{"id":80320,"date":"2018-02-18T15:00:02","date_gmt":"2018-02-18T18:00:02","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=80320"},"modified":"2018-02-18T10:47:45","modified_gmt":"2018-02-18T13:47:45","slug":"12-tendencias-para-2018-que-nos-fazem-acreditar-em-um-mundo-melhor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/12-tendencias-para-2018-que-nos-fazem-acreditar-em-um-mundo-melhor\/","title":{"rendered":"12 tend\u00eancias para 2018 que nos fazem acreditar em um mundo melhor"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cidade_futuro.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-80321\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cidade_futuro-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cidade_futuro-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cidade_futuro.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Vivemos mergulhados em\u00a0<a href=\"https:\/\/revistagalileu.globo.com\/Ciencia\/noticia\/2018\/02\/para-alem-da-discussao-do-glitter-plastico-e-problema-no-ano-inteiro.html\" target=\"_blank\">pl\u00e1stico<\/a>, a \u00e1gua est\u00e1\u00a0<a href=\"http:\/\/revistagalileu.globo.com\/Ciencia\/Meio-Ambiente\/noticia\/2018\/01\/cidade-no-cabo-na-africa-do-sul-corre-risco-de-ficar-sem-agua.html\" target=\"_blank\">acabando\u00a0<\/a>em diversos cantos do mundo e a polui\u00e7\u00e3o\u00a0<a href=\"http:\/\/revistagalileu.globo.com\/Ciencia\/noticia\/2017\/10\/poluicao-mata-quinze-vezes-mais-que-todas-guerras-do-mundo.html\" target=\"_blank\">mata mais que todas as guerras juntas<\/a>. Enquanto isso, avan\u00e7a no Congresso Nacional diversas pautas que amea\u00e7am piorar as agress\u00f5es ao meio ambiente, como a\u00a0<a href=\"https:\/\/revistagalileu.globo.com\/Revista\/noticia\/2018\/02\/proposta-que-ameaca-o-licenciamento-ambiental-volta-pauta-do-congresso.html\" target=\"_blank\">vota\u00e7\u00e3o da Lei Geral do Licenciamento<\/a>. Se n\u00e3o est\u00e1 f\u00e1cil manter a esperan\u00e7a. aONG ambientalista\u00a0<a href=\"https:\/\/global.nature.org\/content\/2018-emerging-trends?src=social.facebook-bp.site_globsol.cam_emerging.link_feature.d_feb2018.info_trend\" target=\"_blank\">Nature Conservancy<\/a>\u00a0listou 12 tend\u00eancias globais que nos fazem pensar que ainda h\u00e1 uma luz no fim do t\u00fanel.<\/p>\n<p><strong>1 &#8211; Salva\u00e7\u00e3o para os oceanos<\/strong><br \/>\nAs \u00e1guas internacionais, que n\u00e3o est\u00e3o dentro da fronteira de qualquer pa\u00eds, formam metade do nosso planeta, ou dois ter\u00e7os dos oceanos. Por n\u00e3o ter \u201cdono\u201d, geralmente s\u00e3o as mais castigadas, sofrendo com polui\u00e7\u00e3o e pesca predat\u00f3ria. No fim de 2017, por\u00e9m, 140 pa\u00edses apoiaram uma resolu\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas que visa regulamentar as a\u00e7\u00f5es antr\u00f3picas nessa \u201c\u00e1gua de ningu\u00e9m\u201d. A a\u00e7\u00e3o foi costurada por cerca de uma d\u00e9cada,e agora chegou o momento dos pa\u00edses trabalharem em suas vers\u00f5es de um acordo formal, que ser\u00e1 discutido ao longo de quatro reuni\u00f5es. A primeira acontecer\u00e1 em setembro. A meta \u00e9 que um tratado internacional, uma esp\u00e9cie de \u201cAcordo de Paris dos oceanos\u201d, seja assinado em 2020. As negocia\u00e7\u00f5es prometem ser complicadas, como sempre, mas \u00e9 fundamental, isso se ainda quisermos que os oceanos continuem provendo comida, absorvendo carbono, regulando o clima e preservando a biodiversidade.<\/p>\n<p><strong>2 &#8211; Natureza \u00e9 quest\u00e3o de sa\u00fade p\u00fablica<\/strong><br \/>\nUma mudan\u00e7a nas pr\u00e1ticas de sa\u00fade p\u00fablica come\u00e7a a aparecer em grandes centros urbanos. Governantes e gestores de sa\u00fade come\u00e7am a observar as conex\u00f5es entre a sa\u00fade humana e a natureza. Cidades como Joanesburgo, na \u00c1frica do Sul, e Seul, na Cor\u00e9ia do Sul, determinaram grandes objetivos de plantio de \u00e1rvores e preserva\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os verdes como forma de combater a polui\u00e7\u00e3o do ar, que est\u00e1 associada a milh\u00f5es de mortes prematuras todo ano. Nos Estados Unidos, seguradoras e planos de sa\u00fade est\u00e3o investindo em em espa\u00e7os verdes em \u00e1reas urbanas como forma de cuidado preventivo. Em Louisville, no Kentucky, o primeiro teste cl\u00ednico controlado est\u00e1 em curso para avaliar o impacto das \u00e1rvores na sa\u00fade. Enquanto isso, pesquisas sobre o significado das bacias hidrogr\u00e1ficas para a sa\u00fade rural poderiam impulsionar a coopera\u00e7\u00e3o entre profissionais globais de sa\u00fade, desenvolvimento e conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>3 &#8211; Dinheiro produtivo<\/strong><br \/>\nInvestimento de impacto \u00e9 um termo cunhado dez anos atr\u00e1s para se referir a a\u00e7\u00f5es que, al\u00e9m de gerar lucro, deixam benef\u00edcios mensur\u00e1veis para a sociedade ou meio ambiente. Ao longo tempo, no entanto, apenas iniciativas de menor escala apostaram nesse tipo de neg\u00f3cio. O sucesso, por\u00e9m, j\u00e1 come\u00e7a a atrair a aten\u00e7\u00e3o de grandes fundos de investimentos, apostando em \u00e1reas como seguran\u00e7a alimentar e h\u00eddrica, e resili\u00eancia clim\u00e1tica. Se a tend\u00eancia se mantiver, investimentos privados podem preencher uma lacuna de US$ 300 a US$ 400 bilh\u00f5es nas necessidades globais de financiamento para a conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>4 &#8211; Novos atores contra o aquecimento global<\/strong><br \/>\nL\u00edderes est\u00e3o emergindo contra as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Seis pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia, incluindo Gr\u00e9cia e Hungria, atingiram suas metas contra o aquecimento global antes do esperado, enquanto a China, apesar de ser a maior poluidora do mundo, j\u00e1 atingiu um de seus objetivos, de impedir que suas emiss\u00f5es de CO2 cres\u00e7am, e tem planos de criar o maior mercado de carbono do mundo, al\u00e9m de manter o maior programa de reflorestamento da hist\u00f3ria. Seu objetivo \u00e9 se tornar como um l\u00edder na luta contra o aquecimento global.<\/p>\n<p><strong>5 &#8211; Solu\u00e7\u00f5es naturais<\/strong><br \/>\nCombater as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas envolve dois desafios. O primeiro \u00e9 remover o di\u00f3xido de carbono j\u00e1 presente na atmosfera, o segundo \u00e9 evitar novas emiss\u00f5es. A boa not\u00edcia \u00e9 que a tecnologia para atingir o objetivo j\u00e1 existe, \u00e9 barata e todo mundo conhece: a pr\u00f3pria natureza. Um estudo que contou com a participa\u00e7\u00e3o de cientistas de 16 institui\u00e7\u00f5es de pesquisa indicou que \u201csolu\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas naturais\u201d poderiam representar 37% da mitiga\u00e7\u00e3o de di\u00f3xido de carbono de forma custo-efetiva at\u00e9 2030, aumentando em 66% as chances de conter o aquecimento global abaixo dos 2\u00baC nesse s\u00e9culo. Maximizar essas solu\u00e7\u00f5es, que envolvem a restaura\u00e7\u00e3o e gerenciamento de florestas, campos, terras agriculturais e p\u00e2ntanos para armazenar e evitar as emiss\u00f5es de gases do efeito estufa, seria o equivalente a parar de queimar todo o petr\u00f3leo consumido no mundo. Com sustenta\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, crescem as iniciativas para financiar essas \u201csolu\u00e7\u00f5es naturais\u201d.<\/p>\n<p><strong>6 &#8211; A import\u00e2ncia do solo<\/strong><br \/>\nSolos saud\u00e1veis s\u00e3o respons\u00e1veis, al\u00e9m de nos fornecer comidas nutritivas, por limpar a \u00e1gua e aprisionar carbono da atmosfera. Melhorar o solo contribui para o sucesso de iniciativas para a seguran\u00e7a h\u00eddrica e alimentar, sa\u00fade humana, al\u00e9m de estar intrinsicamente ligado \u00e0s \u201csolu\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas naturais\u201d. Muitos cientistas apostam que um entendimento melhor do papel do solo na estabilidade clim\u00e1tica e na resili\u00eancia da agricultura vai promover uma mudan\u00e7a de paradigma na forma como alimentamos o mundo.<\/p>\n<p><strong>7 &#8211; Conviv\u00eancia com a natureza<\/strong><br \/>\nEnquanto pa\u00edses como a Holanda est\u00e3o acostumados trabalhar com a \u00e1gua e a natureza, as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas est\u00e3o mobilizando comunidades ao redor do mundo a seguir o exemplo. Filad\u00e9lfia e em Seattle, nos Estados Unidos, e em Shenzhen, na China, est\u00e3o criando valas de infiltra\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, jardins de chuva, restaurando p\u00e2ntanos e outros espa\u00e7os verdes para gerir as \u00e1guas da chuva, recarregar aqu\u00edferos, e reduzir enchentes e a polui\u00e7\u00e3o.\u00a0 Outras cidades est\u00e3o criando fundos para investir em a\u00e7\u00f5es que preservam os mananciais de \u00e1gua enquanto melhoram a sa\u00fade e bem-estar das comunidades locais. Enquanto isso, em cidades costeiras, cresce a aposta na preserva\u00e7\u00e3o de mangues, dunas e recifes para se protegerem de enchentes, eros\u00e3o, e tormentas mar\u00edtimas. Investir em sistemas naturais traria benef\u00edcios significativos para a conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-1023\"><img loading=\"lazy\" class=\"img-responsive\" title=\"Projeto de cidade futur\u00edstica na China (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o)\" src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/MLdsQ1lkur5bZrVQFaneQmMUWO8=\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2018\/02\/16\/1f776d52ba865e52d59498e3e5884f1d.jpg\" alt=\"Projeto de cidade futur\u00edstica na China (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o)\" width=\"640\" height=\"360\" \/><label class=\"foto-legenda\">PROJETO DE CIDADE FUTUR\u00cdSTICA NA CHINA (FOTO: DIVULGA\u00c7\u00c3O)<\/label><\/div>\n<div id=\"pub-in-text\" data-google-query-id=\"CPOMkIbMr9kCFRFGhgodxsgMIw\"><\/div>\n<p><strong>8 &#8211; Tudo s\u00e3o dados<\/strong><br \/>\nSe muitos ainda se assustam com as novas tecnologias, tudo depende da forma como s\u00e3o utilizadas. Drones e o mapeamento gen\u00e9tico, por exemplo, est\u00e3o proporcionando a possibilidade de recolher mais informa\u00e7\u00f5es sobre a conserva\u00e7\u00e3o da natureza que nunca antes. A intelig\u00eancia artificial tamb\u00e9m est\u00e1 tendo um impacto radical na sustentabilidade, como com a agricultura de precis\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>9 &#8211; Corpora\u00e7\u00f5es verdes<\/strong><br \/>\nO alinhamento do setor privado com acordos globais, como o Acordo de Paris, \u00e9 um sinal importante do comprometimento com os desafios ambientais mais urgentes. Um exemplo veio de Laurence Fink, CEO da BlackRock, maior gestora de ativos financeiros no mundo, mandou uma carta aberta em que convida mil CEOs em todo o mundo a fazer maiores contribui\u00e7\u00f5es para a sociedade.<\/p>\n<p><strong>10 &#8211;\u00a0 Energia limpa de verdade<\/strong><br \/>\nPrevis\u00f5es globais garantem que 80% dos novos investimentos em gera\u00e7\u00e3o de energia ir\u00e3o para as renov\u00e1veis \u00e0 medida que se tornem economicamente vi\u00e1veis. Mas os especialistas alertam que, se essas instala\u00e7\u00f5es de energia n\u00e3o forem localizadas com cuidado, os benef\u00edcios ambientais da baixa emiss\u00e3o de carbono podem ser dificultados pela perda e perturba\u00e7\u00e3o do habitat em servi\u00e7os cr\u00edticos do ecossistema. Por exemplo, as represas hidrel\u00e9tricas planejadas poderiam fragmentar 300 mil quil\u00f4metros de rio e o desenvolvimento de terrenos para energia solar e e\u00f3lica faz com que a produ\u00e7\u00e3o de energia seja o maior fonte de mudan\u00e7a no uso da terra nos Estados Unidos. A boa not\u00edcia: atrav\u00e9s de esfor\u00e7os de planejamento em larga escala e mudan\u00e7as nas pr\u00e1ticas de desenvolvimento da implanta\u00e7\u00e3o e da rede, podemos minimizar o impacto nos habitats, potencializando a aceita\u00e7\u00e3o de fontes de energia limpas. E a mudan\u00e7a pode estar em andamento. Na\u00e7\u00f5es como a Col\u00f4mbia e Mianmar est\u00e3o adaptando as abordagens da escala de sistema para a gest\u00e3o de energia hidrel\u00e9trica e de \u00e1gua que equilibram a gera\u00e7\u00e3o de energia e a sa\u00fade do rio. Muitas regi\u00f5es dos Estados Unidos est\u00e3o mudando as pr\u00e1ticas de implanta\u00e7\u00e3o e\u00f3lica e solar para evitar a interrup\u00e7\u00e3o dos habitats vitais.<\/p>\n<p><strong>11 &#8211; Redefinindo o design verde<\/strong><br \/>\nPrefeitos, planejadores e arquitetos reformulando o conceito de &#8220;cidade sustent\u00e1vel&#8221;, ampliando a defini\u00e7\u00e3o de efici\u00eancia energ\u00e9tica e pegada de carbono para incluir o foco na funcionalidade e habitabilidade das cidades para as pessoas e, em maior medida, outras esp\u00e9cies. A rede de 100 cidades resistentes da Funda\u00e7\u00e3o Rockefeller , est\u00e1 na vanguarda de uma abordagem de futuro que visa proteger os moradores de amea\u00e7as como mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Tais esfor\u00e7os podem ser vistos como um movimento em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s &#8220;cidades de escala humana&#8221;, mas n\u00e3o deve excluir o papel que os ecossistemas naturais para atingir esses objetivos. Um crescente movimento de &#8220;cidades biof\u00edlicas&#8221;, por exemplo, enfatiza a import\u00e2ncia de incorporar a natureza para uma variedade de prop\u00f3sitos, desde a prote\u00e7\u00e3o da biodiversidade, a est\u00e9tica, at\u00e9 a sa\u00fade e a infraestrutura.<\/p>\n<p><strong>12 &#8211;\u00a0 Uma \u00faltima coisa<\/strong><br \/>\nEnquanto observamos tend\u00eancias positivas, ainda temos um longo caminho a percorrer em objetivos globais compartilhados. O Acordo de Paris \u00e9 o piso, n\u00e3o o teto, para a a\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica global, e devemos nos esfor\u00e7ar coletivamente para fazer mais se quisermos evitar mudan\u00e7as clim\u00e1ticas crescentes. Muitos pa\u00edses e corpora\u00e7\u00f5es ainda est\u00e3o atrasados em compromissos j\u00e1 assumidos. Nas metas globais para as florestas: a perda de cobertura de \u00e1rvores atingiu um recorde de 29,7 milh\u00f5es de hectares em 2016, uma \u00e1rea do tamanho da Nova Zel\u00e2ndia &#8211; e 51% superior ao ano anterior. Este deve ser um ano em que aceleramos os esfor\u00e7os em todos os setores para transformar a mar\u00e9 e come\u00e7ar a cumprir metas globais, ao mesmo tempo em que aumentamos o investimento em responsabilidade, pesquisa cient\u00edfica, inova\u00e7\u00e3o e solu\u00e7\u00f5es do mundo real em todos esses campos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vivemos mergulhados em\u00a0pl\u00e1stico, a \u00e1gua est\u00e1\u00a0acabando\u00a0em diversos cantos do mundo e a polui\u00e7\u00e3o\u00a0mata mais que<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":80321,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cidade_futuro.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cidade_futuro-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cidade_futuro-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cidade_futuro.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cidade_futuro.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cidade_futuro.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cidade_futuro.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cidade_futuro.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cidade_futuro.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cidade_futuro.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Vivemos mergulhados em\u00a0pl\u00e1stico, a \u00e1gua est\u00e1\u00a0acabando\u00a0em diversos cantos do mundo e a polui\u00e7\u00e3o\u00a0mata mais que","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/80320"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=80320"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/80320\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/80321"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=80320"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=80320"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=80320"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}