{"id":81028,"date":"2018-03-03T21:19:37","date_gmt":"2018-03-04T00:19:37","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=81028"},"modified":"2018-03-03T21:19:37","modified_gmt":"2018-03-04T00:19:37","slug":"jornalismo-de-viagem-explora-barra-de-camaratuba-no-litoral-norte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/jornalismo-de-viagem-explora-barra-de-camaratuba-no-litoral-norte\/","title":{"rendered":"Jornalismo de Viagem explora Barra de Camaratuba, no Litoral Norte"},"content":{"rendered":"<div class=\"post-single-info infor-post\">\n<h1><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Jornalismo de Viagem explora Barra de Camaratuba, no Litoral Norte\" src=\"http:\/\/espacopb.com.br\/tim.php?src=uploads\/artigos\/2018\/03\/jornalismo-de-viagem-explora-barra-de-camaratuba-no-litoral-norte.jpg&amp;w=770&amp;h=603&amp;q=100\" alt=\"Jornalismo de Viagem explora Barra de Camaratuba, no Litoral Norte\" width=\"640\" height=\"501\" \/><\/h1>\n<\/div>\n<div class=\"blog-single-details\">\n<p>Barra de Camaratuba \u00e9 distrito de Mataraca, que est\u00e1 a margem direita do Rio Guaju, no centro da regi\u00e3o de fronteira, a aproximadamente 100 quil\u00f4metros de Jo\u00e3o Pessoa e a 115 de Natal. A regi\u00e3o fica bem no meio do percurso entre Jo\u00e3o Pessoa, na Para\u00edba, e Natal, no Rio Grande do Norte. O local \u00e9 quase selvagem e cercado de natureza exuberante com vasta \u00e1rea de Mata Atl\u00e2ntica, com praias desertas, lagoas e \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica, al\u00e9m de fauna e flora ricas.<\/p>\n<p>O lugar oferece ao turista experi\u00eancias imersivas na natureza. Aqui vamos dar dicas de um roteiro que fizemos com a ajuda de Bruno Azevedo, da KCP receptivo, que descobriu o lugar h\u00e1 alguns anos e deixou tudo que tinha pra morar e trabalhar em Barra de Camaratuba.<\/p>\n<p>A localidade fica entre duas grandes reservas ecol\u00f3gicas. Bruno, nos apresenta um trajeto o qual passamos por uma enorme \u00e1rea de dunas e um grande conjunto de 73 torres e\u00f3licas que aproveitam os constantes ventos que sopram o ano inteiro na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A paisagem de praia deserta traz um sentimento de paz e liberdade que encanta o turista a cada quil\u00f4metro. Esse trajeto \u00e9 em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 foz do rio Guaju e somados chegam a 8 quil\u00f4metros.<\/p>\n<p>Ali bem pr\u00f3ximo, est\u00e1 a Lagoa do Amor. O lugar \u00e9 bastante calmo e a \u00e1gua \u00e9 quente e transparente, extremamente limpa. Do outro lado, outras forma\u00e7\u00f5es entre pequenas dunas onde o turista aproveita um banho silencioso. O ambiente \u00e9 inexplorado e o banho acontece entre o lodo natural da \u00e1gua, de cor esverdeada. Pode-se ver com maior clareza, no v\u00eddeo da reportagem Barra de Camaratuba.<\/p>\n<p>Depois do banho relaxante, voltamos \u00e0 rota. Nosso pr\u00f3ximo destino \u00e9 o Rio Guaju, que divide os estados da Para\u00edba e Rio Grande do Norte. Todos os trilheiros que visitam o ponto, param pra apreciar a paisagem e experimentar os espetinhos de lagosta da dona mocinha. Ela diz que foram os trilheiros que ajudaram a alavancar o com\u00e9rcio dela. A empreendedora tamb\u00e9m oferece outras iguarias que agradam o paladar de quem visita o lugar. Ao lado do empreendimento da dona mocinha, tem uma tirolesa de 8 metros de altura que acaba no rio. O brinquedo \u00e9 administrado por moradores do lugar e oferece uma vis\u00e3o diferenciada do rio ao visitante. Ao fim da aventura, os barqueiros v\u00e3o pegar o turista que caiu na \u00e1gua e levam para a margem.<\/p>\n<p>Quem preferir e est\u00e1 pr\u00f3ximo ao rio, pode aproveitar o passeio de jangada pelo manguezal. S\u00e3o 30 minutos de passeio que atravessa o espa\u00e7o de preserva\u00e7\u00e3o natural, no qual, o visitante conhece um pouco do bioma local e v\u00ea os caranguejos entre as ra\u00edzes a\u00e9reas. Alguns condutores levam os turistas para a margem do mangue e oferecem a experi\u00eancia de catar o caranguejo. Mas em seguida, eles s\u00e3o devolvidos ao mangue.<\/p>\n<p>O roteiro segue com a experi\u00eancia de flutua\u00e7\u00e3o pelo rio. Ela acontece quando o mar est\u00e1 enchendo ou secando. Portanto, \u00e9 um passeio que \u00e9 realizado em sociedade com a natureza, por isso \u00e9 bom contatar o guia antes pra saber dos hor\u00e1rios da mar\u00e9. Ao chegar no hor\u00e1rio certo, ingressamos na \u00e1gua com um macarr\u00e3o de espuma e no exato momento em que a mar\u00e9 come\u00e7a a subir. A correnteza \u00e9 nos leva. Nesse momento, n\u00e3o fazemos absolutamente nada, apenas sentimos a natureza em seu estado de impon\u00eancia.<\/p>\n<p>A uma certa altura, Bruno nos encaminha em dire\u00e7\u00e3o a sa\u00edda do rio aberto e entramos por uma \u00e1rea de manguezal. Nela, vemos e sentimos tudo de perto. Entre ra\u00edzes a\u00e9reas, a correnteza vai nos convidando a entrar nessa grande casa natural. Observamos p\u00e1ssaros, caranguejos e toda a mata natural t\u00e3o perto. Um cen\u00e1rio surpreendente: o homem totalmente imerso e conectado num lugar t\u00e3o rico.<\/p>\n<p>Na sa\u00edda do rio, entramos na comunidade (a popula\u00e7\u00e3o nativa n\u00e3o passa dos mil habitantes). Nela, o turista tem contato direto com a cultura local. Um grupo de mulheres artes\u00e3s e comerciantes do setor tur\u00edstico nos recepcionam nessa base de desenvolvimento e resgate da cultura local.<\/p>\n<p>No lugar foi erguida essa casa de farinha centen\u00e1ria com o objetivo de divulgar entre os visitantes o uso das m\u00e1quinas e todo o processo de fabrica\u00e7\u00e3o artesanal da farinha de mandioca em tr\u00eas gera\u00e7\u00f5es diferentes.<\/p>\n<p>Daqui, o visitante segue para uma \u00e1rea seca do mangue. Por meio do trabalho de uma ONG local, ele recebe instru\u00e7\u00f5es a respeito da import\u00e2ncia de preserva\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de mangue e da esp\u00e9cie do caranguejo U\u00e7\u00e1, t\u00e3o comum na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Em fun\u00e7\u00e3o da abund\u00e2ncia dos ventos, praticantes de kitesurfe tem descoberto nas praias de Barra de Camaratuba um local prop\u00edcio para a pr\u00e1tica desse esporte. Dunas, praias de \u00e1guas quentinhas e limpas, rios, enorme estu\u00e1rio onde os visitantes podem conferir abundante fauna, com centenas de aves, centenas de jacar\u00e9s do papo amarelo, ariranhas, peixe boi e tartarugas marinhas.<\/p>\n<p>Experi\u00eancias como esta s\u00e3o narradas como fant\u00e1sticas por outros visitantes. De tantas que j\u00e1 vivemos dentro e fora do pa\u00eds, o Jornalismo de Viagem, diz sem d\u00favidas, que foi a mais imersa na natureza. O dia termina com as energias renovadas e prontos para retornarmos \u00e0s nossas rotinas urbanas. Um lugar que vale a pena conhecer.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/xU6qKZFmfwc\" width=\"560\" height=\"314\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Barra de Camaratuba \u00e9 distrito de Mataraca, que est\u00e1 a margem direita do Rio Guaju,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Barra de Camaratuba \u00e9 distrito de Mataraca, que est\u00e1 a margem direita do Rio Guaju,","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/81028"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=81028"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/81028\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=81028"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=81028"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=81028"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}