{"id":86734,"date":"2018-06-12T12:00:05","date_gmt":"2018-06-12T15:00:05","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=86734"},"modified":"2018-06-12T11:40:29","modified_gmt":"2018-06-12T14:40:29","slug":"mexilhao-dourado-especie-exotica-invasora-causa-inumeros-prejuizos-ao-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/mexilhao-dourado-especie-exotica-invasora-causa-inumeros-prejuizos-ao-pais\/","title":{"rendered":"Mexilh\u00e3o-dourado, esp\u00e9cie ex\u00f3tica invasora, causa in\u00fameros preju\u00edzos ao pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mexilhao_dourado.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-86735\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mexilhao_dourado-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mexilhao_dourado-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mexilhao_dourado.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Pesquisas cient\u00edficas conduzidas pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) para a Companhia Energ\u00e9tica de Minas Gerais (Cemig) prometem minimizar ainda mais a a\u00e7\u00e3o de uma esp\u00e9cie ex\u00f3tica invasora que h\u00e1 pelo menos duas d\u00e9cadas se tornou uma das maiores inimigas de usinas hidrel\u00e9tricas, pequenas centrais el\u00e9tricas e reservat\u00f3rios para abastecimento humano: o mexilh\u00e3o-dourado (Limnoperna fortunei).<\/p>\n<p>Em seu mais recente edital de financiamento de pesquisas, lan\u00e7ado em 2017, a Cemig se comprometeu a investir R$ 7,3 milh\u00f5es na segunda fase de um estudo a ser conduzido pela Ufop, nos pr\u00f3ximos quatro anos, na \u00e1rea de bioengenharia. E tamb\u00e9m no desenvolvimento de novos materiais para aplica\u00e7\u00e3o em ecossistemas e usinas hidrel\u00e9tricas no combate ao mexilh\u00e3o-dourado.<\/p>\n<p>Segundo a coordenadora do N\u00facleo de Qualidade de \u00c1guas da Cemig, Marcela David, o projeto \u00e9 a continuidade de uma linha de pesquisa associada ao conhecimento do mexilh\u00e3o-dourado. E d\u00e1 sequ\u00eancia a 20 anos de estudos feitos em parceria com in\u00fameras institui\u00e7\u00f5es de pesquisa sobre essa esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>Superada a etapa de conhecimento b\u00e1sico do mexilh\u00e3o e sua intera\u00e7\u00e3o com o meio ambiente, onde se instalou nos cursos de \u00e1gua, est\u00e3o sendo desenvolvidos novos arranjos cient\u00edficos com o uso da nanotecnologia.<\/p>\n<p>\u201cO objetivo \u00e9 desenvolver novas formas de controle espec\u00edficas para a esp\u00e9cie, trabalhando a gen\u00e9tica do organismo para entender sua a\u00e7\u00e3o e intera\u00e7\u00e3o no ambiente. E como isso interfere na ecologia da popula\u00e7\u00e3o e a forma com que se relaciona com os diferentes materiais e estruturas onde se instala\u201d, explica.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o projeto visa, com os novos conhecimentos gerados, contribuir com o Minist\u00e9rio do Meio Ambiente e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renov\u00e1veis (Ibama), que gerenciam o Plano de Combate e Controle do Mexilh\u00e3o-Dourado no pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u201cA capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua para irriga\u00e7\u00e3o e abastecimento p\u00fablico, a produ\u00e7\u00e3o de energia e v\u00e1rias outros segmentos econ\u00f4micos ficam comprometidos com a presen\u00e7a do mexilh\u00e3o-dourado, que se fixa em diversos tipos de estruturas e materiais, entupindo tubula\u00e7\u00f5es e impedindo as atividades\u201d, explica o superintendente de Gest\u00e3o Ambiental da Gera\u00e7\u00e3o e Transmiss\u00e3o da Cemig, Enio Fonseca.<\/p>\n<p>Ele acrescenta que, al\u00e9m de parar opera\u00e7\u00f5es complexas nas usinas hidrel\u00e9tricas, a presen\u00e7a do mexilh\u00e3o exige uma completa reprograma\u00e7\u00e3o de manuten\u00e7\u00e3o em diversos tipos de reservat\u00f3rios. \u201cO mexilh\u00e3o entope tudo. Ele j\u00e1 parou opera\u00e7\u00f5es de capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua para abastecimento em dezenas de cidades, impactou a opera\u00e7\u00e3o de usinas hidrel\u00e9tricas situadas na bacia do rio Paran\u00e1 e prejudicou atividades de irriga\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m do setor el\u00e9trico, sua presen\u00e7a prejudica tanques de peixamentos e diversas outras atividades\u201d, ressalta Fonseca.<\/p>\n<p><strong>Bioengenharia<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com Antonio Valad\u00e3o, professor no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Engenharia de Materiais da UFOP\/Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg)\/Rede Tem\u00e1tica em Engenharia de Materiais (Redemat), na primeira etapa do projeto foi poss\u00edvel avan\u00e7ar muito na investiga\u00e7\u00e3o do \u201ccorpo\u201d do mexilh\u00e3o por meio de v\u00e1rias t\u00e9cnicas de microscopia de for\u00e7a at\u00f4mica (AFM, em ingl\u00eas), para conhecer os mecanismos de ades\u00e3o da esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>Outro foco da pesquisa foi a concha do mexilh\u00e3o e sua micro (e nano) arquitetura, aponta Valad\u00e3o. \u201cAvan\u00e7amos bastante no estudo da biomineraliza\u00e7\u00e3o e publicamos um livro em portugu\u00eas e ingl\u00eas, dispon\u00edvel on-line (www.bio-mineral.org), em que fazemos uma conex\u00e3o, ainda inicial, entre a Teoria da Evolu\u00e7\u00e3o de Charles Darwin e as teorias de ci\u00eancia dos materiais. Todos esses estudos sobre o mexilh\u00e3o-dourado s\u00f3 foram poss\u00edveis devido \u00e0 cria\u00e7\u00e3o do Centro de Bioengenharia de Esp\u00e9cies Invasoras de Hidrel\u00e9tricas (CBEIH) [leia mais a seguir], financiado pela Cemig e apoiado pela Redemat\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Na segunda fase da parceria de desenvolvimento cient\u00edfico entre Cemig e Ufop, os pesquisadores v\u00e3o se debru\u00e7ar sobre a aplica\u00e7\u00e3o da bioengenharia \u2013 que une princ\u00edpios da biologia \u00e0 engenharia \u2013 para criar novos materiais e mecanismos, por meio de agentes biol\u00f3gicos, na tentativa de impedir que o mexilh\u00e3o-dourado se fixe nas estruturas das usinas hidrel\u00e9tricas.<\/p>\n<p>O combate qu\u00edmico da esp\u00e9cie \u00e9 regulamentado por normas do Ibama e da Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa). H\u00e1\u00a0 apenas dois produtos licenciados no pa\u00eds com essa finalidade: o dicloro isocianurato de s\u00f3dio e o MXD-100. Este \u00faltimo foi desenvolvido a partir das pesquisas elaboradas nos primeiros projetos de pesquisa, desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o (PD&amp;I) desenvolvidos pela Cemig.<\/p>\n<p>\u201cAcompanhar quest\u00f5es que envolvem esp\u00e9cies invasoras nos meios aqu\u00e1ticos com impacto nas usinas, na produ\u00e7\u00e3o de pescados, no abastecimento p\u00fablico e nas comunidades onde atuamos \u00e9 ponto importante na pol\u00edtica ambiental da Cemig. Por isso, os estudos e investimentos em PD&amp;I com a academia s\u00e3o essenciais para produzirmos informa\u00e7\u00e3o de qualidade para toda a sociedade, inclusive para os gestores das \u00e1guas\u201d, complementa o superintendente Enio Fonseca.<\/p>\n<p><strong>Sem predadores naturais<\/strong><\/p>\n<p>A periculosidade do mexilh\u00e3o-dourado est\u00e1 associada justamente \u00e0 sua capacidade de se fixar em praticamente qualquer material. E tamb\u00e9m de se adaptar ao ambiente local, com r\u00e1pida taxa de crescimento e grande for\u00e7a reprodutiva.<\/p>\n<p>Sem predadores naturais, sua presen\u00e7a nos ecossistemas aqu\u00e1ticos brasileiros vem causando s\u00e9rios danos ambientais e econ\u00f4micos a diferentes setores produtivos que usam a \u00e1gua em seu estado bruto. O n\u00famero de moluscos nativos vem sendo impactado pela r\u00e1pida dispers\u00e3o do mexilh\u00e3o-dourado, al\u00e9m de haver forte redu\u00e7\u00e3o em diversidade e n\u00famero de esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>Por ser um esp\u00e9cime filtrador, ele tamb\u00e9m pode alterar a transpar\u00eancia da \u00e1gua nos reservat\u00f3rios, al\u00e9m de estar relacionado ao aparecimento de macr\u00f3fitas submersas, em raz\u00e3o da diminui\u00e7\u00e3o da transpar\u00eancia da \u00e1gua. E, consequentemente, do aumento da penetra\u00e7\u00e3o de luz, o que favorece a prolifera\u00e7\u00e3o dessas plantas, que podem causar outras consequ\u00eancias (como a restri\u00e7\u00e3o \u00e0 navegabilidade de pequenas embarca\u00e7\u00f5es).<\/p>\n<p><strong>Controle efetivo e integrado<\/strong><\/p>\n<p>A Cemig, em parceria com a Funda\u00e7\u00e3o Centro Tecnol\u00f3gico de Minas Gerais (Cetec), investiu em novos projetos por meio do Centro de Bioengenharia de Esp\u00e9cies Invasoras de Hidrel\u00e9tricas (CBEIH).<\/p>\n<p>Esse centro foi criado a partir do P&amp;D da Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel), grupo de trabalho de controle do mexilh\u00e3o-dourado: bioengenharia e novos materiais para aplica\u00e7\u00f5es em ecossistemas e usinas hidrel\u00e9tricas. A fim de otimizar os processos de detec\u00e7\u00e3o e manejo de esp\u00e9cies invasoras aqu\u00e1ticas, o CBEIH desenvolveu o Programa de Detec\u00e7\u00e3o R\u00e1pida e Resposta Imediata (DRRI), compartilhado com diferentes setores da sociedade, incluindo \u00f3rg\u00e3os ambientais de controle interessados nesse tema.<\/p>\n<p>O conhecimento gerado pelas pesquisas dos projetos de PD&amp;I j\u00e1 realizados permitiram o desenvolvimento de um robusto programa de educa\u00e7\u00e3o ambiental realizado junto \u00e0s comunidades lindeiras aos cursos de \u00e1gua e reservat\u00f3rios. Gra\u00e7as a esse trabalho, a Cemig retardou a chegada do mexilh\u00e3o-dourado aos rios de Minas Gerais em cerca de 10 anos.<\/p>\n<p>De acordo com Marcela David, o conhecimento da biologia avan\u00e7ada da esp\u00e9cie, associado aos aspectos ecol\u00f3gicos dos ambientes invadidos, \u00e9 essencial para o desenvolvimento de t\u00e9cnicas de preven\u00e7\u00e3o, detec\u00e7\u00e3o, monitoramento e controle do invasor.<\/p>\n<p>\u201cEssas pesquisas de base s\u00e3o ainda essenciais para o desenvolvimento de modelos ambientais preditivos que, apoiados em ferramentas computacionais, possam indicar \u00e1reas mais suscet\u00edveis \u00e0 invas\u00e3o, direcionando esfor\u00e7os e otimizando os custos para preven\u00e7\u00e3o e conten\u00e7\u00e3o da invas\u00e3o em ambientes tropicais.\u201d<\/p>\n<p>De acordo com a Cemig, para o efetivo controle do mexilh\u00e3o-dourado \u00e9 essencial, ainda, a integra\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os de fiscaliza\u00e7\u00e3o do governo, prefeituras, empresas de abastecimento de \u00e1gua e saneamento, bem como centros de pesquisa, universidades, ind\u00fastria e empresas de energia, por meio de a\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o ambiental, preven\u00e7\u00e3o, monitoramento e controle da dispers\u00e3o da esp\u00e9cie.<\/p>\n<p><img src=\"http:\/\/www.revistaecologico.com.br\/esite\/kcfinder\/upload\/images\/capas\/materias\/empresaeambiente2_600.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p><strong>Organismo bivalve (tem duas conchas), o mexilh\u00e3o-dourado obstrui e entope canos, turbinas e tubula\u00e7\u00f5es de sistemas de hidrel\u00e9tricas e reservat\u00f3rios de abastecimento de \u00e1gua.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Fique por dentro<\/strong><\/p>\n<p>Origin\u00e1rio da \u00c1sia, o mexilh\u00e3o-dourado chegou \u00e0s \u00e1guas do Brasil pelo Sul do pa\u00eds. O primeiro registro ocorreu em 1998, no Rio Grande do Sul, e desde ent\u00e3o foi se dispersando pelas principais bacias hidrogr\u00e1ficas.<\/p>\n<p>Em apenas 10 anos, espalhou-se por quase toda a bacia dos rios Parana\u00edba, Paran\u00e1 e Paraguai, al\u00e9m da regi\u00e3o do Pantanal, no Rio Grande (divisa de Minas, com S\u00e3o Paulo e Goi\u00e1s), e tamb\u00e9m no Alto Rio S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<p>Mais recentemente,\u00a0 foi detectado no Rio Parana\u00edba, na divisa de Minas Gerais com Goi\u00e1s. \u00c9 encontrado ao longo dos rios e tamb\u00e9m em reservat\u00f3rios dessas bacias. O principal desafio \u00e9 o controle do mexilh\u00e3o no ambiente natural (reservat\u00f3rios, rios, lagos etc.), pois o tratamento usado em \u00e1rea industrial n\u00e3o se aplica a essas regi\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Curiosidades<\/strong><\/p>\n<p>\u00c1gua de lastro<\/p>\n<p>\u00c9 o l\u00edquido recolhido aos por\u00f5es dos navios na origem e despejado no destino para dar estabilidade, propuls\u00e3o e permitir o gerenciamento de manobras dos barcos.<\/p>\n<p>\u00c9 considerada o principal ve\u00edculo de dissemina\u00e7\u00e3o de trilh\u00f5es de min\u00fasculas esp\u00e9cies invasoras, tornando-se um s\u00e9rio problema em escala mundial. Por ano, mais de 40 mil embarca\u00e7\u00f5es passam pelo Brasil, levando e trazendo intrusos em mais de 10 bilh\u00f5es de toneladas de \u00e1gua de lastro, com cerca de 3 mil esp\u00e9cies ex\u00f3ticas invasoras de todo o mundo.<\/p>\n<p><strong>Impactos econ\u00f4micos e socioambientais<\/strong><\/p>\n<p>Os mexilh\u00f5es usam a pr\u00f3pria natureza para se dar bem: agarram-se \u00e0s ra\u00edzes das matas ciliares, onde ocorrem as desovas de peixes nativos, matando os ber\u00e7\u00e1rios. Assim, n\u00e3o apenas garantem sua presen\u00e7a no local como eliminam o risco de predadores.<\/p>\n<p>Eles filtram a \u00e1gua para retirar o fitopl\u00e2ncton, organismos que flutuam e representam o primeiro elo da cadeia alimentar: aquele que fornece nutrientes para todo o ecossistema. Com isso, o zoopl\u00e2ncton, composto por animais de diversos tamanhos, como crust\u00e1ceos e algas, fica prejudicado, pois a \u00e1gua fica sem nutrientes: pobre e doente. O impacto ambiental com a perda de biodiversidade \u00e9 incalcul\u00e1vel.<\/p>\n<p>Na economia, o mexilh\u00e3o-dourado gera preju\u00edzos com os altos gastos de manuten\u00e7\u00e3o de equipamentos por prefeituras, companhias de abastecimento de \u00e1gua e esgoto, empresas geradoras e fornecedoras de energia el\u00e9trica; bem como na potabilidade da \u00e1gua e no tratamento de doen\u00e7as decorrentes da contamina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O mexilh\u00e3o-dourado tem reprodu\u00e7\u00e3o externa, ou seja: \u00f3vulos e espermatozoides s\u00e3o liberados e se encontram na \u00e1gua. Forma larvas com pouco mais de 2mm que, nadando, se agarram a qualquer substrato no leito dos rios e lagos, como rochas, troncos, redes, pl\u00e1sticos, peda\u00e7os de tijolos, tubos, entre outros. Consegue formar col\u00f4nias com densidade de at\u00e9 180 mil indiv\u00edduos por metro quadrado.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia Bibliogr\u00e1fica:\u00a0\u201cA invas\u00e3o perigosado mexilh\u00e3o-dourado e de outras pragas\u201d, Dorinha Aguiar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisas cient\u00edficas conduzidas pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) para a Companhia Energ\u00e9tica de<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":86735,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mexilhao_dourado.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mexilhao_dourado-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mexilhao_dourado-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mexilhao_dourado.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mexilhao_dourado.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mexilhao_dourado.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mexilhao_dourado.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mexilhao_dourado.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mexilhao_dourado.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mexilhao_dourado.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Pesquisas cient\u00edficas conduzidas pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) para a Companhia Energ\u00e9tica de","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86734"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=86734"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86734\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/86735"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=86734"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=86734"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=86734"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}