{"id":83563,"date":"2018-04-19T09:00:23","date_gmt":"2018-04-19T12:00:23","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=83563"},"modified":"2018-04-18T22:45:42","modified_gmt":"2018-04-19T01:45:42","slug":"o-que-e-verdade-e-o-que-e-boato-nos-alertas-sobre-epidemia-de-gripe-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/o-que-e-verdade-e-o-que-e-boato-nos-alertas-sobre-epidemia-de-gripe-no-brasil\/","title":{"rendered":"O que \u00e9 verdade e o que \u00e9 boato nos alertas sobre epidemia de gripe no Brasil"},"content":{"rendered":"<p class=\"story-body__introduction\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/ciencia-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-83564\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/ciencia-1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/ciencia-1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/ciencia-1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>&#8220;N\u00e3o d\u00e1 pra morrer de H1N1 no s\u00e9culo 21.&#8221;<\/p>\n<p>Assim Katia Martinez desabafou no Facebook no dia 10 de abril, dois dias depois da morte da irm\u00e3 dela, Nadia Trost, e seis dias depois do falecimento de Ribamar Henrich Trost, marido de Nadia. O casal estava internado no Hospital Unimed de Rio Claro, cidade a 175 km de S\u00e3o Paulo, com problemas respirat\u00f3rios graves.<\/p>\n<p>Exatamente no dia 10, a Funda\u00e7\u00e3o Municipal de Sa\u00fade de Rio Claro soltava nota com o laudo do Instituto Adolfo Lutz sobre as amostras do casal: positivo para H1N1, v\u00edrus da gripe. A fam\u00edlia n\u00e3o quis dar detalhes do ocorrido pessoalmente.<\/p>\n<p>&#8220;Ningu\u00e9m quer falar porque estamos vivendo um luto imensur\u00e1vel, chocante e tr\u00e1gico&#8221;, disse Katia \u00e0 BBC, por mensagem.<\/p>\n<p>O recolhimento \u00e9 compreens\u00edvel. N\u00e3o apenas pelo abalo em fun\u00e7\u00e3o da perda repentina dos parentes, e por uma doen\u00e7a vista habitualmente como corriqueira, mas tamb\u00e9m pela superexposi\u00e7\u00e3o do caso nas redes sociais. \u00c0 foto de Ribamar e Nadia, tranquilos e abra\u00e7ados no que parece uma comemora\u00e7\u00e3o recente, se juntaram \u00e1udios e coment\u00e1rios por escrito alertando ora para uma epidemia de H3N2, ora para variantes como H2N3, HN1N3 e gripe australiana, acrescidos da afirma\u00e7\u00e3o de que a vacina seria uma &#8220;arma qu\u00edmica para exterminar os idosos&#8221;.<\/p>\n<p>O lan\u00e7amento da campanha nacional de vacina\u00e7\u00e3o contra a gripe, ali\u00e1s, ser\u00e1 no dia 23 de abril. Mas o Estado de Goi\u00e1s, que confirmou 13 mortes por influenza at\u00e9 agora, se antecipou. No dia 13, sexta-feira, j\u00e1 aplicava as primeiras doses na popula\u00e7\u00e3o. O Estado de S\u00e3o Paulo, por enquanto, tem o maior n\u00famero de \u00f3bitos na Federa\u00e7\u00e3o: 14.<\/p>\n<p>At\u00e9 o dia 7 de abril, de acordo com dados divulgados pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, foram registrados 286 casos de gripe em todo o pa\u00eds, com 41 mortes.<\/p>\n<p>&#8220;No Brasil, circulam no momento apenas os v\u00edrus H1N1 e H3N2&#8221;, afirma Nancy Bellei, professora afiliada da Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (Unifesp) e consultora em influenza para o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, referindo-se aos tipos de influenza A.<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo de gripe, a palavra &#8220;influenza&#8221; tem sido usada de forma geral no Brasil para se referir aos tipos A e B, que est\u00e3o relacionados a epidemias. O tipo C \u00e9 aquele mais comum, que causa apenas infec\u00e7\u00f5es respirat\u00f3rias brandas.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/15C0E\/production\/_100920198_audio-gripe.jpg\" alt=\"Capturas de tela de mensagens no Whatsapp com boatos sobre gripe\" width=\"639\" height=\"302\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Nas redes sociais, circulam informa\u00e7\u00f5es falsas sobre o v\u00edrus e a vacina da gripe<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>O primeiro estaria mais ativo em Goi\u00e1s, Bahia e Rio de Janeiro, enquanto o segundo se espraia pelo Estado de S\u00e3o Paulo &#8211; o que n\u00e3o significa que um n\u00e3o invada a \u00e1rea do outro. A infectologista explica que o H1N1 \u00e9 o mesmo que deflagrou a pandemia de 2009, chamada \u00e0 \u00e9poca de gripe su\u00edna. J\u00e1 o H3N2 seria semelhante ao que atingiu o Hemisf\u00e9rio Norte na \u00faltima temporada, infectando mais de 30 mil pessoas.<\/p>\n<p>&#8220;Mas a vacina brasileira vai ser diferente da do Hemisf\u00e9rio Norte&#8221;, diz Bellei. &#8220;A nossa cepa de H3N2 \u00e9 outra, por isso temos a expectativa de que a imuniza\u00e7\u00e3o ser\u00e1 mais eficaz.&#8221;<\/p>\n<p>Na vacina distribu\u00edda pela campanha tamb\u00e9m constar\u00e1 a cepa do v\u00edrus B Yamagata, que imuniza contra influenza B. J\u00e1 em cl\u00ednicas particulares, o produto ser\u00e1 quadrivalente, contendo tamb\u00e9m o B Victoria.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 diferen\u00e7a entre a imuniza\u00e7\u00e3o na rede p\u00fablica e privada, o infectologista Matias C. Salom\u00e3o afirma que a vacina\u00e7\u00e3o na rede p\u00fablica j\u00e1 cobre a maior parte dos casos, e que o gasto extra para distribuir gratuitamente a dose quadrivalente n\u00e3o compensaria pela prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>E o H2N3 e o HN1N3?<\/p>\n<p>&#8220;Isso \u00e9 bobagem, n\u00e3o tem esses v\u00edrus&#8221;, enfatiza Bellei, ressaltando que eles sequer existem. &#8220;O pessoal deve ter se confundido ou ent\u00e3o distribuiu essa not\u00edcia de m\u00e1-f\u00e9.&#8221;<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Nomenclatura<\/h2>\n<p>Os nomes das gripes t\u00eam l\u00e1 seu c\u00f3digo, como explica Salom\u00e3o. Os v\u00edrus da influenza A, por exemplo, s\u00e3o classificados conforme suas glicoprote\u00ednas de superf\u00edcie, a hemaglutinina (H) e a neuraminidase (N).<\/p>\n<p>Os n\u00fameros que se seguem \u00e0s letras correspondem ao tipo de glicoprote\u00edna correspondente. Em textos cient\u00edficos, n\u00e3o raro se veem nomes de influenza expandidos. A\/Michigan\/45\/2015 (H1N1) pdm09 significaria V\u00edrus tipo A, descrito em Michigan, da linhagem 45, descrito em 2015, subtipo H1N1, que circulou na pandemia 2009. B Yamagata e B Victoria, portanto, indicam em quais cidades os dois v\u00edrus foram descritos.<\/p>\n<p>S\u00e3o conhecidos 18 subtipos de H e 11 subtipos de N.<\/p>\n<p>&#8220;Os subtipos H1, H2 e H3 costumam ser transmitidos entre humanos&#8221;, diz Salom\u00e3o.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/285D\/production\/_100933301_b48c72bb-46fa-4f7d-8b71-b69c48a0a5b9.jpg\" alt=\"Vacina\u00e7\u00e3o de idoso\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">MARCELLO CASAL JR.\/AG\u00caNCIA BRASIL<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Campanha nacional de vacina\u00e7\u00e3o contra a gripe come\u00e7a ainda em abril<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>J\u00e1 H5, H6, H7 e H9 s\u00e3o espor\u00e1dicos e, por esse motivo, mais perigosos.<\/p>\n<p>&#8220;O fato de grande parte da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o ter sido exposta a um tipo de v\u00edrus anteriormente aumenta a chance de ocorrer uma pandemia&#8221;, alerta o infectologista.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, existem as muta\u00e7\u00f5es, bem mais constantes nos A que nos B. O tipo B tamb\u00e9m s\u00f3 afetaria humanos e focas, enquanto o A passeia entre circula e mam\u00edferos. O H7N7 engripa cavalos, por exemplo. O H13N2, baleias. O H1N1, patos, porcos&#8230; e humanos.<\/p>\n<p>&#8220;Tomar a vacina quadrivalente, que inclui o B Victoria, aumenta a cobertura, mas de forma geral os v\u00edrus B n\u00e3o costumam dar tanta complica\u00e7\u00e3o quanto os A&#8221;, acrescenta Salom\u00e3o.<\/p>\n<p>A quem se queixa de adoecer logo depois de tomar a vacina, o m\u00e9dico lembra que, no inverno, existe a concomit\u00e2ncia de outros v\u00edrus respirat\u00f3rios, como o sincicial e o rinov\u00edrus, n\u00e3o presentes na vacina dispon\u00edvel e que podem infectar um rec\u00e9m-imunizado.<\/p>\n<p>Para se prevenir de forma mais ampla, recomenda-se lavar as m\u00e3os com frequ\u00eancia ou higieniz\u00e1-las com \u00e1lcool em gel, cobrir o nariz com um tecido ao espirrar ou tossir, evitar o contato com pessoas gripadas, limpar ma\u00e7anetas, bancadas, utens\u00edlios de cozinha e brinquedos com \u00e1gua e sab\u00e3o. Crian\u00e7as com menos de 5 anos, idosos, gr\u00e1vidas e pessoas com imunidade baixa tamb\u00e9m devem evitar aglomera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Sintomas<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/75FA\/production\/_100920203_virus-imagem.jpg\" alt=\"Ilustra\u00e7\u00e3o de v\u00edrus\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Diferentes tipos e subtipos de v\u00edrus da gripe podem afetar pa\u00edses e grupos de formas distintas<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>As manifesta\u00e7\u00f5es sintom\u00e1ticas da H1N1 e da H3N2 n\u00e3o diferem muito, segundo os infectologistas. Coriza, tosse, dor muscular (mialgia), dor de garganta e febre costumam estar presentes. E tanto uma quanto outra podem levar \u00e0 S\u00edndrome Respirat\u00f3ria Aguda Grave (SRAG), que ocorre quando uma infec\u00e7\u00e3o bacteriana acomete as vias a\u00e9reas inferiores, causando pneumonia. De todos os casos de gripe, somente os de SRAG s\u00e3o notificados \u00e0 vigil\u00e2ncia epidemiol\u00f3gica.<\/p>\n<p>Salom\u00e3o afirma que a pneumonia causada pelo H3N2 afetaria mais crian\u00e7as e idosos, enquanto a do H1N1 prevalece em outros grupos de risco, como gestantes e obesos. Em ambas, o diagn\u00f3stico tardio pode ser fatal.<\/p>\n<p>A morte dos dois rio-clarenses se junta \u00e0s de mais 39 pessoas que teriam sucumbido \u00e0 influenza no Brasil desde o come\u00e7o do ano. De acordo com o \u00faltimo boletim do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, 16 desses casos decorriam do v\u00edrus H1N1. Dessas 41 pessoas, 31 apresentavam pelo menos um fator de risco para complica\u00e7\u00e3o, como pneumopatias e cardiopatias, e cerca de 30% do total fez uso de medicamento antiviral (Tamiflu) por volta do quarto dia. No entanto, o Minist\u00e9rio recomenda que ele seja ministrado nas primeiras 48 horas ap\u00f3s o diagn\u00f3stico da SRAG.<\/p>\n<p>&#8220;Depois desse per\u00edodo, a efic\u00e1cia do Oseltamivir ou Tamiflu cai&#8221;, diz Salom\u00e3o.<\/p>\n<p>A faixa et\u00e1ria dos pacientes gira em torno dos 57 anos, idade de Ribamar Henrich Trost. Nadia, a esposa, tinha 54.<\/p>\n<p>Os principais sintomas da doen\u00e7a s\u00e3o falta de ar, chiado no peito, tontura, tosse com catarro amarelado e\/ou febre que n\u00e3o cessa. Se a febre, ainda que baixa, persistir por mais de sete dias, com dores musculares, coriza e tosse, \u00e9 recomend\u00e1vel que se procure o pronto socorro.<\/p>\n<p>&#8220;O fato de ficar indignado com mortes por gripe procede no Brasil porque a nossa cultura em influenza \u00e9 muito recente&#8221;, afirma Bellei. &#8220;S\u00f3 come\u00e7amos a pensar e falar em gripe depois da pandemia de 2009.&#8221;<\/p>\n<p>No ano passado, o Brasil registrou 498 mortes por influenza.<\/p>\n<p>Bellei lembra que, todos os anos, morrem de efeito direto do v\u00edrus cerca de 650 mil pessoas em todo o mundo, segundo estimativa da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade. S\u00f3 nos Estados Unidos, oscilando ano a ano, seriam de 140 mil a 710 mil hospitaliza\u00e7\u00f5es em fun\u00e7\u00e3o da gripe, com 12 mil a 56 mil mortes.<\/p>\n<p>&#8220;O fato \u00e9 que, a despeito de tratamento, a despeito de UTI, a despeito de interven\u00e7\u00f5es, a gente tem essa mortalidade todos os anos&#8221;, diz a infectologista.<\/p>\n<p>O n\u00famero poderia ser maior, afirmam especialistas, n\u00e3o fosse o surgimento de vacinas e de antibi\u00f3ticos que pudessem tratar infec\u00e7\u00f5es secund\u00e1rias provocadas por bact\u00e9rias, por exemplo. Ecoam entre os infectologistas pandemias hist\u00f3ricas de influenza, como a de 1918, que matou pelo menos 50 milh\u00f5es de pessoas no mundo (s\u00f3 a \u00cdndia perdeu 16 milh\u00f5es de vidas), muitas delas adultos jovens, entre 20 e 40 anos.<\/p>\n<p>O centen\u00e1rio do que foi chamado &#8220;o maior Holocausto m\u00e9dico de todos os tempos&#8221; tem sido lembrado mundo afora. O site do Centers for Disease Control and Prevention (CDC), ag\u00eancia do Departamento de Sa\u00fade americano, tra\u00e7a uma linha do tempo do v\u00edrus casada com a da Primeira Guerra Mundial.<\/p>\n<p>A concentra\u00e7\u00e3o de pessoas no mesmo lugar e o movimento global das tropas contribu\u00edram sobremaneira para espalhar o patog\u00eanico. Somente nos Estados Unidos, morreram 675 mil habitantes por causa da mol\u00e9stia. O v\u00edrus em quest\u00e3o j\u00e1 era o H1N1 &#8211; embora provavelmente um pouco diverso do que circula hoje em dia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;N\u00e3o d\u00e1 pra morrer de H1N1 no s\u00e9culo 21.&#8221; Assim Katia Martinez desabafou no Facebook<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":83564,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/ciencia-1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/ciencia-1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/ciencia-1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/ciencia-1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/ciencia-1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/ciencia-1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/ciencia-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/ciencia-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/ciencia-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/ciencia-1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"&#8220;N\u00e3o d\u00e1 pra morrer de H1N1 no s\u00e9culo 21.&#8221; Assim Katia Martinez desabafou no Facebook","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/83563"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=83563"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/83563\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/83564"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=83563"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=83563"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=83563"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}