{"id":84753,"date":"2018-05-11T12:00:36","date_gmt":"2018-05-11T15:00:36","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=84753"},"modified":"2018-05-10T20:09:59","modified_gmt":"2018-05-10T23:09:59","slug":"coral-invasor-da-costa-brasileira-apresenta-grande-capacidade-de-regeneracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/coral-invasor-da-costa-brasileira-apresenta-grande-capacidade-de-regeneracao\/","title":{"rendered":"Coral invasor da costa brasileira apresenta grande capacidade de regenera\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coral.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-84754\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coral-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coral-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coral.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Detectado pela primeira vez no pa\u00eds no litoral do Sudeste no fim dos anos 1980 \u2013 quando come\u00e7aram os trabalhos de prospec\u00e7\u00e3o de \u00f3leo e g\u00e1s na Bacia de Campos \u2013 o coral-sol vem se espalhando pelos cost\u00f5es das ilhas brasileiras com grande velocidade e \u00e9 considerado um invasor biol\u00f3gico.<\/p>\n<p>\u201cNa regi\u00e3o de Ilhabela (SP), os cost\u00f5es submersos da Ilha dos B\u00fazios est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o irrecuper\u00e1vel\u201d, disse Marcelo Kitahara, professor no Departamento de Ci\u00eancias do Mar da Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (Unifesp), campus de Santos, e pesquisador colaborador no Centro de Biologia Marinha da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP).<\/p>\n<p>Antes biodiversos e multicoloridos, os cost\u00f5es da Ilha dos B\u00fazios se encontram inteiramente rajados de um alaranjado belo e intenso. H\u00e1 pontos onde n\u00e3o se v\u00ea mais outra forma de coral e nem mesmo alguma por\u00e7\u00e3o de rocha nua.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 preciso conter a expans\u00e3o do coral-sol e evitar que o mesmo ocorra em outras ilhas. H\u00e1 locais onde o manejo ainda \u00e9 poss\u00edvel, mas isso requer a retirada manual completa de todas as col\u00f4nias\u201d, disse Kitahara.<\/p>\n<p>Diversos pontos do litoral de S\u00e3o Paulo e do Rio de Janeiro apresentam sinais de invas\u00e3o pelo coral-sol. \u00c9 o caso do Arquip\u00e9lago dos Alcatrazes, em S\u00e3o Sebasti\u00e3o (SP), \u00e1rea de Ref\u00fagio de Vida Silvestre.<\/p>\n<p>\u201cUma vez que as pl\u00e2ntulas de coral-sol se instalam em um cost\u00e3o, a col\u00f4nia se multiplica com enorme velocidade. Tentamos entender por que isso acontece\u201d, contou Kitahara, que coordena um projeto\u00a0<b><a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/95101\" target=\"_blank\">apoiado pela FAPESP<\/a><\/b>\u00a0com a finalidade de estudar a filogen\u00f4mica dos corais, suas rela\u00e7\u00f5es evolutivas e as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>Os primeiros resultados do estudo, que revelaram a surpreendente capacidade de regenera\u00e7\u00e3o do coral-sol, foram publicados no\u00a0<b><a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0022098117304483?via%3Dihub\" target=\"_blank\"><i>Journal of Experimental Marine Biology and Ecology<\/i><\/a><\/b>\u00a0com o sugestivo t\u00edtulo\u00a0<i>Um p\u00f3lipo a partir do nada \u2013 A extrema capacidade de regenera\u00e7\u00e3o do coral-sol invasor no Atl\u00e2ntico<\/i>.<\/p>\n<p>A primeira autora \u00e9 a bi\u00f3loga Bruna Louise Pereira Luz, da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR), que atualmente est\u00e1 na Austr\u00e1lia para estudar o coral-sol na James Cook University, em Townsville, diante da Grande Barreira de Coral, como parte de seu programa de doutorado orientado por Kitahara.<\/p>\n<p>S\u00e3o sete as esp\u00e9cies que comp\u00f5em o g\u00eanero\u00a0<i>Tubastraea<\/i>, todas nativas das \u00e1guas tropicais dos oceanos \u00cdndico e Pac\u00edfico. Apenas duas esp\u00e9cies ocorrem no Atl\u00e2ntico Sul Ocidental, as invasoras\u00a0<i>Tubastraea coccinea<\/i>\u00a0e\u00a0<i>T. tagusensis<\/i>.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s os primeiros registros feitos na bacia de Campos, nos anos 1980, foram avistadas col\u00f4nias em cost\u00f5es do litoral Sul do Rio de Janeiro nos anos 1990. Desde ent\u00e3o, o coral-sol tem sido registrado em mais de 3 mil quil\u00f4metros da costa brasileira, desde Santa Catarina, ao sul, at\u00e9 ao largo do Cear\u00e1, mais ao norte.<\/p>\n<p>\u201cCaso nada seja feito para deter o seu avan\u00e7o, acredita-se que o coral-sol tenha potencial para colonizar todo o litoral brasileiro\u201d, disse Kitahara.<\/p>\n<p>O aparecimento do invasor no exato momento em que come\u00e7aram os trabalhos de extra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s n\u00e3o \u00e9 um caso isolado do Rio de Janeiro. No Golfo do M\u00e9xico existem vastos campos de extra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo em alto-mar e, desde o in\u00edcio dos anos 2000, o coral-sol tem sido encontrado no litoral mexicano. H\u00e1 inclusive registros de coral-sol sendo transportado incrustado no casco de navios.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o podemos afirmar que a explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo na bacia de Campos resultou na invas\u00e3o do coral-sol em nosso litoral, mas todos os ind\u00edcios levam a esta conclus\u00e3o\u201d, disse Kitahara.<\/p>\n<p>O coral \u00e9 um esqueleto calc\u00e1rio constru\u00eddo a partir de col\u00f4nias de pequenos animais chamados p\u00f3lipos. H\u00e1 dois tipos de corais: aqueles que t\u00eam uma rela\u00e7\u00e3o simbi\u00f3tica com algas, que fazem fotoss\u00edntese e liberam compostos org\u00e2nicos que auxiliam na alimenta\u00e7\u00e3o dos p\u00f3lipos, e aqueles que independem da alga para crescer e proliferar \u2013 caso do coral-sol.<\/p>\n<p>\u201cComo n\u00e3o possui algas, n\u00e3o est\u00e1 restrito a locais com luz para a realiza\u00e7\u00e3o de fotoss\u00edntese. O coral-sol ocorre geralmente a at\u00e9 20 metros de profundidade, mas j\u00e1 foi registrado aos 110 metros. Uma vez que os p\u00f3lipos se estabelecem num cost\u00e3o, criam grande n\u00famero de col\u00f4nias, dominando 100% do substrato\u201d, explicou Kitahara.<\/p>\n<p>Ao faz\u00ea-lo, tomam o lugar dos corais nativos, devastando as rela\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas com a fauna submarina que deles depende ou neles se abriga.<\/p>\n<p>Kitahara percebeu os primeiros ind\u00edcios do poder de regenera\u00e7\u00e3o do coral-sol durante mergulhos na Ilha dos B\u00fazios. Foi quando o ocean\u00f3grafo percebeu algumas col\u00f4nias com parte do esqueleto quebrado, que podem ter se partido pela a\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica do mar ou pela mordida de algum peixe. Semanas mais tarde, ao retornar ao local durante um outro mergulho, o pesquisador se surpreendeu ao notar a col\u00f4nia completamente regenerada.<\/p>\n<p>\u201cA partir de um pequeno fragmento, a col\u00f4nia toda se regenera. O poder de regenera\u00e7\u00e3o \u00e9 assustador. Por isso, qualquer a\u00e7\u00e3o de manejo precisa adotar medidas para evitar a fragmenta\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso remover todo o esqueleto [a parte calc\u00e1ria morta do coral]\u201d, disse.<\/p>\n<p><b>Reorganiza\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas-tronco<\/b><\/p>\n<p>Com o objetivo de entender os mecanismos que permitem a essas esp\u00e9cies se adaptar t\u00e3o bem e proliferar t\u00e3o r\u00e1pido nos diversos ambientes marinhos, os pesquisadores coletaram na Ilha dos B\u00fazios uma col\u00f4nia de\u00a0<i>T. coccinea<\/i>\u00a0e outra de\u00a0<i>T. tagusensis<\/i>.<\/p>\n<p>No laborat\u00f3rio, foram retirados de cada col\u00f4nia 120 fragmentos, compostos por esqueleto com tecido vivo, desprovido de boca, tent\u00e1culos e mesent\u00e9rios. As amostras de cada esp\u00e9cie foram ent\u00e3o separadas em dois grupos de 60 fragmentos muito pequenos (de 3,5 a 11 mm2) e pequenos (11 a 53 mm2). Cada um dos 240 fragmentos foi depositado em frascos com \u00e1gua salgada filtrada.<\/p>\n<p>Para cada combina\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies e tamanhos dos fragmentos, os indiv\u00edduos foram separados em tr\u00eas grupos de 20 fragmentos, mantidos a uma temperatura constante de 24 \u00baC (temperatura m\u00e9dia hist\u00f3rica da \u00e1gua superficial na regi\u00e3o), 27 \u00baC (temperatura m\u00e9dia da superf\u00edcie do mar no ver\u00e3o) ou 30 \u00baC (como observado durante as ondas de calor na regi\u00e3o).<\/p>\n<p>Finalmente, os efeitos da presen\u00e7a de alimento foram testados pela adi\u00e7\u00e3o de uma quantidade igual (10 ml) de zoopl\u00e2ncton vivo a cada dois dias para metade dos recipientes.<\/p>\n<p>Os fragmentos foram fotografados no primeiro dia do experimento e tamb\u00e9m quando a boca e o p\u00f3lipo completo foram observados pela primeira vez. Apenas 41 (17,1%) dos 240 fragmentos sofreram necrose dos tecidos e morreram. Os outros 199 fragmentos (86,9%) se regeneraram. Destes, 21 sofreram um padr\u00e3o alternativo de regenera\u00e7\u00e3o, com a forma\u00e7\u00e3o de dois p\u00f3lipos, em vez de um s\u00f3.<\/p>\n<p>Independentemente da esp\u00e9cie, a sobreviv\u00eancia dos fragmentos de coral foi afetada apenas pela temperatura, sendo que a taxa de sobreviv\u00eancia foi maior a 24 \u00baC. N\u00e3o houve diferen\u00e7a entre os mantidos a 27 \u00baC e a 30 \u00baC. O suprimento de alimentos e o tamanho dos fragmentos n\u00e3o afetaram a sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<p>A regenera\u00e7\u00e3o observada seguiu os seguintes passos: ap\u00f3s a retra\u00e7\u00e3o inicial do tecido, um embri\u00e3o da boca (\u00e0s vezes duas bocas para um \u00fanico fragmento) tornou-se percept\u00edvel. Em seguida observou-se a reorganiza\u00e7\u00e3o dos tecidos em torno da boca embrion\u00e1ria, levando \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de dois pequenos p\u00f3lipos distintos, ou reabsor\u00e7\u00e3o de um dos embri\u00f5es. Nesse \u00faltimo caso, observou-se uma importante diferencia\u00e7\u00e3o dos tecidos em torno da boca embrion\u00e1ria remanescente, resultando em um p\u00f3lipo maior.<\/p>\n<p>\u201cObservamos um fen\u00f4meno muito interessante. Do ponto de vista celular, houve uma reorganiza\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas-tronco. O p\u00f3lipo em forma\u00e7\u00e3o consumiu tecido como fonte de energia para privilegiar a produ\u00e7\u00e3o de outras partes do corpo\u201d, disse Kitahara.<\/p>\n<p>Os resultados gerais do experimento sugerem taxas de regenera\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pidas para temperaturas mais altas. As regenera\u00e7\u00f5es mais r\u00e1pidas da boca entre os fragmentos sem contato com alimentos foram de 23 dias, quando mantidos a 24 \u00baC, e de 18 dias, a 30 \u00baC. No entanto, quando em contato com o zoopl\u00e2ncton vivo, indiv\u00edduos mantidos a 27 \u00baC tiveram um desenvolvimento da boca 30% mais r\u00e1pido. Isso indica que o desenvolvimento \u00f3timo da boca ocorreu na temperatura intermedi\u00e1ria (27 \u00baC), desde que em presen\u00e7a de alimento.<\/p>\n<p>A regenera\u00e7\u00e3o dos tecidos para ambas as esp\u00e9cies at\u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de um p\u00f3lipo completo foi de cerca de 25 dias, nas temperaturas de 27 \u00baC e 30 \u00baC. Indiv\u00edduos n\u00e3o alimentados da esp\u00e9cie\u00a0<i>T. coccinea<\/i>\u00a0precisaram de 41 dias para formar o p\u00f3lipo.<\/p>\n<p>Como explicou Kitahara, o fato de o coral-sol se regenerar mais rapidamente em temperaturas mais elevadas tem grande implica\u00e7\u00e3o para seu sucesso invasivo. Geralmente, quando h\u00e1 eleva\u00e7\u00e3o na temperatura da \u00e1gua superficial, os corais nativos da costa brasileira sofrem branqueamento .<\/p>\n<p>\u201cEles perdem a cor. O aquecimento das \u00e1guas interfere no metabolismo das algas em simbiose com os corais. Embranquecido, o coral sobrevive por alguns dias. Se o aquecimento perdura, ele morre. O branqueamento ou a morte dos corais nativos abre a oportunidade para a invas\u00e3o do substrato pelo coral-sol\u201d, explicou.<\/p>\n<p>De acordo com Kitahara, os pr\u00f3ximos passos da pesquisa envolvem, do lado molecular, o sequenciamento do genoma do coral-sol. Do ponto de vista ecol\u00f3gico, o grupo pretende investigar os aspectos biol\u00f3gicos da invas\u00e3o e como ela afeta a fauna marinha nativa.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do pesquisador, o futuro n\u00e3o parece promissor para os corais nativos da costa brasileira. Para o coral-sol, ao contr\u00e1rio, parece brilhante. De um lado, as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais e o aquecimento das \u00e1guas favorecem o invasor, que se regenera melhor em \u00e1guas mais quentes, enquanto os corais nativos correm o risco de morrer. Al\u00e9m disso, a extra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo nas \u00e1guas brasileiras tende a se expandir.<\/p>\n<p>O artigo\u00a0<i>A polyp from nothing: The extreme regeneration capacity of the Atlantic invasive sun corals Tubastraea coccinea and T. tagusensis (Anthozoa, Scleractinia)<\/i>\u00a0(doi: https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jembe.2018.02.002), de B. L. P. Luz, K. C. C. Capel, C. Zilberberg. A. A. V. Flores, A. E. Migotto e M. V. Kitahara, est\u00e1 publicado em\u00a0<b><a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0022098117304483?via%3Dihub\" target=\"_blank\">www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0022098117304483?via%3Dihub<\/a><\/b>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Detectado pela primeira vez no pa\u00eds no litoral do Sudeste no fim dos anos 1980<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":84754,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coral.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coral-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coral-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coral.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coral.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coral.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coral.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coral.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coral.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coral.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Detectado pela primeira vez no pa\u00eds no litoral do Sudeste no fim dos anos 1980","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/84753"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=84753"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/84753\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/84754"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=84753"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=84753"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=84753"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}