{"id":86442,"date":"2018-06-07T13:30:22","date_gmt":"2018-06-07T16:30:22","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=86442"},"modified":"2018-06-06T22:59:13","modified_gmt":"2018-06-07T01:59:13","slug":"encontradas-na-china-pegadas-de-animais-mais-antigas-ja-conhecidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/encontradas-na-china-pegadas-de-animais-mais-antigas-ja-conhecidas\/","title":{"rendered":"Encontradas na China pegadas de animais mais antigas j\u00e1 conhecidas"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/descoberta.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-86443\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/descoberta-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/descoberta-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/descoberta.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>As pegadas de animais mais antigas conhecidas at\u00e9 agora, que datam de ao menos 541 milh\u00f5es de anos, foram descobertas na China, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira.<\/p>\n<p>N\u00e3o est\u00e1 claro exatamente a que tipo de criatura correspondem as pegadas, que se encontram a mil\u00edmetros umas das outras, formando duas fileiras de marcas pouco profundas impressas em calc\u00e1rio.<\/p>\n<p>\u201cEste \u00e9 considerado o primeiro registro de pegada f\u00f3ssil animal\u201d, indica o relat\u00f3rio na revista americana Science Advances.<\/p>\n<p>As marcas foram encontradas na \u00e1rea das Gargantas do rio Yangtz\u00e9, no sul da China, e datam do per\u00edodo Ediacarano, h\u00e1 entre 541 e 635 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n<p>\u201cA pedra que cont\u00e9m o f\u00f3ssil foi muito bem datada entre 551 e 541 milh\u00f5es de anos de antiguidade\u201d, disse \u00e0 AFP por e-mail o autor do estudo, Zhe Chen, pesquisador da Academia de Ci\u00eancias da China.<\/p>\n<p>\u201cAs pegadas anteriormente identificadas t\u00eam entre 540 e 530 milh\u00f5es de anos. Estes f\u00f3sseis provavelmente t\u00eam at\u00e9 10 milh\u00f5es de anos a mais\u201d.<\/p>\n<p>A criatura que produziu as pegadas n\u00e3o morreu perto delas, de modo que seu f\u00f3ssil n\u00e3o foi encontrado para ser estudado, deixando um mist\u00e9rio sobre o tipo de animal a que pertencem.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o sabemos exatamente quais animais deixaram estas pegadas, s\u00f3 que devem ter sido bilateralmente sim\u00e9tricos porque tinham extremidades pares\u201d, disse Chen.<\/p>\n<p>\u201cAo menos tr\u00eas grupos vivos de animais t\u00eam extremidades pares (representados por artr\u00f3podes como as mamangabas, anel\u00eddeos como os poliquetas e tetr\u00e1podes como os humanos). Artr\u00f3podes e anel\u00eddeos, ou seus antepassados, est\u00e3o dentro das possibilidades\u201d.<\/p>\n<p>O animal parece ter detido sua marcha de vez em quando, j\u00e1 que os rastros parecem estar conectados a tocas que podem ter sido escavadas no sedimento, \u201ctalvez para extrair oxig\u00eanio e comida\u201d, detalha o relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>As pegadas f\u00f3sseis oferecem \u201calgumas das evid\u00eancias mais antigas conhecidas de extremidades de animais e estendem o mais antigo tra\u00e7o f\u00f3ssil registrado de animais com extremidades do in\u00edcio do Cambriano (485 a 541 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s) at\u00e9 o final do Per\u00edodo Ediacarano\u201d.<\/p>\n<p>Os pesquisadores que participaram do estudo s\u00e3o do Instituto de Geologia e Paleontologia de Nanjing, da Academia de Ci\u00eancias da China e da Universidade Tecnol\u00f3gica da Virg\u00ednia nos Estados Unidos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As pegadas de animais mais antigas conhecidas at\u00e9 agora, que datam de ao menos 541<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":86443,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/descoberta.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/descoberta-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/descoberta-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/descoberta.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/descoberta.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/descoberta.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/descoberta.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/descoberta.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/descoberta.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/descoberta.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"As pegadas de animais mais antigas conhecidas at\u00e9 agora, que datam de ao menos 541","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86442"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=86442"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86442\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/86443"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=86442"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=86442"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=86442"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}