{"id":82334,"date":"2018-03-28T11:40:34","date_gmt":"2018-03-28T14:40:34","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=82334"},"modified":"2018-03-28T11:41:17","modified_gmt":"2018-03-28T14:41:17","slug":"documentario-beyond-fordlandia-debate-exploracao-predatoria-da-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/documentario-beyond-fordlandia-debate-exploracao-predatoria-da-amazonia\/","title":{"rendered":"Document\u00e1rio Beyond Fordl\u00e2ndia debate explora\u00e7\u00e3o predat\u00f3ria da Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/floresta_embates.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-82335\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/floresta_embates-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/floresta_embates-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/floresta_embates.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>H\u00e1 90 anos, a maior floresta tropical do mundo enfrentava um de seus primeiros grandes embates contra o mercado. Henry Ford, pai da primeira linha de produ\u00e7\u00e3o automobil\u00edstica do mundo, conseguia concess\u00e3o do Governo do Par\u00e1 para utilizar cerca de um milh\u00e3o de hectares da Amaz\u00f4nia. Ele plantaria 800 mil hectares de seringueiras para produ\u00e7\u00e3o de borracha para pneus e construiria uma cidade inteira \u2013 Fordl\u00e2ndia \u2013 \u00e0s margens do rio Tapaj\u00f3s. A empreitada seria uma alternativa contra o controle ingl\u00eas do mercado e um reavivamento da\u00a0<i>belle \u00e9poque<\/i>\u00a0da Era da Borracha na Amaz\u00f4nia. Assim, dono da ent\u00e3o maior riqueza do mundo tentou, por 18 anos, subjugar a floresta. E foi derrotado. Esta e outras hist\u00f3rias, como a da recente amea\u00e7a da soja, s\u00e3o contadas no premiado document\u00e1rio\u00a0<i>Beyond Fordl\u00e2ndia<\/i>, do diretor Marcos Col\u00f3n.<\/p>\n<p>Ford perdeu a batalha contra a floresta porque n\u00e3o soube manejar o seringal. Em seu meio natural, as seringueiras espalhavam-se por grandes extens\u00f5es e eram protegidas pela diversidade de esp\u00e9cies em seu entorno. Por\u00e9m, plantadas em \u00e1reas desmatadas e pr\u00f3ximas umas das outras, foram presas f\u00e1ceis dos fungos, que paulatinamente consumiram o projeto do empres\u00e1rio norte-americano. Mas, infelizmente, este n\u00e3o seria o \u00faltimo embate da floresta e seus habitantes. A Amaz\u00f4nia ainda enfrentaria v\u00e1rias outras guerras contra os mais variados inimigos, sendo o mais amea\u00e7ador deles um velho conhecido dos ambientalistas: o agroneg\u00f3cio.<a href=\"https:\/\/beyondfordlandia.com\/\" rel=\"noopener\">\u00a0<\/a><\/p>\n<div id=\"attachment_59146\" class=\"wp-caption alignright\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-59146\" src=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Soybean-plantation-in-Santar%C3%A9m-II-1.jpg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Soybean-plantation-in-Santar\u00e9m-II-1.jpg 400w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Soybean-plantation-in-Santar\u00e9m-II-1-300x200.jpg 300w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Soybean-plantation-in-Santar\u00e9m-II-1-278x185.jpg 278w\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Planta\u00e7\u00e3o de soja em Santar\u00e9m. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<p><a href=\"https:\/\/beyondfordlandia.com\/\" rel=\"noopener\"><i>Beyond Fordl\u00e2ndia<\/i><\/a>, cuja tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas seria \u201cMuito al\u00e9m de Fordl\u00e2ndia\u201d, \u00e9 uma tentativa de ligar o passado da borracha ao cen\u00e1rio contempor\u00e2neo do agroneg\u00f3cio na Amaz\u00f4nia. O filme \u00e9 resultado da tese de doutorado do diretor Marcos Col\u00f3n, que estuda a representa\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia na literatura brasileira do s\u00e9culo XX. C\u00f3lon estuda no Departamento de Portugu\u00eas e Espanhol da Universidade de Wisconsin, em Madison, nos Estados Unidos. A tese ainda est\u00e1 em desenvolvimento.<\/p>\n<p>Ao se debru\u00e7ar sobre seu principal objeto de estudo, as obras de M\u00e1rio de Andrade, Col\u00f3n encontrou em um de seus escritos, \u201cO turista aprendiz\u201d, a men\u00e7\u00e3o sobre a hist\u00f3ria de Fordl\u00e2ndia, hoje distrito do munic\u00edpio de Aveiro (PA). O contato com a regi\u00e3o, antes conhecida atrav\u00e9s de relatos, di\u00e1rios de viagem e obras liter\u00e1rias, aconteceu durante uma visita do pesquisador \u00e0 Amaz\u00f4nia. A ocasi\u00e3o despertou sua curiosidade. Ele ent\u00e3o realizou muitas outras visitas ao distrito e iniciou, paralelamente \u00e0 tese, o projeto do filme. \u201cAo tomar conhecimento de Fordl\u00e2ndia, o foco da minha viagem foi sendo alterado para aquele lugar. Aquela hist\u00f3ria precisava ser contada. As popula\u00e7\u00f5es rurais, urbanas, ind\u00edgenas, todas as mulheres e homens t\u00eam uma liga\u00e7\u00e3o cultural e hist\u00f3rica com a regi\u00e3o, e isso est\u00e1 gravemente amea\u00e7ado por esse modelo econ\u00f4mico predat\u00f3rio\u201d, revela o pesquisador.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do apanhado hist\u00f3rico, o filme p\u00f5e na balan\u00e7a os aspectos ambientais e humanos ap\u00f3s os recursos da floresta amaz\u00f4nica despertarem interesses econ\u00f4micos. \u201cA Amaz\u00f4nia experimenta h\u00e1 v\u00e1rias d\u00e9cadas ciclos \u2013 ou per\u00edodos \u2013 como o da borracha, da juta, as experi\u00eancias no vale do Jari, e todos esses processos, come\u00e7ando pelo Ford at\u00e9 a atual conjuntura, todos esses empreendimentos levam em considera\u00e7\u00e3o apenas os seus pr\u00f3prios benef\u00edcios. E o que tento mostrar no filme, do in\u00edcio ao fim, \u00e9 que hoje, diferente desses outros per\u00edodos, o homem amaz\u00f4nico est\u00e1 em maior perigo do que a pr\u00f3pria floresta. Hoje h\u00e1 uma mudan\u00e7a aguda na rela\u00e7\u00e3o entre natureza e cultura na regi\u00e3o\u201d, explica Col\u00f3n.<\/p>\n<div id=\"attachment_59139\" class=\"wp-caption alignleft\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-59139\" src=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/FORDLAN_folder-atualizadov2.jpg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/FORDLAN_folder-atualizadov2.jpg 400w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/FORDLAN_folder-atualizadov2-189x300.jpg 189w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/FORDLAN_folder-atualizadov2-300x476.jpg 300w\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"634\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Folder do document\u00e1rio. Imagem: Divulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<p>Para o diretor, o momento atual \u00e9 de reflex\u00e3o e a\u00e7\u00e3o: \u201cChegamos a um momento em que, ou paramos, pensamos e intervimos no processo de alguma forma, ou o futuro vai contemplar muitas agruras, de v\u00e1rias formas. Diferente da borracha, a soja destr\u00f3i a paisagem, contamina len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos, dizima a agricultura familiar e, em \u00faltima escala, est\u00e1 matando o homem, o \u00faltimo elemento dessas cadeias. Esse processo \u00e9 chamado de\u00a0<b>viol\u00eancia lenta<\/b>. Acontece diante de nossos olhos, mas n\u00e3o vemos. Ela se d\u00e1 em v\u00e1rios n\u00edveis. \u00c9 a viol\u00eancia contra o ambiente, contra a cultura, contra o ser humano, e ela segue seu curso. Mas n\u00e3o pode ser ignorada. Para que possamos mudar algo ou pensar, precisamos olhar para a Amaz\u00f4nia de outras formas. Seria uma abordagem ou olhar lento, para entender como esses processos foram desenhados e entranhados na regi\u00e3o, para que possamos propor novos caminhos e modelos menos agressivos. N\u00e3o \u00e9 um processo f\u00e1cil. E essa \u00e9 abordagem do filme em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e1gua: a ind\u00fastria do agroneg\u00f3cio \u00e9 a maior consumidora de \u00e1gua no Brasil. O processo de infiltra\u00e7\u00e3o dos agrot\u00f3xicos contamina len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos e os corpos h\u00eddricos. A quest\u00e3o central do agroneg\u00f3cio, assim como os casos de Juruti e o epis\u00f3dio de Bacarena, est\u00e3o todas ligadas ao tema da \u00e1gua. \u00c9 um despojamento pol\u00edtico, do Estado. A leni\u00eancia com essas problem\u00e1ticas locais que n\u00e3o s\u00e3o olhadas lentamente, n\u00e3o s\u00e3o entendidas em sua complexidade. E o pre\u00e7o que se paga hoje j\u00e1 \u00e9 muito caro\u201d.<\/p>\n<p>O filme venceu o pr\u00eamio<a href=\"http:\/\/impactdocsawards.com\/\" rel=\"noopener\">\u00a0Impact Docs Awards<\/a>\u00a02017, al\u00e9m de receber os pr\u00eamios de Melhor Document\u00e1rio Longa-Metragem no 8\u00ba<a href=\"http:\/\/www.cviff.org\/\" rel=\"noopener\">\u00a0Cabo Verde International Film Festival<\/a>\u00a0e Melhor Document\u00e1rio de Conscientiza\u00e7\u00e3o no<a href=\"https:\/\/www.barcelonafilmfestival.com\/\" rel=\"noopener\">\u00a0Festival Internacional de Cine del Medio Ambiente<\/a>\u00a0(FICMA), o primeiro e maior festival de cinema ambiental do mundo. \u201cComo nenhum outro document\u00e1rio,\u00a0<i>Beyond Fordl\u00e2ndia<\/i>\u00a0re\u00fane as agruras ambientais hist\u00f3ricas e contempor\u00e2neas. Um filme vigoroso, aut\u00eantico e assustadoramente provocador. Demonstra como a busca incessante pelo lucro est\u00e1 destruindo a subsist\u00eancia dos povos e a beleza da floresta tropical. Um filme de alto n\u00edvel\u201d, comentou o diretor Christof Mauch, da\u00a0<a href=\"http:\/\/www.carsoncenter.uni-muenchen.de\/\" rel=\"noopener\">Rachel Carson Center for Environment and Society<\/a>\u00a0em Munich, uma das maiores institui\u00e7\u00f5es de pesquisa ambiental do mundo, durante exibi\u00e7\u00e3o e debate sobre o filme.<\/p>\n<div id=\"attachment_59153\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 649px;\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-59153\" src=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/beyondfordlandia@gmail.com-Fordlandia-cemitery_0019.jpg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/beyondfordlandia@gmail.com-Fordlandia-cemitery_0019.jpg 400w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/beyondfordlandia@gmail.com-Fordlandia-cemitery_0019-300x200.jpg 300w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/beyondfordlandia@gmail.com-Fordlandia-cemitery_0019-278x185.jpg 278w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"427\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Cruzes no ch\u00e3o. O que sobrou do sonho de explorar a floresta. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<p>O document\u00e1rio foi exibido no\u00a0<a href=\"https:\/\/www.greenfilmfest.org\/festival\" rel=\"noopener\">Green Film Festival<\/a>, no dia 21 de mar\u00e7o, na Faculdade de Comunica\u00e7\u00e3o da Universidade de Bras\u00edlia (FAC\/UnB). Na ocasi\u00e3o, Marcos Col\u00f3n palestrou sobre a ideia de\u00a0<i>slow violence<\/i>, do pesquisador Rob Nixon, e sua articula\u00e7\u00e3o com os conceitos ecocr\u00edticos de Rachel Carson, para a formula\u00e7\u00e3o de uma nova abordagem sobre as atividades econ\u00f4micas predat\u00f3rias na Amaz\u00f4nia. O diretor aproveitou o momento para lan\u00e7ar a campanha \u201c<a href=\"https:\/\/beyondfordlandia.com\/have-your-say-for-amazonia\/\" rel=\"noopener\">Levante sua voz pela Amaz\u00f4nia!<\/a>\u201d, que consiste em reunir opini\u00f5es, preocupa\u00e7\u00f5es, anseios e propostas sobre a tem\u00e1tica abordada no filme.<\/p>\n<p><b>Sobre o autor<\/b><\/p>\n<p>Radicado h\u00e1 15 anos nos Estados Unidos, Marcos Col\u00f3n leciona na \u00e1rea de Literatura Hisp\u00e2nica na institui\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de integrar o Centro de Estudos de Hist\u00f3ria, Cultura e Meio Ambiente do<a href=\"http:\/\/nelson.wisc.edu\/\" rel=\"noopener\">\u00a0Instituto Nelson de Estudos Ambientais<\/a>\u00a0da UW-Madison.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 90 anos, a maior floresta tropical do mundo enfrentava um de seus primeiros grandes<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":82335,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/floresta_embates.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/floresta_embates-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/floresta_embates-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/floresta_embates.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/floresta_embates.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/floresta_embates.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/floresta_embates.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/floresta_embates.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/floresta_embates.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/floresta_embates.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"H\u00e1 90 anos, a maior floresta tropical do mundo enfrentava um de seus primeiros grandes","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82334"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=82334"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82334\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/82335"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=82334"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=82334"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=82334"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}