{"id":82672,"date":"2018-04-03T12:30:42","date_gmt":"2018-04-03T15:30:42","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=82672"},"modified":"2018-04-03T11:20:09","modified_gmt":"2018-04-03T14:20:09","slug":"nasa-revela-possibilidade-de-vida-alienigena-nas-nuvens-de-venus-entenda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/nasa-revela-possibilidade-de-vida-alienigena-nas-nuvens-de-venus-entenda\/","title":{"rendered":"Nasa revela possibilidade de vida alien\u00edgena nas nuvens de V\u00eanus"},"content":{"rendered":"<p class=\" \"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/venus.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-82673\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/venus-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/venus-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/venus.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Um estudo desenvolvido pela Ag\u00eancia Espacial Norte-Americana (Nasa) trouxe \u00e0 tona, mais uma vez, a discuss\u00e3o acerca da possibilidade de exist\u00eancia de vida extraterrestre. No entanto, dessa vez, a hip\u00f3tese mira em um lugar ainda mais inusitado: as nuvens girat\u00f3rias de V\u00eanus. Segundo o\u00a0<em>Daily Mail<\/em>\u00a0, as desconfian\u00e7as come\u00e7aram ap\u00f3s astr\u00f4nomos identificarem manchas escuras nas nuvens do planeta, o que representariam resqu\u00edcios de elementos microbianos.<\/p>\n<div id=\"ad_mrec_intext\" class=\"publicidade advertising-box\" data-google-query-id=\"CLPlipGlntoCFUtShgodTNAEng\"><\/div>\n<p>No\u00a0estudo \u2013 realizado em conjunto entre os pesquisadores da Universidade de Columbia e do Instituto de Ci\u00eancia Planet\u00e1ria de Tuscon, Estados Unidos \u2013 a equipe da\u00a0<strong>Nasa<\/strong>\u00a0\u00a0indicou, por meio de an\u00e1lises comparativas, que mat\u00e9rias da biologia terrestre poderiam sobreviver dentro das nuvens \u2018rodopiantes\u2019 de V\u00eanus, o segundo planeta mais pr\u00f3ximo ao Sol.<\/p>\n<p>\u201cPara testar as ideias aqui apresentadas, evidenciamos a necessidade de um estudo qu\u00edmico, bioqu\u00edmico e microbiol\u00f3gico integrado, com foco na sobreviv\u00eancia e na espectroscopia de microrganismos terrestres sob as condi\u00e7\u00f5es das nuvens de V\u00eanus&#8221;, informaram os cientistas no artigo.<\/p>\n<h3>Calor em V\u00eanus prejudica estudo da Nasa<\/h3>\n<p>De acordo com os grupos de pesquisa, as amostras coletadas no planeta devem ser trazidas para a Terra, j\u00e1 que necessitam de uma an\u00e1lise mais aprofundada. \u00a0Eles ressaltaram que, por estar pr\u00f3ximo do Astro Rei, V\u00eanus \u00e9 rochoso e possui temperatura escaldante, o que pode dificultar nos resultados estimados. Al\u00e9m disso, tem uma atmosfera preenchida com \u00e1cido sulf\u00farico mortal, que tamb\u00e9m \u00e9 um agravante para a conclus\u00e3o do estudo.<\/p>\n<p>\u201cManchas escuras e sulf\u00faricas foram detectadas em V\u00eanus. Essas manchas est\u00e3o persistindo por dias, e passaram a evoluir de forma. O contraste de cores tamb\u00e9m tem se transformado em pouco tempo\u201d, afirmou o pesquisador do Centro de Ci\u00eancia e Engenharia Espacial da Universidade de Wisconsin-Madison, Sanjay Limaye.<\/p>\n<p>Para os cientistas da Nasa, o planeta batizado em homenagem \u00e0 deusa romana do amor e da beleza pode ter abrigado vida em sua superf\u00edcie h\u00e1 milh\u00f5es de anos. Com isso, uma equipe do Instituto Goddard de Estudos Espaciais realizou quatro simula\u00e7\u00f5es computadorizadas para avaliar como\u00a0era V\u00eanus em sua juventude.<\/p>\n<p>Ajustando coisas como a quantidade de energia que recebia do Sol e a rapidez com que girava em seu eixo, algumas teorias se formaram sobre o planeta e as especula\u00e7\u00f5es levantadas pela\u00a0<strong>Nasa<\/strong>\u00a0anteriormente. &#8220;No atual per\u00edodo de rota\u00e7\u00e3o de 243 dias, o clima de V\u00eanus poderia ter permanecido habit\u00e1vel at\u00e9 pelo menos 715 milh\u00f5es de anos, principalmente se tivesse um oceano raso&#8221;, concluiu o l\u00edder da pesquisa, Michael Way.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudo desenvolvido pela Ag\u00eancia Espacial Norte-Americana (Nasa) trouxe \u00e0 tona, mais uma vez, a<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":82673,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/venus.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/venus-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/venus-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/venus.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/venus.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/venus.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/venus.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/venus.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/venus.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/venus.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Um estudo desenvolvido pela Ag\u00eancia Espacial Norte-Americana (Nasa) trouxe \u00e0 tona, mais uma vez, a","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82672"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=82672"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82672\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/82673"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=82672"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=82672"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=82672"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}