{"id":83439,"date":"2018-04-17T08:35:15","date_gmt":"2018-04-17T11:35:15","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=83439"},"modified":"2018-04-17T08:36:43","modified_gmt":"2018-04-17T11:36:43","slug":"pesquisadores-encontram-corais-em-area-da-amazonia-que-pode-ser-liberada-para-exploracao-de-petroleo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/pesquisadores-encontram-corais-em-area-da-amazonia-que-pode-ser-liberada-para-exploracao-de-petroleo\/","title":{"rendered":"Pesquisadores encontram corais em \u00e1rea da Amaz\u00f4nia que pode ser liberada para explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo"},"content":{"rendered":"<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter\" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"54\" data-block-id=\"2\">\n<p class=\"content-text__container theme-color-primary-first-letter\" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/corais.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-83440\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/corais-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/corais-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/corais.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Escondidos no fundo do Oceano Atl\u00e2ntico, numa das regi\u00f5es de correnteza mais fortes do mundo, corais da Amaz\u00f4nia foram localizados em uma \u00e1rea que pode, a qualquer momento, ser liberada para a explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo. A descoberta foi feita por pesquisadores brasileiros a bordo do navio Esperanza, cedido pelo Greenpeace para a miss\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"51\" data-block-id=\"3\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Pesquisadores buscam evid\u00eancias numa faixa da costa norte do Brasil, pr\u00f3xima ao Amap\u00e1 e ainda sob influ\u00eancia das \u00e1guas que o rio Amazonas despeja no mar. \u00c9 exatamente ali que a empresa francesa Total aguarda licen\u00e7a do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama) para extrair petr\u00f3leo.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"34\" data-block-id=\"4\">\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>&#8220;Pela primeira vez, obtivemos imagens da \u00e1rea com um rob\u00f4. Encontramos recifes na por\u00e7\u00e3o mais rasa dos blocos de onde se quer extrair petr\u00f3leo&#8221;, afirma Ronaldo Francini-Filho, pesquisador da Universidade Federal da Para\u00edba (UFPA).<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"20\" data-block-id=\"5\">\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>&#8220;Tem \u00e1rea de petr\u00f3leo aqui que est\u00e1 embaixo das \u00e1reas de recife. Isso a gente n\u00e3o pode deixar de considerar.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"70\" data-block-id=\"6\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Inicialmente, estimou-se que os corais da Amaz\u00f4nia ocupassem uma \u00e1rea de 9,5 mil quil\u00f4metros quadrados, mas o c\u00e1lculo mais recente indica que seu tamanho seja mais de cinco vezes maior. &#8220;O recife tem em torno de 56 mil quil\u00f4metros quadrados. Portanto, \u00e9 o maior recife do Brasil e um dos maiores do mundo&#8221;, disse Fabiano Thompson, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tamb\u00e9m a bordo do navio.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"66\" data-block-id=\"7\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Os recifes cobrem, portanto, uma \u00e1rea submersa maior que o estado do Rio de Janeiro, habitada por mais de 40 esp\u00e9cies de corais, 60 de esponjas \u2013 metade provavelmente ainda desconhecida \u2013, 70 esp\u00e9cies de peixes, lagostas, estrelas-do-mar. A regi\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 ref\u00fagio de peixes que j\u00e1 desapareceram da costa brasileira, como o mero. Os detalhes dessa descoberta ser\u00e3o publicados num artigo cient\u00edfico nas pr\u00f3ximas semanas.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"58\" data-block-id=\"8\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A expedi\u00e7\u00e3o a bordo do Esperanza, iniciada em 2 de abril, entrava no sexto dia quando o novo alvo foi identificado. Enquanto um rob\u00f4 especialmente trazido para a miss\u00e3o cient\u00edfica \u2013equipado com tr\u00eas c\u00e2meras e um sistema de coleta de \u00e1gua e material \u2013 atingia profundidade, as imagens eram exibidas em duas telas instaladas na popa do navio.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\" data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"9\"><\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"30\" data-block-id=\"10\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Depois de uma detalhada an\u00e1lise e longos debates, os pesquisadores confirmaram: os corais da Amaz\u00f4nia cobrem tamb\u00e9m exatamente o local considerado nova fronteira petrol\u00edfera, na Bacia da Foz do Amazonas.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"66\" data-block-id=\"11\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A faixa de recifes est\u00e1 localizada entre 70 e 220 metros de profundidade na costa ao longo dos estados de Maranh\u00e3o, Par\u00e1 e Amap\u00e1. At\u00e9 ent\u00e3o, os livros diziam que corais n\u00e3o cresciam perto da foz de grandes rios, onde a \u00e1gua doce chega ao mar carregada de lama, \u00e9 mais escura e impede a entrada a luz \u2013 fonte usada pelos corais para produzir alimento.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"5\" data-block-id=\"12\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Um mundo improv\u00e1vel e desconhecido<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"36\" data-block-id=\"13\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A jornada dos pesquisadores brasileiros em busca do improv\u00e1vel recife de corais come\u00e7ou em 2011. Mais tarde, miss\u00f5es cient\u00edficas fizeram a coleta de dados no local. Os resultados surpreenderam o mundo num artigo publicado em 2016.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"31\" data-block-id=\"14\">\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>&#8220;Exatamente porque o acesso \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil e as condi\u00e7\u00f5es oceanogr\u00e1ficas aqui s\u00e3o t\u00e3o duras \u00e9 que a gente sabe pouco sobre esse lugar&#8221;, comenta Francini-Filho sobre o impacto da descoberta.<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"59\" data-block-id=\"15\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">As primeiras imagens dos corais da Amaz\u00f4nia foram registradas em 2017, numa viagem de submarino realizada com apoio do Greenpeace. &#8220;O pouco do conhecimento que a gente tem dessa regi\u00e3o j\u00e1 indica que realmente \u00e9 uma \u00e1rea extremamente rica, sens\u00edvel \u00e0 explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo&#8221;, complementa o pesquisador, estimando que se conhe\u00e7am apenas 5% da vida que o recife abriga.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"35\" data-block-id=\"16\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Com o an\u00fancio que surpreendeu a ci\u00eancia, diante da imin\u00eancia da chegada de plataformas para retirada de petr\u00f3leo nessa parte do Atl\u00e2ntico, a conserva\u00e7\u00e3o dos corais da Amaz\u00f4nia se transformou numa campanha mundial do Greenpeace.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"4\" data-block-id=\"17\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Corais sobre o petr\u00f3leo<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"36\" data-block-id=\"18\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A atual expedi\u00e7\u00e3o, que deve se estender at\u00e9 maio, exigiu mais de um ano de planejamento, obteve autoriza\u00e7\u00e3o do governo brasileiro, e custou 700 mil euros \u2013 montante que veio dos doadores que mant\u00eam o Greenpeace.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\" data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"19\"><\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"39\" data-block-id=\"20\">\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>&#8220;\u00c9 urgente a campanha, \u00e9 urgente essa pesquisa cientifica que n\u00f3s fazemos aqui pra provar que \u00e9 mesmo um novo bioma, \u00fanico no mundo, pouqu\u00edssimo conhecido pela ci\u00eancia&#8221;, argumenta Thiago Almeida, representante da Campanha Defenda os Corais da Amaz\u00f4nia.<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"47\" data-block-id=\"21\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Um vazamento de petr\u00f3leo traria danos irrepar\u00e1veis, argumenta Almeida. &#8220;Al\u00e9m disso, esse petr\u00f3leo chega mais perto da costa e dos rios brasileiros na Amaz\u00f4nia, regi\u00e3o com um dos maiores mangues do planeta. Estamos falando de uma amea\u00e7a a diversas popula\u00e7\u00f5es de pescadores, extrativistas, ribeirinhos e povos ind\u00edgenas.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"68\" data-block-id=\"22\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Thompson v\u00ea grande potencial nas pesquisas. &#8220;Esse recife \u00e9 considerado uma farm\u00e1cia submarina. Ele pode se reverter em divisas para nosso pa\u00eds, se conseguirmos desenvolver a biotecnologia marinha a partir da biodiversidade que ele abriga, e gerar mol\u00e9culas bioativas para novos medicamentos para tratar doen\u00e7as como c\u00e2ncer, viroses, doen\u00e7as infecciosas&#8221;, explica o pesquisador da UFRJ, citando iniciativas j\u00e1 em andamento em pa\u00edses na Europa, Estados Unidos e Jap\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"5\" data-block-id=\"23\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>\u00daltimos passos antes da explora\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"38\" data-block-id=\"24\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O processo de licenciamento para explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no local pela francesa Total e a brit\u00e2nica BP est\u00e3o em suas etapas finais. O Ibama informou que o processo conduzido pela Total est\u00e1 em est\u00e1gio mais pr\u00f3ximo de decis\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"38\" data-block-id=\"25\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Os blocos para explora\u00e7\u00e3o foram adquiridos em 2013, num leil\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional de Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP). Estima-se que a regi\u00e3o da Bacia da Foz do Amazonas armazene at\u00e9 14 bilh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"86\" data-block-id=\"26\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Questionada pela DW Brasil, a Total n\u00e3o respondeu se sabia da exist\u00eancia dos corais sobre a regi\u00e3o que pretende explorar e se manifestou por meio de nota. &#8220;A Total respondeu, em janeiro, ao \u00faltimo parecer t\u00e9cnico do Ibama em rela\u00e7\u00e3o ao Estudo de Impacto Ambiental da atividade de perfura\u00e7\u00e3o de po\u00e7os que a empresa prev\u00ea realizar nos blocos que opera na Bacia da Foz do Amazonas. A empresa no momento aguarda um posicionamento do \u00f3rg\u00e3o, no \u00e2mbito do processo de licenciamento ambiental que est\u00e1 em curso.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\" data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"27\"><\/div>\n<div data-track-category=\"fim do conteudo\" data-track-action=\"ultimo chunk conteudo\" data-track-noninteraction=\"false\" data-track-scroll=\"entrada completa viewport\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"66\" data-block-id=\"28\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Os pesquisadores esperam que a ci\u00eancia seja levada em conta na decis\u00e3o. &#8220;Com base no conhecimento que temos at\u00e9 agora, a explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo aqui ser\u00e1 realmente uma trag\u00e9dia, caso ela ocorra. Porque a gente conhece muito pouco disso que estamos chamando de megabioma: uma regi\u00e3o da Floresta Amaz\u00f4nica conectada com o segundo maior rio do planeta e um dos maiores recifes do mundo&#8221;, opina Francini-Filho.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Escondidos no fundo do Oceano Atl\u00e2ntico, numa das regi\u00f5es de correnteza mais fortes do mundo,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":83440,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/corais.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/corais-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/corais-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/corais.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/corais.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/corais.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/corais.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/corais.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/corais.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/corais.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Escondidos no fundo do Oceano Atl\u00e2ntico, numa das regi\u00f5es de correnteza mais fortes do mundo,","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/83439"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=83439"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/83439\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/83440"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=83439"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=83439"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=83439"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}