{"id":87627,"date":"2018-06-28T15:00:30","date_gmt":"2018-06-28T18:00:30","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=87627"},"modified":"2018-06-27T18:55:43","modified_gmt":"2018-06-27T21:55:43","slug":"conheca-oito-razoes-pelas-quais-o-plastico-conquistou-o-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/conheca-oito-razoes-pelas-quais-o-plastico-conquistou-o-mundo\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a oito raz\u00f5es pelas quais o pl\u00e1stico conquistou o mundo"},"content":{"rendered":"<p class=\"story-body__introduction\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/plastico-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-87628\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/plastico-2-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/plastico-2-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/plastico-2.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O pl\u00e1stico \u00e9 hoje um conhecido vil\u00e3o do\u00a0<a class=\"story-body__link\" href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/topics\/0f37fb35-7f9e-4e49-b189-9d7f1d6fb11f\">meio ambiente<\/a>. Ele demora a se decompor e vem poluindo cada vez mais os oceanos, sendo uma amea\u00e7a \u00e0 vida marinha &#8211; a ponto de diversas cidades, como Rio de Janeiro, &#8220;declararem guerra&#8221; aos canudos ou a outros itens pl\u00e1sticos de uso \u00fanico.<\/p>\n<p>E como ser\u00e1 que esse material se tornou t\u00e3o presente no nosso cotidiano?<\/p>\n<p>O cientista de materiais e apresentador Mark Miodownik analisa a complicada rela\u00e7\u00e3o humana com o pl\u00e1stico e sua import\u00e2ncia na vida moderna:<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">1. Os primeiros pl\u00e1sticos substitu\u00edram o marfim<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/3172\/production\/_101985621_2.gettyimages-108069589.jpg\" alt=\"Bolas de sinuca\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Precursor do pl\u00e1stico buscava um material para substituir o marfim na fabrica\u00e7\u00e3o de bolas de sinuca<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Surpreendentemente, o primeiro pl\u00e1stico comercial foi feito de algod\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1863, o marfim de elefantes, ent\u00e3o amplamente usado para produtos cotidianos, como candelabros, guarda-chuvas, bolas de sinuca e teclas de piano, estava se tornando escasso. Para enfrentar a car\u00eancia do material, um fabricante americano de bolas de sinuca ofereceu US$ 10 mil a qualquer inventor capaz de encontrar uma alternativa.<\/p>\n<p>O inventor amador John Wesley Hyatt aceitou o desafio e come\u00e7ou a experimentar materiais feitos de l\u00e3 de algod\u00e3o e \u00e1cido n\u00edtrico.<\/p>\n<p>Acabou inventando o nitrocelulose, que chamou de &#8220;celuloide&#8221;, um material amarelado male\u00e1vel capaz de tomar formas distintas.<\/p>\n<p>No entanto, as bolas feitas de celuloide eram levemente explosivas e produziam um barulho alto quando se chocavam entre si.<\/p>\n<p>De qualquer modo, a inven\u00e7\u00e3o de Hyatt acabou tendo milhares de usos distintos &#8211; tanto que a celuloide comercial acabou permitindo o desenvolvimento do filme cinematogr\u00e1fico. O que nos leva para o item 2&#8230;<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">2. O pl\u00e1stico pavimentou o caminho do cinema<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/10746\/production\/_101989376_2a.gettyimages-81797524.jpg\" alt=\"Cineasta Rosie Newman com um projetor\" width=\"640\" height=\"515\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Celuloide aumentou a praticidade da ind\u00fastria cinematogr\u00e1fica<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>O primeiro carretel de filme para cinema era, na verdade, feito de papel.<\/p>\n<p>A maleabilidade e a for\u00e7a da celuloide faziam dela o material perfeito para aumentar a praticidade da produ\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica.<\/p>\n<p>Esse pl\u00e1stico inflam\u00e1vel se destacava porque poderia ser confeccionado em longas tiras e pintado com qu\u00edmicos que mudavam conforme a presen\u00e7a da luz.<\/p>\n<p>Por isso, a celuloide acabou permitindo a ampla produ\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de filmes da ind\u00fastria de Hollywood.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">3. Baquelite: Um material de mil usos<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/11416\/production\/_101987607_3.gettyimages-964582366.jpg\" alt=\"Telefone pl\u00e1stico\" width=\"639\" height=\"426\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Baquelite abriu as portas para os pl\u00e1sticos mold\u00e1veis e duradouros<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Em 1907, entrou em cena o baquelite, uma resina sint\u00e9tica que era subproduto da queima de carv\u00e3o.<\/p>\n<p>Era um material quebradi\u00e7o e de colora\u00e7\u00e3o marrom-escura, mas com benef\u00edcios: podia ser moldado em formatos distintos e era muito duradouro.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, sua propriedade como isolante el\u00e9trico o tornava perfeito para instala\u00e7\u00f5es, tomadas e soquetes de luz.<\/p>\n<p>O baquelite abriu caminho para o desenvolvimento de outros pl\u00e1sticos sint\u00e9ticos que viriam nos 50 anos seguintes.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">4. O pl\u00e1stico influenciou a Segunda Guerra Mundial<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/E036\/production\/_101989375_4a.gettyimages-681042368.jpg\" alt=\"Paraquedas pl\u00e1stico\" width=\"639\" height=\"425\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Nylon substituiu seda nos paraquedas, e pl\u00e1stico teve diversas aplica\u00e7\u00f5es militares<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Nos anos 1930 e 1940, cientistas petroqu\u00edmicos criaram diversos pl\u00e1sticos novos, inclusive o polietileno, que teve um papel vital na Segunda Guerra Mundial: era usado para isolar as longas linhas el\u00e9tricas usadas pelos radares a\u00e9reos das for\u00e7as aliadas (formadas primordialmente por Reino Unido, Estados Unidos, Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica e China), ajudando-os, por exemplo, a proteger a frota naval brit\u00e2nica no oceano Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p>&#8220;(O pl\u00e1stico) deu aos nossos (militares) uma vantagem, e h\u00e1 quem diga que ele contribuiu para o desfecho da guerra&#8221;, diz Susan Lambert, curadora do Museu do Design em Pl\u00e1stico na Universidade de Artes de Bournemouth, na Inglaterra.<\/p>\n<p>O material teve incont\u00e1veis usos militares: o nylon serviu para substituir a seda na fabrica\u00e7\u00e3o de paraquedas; o acr\u00edlico foi usado nas janelas de compartimentos de tiro dos tanques e capacetes de pl\u00e1stico tomaram o lugar dos de metal, que eram mais pesados.<\/p>\n<p>A inven\u00e7\u00e3o de novas utilidades tamb\u00e9m coincidiu com um crescimento exponencial da ind\u00fastria pl\u00e1stica.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">5. A m\u00fasica p\u00f4de ser gravada<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/068E\/production\/_101987610_5.gettyimages-818982540.jpg\" alt=\"Disco de vinil\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">O pl\u00e1stico permitiu que a m\u00fasica fosse gravada e reproduzida<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>At\u00e9 meados do s\u00e9culo 19, s\u00f3 era poss\u00edvel escutar m\u00fasica que fosse tocada diretamente dos instrumentos musicais.<\/p>\n<p>Isso mudou com o clindro fonogr\u00e1fico, inventado por Thomas Edison em 1877.<\/p>\n<p>Feitos de cera, os primeiros cilindros permitiram a grava\u00e7\u00e3o e a reprodu\u00e7\u00e3o do som, mas a mudan\u00e7a para o pl\u00e1stico aumentou drasticamente a vida \u00fatil das grava\u00e7\u00f5es, permitindo que elas fossem tocadas por anos e anos.<\/p>\n<p>Vieram depois os discos de vinil, as grava\u00e7\u00f5es em cassete e os CDs, tornando a m\u00fasica acess\u00edvel ao p\u00fablico em grande escala &#8211; tudo gra\u00e7as ao pl\u00e1stico.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">6. Hospitais se tornaram mais higi\u00eanicos<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/54AE\/production\/_101987612_6.gettyimages-147057283.jpg\" alt=\"Bolsas de sangue hospitalares\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Mais higi\u00eanico e pr\u00e1tico, pl\u00e1stico \u00e9 indispens\u00e1vel na rotina hospitalar<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Ao adicionar qu\u00edmicos extras ao pl\u00e1stico, inventores descobriram que conseguiam deix\u00e1-lo mais el\u00e1stico e male\u00e1vel.<\/p>\n<p>Essas propriedades o tornaram perfeito para equipamentos hospitalares e, assim, garrafas de vidro e tubos de borracha &#8211; dif\u00edceis de serem esterilizados e suscet\u00edveis a rachaduras &#8211; foram substitu\u00eddos por bolsas de sangue e tubos pl\u00e1sticos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, seringas descart\u00e1veis facilitaram a higiene em hospitais e ajudaram a salvar vidas.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">7. Descarte conveniente<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/A2CE\/production\/_101987614_7a.gettyimages-611633810.jpg\" alt=\"Pratinhos, copinhos e talheres pl\u00e1sticos\" width=\"640\" height=\"426\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Pl\u00e1stico descart\u00e1vel \u00e9 conveniente, mas cobra seu pre\u00e7o do meio ambiente<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Depois da Segunda Guerra Mundial, a ind\u00fastria petroqu\u00edmica viveu grande expans\u00e3o, desenvolvendo dezenas de novos materiais pl\u00e1sticos. Foi a chamada &#8220;revolu\u00e7\u00e3o do pl\u00e1stico&#8221;.<\/p>\n<p>Economias de escala tornaram o material muito barato quando fabricado em grandes quantidades.<\/p>\n<p>Por volta dos anos 1960, surgiu o pl\u00e1stico de uso \u00fanico &#8211; canudos, copinhos, colheres e etc -, que conquistou consumidores por ser completamente descart\u00e1vel e livr\u00e1-los da tarefa de ter que lavar lou\u00e7as ap\u00f3s a festa de anivers\u00e1rio.<\/p>\n<p>Nasceu a\u00ed a cultura do descart\u00e1vel, que cobraria um alto pre\u00e7o do meio ambiente.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">8. Pl\u00e1stico reduz o desperd\u00edcio de comida<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/15566\/production\/_101989378_8.gettyimages-133616355.jpg\" alt=\"Ma\u00e7\u00e3s embaladas em pl\u00e1stico\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Embalagens pl\u00e1sticas foram cruciais no transporte e armazenamento de alimentos<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Segundo a FAO, bra\u00e7o da ONU para alimenta\u00e7\u00e3o e agricultura, a Am\u00e9rica Latina e o Caribe perdem ou desperdi\u00e7am anualmente 15% dos seus alimentos dispon\u00edveis.<\/p>\n<p>E um aliado contra o desperd\u00edcio \u00e9 a embalagem pl\u00e1stica.<\/p>\n<p>&#8220;Uma das grandes vantagens dessas embalagens \u00e9 a quantidade de tempo adicional que elas d\u00e3o \u00e0s pessoas para levar o alimento (produzido) no campo at\u00e9 a g\u00f4ndola do supermercado&#8221;, diz o cientista de materiais Phil Purnell. &#8220;Isso nos permite proteger alimentos no transporte.&#8221;<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">O que deu errado?<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/20CE\/production\/_101989380_9.gettyimages-466799692.jpg\" alt=\"Rio filipino repleto de dejetos pl\u00e1sticos\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">O descarte de pl\u00e1stico est\u00e1 fora de controle, como mostra essa foto de um rio nas Filipinas<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Hoje, por\u00e9m, nossa depend\u00eancia de produtos pl\u00e1sticos baratos, rapidamente descart\u00e1veis e extremamente duradouros gerou um problema ambiental grave, sobretudo nos oceanos, onde vai parar grande parte dos produtos descartados &#8211; e onde eles permanecem por d\u00e9cadas ou s\u00e9culos.<\/p>\n<p>Os oceanos recebem, a cada minuto, o equivalente a um caminh\u00e3o cheio de pl\u00e1stico. \u00c9 crucial, portanto, mudar a forma como usamos e valorizamos esse material.<\/p>\n<p>O mantra que tem guiado isso \u00e9 reduzir o consumo, reutilizar o que j\u00e1 existe e reciclar o que precisar ser descartado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O pl\u00e1stico \u00e9 hoje um conhecido vil\u00e3o do\u00a0meio ambiente. 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