{"id":86683,"date":"2018-06-11T12:00:45","date_gmt":"2018-06-11T15:00:45","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=86683"},"modified":"2018-06-11T11:18:11","modified_gmt":"2018-06-11T14:18:11","slug":"os-microssapinhos-menores-que-uma-moeda-que-ainda-estao-sendo-descobertos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/os-microssapinhos-menores-que-uma-moeda-que-ainda-estao-sendo-descobertos\/","title":{"rendered":"Os microssapinhos menores que uma moeda que ainda est\u00e3o sendo descobertos"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/sapinho-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-86684\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/sapinho-1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/sapinho-1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/sapinho-1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>De sua mais recente expedi\u00e7\u00e3o a campo, em Andara\u00ed (BA), na Chapada Diamantina, em novembro de 2016, o pesquisador Felipe Andrade regressou a seu laborat\u00f3rio na Unicamp (SP) com a 23\u00aa esp\u00e9cie documentada de microssapinhos tipicamente sul-americanos &#8211; que proliferam sobretudo no Brasil e que ainda n\u00e3o s\u00e3o plenamente conhecidos dos cientistas.<\/p>\n<p>A nova esp\u00e9cie\u00a0\u00e9 descrita pela primeira vez em artigo prestes a ser publicado no peri\u00f3dico cient\u00edfico\u00a0<em>Zootaxa<\/em>, e Andrade descobriu que ela se difere das demais esp\u00e9cies de seu g\u00eanero por ter pernas mais curtas, uma quantidade diferente de pares de cromossomos, um canto de notas mais r\u00e1pidas e um tamanho ainda mais diminuto do que muitas de suas &#8220;colegas&#8221;: os machos t\u00eam entre 12,8 mm e 14,8 mm, ou seja, s\u00e3o menores do que uma moeda de R$ 1.<\/p>\n<p>Algumas esp\u00e9cies chegam a ter tamanho inferior a uma unha do dedo mindinho humano.<\/p>\n<p>As\u00a0<em>pseudopaludicolas<\/em>\u00a0&#8211; como \u00e9 chamado esse g\u00eanero de sapos min\u00fasculos &#8211; despertaram nos \u00faltimos anos a aten\u00e7\u00e3o de pequenos grupos de cientistas por serem uma fauna tipicamente brasileira parcialmente inexplorada: \u00e9 poss\u00edvel que existam pelo menos dez esp\u00e9cies ainda n\u00e3o documentadas, esperando para serem descobertas.<\/p>\n<p>&#8220;S\u00f3 nos \u00faltimos oito anos, foram encontradas 12 novas esp\u00e9cies, o que \u00e9 muito surpreendente&#8221;, diz Andrade, que j\u00e1 prepara, em sua tese de doutorado, a descri\u00e7\u00e3o de mais duas esp\u00e9cies e analisa os dados de uma terceira, para confirmar se ela \u00e9, de fato, nova.<\/p>\n<p>Isso se deve tanto ao maior interesse dos cientistas quanto aos avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos na an\u00e1lise.<\/p>\n<div class=\"media_box full-dimensions660x360\">\n<div class=\"edges\"><img loading=\"lazy\" class=\"croppable\" title=\"Nova esp\u00e9cie foi identificada na Chapada Diamantina; microssapinhos preferem \u00e1reas abertas a matas densas\" src=\"https:\/\/img.r7.com\/images\/chapada-diamantina-10062018161647775?dimensions=660x360\" alt=\"Nova esp\u00e9cie foi identificada na Chapada Diamantina; microssapinhos preferem \u00e1reas abertas a matas densas\" width=\"640\" height=\"349\" \/>Nova esp\u00e9cie foi identificada na Chapada Diamantina; microssapinhos preferem \u00e1reas abertas a matas densas<\/div>\n<div class=\"content_image\"><\/div>\n<\/div>\n<p>&#8220;A princ\u00edpio, conseguia-se fazer s\u00f3 a an\u00e1lise da morfologia (apar\u00eancia e tamanho) desses animais&#8221;, explica Ariovaldo Giaretta, professor-associado da Faculdade de Ci\u00eancias da Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia (UFU).<\/p>\n<p>&#8220;Hoje, conseguimos tamb\u00e9m gravar os cantos (dos sapos para estudo ac\u00fastico) com equipamentos digitais, fazer uma an\u00e1lise molecular cada vez mais r\u00e1pida e barata e integrar essas tr\u00eas bases de dados para identificar novas esp\u00e9cies. A maior limita\u00e7\u00e3o atualmente \u00e9 tempo e dinheiro para viagens. Mas n\u00e3o ser\u00e1 surpresa se chegarmos a um n\u00famero de 30 ou 35 esp\u00e9cies identificadas de\u00a0<em>pseudopaludicolas<\/em>.&#8221;<\/p>\n<div class=\"media_box full-dimensions660x360\">\n<div class=\"edges\"><img loading=\"lazy\" class=\"croppable\" title=\"A pseudopaludicola florencei, rec\u00e9m-descoberta na Bahia\" src=\"https:\/\/img.r7.com\/images\/a-pseudopaludicola-florencei-recem-descoberta-na-bahia-10062018161648103?dimensions=660x360\" alt=\"A pseudopaludicola florencei, rec\u00e9m-descoberta na Bahia\" width=\"640\" height=\"349\" \/>A pseudopaludicola florencei, rec\u00e9m-descoberta na Bahia<\/div>\n<div class=\"content_image\"><\/div>\n<\/div>\n<p><strong>\u00c1reas abertas<\/strong><\/p>\n<p>As\u00a0<em>pseudopaludicolas<\/em>\u00a0costumam habitar \u00e1reas abertas, como pastos, em vez de florestas fechadas. \u00c9 um g\u00eanero que surgiu e se diversificou exclusivamente na Am\u00e9rica do Sul, principalmente no Brasil, por causa do tamanho do pa\u00eds e da diversidade de biomas adequados para esses bichinhos &#8211; particularmente a Caatinga, o Cerrado, os Pampas sulistas e algumas \u00e1reas do Pantanal.<\/p>\n<p>Os sapinhos provavelmente preferem essas \u00e1reas porque a aus\u00eancia de coberturas florestais densa permite que o sol bata diretamente sobre as po\u00e7as de \u00e1guas rasas que eles habitam &#8211; as quais, mais quentes, acabam tendo mais algas para alimentar os girinos das esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>Curiosamente, essa prefer\u00eancia de habitat talvez esteja ajudando a preservar as esp\u00e9cies de\u00a0<em>pseudopaludicolas<\/em>.<\/p>\n<div class=\"media_box full-dimensions660x360\">\n<div class=\"edges\"><img loading=\"lazy\" class=\"croppable\" title=\"Pseudopaludicola murundu encontrada em Po\u00e7os de Caldas (MG); estudos avan\u00e7aram gra\u00e7as ao maior interesse dos pesquisadores e ao barateamento da tecnologia de an\u00e1lise\" src=\"https:\/\/img.r7.com\/images\/pseudopaludicola-murundu-encontrada-em-pocos-de-caldas-mg-10062018161648310?dimensions=660x360&amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;resize=660x360&amp;amp;crop=803x438+69+48&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;resize=660x360&amp;amp;crop=803x438+69+48\" alt=\"Pseudopaludicola murundu encontrada em Po\u00e7os de Caldas (MG); estudos avan\u00e7aram gra\u00e7as ao maior interesse dos pesquisadores e ao barateamento da tecnologia de an\u00e1lise\" width=\"640\" height=\"349\" \/>Pseudopaludicola murundu encontrada em Po\u00e7os de Caldas (MG); estudos avan\u00e7aram gra\u00e7as ao maior interesse dos pesquisadores e ao barateamento da tecnologia de an\u00e1lise<\/div>\n<div class=\"content_image\"><\/div>\n<\/div>\n<p>&#8220;Por serem animais de \u00e1reas abertas, eles ficam menos suscet\u00edveis (ao desmatamento)&#8221;, explica Luis Felipe Toledo, professor do Departamento de Biologia Animal da Unicamp, especialista em extin\u00e7\u00f5es de anf\u00edbios no Brasil e orientador de Andrade.<\/p>\n<p>Mas, como o estudo aprofundado dessas esp\u00e9cies \u00e9 relativamente recente, ser\u00e3o necess\u00e1rias mais pesquisas para ter certeza disso.<\/p>\n<p>&#8220;At\u00e9 recentemente, (muitos bi\u00f3logos) preferiam mais de estudar animais maiores, mais coloridos e carism\u00e1ticos, em vez desses sapinhos marrons parecidos entre si. Agora, com mais tecnologia e gente interessada, \u00e9 que estamos descobrindo sua variedade e encontrando-os em serras, pastos, litorais&#8221;, prossegue Toledo. &#8220;Mas a gente ainda mal conhece a distribui\u00e7\u00e3o desses bichinhos. N\u00e3o temos ideia se as popula\u00e7\u00f5es est\u00e3o declinando ou se est\u00e3o est\u00e1veis, ent\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil bater o martelo sobre seu status de conserva\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<div id=\"inner-ad-container\" class=\"open full-width\"><\/div>\n<p><strong>Import\u00e2ncia ecol\u00f3gica<\/strong><\/p>\n<p>O que os cientistas j\u00e1 sabem \u00e9 que esses minissapinhos t\u00eam pap\u00e9is relevantes em seus ecossistemas, a come\u00e7ar pela cadeia alimentar.<\/p>\n<p>&#8220;Eles comem besouros, aranhas e insetos, fazendo um controle populacional de mosquitos, por exemplo&#8221;, explica Andrade.<\/p>\n<p>No sentido contr\u00e1rio da cadeia, eles servem de alimento para uma gama de animais vertebrados maiores &#8211; at\u00e9 mesmo outros sapos.<\/p>\n<p>&#8220;E s\u00e3o importantes conversores de nutrientes: como vivem na \u00e1gua, incorporam nutritentes aqu\u00e1ticos e os devolvem \u00e0 terra ao morrerem&#8221;, diz Giaretta.<\/p>\n<div class=\"media_box full-dimensions660x360\">\n<div class=\"edges\"><img loading=\"lazy\" class=\"croppable\" title=\"Microssapinhos ajudam a controlar popula\u00e7\u00f5es de insetos e servem de alimento para muitos animais maiores\" src=\"https:\/\/img.r7.com\/images\/pseudopaludicola-de-curvelo-mg-10062018161648669?dimensions=660x360&amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;resize=660x360&amp;amp;crop=697x380+154+89&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;resize=660x360&amp;amp;crop=697x380+154+89\" alt=\"Microssapinhos ajudam a controlar popula\u00e7\u00f5es de insetos e servem de alimento para muitos animais maiores\" width=\"640\" height=\"349\" \/>Microssapinhos ajudam a controlar popula\u00e7\u00f5es de insetos e servem de alimento para muitos animais maiores<\/div>\n<div class=\"content_image\"><\/div>\n<\/div>\n<p>Sua predile\u00e7\u00e3o pela \u00e1gua tamb\u00e9m tem ajudado em projetos de preserva\u00e7\u00e3o, explica Andr\u00e9 Pansonato, pesquisador na Universidade Federal do Mato Grosso, que tamb\u00e9m \u00e9 autor de tese de doutorado sobre as\u00a0<em>pseudopaludicolas<\/em>. &#8220;Uma esp\u00e9cie\u00a0<em>pseudopaludicola<\/em>\u00a0em particular, a\u00a0<em>ameghini,<\/em>\u00a0\u00e9 presente em \u00e1reas de nascentes de \u00e1gua. Ao identificarmos locais de incid\u00eancia da esp\u00e9cie, tamb\u00e9m identificamos \u00e1reas de nascentes a serem protegidas&#8221;, explica.<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio Pansonato j\u00e1 participou da identifica\u00e7\u00e3o de mais de cinco novas esp\u00e9cies desse g\u00eanero, e, ainda que advogue cautela no meio cient\u00edfico para que n\u00e3o haja banaliza\u00e7\u00e3o na atribui\u00e7\u00e3o de novas esp\u00e9cies, v\u00ea potencial tanto cient\u00edfico quanto tur\u00edstico nas\u00a0<em>pseudopalud\u00edcolas<\/em>.<\/p>\n<p>&#8220;Acho que muitas pessoas bloqueiam seu interesse por sapos por os associarem a algo asqueroso, de bruxaria. Mas isso \u00e9 desconhecimento. H\u00e1 esp\u00e9cies com um canto espetacular, muito distinto. Daria para fazer expedi\u00e7\u00f5es noturnas de turismo para escut\u00e1-los.&#8221;<\/p>\n<p>\u00c9 o caso da nova esp\u00e9cie\u00a0rec\u00e9m-identificada por Andrade e seus colegas &#8211; Isabelle Haga, da UFU, Mariana Lyra e C\u00e9lio Haddad, da Unesp Rio Claro, Felipe Leite da UFV Campus Florestal, e o alem\u00e3o Axel Kwet, com financiamento da Fapesp &#8211; e que tem um canto bem particular: uma esp\u00e9cie de &#8220;pocot\u00f3&#8221;, semelhante ao andar do cavalo, mas em ritmo r\u00e1pido.<\/p>\n<p>Outra curiosidade sobre as\u00a0<em>pseudopaludicolas<\/em>\u00a0\u00e9 que algumas esp\u00e9cies desses sapinhos, por serem t\u00e3o pequeninas, n\u00e3o andam sozinhas.<\/p>\n<p>&#8220;Quando voc\u00ea acha um, acha uma centena em uma \u00e1rea de 10 m\u00b2&#8221;, diz Toledo.<\/p>\n<p>Giaretta confirma que j\u00e1 foi surpreendido, em pesquisas de campo, por &#8220;nuvens de sapinhos, como se fossem gafanhotos&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Nem todas as esp\u00e9cies vivem em bandos t\u00e3o grandes, mas no Pantanal, \u00e0s vezes voc\u00ea pisa em uma po\u00e7a e dezenas de sapinhos saem pulando&#8221;, agrega Pansonato.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De sua mais recente expedi\u00e7\u00e3o a campo, em Andara\u00ed (BA), na Chapada Diamantina, em novembro<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":86684,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/sapinho-1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/sapinho-1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/sapinho-1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/sapinho-1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/sapinho-1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/sapinho-1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/sapinho-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/sapinho-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/sapinho-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/sapinho-1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"De sua mais recente expedi\u00e7\u00e3o a campo, em Andara\u00ed (BA), na Chapada Diamantina, em novembro","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86683"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=86683"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86683\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/86684"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=86683"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=86683"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=86683"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}