{"id":83581,"date":"2018-04-19T09:10:19","date_gmt":"2018-04-19T12:10:19","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=83581"},"modified":"2018-04-19T09:18:07","modified_gmt":"2018-04-19T12:18:07","slug":"aquecimento-global-antecipa-estacoes-e-desregula-relacao-entre-animais-e-plantas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/aquecimento-global-antecipa-estacoes-e-desregula-relacao-entre-animais-e-plantas\/","title":{"rendered":"Aquecimento global antecipa esta\u00e7\u00f5es e desregula rela\u00e7\u00e3o entre animais e plantas"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/passaros.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-83582\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/passaros-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/passaros-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/passaros.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Todos os anos, enquanto as esta\u00e7\u00f5es mudam, um bal\u00e9 complexo se desenrola ao redor do mundo. As folhas das \u00e1rvores do hemisf\u00e9rio Norte reaparecem na primavera enquanto o frio diminui. As lagartas surgem para devorar essas folhas.<\/p>\n<p>Abelhas e borboletas v\u00eam polinizar as flores. Os p\u00e1ssaros deixam o hemisf\u00e9rio Sul e voam milhares de quil\u00f4metros para botar seus ovos e se alimentar de insetos no norte.<\/p>\n<p>Todas as esp\u00e9cies permanecem em sincronia umas com as outras a partir das informa\u00e7\u00f5es ambientais, assim como os bailarinos se movem seguindo a m\u00fasica da orquestra.<\/p>\n<p>O aquecimento global, no entanto, est\u00e1 mudando essa m\u00fasica, com a primavera chegando agora v\u00e1rias semanas mais cedo em algumas partes do mundo do que poucas d\u00e9cadas atr\u00e1s. Nem todas as esp\u00e9cies est\u00e3o se ajustando a esse aquecimento com a mesma velocidade e, como resultado, algumas est\u00e3o ficando fora da sintonia.<\/p>\n<p>Os cientistas que estudam as mudan\u00e7as nas plantas e nos animais desencadeadas pelas esta\u00e7\u00f5es t\u00eam um nome para isso: descompasso fenol\u00f3gico. E eles ainda est\u00e3o tentando entender exatamente como essa discrep\u00e2ncia \u2013 como o fato de uma flor surgir antes que seu polinizador apare\u00e7a \u2013 pode afetar os ecossistemas.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/f6\/2018\/04\/18\/o-aquecimento-global-esta-antecipando-a-primavera-retardando-o-outono-e-algumas-especies-nao-estao-entendendo-nada-1524079224294_615x300.jpg\" width=\"640\" height=\"312\" \/><\/p>\n<p>Em alguns casos, as esp\u00e9cies podem simplesmente se adaptar mudando as regi\u00f5es que frequentam ou se alimentando de maneira diferente. Se as esp\u00e9cies n\u00e3o conseguem se adaptar com rapidez suficiente, por\u00e9m, esses desequil\u00edbrios podem ter &#8220;impactos significativamente negativos&#8221;, explica Madeleine Rubenstein, bi\u00f3loga da Pesquisa Nacional Geol\u00f3gica de Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas dos Estados Unidos e do Centro de Ci\u00eancias da Vida Selvagem.<\/p>\n<p>&#8220;Se voc\u00ea olhar para a hist\u00f3ria passada do clima na Terra, nunca houve uma mudan\u00e7a t\u00e3o dram\u00e1tica e t\u00e3o r\u00e1pida&#8221;, diz Andrea Santangeli, pesquisador de p\u00f3sdoutorado do Museu Finland\u00eas de Hist\u00f3ria Natural. &#8220;As esp\u00e9cies precisam responder de maneira realmente r\u00e1pida e isso n\u00e3o tem precedentes.&#8221;<\/p>\n<p>Seguem cinco exemplos de desequil\u00edbrio, apenas uma das v\u00e1rias amea\u00e7as que as esp\u00e9cies enfrentam por causa do aquecimento global, que os cientistas descobriram at\u00e9 agora: A vida sexual de uma orqu\u00eddea se torna deprimente A primeira orqu\u00eddea aranha precisa enganar para se reproduzir. A cada primavera, a orqu\u00eddea, cujo corpo carmesim bulboso se parece com o de um inseto, solta um ferom\u00f4nio que faz com que zang\u00f5es solit\u00e1rios pensem que a planta \u00e9 uma parceira de acasalamento \u2013 um passo fundamental para sua poliniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Essa artimanha, que os cientistas chamam de pseudoc\u00f3pula, funciona porque a orqu\u00eddea tende a florescer durante uma janela de tempo espec\u00edfica a cada primavera \u2013 logo depois que os zang\u00f5es solit\u00e1rios emergem da hiberna\u00e7\u00e3o, mas antes que as abelhas apare\u00e7am.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/54\/2016\/08\/03\/abelha-abelhas-colmeia-enxame-picadas-mel-1470225578285_615x300.jpg\" width=\"640\" height=\"312\" \/><\/p>\n<p>No entanto, com o ver\u00e3o chegando mais cedo, as abelhas agora est\u00e3o aparecendo mais cedo e atraindo os zang\u00f5es para longe das mal-amadas orqu\u00eddeas, segundo um estudo brit\u00e2nico de 2014.<\/p>\n<p>Ao examinar dados coletados em herb\u00e1rios e em campos ao longo de um s\u00e9culo, os pesquisadores descobriram que a diferen\u00e7a entre os tempos em que os zang\u00f5es e as abelhas emergem diminui 6,6 dias a cada grau C\u00e9lsius de aquecimento, dando \u00e0 orqu\u00eddea menos oportunidades para se reproduzir.<\/p>\n<p>&#8220;A principal descoberta \u00e9 que as coisas est\u00e3o cada vez piores para a poliniza\u00e7\u00e3o da orqu\u00eddea&#8221;, afirma Anthony Davy, professor de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas da Universidade East Anglia e principal autor do estudo. Para essa orqu\u00eddea \u2013 que j\u00e1 \u00e9 rara \u2013 o futuro parece sombrio.<\/p>\n<p>A primavera chega mais cedo, mas o papa-moscas n\u00e3o O papa-mosca preto europeu tem um cronograma apertado a cada primavera.<\/p>\n<p>De suas terras invernais na \u00c1frica, o p\u00e1ssaro voa milhares de quil\u00f4metros para o norte at\u00e9 a Europa para colocar seus ovos em tempo do surgimento das lagartas de mariposas de inverno, que aparecem por algumas semanas a cada primavera para mastigar as folhas jovens dos carvalhos.<\/p>\n<p>Se cronometrarem da maneira certa, os papa-moscas pretos garantem que haver\u00e1 comida suficiente por ali quando seus filhotes famintos nascerem. Em uma s\u00e9rie de estudos feitos nos anos 2000, no entanto, cientistas holandeses mostraram que v\u00e1rios papa-moscas est\u00e3o come\u00e7ando a perder essa estreita janela de tempo.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que as temperaturas da primavera ficam mais quentes, as folhas de carvalho aparecem mais cedo, e o pico da esta\u00e7\u00e3o das lagartas est\u00e1 acontecendo at\u00e9 duas semanas antes em alguns lugares. Muitos papa-moscas, por\u00e9m, que parecem marcar sua sa\u00edda da \u00c1frica com base na dura\u00e7\u00e3o dos dias ali, n\u00e3o est\u00e3o chegando \u00e0 Europa cedo o suficiente para sua refei\u00e7\u00e3o de primavera.<\/p>\n<p>Os cientistas descobriram tamb\u00e9m que em algumas regi\u00f5es da Holanda onde o pico da esta\u00e7\u00e3o das lagartas avan\u00e7ou mais rapidamente, as popula\u00e7\u00f5es de papamoscas diminu\u00edram drasticamente.<\/p>\n<p>&#8220;Essa foi a grande descoberta que sugeriu que esse descompasso poderia ter consequ\u00eancias reais para as popula\u00e7\u00f5es&#8221;, afirma Christiaan Both, ecologista da Universidade de Groningen.<\/p>\n<p>P\u00e1ssaros e tratores ficam demasiadamente pr\u00f3ximos<\/p>\n<p>A mudan\u00e7a clim\u00e1tica n\u00e3o cria apenas descompassos. Em alguns casos, o avan\u00e7o das temperaturas pode levar a encontros perigosos.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/2014\/11\/06\/6nov2014---uma-revoada-de-estorninhos-cria-formatos-inusitados-no-ceu-de-gretna-na-escocia-os-passarinhos-visitam-a-regiao-duas-vezes-ao-ano-em-fevereiro-e-novembro-1415305012168_615x300.jpg\" width=\"640\" height=\"312\" \/><\/p>\n<p>Na Finl\u00e2ndia, por exemplo, o abibe-comum do norte e o ma\u00e7arico-real eurasiano normalmente constroem seus ninhos no ch\u00e3o dos campos de cevada depois que os agricultores fizeram suas colheitas de primavera. Mas, \u00e0 medida que as temperaturas sobem, os p\u00e1ssaros agora est\u00e3o cada vez mais colocando ovos antes que fazendeiros cheguem aos campos, o que significa que seus ninhos escondidos t\u00eam mais chances de serem destru\u00eddos por tratores e outras m\u00e1quinas.<\/p>\n<p>Ao analisar 38 anos de dados, os pesquisadores descobriram que os fazendeiros da Finl\u00e2ndia agora est\u00e3o semeando seus campos uma semana antes por causa das temperaturas mais quentes, mas os p\u00e1ssaros est\u00e3o colocando seus ovos de duas a tr\u00eas semanas antes. &#8220;Isso criou um descompasso fenol\u00f3gico. A resposta ser\u00e1 o decl\u00ednio no n\u00famero desses p\u00e1ssaros&#8221;, afirma Santangeli.<\/p>\n<p>O caribu chega atrasado para o almo\u00e7o<\/p>\n<p>Os caribus do oeste da Groenl\u00e2ndia seguem uma rigorosa dieta sazonal. No inverno, esses animais comem l\u00edquen ao longo da costa. Na primavera e no ver\u00e3o, eles se aventuram para o interior para dar a luz a seus filhotes e comer as plantas \u00e1rticas que crescem ali.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que a Groenl\u00e2ndia fica mais quente e o gelo do mar diminui, no entanto, essas plantas do \u00c1rtico aparecem mais cedo \u2013 com algumas esp\u00e9cies agora brotando 26 dias antes do que uma d\u00e9cada atr\u00e1s. Mas o caribu n\u00e3o mudou sua migra\u00e7\u00e3o t\u00e3o rapidamente. E cientistas documentaram uma tend\u00eancia preocupante na regi\u00e3o: um n\u00famero maior de filhotes de caribus parecem estar morrendo cedo nos anos em que o crescimento das plantas da primavera precede a \u00e9poca de nascimento desses animais.<\/p>\n<p><img class=\"alignleft\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/bol\/fotos\/57\/2016\/07\/08\/musgo-so-cresce-no-lado-norte-das-arvores-1468003376827_300x200.jpg\" \/>Embora o estudo tenha encontrado apenas uma correla\u00e7\u00e3o entre as temperaturas mais quentes e a morte de filhotes de caribu, &#8220;\u00e9 consistente com a ideia de que esse descompasso n\u00e3o \u00e9 vantajoso&#8221;, explica Eric Port, professor de Ecologia na Universidade da Calif\u00f3rnia, em Davis. Quando as plantas do \u00c1rtico brotam mais cedo, elas j\u00e1 se tornaram mais duras e caribu chega ali e come\u00e7a a com\u00ea-las.<\/p>\n<p>E por que o caribu n\u00e3o acelera sua migra\u00e7\u00e3o? Uma possibilidade \u00e9 que seus ciclos reprodutivos respondem com mais firmeza aos sinais sazonais como o comprimento dos dias, enquanto as plantas respondem mais \u00e0s temperaturas locais, que est\u00e3o aumentando.<\/p>\n<p>Em teoria, se tiverem tempo suficiente, os caribu v\u00e3o acabar se ajudando \u00e0 medida que a sele\u00e7\u00e3o natural segue seu curso e favorece os animais que tiverem filhotes mais cedo. No entanto, com o aquecimento acontecendo mais rapidamente no \u00c1rtico do que no resto do globo, segundo Post, &#8220;a quest\u00e3o \u00e9 se as coisas n\u00e3o est\u00e3o mudando r\u00e1pido demais para que a evolu\u00e7\u00e3o fa\u00e7a diferen\u00e7a&#8221;.<\/p>\n<p>A lebre americana tem um problema no guarda-roupa<\/p>\n<p>As mudan\u00e7as clim\u00e1ticas n\u00e3o causam descompassos apenas na primavera. Veja a lebre americana, cuja pelagem evoluiu para mudar de marrom para branca no inverno e servir de camuflagem. \u00c0 medida que a Terra se aquece, no entanto, a cobertura de neve nos habitat dessa lebre derrete mais cedo, deixando o animal mais exposto aos predadores.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/3e\/2017\/11\/17\/pugilato-de-lebres-marca-a-primavera-europeia-1510930428149_615x300.jpg\" width=\"640\" height=\"312\" \/><\/p>\n<p>&#8220;A camuflagem \u00e9 importante para manter vivos os animais que servem de presas&#8221;, diz L. Scott Mills, professor de Biologia da Vida Selvagem da Universidade de Montana que estuda os impactos do descompasso da camuflagem em esp\u00e9cies como a lebre americana.<\/p>\n<p>Para cada semana que o descompasso acontece, segundo Mills e seus colegas, h\u00e1 uma chance sete por cento maior de essas lebres serem mortas por predadores como o lince.<\/p>\n<p>Atualmente, a pelagem das lebres fica em descompasso por apenas uma semana ou duas. Mas no meio do s\u00e9culo, de acordo com Mills, esse per\u00edodo pode se estender para at\u00e9 oito semanas. Se isso acontecer, diz ele, o n\u00famero de lebres &#8220;pode come\u00e7ar a declinar em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 extin\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>H\u00e1 boas not\u00edcias para a lebre americana, no entanto. Antes se achava que a evolu\u00e7\u00e3o demorava milh\u00f5es de anos para acontecer, agora, os cientistas acreditam que um animal como a lebre pode se adaptar em cinco a dez gera\u00e7\u00f5es, especialmente se as partes mais adapt\u00e1veis da popula\u00e7\u00e3o forem protegidas.<\/p>\n<p>&#8220;Isso nos d\u00e1 um caminho para ter esperan\u00e7a. N\u00e3o podemos concluir de modo precipitado que as esp\u00e9cies com descompasso fenol\u00f3gico ser\u00e3o extintas&#8221;, diz ele.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Todos os anos, enquanto as esta\u00e7\u00f5es mudam, um bal\u00e9 complexo se desenrola ao redor do<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":83582,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/passaros.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/passaros-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/passaros-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/passaros.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/passaros.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/passaros.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/passaros.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/passaros.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/passaros.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/passaros.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Todos os anos, enquanto as esta\u00e7\u00f5es mudam, um bal\u00e9 complexo se desenrola ao redor do","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/83581"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=83581"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/83581\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/83582"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=83581"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=83581"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=83581"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}