{"id":86382,"date":"2018-06-06T13:00:23","date_gmt":"2018-06-06T16:00:23","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=86382"},"modified":"2018-06-05T20:22:06","modified_gmt":"2018-06-05T23:22:06","slug":"cerrado-tem-germinacao-unica-entre-savanas-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/cerrado-tem-germinacao-unica-entre-savanas-do-mundo\/","title":{"rendered":"Cerrado tem germina\u00e7\u00e3o \u00fanica entre savanas do mundo"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/planta_cerrado.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-86383\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/planta_cerrado-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/planta_cerrado-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/planta_cerrado.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Segundo maior bioma sul-americano (depois da Floresta Amaz\u00f4nica), o Cerrado \u00e9 o ambiente de savana com maior biodiversidade no mundo \u2013 e est\u00e1 desaparecendo rapidamente.<\/p>\n<p>At\u00e9 os anos 1960, o Cerrado se manteve bastante preservado, mas fatores como a expans\u00e3o acelerada da pecu\u00e1ria e da fronteira agr\u00edcola levaram o bioma a ter atualmente apenas 21% de sua vegeta\u00e7\u00e3o original intacta, segundo a Conserva\u00e7\u00e3o Internacional.<\/p>\n<p>A vegeta\u00e7\u00e3o do Cerrado \u00e9 composta por gram\u00edneas, arbustos e \u00e1rvores esparsas. S\u00e3o plantas adaptadas a sobreviver durante os longos per\u00edodos de estiagem que caracterizam a esta\u00e7\u00e3o seca. Quando chegam as primeiras chuvas, no entanto, tudo muda e o Cerrado floresce. As sementes dos mais diversos g\u00eaneros e fam\u00edlias de plantas t\u00edpicas do bioma germinam ao mesmo tempo, como se fossem os instrumentos de uma grande orquestra tocando em un\u00edssono.<\/p>\n<p>Um estudo feito na Universidade Estadual Paulista (Unesp) revela as diferentes estrat\u00e9gias dos diversos grupos de plantas do Cerrado para frutificar e dispersar, ao longo do ano, sementes que germinam com a chegada das chuvas. Resultados do trabalho foram publicados nos\u00a0<i><b><a href=\"https:\/\/academic.oup.com\/aob\/article-abstract\/121\/6\/1197\/4841709\" target=\"_blank\">Annals of Botany<\/a><\/b><\/i>.<\/p>\n<p>Em regi\u00f5es tropicais com clima sazonal, a disponibilidade de \u00e1gua no solo \u00e9 o principal fator que limita o estabelecimento e o crescimento de mudas. \u201cEm ecossistemas tropicais sazonais, o tempo em que as sementes germinam \u00e9 regulado pela rela\u00e7\u00e3o entre a fenologia de frutifica\u00e7\u00e3o e a dorm\u00eancia das sementes\u201d, disse o bi\u00f3logo colombiano\u00a0<b><a href=\"http:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/681085\/diego-fernando-escobar-escobar\/\" target=\"_blank\">Diego Fernando Escobar<\/a><\/b>, primeiro autor do artigo e doutorando no Instituto de Bioci\u00eancias da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Rio Claro, com\u00a0<b><a href=\"http:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/161589\" target=\"_blank\">bolsa da FAPESP<\/a><\/b>.<\/p>\n<p>Em geral, esp\u00e9cies que dispersam sementes no in\u00edcio da esta\u00e7\u00e3o chuvosa possuem sementes n\u00e3o dormentes, que germinam rapidamente se o teor de umidade do solo for adequado. Sementes dispersas no fim da esta\u00e7\u00e3o chuvosa e in\u00edcio da esta\u00e7\u00e3o seca \u2013 per\u00edodo em que as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas para o estabelecimento das pl\u00e2ntulas (embri\u00f5es vegetais) s\u00e3o inadequadas \u2013 entram em estado de dorm\u00eancia, preservando propriedades germinativas para a chegada da pr\u00f3xima esta\u00e7\u00e3o chuvosa.<\/p>\n<p>\u201cA rela\u00e7\u00e3o entre a fenologia de frutifica\u00e7\u00e3o e a dorm\u00eancia nos tr\u00f3picos foi testada no n\u00edvel comunit\u00e1rio para os ecossistemas florestais, mas os estudos nas savanas s\u00e3o escassos, restritos a certos clados [ramos da \u00e1rvore filogen\u00e9tica], dificultando a compreens\u00e3o dos padr\u00f5es gerais de regenera\u00e7\u00e3o para esse\u00a0<i>hotspot<\/i>\u00a0de biodiversidade\u201d, disse Escobar.<\/p>\n<p>\u201cAl\u00e9m disso, tais estudos n\u00e3o consideram diferentes classes de dorm\u00eancia e s\u00edndromes de dispers\u00e3o. A rela\u00e7\u00e3o entre as classes de dorm\u00eancia e as caracter\u00edsticas de hist\u00f3ria de vida das esp\u00e9cies [como as diferentes \u00e9pocas de dispers\u00e3o e as caracter\u00edsticas das sementes] n\u00e3o s\u00e3o totalmente compreendidas para as savanas\u201d, disse Escobar.<\/p>\n<p>\u201cBuscamos verificar se o padr\u00e3o de frutifica\u00e7\u00e3o, dispers\u00e3o e germina\u00e7\u00e3o de sementes no Cerrado correspondia ao que ocorre em outros ecossistemas tropicais sazonais\u201d, disse.<\/p>\n<p>Embora a dorm\u00eancia das sementes seja considerada o principal mecanismo de controle do momento da germina\u00e7\u00e3o das sementes em ecossistemas sazonais, alguns estudos sugerem que a germina\u00e7\u00e3o das sementes \u00e9 controlada tanto pela dorm\u00eancia como pelo per\u00edodo de dispers\u00e3o das sementes. \u201cFoi exatamente isso o que conseguimos verificar\u201d, disse Escobar.<\/p>\n<p>O estudo foi feito sob orienta\u00e7\u00e3o da professora\u00a0<b><a href=\"http:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/2285\/leonor-patricia-cerdeira-morellato\/\" target=\"_blank\">Patricia Morellato<\/a><\/b>, chefe do Laborat\u00f3rio de Fenologia, Departamento de Bot\u00e2nica do Instituto de Bioci\u00eancias da Unesp de Rio Claro, e colabora\u00e7\u00e3o do professor Fernando Augusto de Oliveira e Silveira, do Departamento de Bot\u00e2nica da Universidade Federal de Minas Gerais.<\/p>\n<p><b>Dispers\u00e3o de sementes<\/b><\/p>\n<p>Escobar coletou sementes de plantas dispersas entre mar\u00e7o de 2015 e mar\u00e7o de 2016, com intervalos regulares de 15 dias entre cada coleta. Foram reunidas sementes de 34 esp\u00e9cies pertencentes a 28 g\u00eaneros e 16 fam\u00edlias, incluindo 31 esp\u00e9cies lenhosas e tr\u00eas herb\u00e1ceas.<\/p>\n<p>Foram coletados frutos de pelo menos 10 indiv\u00edduos de cada esp\u00e9cie, com exce\u00e7\u00e3o de pau-terra (<i>Qualea dichotoma<\/i>), ucuuba-vermelha ou ucuuba-do-cerrado (<i>Virola sebifera<\/i>) e pau-santo (<i>Kielmeyera coriacea<\/i>), para os quais se coletou frutos de apenas um indiv\u00edduo por esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>O objetivo foi determinar a propor\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies com dorm\u00eancia na comunidade de Cerrado e os fatores clim\u00e1ticos e da hist\u00f3ria natural associados com a dorm\u00eancia.<\/p>\n<p>Descobriu-se que as propor\u00e7\u00f5es de esp\u00e9cies dormentes e n\u00e3o dormentes do Cerrado eram semelhantes (47,1% e 52,9%, respectivamente). Uma vez que os dados de germina\u00e7\u00e3o foram tabulados, passou-se para a segunda fase do trabalho: identificar qual a \u00e9poca em que as diversas esp\u00e9cies frutificam e dispersam sementes.<\/p>\n<p>\u201cOs padr\u00f5es de frutifica\u00e7\u00e3o do Cerrado s\u00e3o caracterizados pela produ\u00e7\u00e3o de frutos maduros ao longo do ano, mas uma grande propor\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies frutifica ao final da esta\u00e7\u00e3o seca e in\u00edcio da esta\u00e7\u00e3o chuvosa\u201d, explicou Escobar.<\/p>\n<p>Entre as esp\u00e9cies estudadas, 38,2% dispersaram sementes durante a esta\u00e7\u00e3o chuvosa, 14,7% na transi\u00e7\u00e3o entre a chuva e a seca, 20,6% na esta\u00e7\u00e3o seca e 26,5% na transi\u00e7\u00e3o seco para chuvoso. Isso s\u00f3 foi poss\u00edvel gra\u00e7as a um banco de dados com informa\u00e7\u00f5es relativas \u00e0 fenologia da frutifica\u00e7\u00e3o das plantas do Cerrado.<\/p>\n<p>Essas informa\u00e7\u00f5es da fenologia t\u00eam sido coletadas desde 2004 e foram reunidas ao longo de 14 anos de pesquisa apoiadas pela FAPESP em uma reserva particular no munic\u00edpio de Itirapina, no Estado de S\u00e3o Paulo. Mais al\u00e9m, foi determinado o m\u00e9todo de dispers\u00e3o para o qual cada esp\u00e9cie \u00e9 adaptada.<\/p>\n<p>H\u00e1 entre as plantas do Cerrado tr\u00eas tipos de dispers\u00e3o de sementes. As sementes zooc\u00f3ricas s\u00e3o dispersas pela a\u00e7\u00e3o de animais e as anemoc\u00f3ricas pela a\u00e7\u00e3o dos ventos. As plantas autoc\u00f3ricas espalham suas sementes sem a ajuda de qualquer agente externo, ou seja, as sementes autoc\u00f3ricas simplesmente caem ao solo ao lado da planta-m\u00e3e.<\/p>\n<p>As esp\u00e9cies zooc\u00f3ricas t\u00eam frutos carnosos ou estruturas carnosas envolvendo parcial ou totalmente as sementes. As esp\u00e9cies anemoc\u00f3ricas t\u00eam sementes com estruturas adaptadas para aproveitar a for\u00e7a dos ventos. J\u00e1 as esp\u00e9cies autoc\u00f3ricas n\u00e3o t\u00eam estruturas carnosas nem mostram estruturas conhecidas por facilitar a dispers\u00e3o e\u00f3lica.<\/p>\n<p>Analisando os dados, Escobar verificou que a zoocoria foi a s\u00edndrome de dispers\u00e3o mais comum entre as plantas do Cerrado de Itirapina (64,7%), seguida por anemocoria (20,6%) e, por fim, a autocoria (14,7%).<\/p>\n<p>Al\u00e9m de determinar quais esp\u00e9cies da reserva de Itirapina apresentam dorm\u00eancia e quais n\u00e3o, os ensaios de germina\u00e7\u00e3o em laborat\u00f3rio permitiram determinar as condi\u00e7\u00f5es de temperatura\u00a0 necess\u00e1rias para germinar as sementes de cada uma das 34 esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>Para os experimentos de germina\u00e7\u00e3o, as sementes foram colocadas em placas de Petri com duas camadas de papel de filtro saturado com \u00e1gua destilada sob luz branca 24 horas por dia e at\u00e9 cinco temperaturas constantes (15, 20, 25, 30 e 35 \u00baC). Para cada esp\u00e9cie, foram testadas entre 120 e 150 sementes para cada temperatura, de acordo com a disponibilidade de sementes.<\/p>\n<p>A germina\u00e7\u00e3o foi determinada pela curvatura da rad\u00edcula ou protrus\u00e3o das estruturas a\u00e9reas. Os experimentos foram monitorados tr\u00eas vezes por semana durante um m\u00eas, ap\u00f3s o qual a germina\u00e7\u00e3o foi monitorada semanalmente por um per\u00edodo m\u00e1ximo de 12 meses ou at\u00e9 que a curva de germina\u00e7\u00e3o fosse estabilizada.<\/p>\n<p>A temperatura \u00f3tima de germina\u00e7\u00e3o para cada esp\u00e9cie foi determinada como a temperatura ou matriz de temperaturas com maior porcentagem de germina\u00e7\u00e3o e taxa de germina\u00e7\u00e3o. A temperatura \u00f3tima para germina\u00e7\u00e3o das sementes da maioria das esp\u00e9cies ficou entre os 25 \u00baC e os 30 \u00baC.<\/p>\n<p>\u201cOs experimentos de germina\u00e7\u00e3o indicaram que o momento da germina\u00e7\u00e3o das sementes na comunidade do Cerrado \u00e9 controlado tanto pela esta\u00e7\u00e3o de dispers\u00e3o (in\u00edcio da esta\u00e7\u00e3o chuvosa) quanto pela dorm\u00eancia, diferindo de outros estudos em ecossistemas sazonais, incluindo savanas, que reconhecem a dorm\u00eancia como principal mecanismo de controle da germina\u00e7\u00e3o\u201d, disse Escobar.<\/p>\n<p>A maioria das esp\u00e9cies germinou no in\u00edcio da esta\u00e7\u00e3o chuvosa e tanto a esta\u00e7\u00e3o de dispers\u00e3o quanto a dorm\u00eancia das sementes controlaram o tempo de germina\u00e7\u00e3o das sementes.<\/p>\n<p>A probabilidade de uma esp\u00e9cie estar dormente dependia da intera\u00e7\u00e3o entre esta\u00e7\u00e3o e tipo de dispers\u00e3o, onde esp\u00e9cies com dispers\u00e3o limitada (autocoria) tendiam a estar dormentes \u2013 enquanto esp\u00e9cies com dispers\u00e3o de sementes a maiores dist\u00e2ncias (anemocoria e zoocoria) tendiam a ficar dormentes se houvesse dispers\u00e3o durante a transi\u00e7\u00e3o da chuva para a seca.<\/p>\n<p>\u201cA dispers\u00e3o durante a transi\u00e7\u00e3o entre a chuva e a seca favorece a evolu\u00e7\u00e3o da dorm\u00eancia das sementes, pois as condi\u00e7\u00f5es ambientais s\u00e3o favor\u00e1veis \u00e0 germina\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o ao estabelecimento de pl\u00e2ntulas\u201d, explicou Morellato.<\/p>\n<p>Evitar a germina\u00e7\u00e3o durante a esta\u00e7\u00e3o seca \u00e9 uma vantagem \u00e0 qual todas as plantas do Cerrado se adaptaram. No estudo, todas as esp\u00e9cies que dispersaram sementes pr\u00f3ximas ao in\u00edcio da esta\u00e7\u00e3o seca apresentaram sementes dormentes independentes da taxonomia ou da s\u00edndrome de dispers\u00e3o. Por outro lado, a dorm\u00eancia em esp\u00e9cies autoc\u00f3ricas pode estar relacionada \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia entre mudas irm\u00e3s, distribuindo o risco de mortalidade das pl\u00e2ntulas ao longo do tempo.<\/p>\n<p>\u201cSabemos agora que a fenologia [estudo das rela\u00e7\u00f5es entre processos ou ciclos biol\u00f3gicos e o clima] da frutifica\u00e7\u00e3o e germina\u00e7\u00e3o de sementes das plantas no Cerrado n\u00e3o segue exatamente os padr\u00f5es encontrados em outros ecossistemas tropicais sazonais. Trata-se do primeiro estudo abrangente abordando a ecologia da dorm\u00eancia de sementes em uma comunidade de Cerrado, visando avaliar a rela\u00e7\u00e3o entre fenologia de frutifica\u00e7\u00e3o e dorm\u00eancia de sementes e como esta rela\u00e7\u00e3o \u00e9 modulada por classes de dorm\u00eancia, s\u00edndromes de dispers\u00e3o e massa de sementes e umidade\u201d, disse Morellato.<\/p>\n<p>Segundo a professora da Unesp, al\u00e9m de mostrar padr\u00f5es de fenologia de frutifica\u00e7\u00e3o e germina\u00e7\u00e3o em n\u00edvel de comunidade no Cerrado, os resultados do estudo esclarecem como as classes de dorm\u00eancia s\u00e3o moduladas pela intera\u00e7\u00e3o entre esta\u00e7\u00e3o e s\u00edndrome de dispers\u00e3o, permitindo uma melhor compreens\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o das sementes.<\/p>\n<p>\u201cUma consequ\u00eancia das conclus\u00f5es do estudo \u00e9 que, nos casos de tentativas de restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica do Cerrado com suas esp\u00e9cies nativas, esta precisa ser feita levando em\u00a0 conta a \u00e9poca do ano. Se n\u00e3o for assim, n\u00e3o vai funcionar. As sementes ou n\u00e3o ir\u00e3o germinar ou as pl\u00e2ntulas v\u00e3o morrer antes de terem tempo de estender ra\u00edzes e acumular recursos para sobreviver na estiagem\u201d, disse Morellato.<\/p>\n<p>O artigo\u00a0<i>Timing of seed dispersal and seed dormancy in Brazilian savanna: two solutions to face seasonality<\/i>, de Diego F. E. Escobar, Fernando A. O. Silveira e Leonor Patricia C. Morellato, est\u00e1 dispon\u00edvel em:\u00a0<b><a href=\"https:\/\/academic.oup.com\/aob\/article-abstract\/121\/6\/1197\/4841709?redirectedFrom=fulltext\" target=\"_blank\">academic.oup.com\/aob\/article-abstract\/121\/6\/1197\/4841709?redirectedFrom=fulltext<\/a><\/b>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo maior bioma sul-americano (depois da Floresta Amaz\u00f4nica), o Cerrado \u00e9 o ambiente de savana<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":86383,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/planta_cerrado.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/planta_cerrado-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/planta_cerrado-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/planta_cerrado.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/planta_cerrado.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/planta_cerrado.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/planta_cerrado.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/planta_cerrado.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/planta_cerrado.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/planta_cerrado.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Segundo maior bioma sul-americano (depois da Floresta Amaz\u00f4nica), o Cerrado \u00e9 o ambiente de savana","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86382"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=86382"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86382\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/86383"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=86382"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=86382"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=86382"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}