{"id":8469,"date":"2014-10-13T18:00:05","date_gmt":"2014-10-13T18:00:05","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=8469"},"modified":"2014-10-13T17:48:22","modified_gmt":"2014-10-13T17:48:22","slug":"aplicativo-no-facebook-ajuda-a-denunciar-trafico-de-animais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/aplicativo-no-facebook-ajuda-a-denunciar-trafico-de-animais\/","title":{"rendered":"Aplicativo no Facebook ajuda a denunciar tr\u00e1fico de animais"},"content":{"rendered":"<div id=\"texto\">\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/extintometro.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-8470\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/extintometro.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" \/><\/a>Uma ferramenta para ajudar os internautas a identificarem animais em extin\u00e7\u00e3o (ou amea\u00e7ados) e denunciar pr\u00e1ticas ilegais j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel na rede social Facebook. O app foi desenvolvido pelo Conselho Federal de Medicina Veterin\u00e1ria (CFMV) em parceria com 27 conselhos regionais.<\/p>\n<p>&#8220;Acreditamos que uma rea\u00e7\u00e3o efetiva contra o tr\u00e1fico exige pelo menos dois movimentos: os \u00f3rg\u00e3os do governo respons\u00e1veis por fiscalizar e coibir esse crime precisam estar mais bem estruturados e a sociedade deve se envolver no combate ao tr\u00e1fico de animais selvagens, que vem provocando danos irrevers\u00edveis \u00e0 biodiversidade\u201d, explica o m\u00e9dico veterin\u00e1rio Benedito Fortes de Arruda.<\/p>\n<p>A institui\u00e7\u00e3o decidiu agir em prol dessa causa ap\u00f3s perceber que n\u00e3o havia dados oficiais recentes que possibilitem dimensionar e combater com precis\u00e3o o tr\u00e1fico de animais selvagens no Brasil. Para o grupo, h\u00e1 um descompasso entre fiscaliza\u00e7\u00e3o, repress\u00e3o ao crime e prote\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o Relat\u00f3rio Planeta Vivo 2014, publicado no final de setembro pela WWF, refor\u00e7a a preocupa\u00e7\u00e3o do CFMV. De acordo com o levantamento, somente a Am\u00e9rica Latina assistiu, nos \u00faltimos 40 anos, \u00e0 extin\u00e7\u00e3o de 83% de suas popula\u00e7\u00f5es de peixes, aves, mam\u00edferos, anf\u00edbios e r\u00e9pteis. O documento ainda revela que a extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies na Am\u00e9rica Latina tem sido mais r\u00e1pida do que no restante do mundo, onde a m\u00e9dia de desaparecimento da vida selvagem foi de 52% no mesmo per\u00edodo.<\/p>\n<p>Batizado de <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/cfmvoficial\/app_374037102706635\" target=\"_blank\">Extint\u00f4metro<\/a>, o aplicativo traz uma amostra representativa das 627 esp\u00e9cies brasileiras extintas ou amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o, disponibiliza informa\u00e7\u00f5es sobre como denunciar o tr\u00e1fico de animais selvagens em cada estado brasileiro e permite que as fotos dos animais sejam usadas como avatar nos perfis pessoais dos usu\u00e1rios do Facebook.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/bp4hGMYjfBc?feature=player_embedded\" width=\"640\" height=\"360\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Brasil, alvo dos traficantes<\/strong><\/p>\n<p>A Rede Nacional de Combate do Tr\u00e1fico de Animais Silvestres (Renctas) afirma que, de dez animais retirados da natureza ilegalmente, apenas um sobrevive. \u201cAs maiores v\u00edtimas do tr\u00e1fico de animais s\u00e3o as aves, representando 82% do total. A rota do tr\u00e1fico no pa\u00eds come\u00e7a com os animais capturados nas regi\u00f5es Norte, Nordeste e Centro-Oeste e escoados para as regi\u00f5es Sul e Sudeste\u201d, afirma Rauff Lima, coordenador da Renctas, uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental.<\/p>\n<p>J\u00e1 segundo a SOS Fauna, o Brasil \u00e9 um dos principais alvos dos traficantes por conta de sua rica biodiversidade. Segundo essa ONG, cerca de 10% das quase 1,5 milh\u00e3o de esp\u00e9cies catalogadas no planeta est\u00e3o em solo brasileiro.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma ferramenta para ajudar os internautas a identificarem animais em extin\u00e7\u00e3o (ou amea\u00e7ados) e denunciar<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":8470,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/extintometro.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/extintometro.jpg",150,96,false],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/extintometro.jpg",300,192,false],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/extintometro.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/extintometro.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/extintometro.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/extintometro.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/extintometro.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/extintometro.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/extintometro.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Uma ferramenta para ajudar os internautas a identificarem animais em extin\u00e7\u00e3o (ou amea\u00e7ados) e denunciar","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8469"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8469"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8469\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8470"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8469"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8469"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8469"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}