{"id":88333,"date":"2018-07-11T09:00:36","date_gmt":"2018-07-11T12:00:36","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=88333"},"modified":"2018-07-10T20:39:11","modified_gmt":"2018-07-10T23:39:11","slug":"rosa-shock-e-a-cor-mais-antiga-da-terra-revela-estudo-com-pedras-ancestrais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/rosa-shock-e-a-cor-mais-antiga-da-terra-revela-estudo-com-pedras-ancestrais\/","title":{"rendered":"Rosa shock \u00e9 a cor mais antiga da Terra, revela estudo com pedras ancestrais"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/pesquisa.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-88334\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/pesquisa-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/pesquisa-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/pesquisa.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Estudiosos de universidade australiana analisaram pedras do deserto do Saara com 1,1 bilh\u00e3o de anos, encontrando pigmento rosado dentro delas; pesquisa ainda mostrou detalhes da evolu\u00e7\u00e3o de ecossistemas no mundo<\/p>\n<p class=\" \">Pesquisadores da Universidade Nacional Australiana (ANU) descobriram que o pigmento mais antigo do mundo \u00e9 a cor rosa shock. De acordo com a autora da pesquisa e investigadora, Nur Gueneli, ap\u00f3s an\u00e1lises de pedras encontradas em um dep\u00f3sito de xisto no deserto do Saara, na Maurit\u00e2nia, os cientistas identificaram um tom rosado, desvendando assim um mist\u00e9rio mantido por s\u00e9culos. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do\u00a0<em>The Guardian<\/em>\u00a0.<\/p>\n<div id=\"ad_mrec_intext\" class=\"publicidade advertising-box\" data-google-query-id=\"CLj624jZldwCFcqhswodsacDPg\"><\/div>\n<p>Gueneli explicou que as pedras foram encontradas h\u00e1 dez anos por membros de uma ind\u00fastria na bacia Taoudeni, e foram enviadas para estudos a sua equipe. A pesquisadora revelou que al\u00e9m da descoberta da\u00a0<strong>cor rosa shock<\/strong>\u00a0como a mais antiga do mundo, os achados bateram um recorde geol\u00f3gico, por terem aproximadamente 1,1 bilh\u00e3o de anos.<\/p>\n<h3>Experimento realizado para identifica\u00e7\u00e3o da cor rosa shock<\/h3>\n<p>Para a descoberta, a equipe esmagou todas as pedras at\u00e9 obter uma quantidade significativa de poeira. Depois disso, os estudiosos extra\u00edram as mol\u00e9culas das estruturas rochosas e analisaram-nas minuciosamente com tecnologias de ponta.<\/p>\n<p>&#8220;Os pigmentos cor-de-rosa vivo, ou rosa shock, como popularmente chamados, s\u00e3o f\u00f3sseis moleculares de clorofila que foram produzidos por organismos fotossint\u00e9ticos antigos. Descobrimos que habitavam um oceano h\u00e1 milhares de anos&#8221;, alegou a investigadora.<\/p>\n<p>A novidade transformada em um artigo cient\u00edfic\u00a0<em>o\u00a0<\/em>divulgado\u00a0<em>na revista Proceedings of the National Academy of Sciences\u00a0<\/em>(PNAS) ainda destacou que, para o levantamento de dados, a ANU firmou uma parceria com cientistas australianos, japoneses e norte-americanos, por meio da\u00a0<em>Geoscience Australia.<\/em><\/p>\n<p>O grupo identificou que tais f\u00f3sseis t\u00eam colora\u00e7\u00e3o que percorrem uma escala que vai desde um vermelho vivo ao roxo intenso. Em sua forma concentrada, as mesclas trazem \u00e0 tona o tom\u00a0<strong>cor-de-rosa<\/strong>\u00a0vivo.<\/p>\n<p>&#8220;A an\u00e1lise dos pigmentos considerados cl\u00e1ssicos confirmou que min\u00fasculas cianobact\u00e9rias dominavam a base da\u00a0<strong>cadeia alimentar<\/strong>\u00a0nos oceanos h\u00e1 bilh\u00e3o de anos, o que ajuda a explicar porque n\u00e3o existiam animais durante o per\u00edodo&#8221;, exp\u00f4s Gueneli.<\/p>\n<p>O professor adjunto s\u00eanior da ANU, Jochen Brocks, acrescentou que o aparecimento de organismos ativos grandiosos pode ter sido limitado por um n\u00famero restrito de part\u00edculas \u2018gigantes\u2019 de alimentos, como por exemplo, as algas.<\/p>\n<p>&#8220;Mesmo que as algas sejam microsc\u00f3picas, ainda conseguem um volume mil vezes maior do que as cianobact\u00e9rias, al\u00e9m de ser uma fonte extremamente rica de alimentos. Os oceanos de cianobact\u00e9rias come\u00e7aram a desaparecer h\u00e1 cerca de 650 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, quando as algas come\u00e7aram a se espalhar a fim de gerar a \u2018explos\u00e3o energ\u00e9tica\u2019 necess\u00e1ria para a evolu\u00e7\u00e3o de ecossistemas complexos, per\u00edodo em que grandes animais, como os humanos, surgiram na Terra. Tudo isso mostra a relev\u00e2ncia desse estudo para o meio cientifico\u201d, concluiu o cientista que ajudou a descobrir que a\u00a0<strong>cor rosa shock<\/strong>\u00a0\u00e9 a mais antiga.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudiosos de universidade australiana analisaram pedras do deserto do Saara com 1,1 bilh\u00e3o de anos,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":88334,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/pesquisa.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/pesquisa-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/pesquisa-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/pesquisa.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/pesquisa.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/pesquisa.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/pesquisa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/pesquisa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/pesquisa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/pesquisa.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Estudiosos de universidade australiana analisaram pedras do deserto do Saara com 1,1 bilh\u00e3o de anos,","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88333"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=88333"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88333\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/88334"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=88333"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=88333"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=88333"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}