{"id":87901,"date":"2018-07-03T08:00:44","date_gmt":"2018-07-03T11:00:44","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=87901"},"modified":"2018-07-02T19:41:41","modified_gmt":"2018-07-02T22:41:41","slug":"cientistas-registram-parto-de-novo-planeta-pela-primeira-vez-na-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/cientistas-registram-parto-de-novo-planeta-pela-primeira-vez-na-historia\/","title":{"rendered":"Cientistas registram &#8216;parto&#8217; de novo planeta pela primeira vez na hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/planeta.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-87902\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/planeta-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/planeta-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/planeta.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Pesquisadores do Observat\u00f3rio Europeu do Sul conseguiram capturar pela primeira vez imagens diretas e &#8216;n\u00edtidas&#8217; da forma\u00e7\u00e3o de um planeta no espa\u00e7o<\/p>\n<p class=\" \">Cientistas registraram pela primeira vez o nascimento de um corpo celeste durante investiga\u00e7\u00f5es sobre as profundezas do universo. De acordo com informa\u00e7\u00f5es do\u00a0<em>Daily Mail<\/em>\u00a0, o novo planeta est\u00e1 a 370 anos-luz da Terra e foi capturado com o telesc\u00f3pio mais potente j\u00e1 desenvolvido, o\u00a0<em>Very Large Telescope<\/em>\u00a0, do Observat\u00f3rio Europeu do Sul (ESO), que se encontra no deserto de Atacama, no Chile.<\/p>\n<div class=\"teads-inread\"><\/div>\n<div id=\"ad_mrec_intext\" class=\"publicidade advertising-box\" data-google-query-id=\"CKDdvb69gdwCFdvJ4wcdsccIRA\"><\/div>\n<p>Os pesquisadores afirmaram que a descoberta da forma\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>novo planeta<\/strong>\u00a0foi poss\u00edvel gra\u00e7as ao\u00a0<em>Sphere<\/em>\u00a0, um instrumento do telesc\u00f3pio que permite medir o brilho dos corpos celestes no espa\u00e7o. Segundo a equipe, um comando de alerta foi detectado, fazendo com que identificasse o &#8216;parto&#8217; juntamente a diferentes ondas de luz que revelaram as propriedades da atmosfera do &#8216;novo mundo&#8217;.<\/p>\n<h3>Registro do novo planeta representa\u00a0avan\u00e7o para astr\u00f4nomos<\/h3>\n<p>Integrante do projeto, o Instituto de Astronomia Max Plank apontou que o registro representa um avan\u00e7o significativo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s explora\u00e7\u00f5es espaciais, j\u00e1 que fornece um panorama mais completo sobre\u00a0<strong>como os planetas se formam<\/strong>\u00a0.<\/p>\n<p>O grupo exp\u00f4s que o planeta chamado de PDS 70b foi capturado emergindo da sombra de uma jovem estrela, tornando a a\u00e7\u00e3o vis\u00edvel por se sobressair da nuvem de poeira que o cobria. Al\u00e9m disso, est\u00e1 cerca de tr\u00eas bilh\u00f5es de quil\u00f4metros do Sol, com massa mais pesada que J\u00fapiter e temperaturas extremas que excedem 1.000 \u00b0 C.<\/p>\n<p>Na imagem, \u00e9 poss\u00edvel identificar o contorno de poeira que deu espa\u00e7o para an\u00e1lises da luz que cerca o\u00a0<strong>planeta rec\u00e9m-formado<\/strong>\u00a0. A regi\u00e3o escura no centro do registro se fez presente devido a um filtro que bloqueia a luminosidade ofuscante da estrela e permite que os astr\u00f4nomos detectem o corpo celeste, que, neste caso, \u00e9 o brilhante globo de luz \u00e0 direita do disco negro.<\/p>\n<p>Os cientistas destacaram ainda que o coron\u00f3grafo, aparelho para estudo e fotografia da coroa solar e suas protuber\u00e2ncias, foi essencial para a descoberta, uma vez que sem ele n\u00e3o teria como distinguir a luz do planeta com o brilho de sua estrela hospedeira. &#8220;Os discos em volta de estrelas jovens s\u00e3o os locais de nascimento dos planetas, que at\u00e9 ent\u00e3o, n\u00e3o haviam sido registrados t\u00e3o nitidamente\u201d, explicou a cientista e l\u00edder do grupo de pesquisa, Miriam Keppler.<\/p>\n<p>O diretor do Instituto Max Planck, Thomas Henning, afirmou que, anteriormente, imagens desse tipo eram realizadas pelo telesc\u00f3pio\u00a0<em>Kepler<\/em>\u00a0da Ag\u00eancia Espacial Norte-Americana (Nasa), mas n\u00e3o com uma defini\u00e7\u00e3o t\u00e3o avan\u00e7ada como a do atual aparelho.<\/p>\n<p>&#8220;Depois de mais de uma d\u00e9cada de esfor\u00e7os para construir um telesc\u00f3pio de alta tecnologia, finalmente conseguimos registrar o nascimento de um\u00a0<strong>novo planeta<\/strong>\u00a0. Pela primeira vez, temos imagens diretas do planeta e do seu local de nascimento. Consideramos o registro extremamente importante para embasar an\u00e1lises sobre a forma\u00e7\u00e3o dos planetas e de qual a melhor forma de observ\u00e1-la\u201d, concluiu Kepler.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadores do Observat\u00f3rio Europeu do Sul conseguiram capturar pela primeira vez imagens diretas e &#8216;n\u00edtidas&#8217;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":87902,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/planeta.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/planeta-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/planeta-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/planeta.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/planeta.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/planeta.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/planeta.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/planeta.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/planeta.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/planeta.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Pesquisadores do Observat\u00f3rio Europeu do Sul conseguiram capturar pela primeira vez imagens diretas e &#8216;n\u00edtidas&#8217;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/87901"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=87901"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/87901\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/87902"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=87901"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=87901"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=87901"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}