{"id":82466,"date":"2018-03-31T09:30:52","date_gmt":"2018-03-31T12:30:52","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=82466"},"modified":"2018-03-30T19:31:05","modified_gmt":"2018-03-30T22:31:05","slug":"por-que-a-garotada-precisa-brincar-ao-ar-livre-segundo-a-neurociencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/por-que-a-garotada-precisa-brincar-ao-ar-livre-segundo-a-neurociencia\/","title":{"rendered":"Por que a garotada precisa brincar ao ar livre, segundo a neuroci\u00eancia"},"content":{"rendered":"<div id=\"cuerpo_noticia\" class=\"articulo-cuerpo\">\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/crianca-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-82467\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/crianca-2-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/crianca-2-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/crianca-2.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Por mais paradoxal que pare\u00e7a, muitos detentos passam mais tempo ao ar livre do que algumas\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/ninos\/a\">crian\u00e7as<\/a>\u00a0das nossas cidades. O tempo ao ar livre em contato com a\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/medio_ambiente\/a\">natureza<\/a>, especificamente, vem diminuindo enormemente, a tal ponto que muitos meninos e meninas passam mais de 90% do seu tempo em espa\u00e7os fechados. O correto desenvolvimento infantil exige movimento desde o nascimento, e a forma mais f\u00e1cil e interessante de se movimentar \u00e9 brincando, se poss\u00edvel ao ar livre.<\/p>\n<section id=\"sumario_2|apoyos\" class=\"sumario_apoyos izquierda\">\n<div class=\"sumario__interior\"><\/div>\n<\/section>\n<div id=\"elpais_gpt-INTEXT\" data-google-query-id=\"CIq5yNaLldoCFQ8Lhgod4HQPyQ\"><\/div>\n<p>O sistema nervoso serve para a locomo\u00e7\u00e3o, e as demais milhares de p\u00e1ginas de um manual de\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/neurociencia\/a\">neuroci\u00eancia<\/a>\u00a0est\u00e3o subordinadas a esse fato natural t\u00e3o relevante. Trata-se de algo extraordin\u00e1rio, t\u00e3o belo como complexo. A fun\u00e7\u00e3o primordial de um ser vivo \u00e9 se reproduzir, e para isso ele precisa se aproximar de certos est\u00edmulos, como um poss\u00edvel parceiro sexual, e se afastar de outros, como os predadores.<\/p>\n<p>Os\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2015\/12\/29\/ciencia\/1451385621_248957.html\">subsistemas sensoriais e emocionais est\u00e3o a servi\u00e7o do subsistema motor<\/a>, que por sua vez est\u00e1 relacionado com uma conduta de aproxima\u00e7\u00e3o ou afastamento. Podemos comprovar isso na vida cotidiana. Se pisamos em algo cortante na piscina, levantamos o p\u00e9 instintivamente. Se algu\u00e9m ou algo nos atrai, nos aproximamos pouco a pouco. Do mesmo modo, nos afastamos se n\u00e3o gostamos de uma situa\u00e7\u00e3o ou detectamos um perigo. Tudo \u00e9 movimento, portanto. E o nosso c\u00e9rebro dedica muitos neur\u00f4nios \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o dessa fun\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Uma grande superf\u00edcie dos nossos hemisf\u00e9rios cerebrais \u2013 especificamente o c\u00f3rtex motor prim\u00e1rio e secund\u00e1rio \u2013 \u00e9 dedicada ao controle motor. Existem n\u00facleos neuronais (um complexo chamado estriado, situado nas profundezas do c\u00e9rebro) dedicados, entre outras coisas, ao movimento planejado. Do mesmo modo, o cerebelo, que se encontra na parte posterior do enc\u00e9falo, \u00e9 outra estrutura fundamental para o movimento. Tamb\u00e9m existe um subsistema completo, chamado vestibular, para garantir o equil\u00edbrio em todos os nossos movimentos. S\u00e3o muit\u00edssimos recursos, e nossa vida depende deles.<\/p>\n<p>Durante as primeiras etapas do desenvolvimento, nossa esp\u00e9cie aprende paulatinamente a se movimentar de maneira cada vez mais sofisticada, o que significa que aprende a comandar os subsistemas envolvidos nesse movimento: o sensorial, o vestibular, o cognitivo e, obviamente, o emocional. E essa aprendizagem se realiza na inf\u00e2ncia gra\u00e7as \u00e0s brincadeiras.<\/p>\n<p>Muitas fun\u00e7\u00f5es do sistema nervoso t\u00eam janelas temporais de neuroplasticidade, nas quais a sensibilidade \u00e9 cr\u00edtica e sua forma\u00e7\u00e3o \u00e9 a ideal. Por exemplo, andar e falar s\u00e3o tarefas aprendidas nos tr\u00eas primeiros anos. A altera\u00e7\u00e3o da plasticidade durante per\u00edodos cr\u00edticos de desenvolvimento est\u00e1 ligada a muitos transtornos neurol\u00f3gicos pedi\u00e1tricos.<\/p>\n<p>Essas janelas t\u00eam como fundamento de aprendizagem a brincadeira em todas as suas variantes. Algumas fun\u00e7\u00f5es s\u00e3o fisiol\u00f3gicas, como o sistema nervoso vestibular, que, como explicamos, realiza dentro do c\u00e9rebro a fun\u00e7\u00e3o do equil\u00edbrio e necessita de est\u00edmulos para seu desenvolvimento, j\u00e1 que do contr\u00e1rio a mobilidade da crian\u00e7a n\u00e3o ser\u00e1 otimizada e ela ter\u00e1 medo perante qualquer desafio que envolva deslocamentos em altura, velocidade, giros ou mudan\u00e7a posturais bruscas. Os hematomas, cortes e arranh\u00f5es s\u00e3o, portanto, um direito das crian\u00e7as na hora de aprender. E n\u00e3o s\u00f3 isso: pretender evit\u00e1-los a todo custo pode causar\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/02\/15\/opinion\/1518709564_202107.html\">d\u00e9ficits cognitivos e emocionais para toda a vida.<\/a><\/p>\n<h3><strong>Modular a agressividade e a empatia<\/strong><\/h3>\n<p>A brincadeira deve ser a principal atividade de uma crian\u00e7a. \u00c9 o que seu c\u00e9rebro espera: brincadeiras e mais brincadeiras, sobretudo relacionadas com a atividade f\u00edsica, e preferivelmente ao ar livre. Pode-se brincar sozinho \u2013 e o c\u00e9rebro tamb\u00e9m precisa aprender a se entediar \u2013 e, sobretudo, em companhia. Quanto mais heterog\u00eaneas forem as idades das crian\u00e7as que brincam, melhor ser\u00e1 para o desenvolvimento das rela\u00e7\u00f5es pessoais e para a modula\u00e7\u00e3o da agressividade e da empatia.<\/p>\n<p>Qualquer pessoa que j\u00e1 tenha lidado com crian\u00e7as ter\u00e1 observado quais s\u00e3o suas prefer\u00eancias e como se divertem quando v\u00e3o a um playground, para n\u00e3o falar dos parques de divers\u00f5es. A velocidade, as voltas, a sensa\u00e7\u00e3o de perigo causada pela altura, os desafios do equil\u00edbrio&#8230; Tudo isso \u00e9 muito atrativo para a crian\u00e7a, porque o que estamos fazendo \u00e9 levar seu c\u00e9rebro ao ambiente onde evolu\u00edmos durante milh\u00f5es de anos e ao qual estamos adaptados. Faz poucos s\u00e9culos que passamos a habitar as cidades, e a evolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi capaz de adaptar nosso organismo a viver nelas. Quando uma crian\u00e7a brinca ao ar livre, preferivelmente em um ambiente natural, o c\u00e9rebro agradece com uma inje\u00e7\u00e3o de felicidade. H\u00e1 riscos? Claro, isso \u00e9 viver.<\/p>\n<p>Por natureza, as crian\u00e7as n\u00e3o t\u00eam excessiva consci\u00eancia do passado e do futuro \u2013 vivem o momento. Sua atividade principal \u00e9 brincar. E a brincadeira permitir\u00e1 que nossa prole aprenda a se movimentar com destreza, a n\u00e3o se machucar, a avaliar as situa\u00e7\u00f5es de maneira adequada e, quando n\u00e3o houver outro rem\u00e9dio,\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2014\/03\/17\/opinion\/1395072236_094434.html\">a ser agressivo e sobretudo a s\u00ea-lo na medida certa<\/a>, respeitando dentro do poss\u00edvel os valores aprendidos. Nisso o ambiente familiar tem um papel fundamental.<\/p>\n<p>Se for para escolher, \u00e9 melhor brincar na natureza do que na pra\u00e7a do bairro, porque o c\u00e9rebro precisa de novidade, curiosidade e investiga\u00e7\u00e3o. A brincadeira permite que as crian\u00e7as, depois de examinar seu entorno, gerem de maneira bastante eficaz um repert\u00f3rio de comportamentos inovadores que podem se adaptar a um nicho espec\u00edfico. A explora\u00e7\u00e3o do desconhecido, felizmente, est\u00e1 nos nossos genes.<\/p>\n<h3><strong>Crian\u00e7as com ansiedade e depress\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>Durante as \u00faltimas d\u00e9cadas, ocorreu nas sociedades modernas \u2013 sobretudo as ocidentais \u2013 um decl\u00ednio na liberdade das crian\u00e7as para brincar, especialmente em brincadeiras sociais e em grupos de idade heterog\u00eanea, longe dos olhares vigilantes dos adultos. Ao mesmo tempo, ocorreu um aumento consider\u00e1vel dos casos de ansiedade, depress\u00e3o, sentimentos de tristeza, impulsividade e narcisismo entre as crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Todos n\u00f3s j\u00e1 fomos crian\u00e7as e nos divertimos com o frio na barriga quando est\u00e1vamos no topo do escorregador ou sub\u00edamos pela estrutura de ferro dos balan\u00e7os. Girar nos carross\u00e9is ou se pendurar por qualquer lado, feito um macaco \u2013 afinal de conta, \u00e9 isso que n\u00f3s somos \u2013, \u00e9 uma evidente fonte de prazer. Qualquer conduta que teste nosso senso de equil\u00edbrio nos atrai como um desafio. Tanto \u00e9 que, durante seu desenvolvimento, as crian\u00e7as experimentam os limites para se superarem pouco a pouco. Um passo a mais, um degrau a mais, uma volta a mais&#8230; O perigo lhes atrai, pois marca esses limites.<\/p>\n<p>Assim, a teoria da regula\u00e7\u00e3o emocional atrav\u00e9s da brincadeira prop\u00f5e que uma das principais fun\u00e7\u00f5es da brincadeira entre jovens mam\u00edferos \u00e9 a aprendizagem de como regular o medo e a raiva. Em uma brincadeira com certo risco, os pequenos aprendem a enfrentar pequenas doses manej\u00e1veis de medo, sem cair em emo\u00e7\u00f5es negativas por muito tempo. Assim, aprendem que \u00e9 poss\u00edvel superar a situa\u00e7\u00e3o e posteriormente recuperar um estado emocional normal de alegria.<\/p>\n<p>As an\u00e1lises revelam que, ao mesmo tempo em que se limita a liberdade na brincadeira, entre cinco e oito vezes mais jovens sofrem n\u00edveis clinicamente significativos de ansiedade e depress\u00e3o, segundo os padr\u00f5es atuais, muito maiores que nos anos cinquenta. Assim como a diminui\u00e7\u00e3o na liberdade de brincar com certo risco foi cont\u00ednua e gradual, tamb\u00e9m foi cont\u00ednuo e gradual o aumento da psicopatologia infantil. S\u00e3o necess\u00e1rios mais estudos para corroborar isto. Por exemplo, Peter Schober, da Universidade de Medicina de Graz (\u00c1ustria), afirma que crian\u00e7as sedent\u00e1rias, que n\u00e3o assumem nenhum risco, adoecem cinco vezes mais de depress\u00e3o que as que se mant\u00eam ativas.<\/p>\n<h3><strong>Eles sabem quando assumir riscos<\/strong><\/h3>\n<p><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/11\/27\/eps\/1511804677_284019.html\">Temos uma tend\u00eancia inata a subestimar as capacidades cognitivas das crian\u00e7as<\/a>, mas o fato \u00e9 que elas sabem melhor do que n\u00f3s quando est\u00e3o preparadas para assumir certos riscos. Na praia, minha filha pequena sabe perfeitamente at\u00e9 que altura podem chegar as ondas antes que ela saia correndo para a areia. H\u00e1 pouqu\u00edssimas possibilidades de que uma onda a pegue de surpresa, pois seu c\u00e9rebro ativa os mecanismos para saber onde est\u00e3o os limites.<\/p>\n<p>\u00c9 fato que as crian\u00e7as podem se enganar \u2013 se enganam mesmo, e assim aprendem \u2013, mas n\u00e3o costuma ser frequente. Se n\u00e3o, n\u00e3o ter\u00edamos sobrevivido como esp\u00e9cie. Como as crian\u00e7as enfrentam desafios e riscos manej\u00e1veis, um resultado negativo leve \u00e9 aceit\u00e1vel. E, se n\u00e3o, os pais podem ficar de olho, como ali\u00e1s sempre devemos fazer em praias e piscinas.<\/p>\n<p>Porque \u00e9 muito importante saber que nem todas as crian\u00e7as s\u00e3o iguais. O que para uma pode ser estimulante para outra pode ser traum\u00e1tico. Nesta diferen\u00e7a os pais desempenham um papel fundamental. As crian\u00e7as devem escolher o risco que podem administrar. N\u00e3o devemos for\u00e7\u00e1-las a lidar com riscos maiores, mesmo se soubermos que n\u00e3o s\u00e3o prejudiciais. O ponto de vista da crian\u00e7a \u00e9 diferente. Se ela tiver medo que uma onda lhe cubra o rosto, n\u00e3o se deve for\u00e7\u00e1-la, por mais que saibamos que n\u00e3o h\u00e1 problema. A melhor forma de superar desafios \u00e9 a que a crian\u00e7a escolher. E a brincadeira \u00e9 o caminho que guia essas condutas.<\/p>\n<p>Vale a pena dar uma olhada neste document\u00e1rio que mostra como algumas comunidades promovem a brincadeira ao ar livre, a partir da aventura, para fomentar o correto desenvolvimento f\u00edsico e cognitivo da crian\u00e7a. O document\u00e1rio est\u00e1 em ingl\u00eas.<a name=\"sumario_1\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<div class=\"sumario-texto\">\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/4t9vq9bu3II\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por mais paradoxal que pare\u00e7a, muitos detentos passam mais tempo ao ar livre do que<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":82467,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/crianca-2.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/crianca-2-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/crianca-2-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/crianca-2.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/crianca-2.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/crianca-2.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/crianca-2.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/crianca-2.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/crianca-2.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/crianca-2.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Por mais paradoxal que pare\u00e7a, muitos detentos passam mais tempo ao ar livre do que","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82466"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=82466"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82466\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/82467"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=82466"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=82466"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=82466"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}