cidade e mais dois munic\u00edpios, \u00e9 a que mais produz mel na Para\u00edba. A regi\u00e3o de Sousa, com quatro cidades, n\u00e3o fica atr\u00e1s e Cajazeiras, com mais quatro munic\u00edpios, tamb\u00e9m se destacam. Depois v\u00eam as produ\u00e7\u00f5es do Curimata\u00fa, Cariri e Litoral, respectivamente.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\u201c<span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\">Trabalhamos neste projeto do Sert\u00e3o com nove associa\u00e7\u00f5es e uma cooperativa, que j\u00e1 vende para os estados do Piau\u00ed, Rio Grande do Norte e Pernambuco. A luta contra a baixa produtividade tem o apoio das capacita\u00e7\u00f5es que destinamos aos grupos. Novas tecnologias est\u00e3o se espalhando pelo Estado, como cultivar o mel com a agroecologia, ou seja, o plantio para a produ\u00e7\u00e3o de p\u00f3len sem agrot\u00f3xico e a preserva\u00e7\u00e3o do solo e da \u00e1gua\u201d, esclareceu.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\">As tecnologias, geralmente, alcan\u00e7am os apicultores at\u00e9 em suas propriedades rurais, quando h\u00e1 visitas t\u00e9cnicas. Mas o Semin\u00e1rio vem trazendo novidades a cada ano. Na 8\u00aa edi\u00e7\u00e3o, o evento apresentou quatro palestras e tr\u00eas cl\u00ednicas tecnol\u00f3gicas. A primeira palestra foi \u201cA apicultura e meliponicultura como agente de controle da degrada\u00e7\u00e3o ambiental da Caatinga\u201d, com o mestre do IFPB, Hugo Vieira.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\">J\u00e1 a segunda explana\u00e7\u00e3o foi \u201cPlanejamento estrat\u00e9gico para a atividade ap\u00edcola a frente dos desafios\u201d, com o presidente da Unamel, Jos\u00e9 Xavier Leal Neto. Em seguida, o apicultor da cidade de Cear\u00e1 Mirim no Rio Grande do Norte, Joaz Ferreira da Silva, mostrou a palestra \u201cDiversifica\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o ap\u00edcola\u201d. A \u00faltima palestra do Semin\u00e1rio foi com o apicultor e consultor da empresa Raad e Raad Consultoria, Robson Raad, chamada \u201cManejo para alta produtividade\u201d. Para refor\u00e7ar as explana\u00e7\u00f5es da manh\u00e3, no per\u00edodo da tarde, as cl\u00ednicas oferecidas aos apicultores do Semin\u00e1rio foram \u201cApitoxina e Pr\u00f3polis\u201d, \u201cManejo para alta produtividade\u201d e \u201cPrograma alimentar ap\u00edcola, focado em manuten\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de cera\u201d.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/MEL_foto_alberi-pontes-34.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-8884 size-full\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/MEL_foto_alberi-pontes-34.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"411\" \/><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\"><b>Coletor \u2013 <\/b>Joaz Ferreira contou como se deu a descoberta do Coletor de Apitoxina, o veneno da abelha. Ele produzia apenas mel em sua propriedade h\u00e1 seis anos. Achando pouco o que rendia a atividade, que girava em R$ 3 mil por ano, ele resolveu ir a uma visita de campo a Sergipe e Alagoas, promovida pelo <span class=\"il\">Sebrae<\/span> do seu Estado. \u201cFoi a\u00ed que eu entendi que n\u00e3o dava para ficar produzindo s\u00f3 mel. Ent\u00e3o, comecei a estudar. J\u00e1 tinha lido sobre o m\u00e9todo de retirada do veneno da abelha na R\u00fassia, China e outros pa\u00edses, a\u00ed resolvi testar\u201d, relembrou. Ele contou que a abelha guerreira, que busca o p\u00f3len, morre muito r\u00e1pido por ferroar pessoas e animais para se defender. O ferr\u00e3o da abelha fica na picada e elas n\u00e3o sobrevivem sem ele.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\">Muitas nem voltam ao api\u00e1rio. Pesando em mant\u00ea-las vivas mais tempo, ele criou o aparelho no final de 2011, que \u00e9 uma placa de pl\u00e1stico e a\u00e7o, com eletrodos. A retirada do veneno \u00e9 feita com um pequeno disparo el\u00e9trico, que deixa as guerreiras da colmeia irritadas, ferroando a placa, deixando o veneno, salvando o ferr\u00e3o e o inseto. Com a tecnologia, que, por enquanto, s\u00f3 ele possui no Brasil, associada a outros produtos criados, como o favo com mel em compota, Joaz consegue faturar at\u00e9 R$ 50 mil por ano. Ele est\u00e1 difundindo o equipamento pelas palestras que ministra no pa\u00eds.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\">Quem quiser adquirir o Coletor, o apicultor vende o kit para a montagem por at\u00e9 R$ 1.600. A produtividade aumenta com o equipamento. O veneno coletado pelas placas tamb\u00e9m vira produto. Sem o Coletor, o apicultor disse que s\u00f3 se tirava um grama de apitoxina em 10 colmeias. \u201cCom meu equipamento, consigo retirar essa quantidade de apenas uma colmeia mensalmente. Agora sou produtor de apitoxina tamb\u00e9m e j\u00e1 vendo para as ind\u00fastrias farmac\u00eauticas e de cosm\u00e9ticos\u201d, falou.<\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o de mel de abelha ainda resiste na Para\u00edba durante a seca devido \u00e0s<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":8882,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/apicultura_abelhas_santa-helena_foto_alberi-pontes-44.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/apicultura_abelhas_santa-helena_foto_alberi-pontes-44.jpg",150,96,false],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/apicultura_abelhas_santa-helena_foto_alberi-pontes-44.jpg",300,192,false],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/apicultura_abelhas_santa-helena_foto_alberi-pontes-44.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/apicultura_abelhas_santa-helena_foto_alberi-pontes-44.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/apicultura_abelhas_santa-helena_foto_alberi-pontes-44.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/apicultura_abelhas_santa-helena_foto_alberi-pontes-44.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/apicultura_abelhas_santa-helena_foto_alberi-pontes-44.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/apicultura_abelhas_santa-helena_foto_alberi-pontes-44.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/apicultura_abelhas_santa-helena_foto_alberi-pontes-44.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A produ\u00e7\u00e3o de mel de abelha ainda resiste na Para\u00edba durante a seca devido \u00e0s","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8881"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8881"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8881\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8882"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8881"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8881"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8881"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}