{"id":8324,"date":"2019-05-18T00:00:38","date_gmt":"2019-05-18T03:00:38","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=8324"},"modified":"2019-05-19T17:48:49","modified_gmt":"2019-05-19T20:48:49","slug":"cachorro-do-mato-vinagre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/cachorro-do-mato-vinagre\/","title":{"rendered":"Cachorro-do-mato-vinagre"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/cachorro_mato_vinagre.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-8328\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/cachorro_mato_vinagre.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"470\" \/><\/a><\/p>\n<p>O cachorro vinagre ou cachorro do mato (Speothos venaticus) \u00e9 um can\u00eddeo nativo da Am\u00e9rica do Sul, que habita as florestas e pantanais entre o Panam\u00e1 e o norte da Argentina. S\u00e3o animais semi-aqu\u00e1ticos que conseguem nadar e mergulhar com grande facilidade. O IUCN lista a esp\u00e9cie como vulner\u00e1vel, devido ao isolamento e esparsa densidade das suas popula\u00e7\u00f5es e \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o do seu habitat.<\/p>\n<p>O cachorro vinagre \u00e9 um can\u00eddeo de pequeno porte, com cerca de 30 cent\u00edmetros de altura, 60 de comprimento e 5 a 7 kg de peso. A pelagem \u00e9 avermelhada e a cauda relativamente curta \u00e9 castanha. A cabe\u00e7a tem um formato quadrado, com orelhas pequenas, e as patas s\u00e3o curtas. Os dedos do cachorro vinagre est\u00e3o ligados por membranas interdigitais que facilitam a sua nata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A principal presa destes animais s\u00e3o roedores de grande porte como agutis, pacas e capivaras, mas tamb\u00e9m consomem aves, anf\u00edbios e pequenos r\u00e9pteis. Os cachorros vinagre s\u00e3o animais greg\u00e1rios que vivem e ca\u00e7am em bandos de at\u00e9 dez indiv\u00edduos. A estrutura social dos grupos \u00e9 fortemente hierarquizada tal como nos lobos cinzentos e os membros do grupo comunicam entre si atrav\u00e9s de latidos. Os seus h\u00e1bitos s\u00e3o diurnos e de noite recolhem-se para dormir em tocas ou cavidades nas \u00e1rvores.<\/p>\n<p>O grupo \u00e9 formado por v\u00e1rios casais monog\u00e2micos e pelas crias do par dominante. Como o c\u00e3o dom\u00e9stico, o cachorro vinagre tem dois per\u00edodos de cio por ano, que variam ao longo do ano conforme o s\u00edtio onde vivem. A gesta\u00e7\u00e3o dura em m\u00e9dia 67 dias e resulta em ninhadas de 4 a 6 crias, que nascem em tocas e s\u00e3o alimentadas pelos adultos at\u00e9 aos cinco meses. A maturidade sexual \u00e9 atingida aos 12 meses e a esperan\u00e7a de vida m\u00e9dia \u00e9 de 10 anos.<\/p>\n<p>A esp\u00e9cie foi descrita pela primeira vez em 1842, a partir de f\u00f3sseis encontrados em cavernas no Brasil e s\u00f3 depois se descobriram os animais vivos. O cachorro vinagre nunca foi ca\u00e7ado por interesse econ\u00f4mico e \u00e9 sabido que algumas tribos de nativos brasileiros conservam-nos como animais de estima\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O cachorro vinagre ou cachorro do mato (Speothos venaticus) \u00e9 um can\u00eddeo nativo da Am\u00e9rica<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O cachorro vinagre ou cachorro do mato (Speothos venaticus) \u00e9 um can\u00eddeo nativo da Am\u00e9rica","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8324"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8324"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8324\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8324"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8324"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8324"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}