{"id":79955,"date":"2018-02-10T12:00:03","date_gmt":"2018-02-10T15:00:03","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=79955"},"modified":"2018-02-10T10:52:58","modified_gmt":"2018-02-10T13:52:58","slug":"tamar-ubatuba-instala-coletores-de-residuos-de-pesca-amadora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/tamar-ubatuba-instala-coletores-de-residuos-de-pesca-amadora\/","title":{"rendered":"TAMAR Ubatuba instala coletores de res\u00edduos de pesca amadora"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/tamar.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-79956\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/tamar-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/tamar-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/tamar.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Nesta semana que antecede o carnaval, o TAMAR Ubatuba-SP instalou cinco coletores para res\u00edduos de pesca\u00a0em alguns dos locais mais frequentados por pescadores amadores na regi\u00e3o central do munic\u00edpio. Al\u00e9m do\u00a0Farol da Barra do Rio Grande, no Centro, tem coletores no cais do porto e\u00a0no pier do Iate Clube, ambos na praia do Itagu\u00e1.\u00a0S\u00e3o estruturas simples, mas que trazem facilidade para os pescadores no descarte de linhas de\u00a0<em>nylon\u00a0<\/em>e anz\u00f3is. Descartados no mar ou na praia, estes res\u00edduos representam s\u00e9ria amea\u00e7a para as tartarugas-verdes (<em>Chelonia mydas<\/em>) que frequentam costeiras e p\u00ederes em busca de alimento.<\/p>\n<p>Quando enroscadas em peda\u00e7os de linha presos no fundo do mar, as tartarugas podem se afogar. \u00c9 o que denomina-se pesca fantasma, quando um peda\u00e7o de petrecho de pesca perdido ou abandonado segue pescando peixes e outros animais marinhos.<\/p>\n<p>No caso espec\u00edfico das tartarugas, estas costumam enroscar-se nas linhas de nylon pelas nadadeiras anteriores, o que impede a circula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea nestes membros e culmina na perda da nadadeira (amputa\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p>Uma tartaruga-verde juvenil, h\u00e1 11 anos, passou por reabilita\u00e7\u00e3o ao perder a nadadeira anterior direita. Ap\u00f3s tratamento, foi liberada e recentemente reencontrada, desta vez com a nadadeira esquerda perdida pelo mesmo motivo, linha de pesca, comprometendo sua sobreviv\u00eancia, conta a coordenadora do TAMAR Ubatuba, Berenice Gomes.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"http:\/\/www.tamar.org.br\/fotos_news\/images\/tartaruga-verde-nadadeiras-amputadas.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"458\" \/><br \/>\nTartaruga-verde perdeu as duas nadadeiras anteriores por intera\u00e7\u00e3o com linhas de nylon.<\/p>\n<p>Outro problema grave \u00e9 a ingest\u00e3o dos fragmentos de\u00a0<em>nylon<\/em>, e de diversos res\u00edduos de pl\u00e1stico que provocam les\u00f5es e obstru\u00e7\u00f5es do trato digestivo dos animais, geralmente levando-os a \u00f3bito.<\/p>\n<p>As atividades humanas provocam impactos em todos os est\u00e1gios do ciclo de vida das tartarugas marinhas, desde a perda de \u00e1reas de desova e dos habitats at\u00e9 a mortalidade na costa, por redes, e em alto-mar, pela atividade industrial. Redes de pesca, anz\u00f3is, degrada\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de desova, fotopolui\u00e7\u00e3o e a polui\u00e7\u00e3o nas praias e oceanos, al\u00e9m das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, s\u00e3o os principais inimigos das tartarugas e podem interromper a chance de recupera\u00e7\u00e3o das cinco esp\u00e9cies que ocorrem no nosso pa\u00eds.<\/p>\n<p>Neste carnaval, cuide do seu lixo e n\u00e3o deixe res\u00edduos nas praias. Visite o TAMAR Ubatuba para saber mais sobre como todos podem ajudar a proteger as tartarugas marinhas.<\/p>\n<p>O Projeto TAMAR come\u00e7ou em 1980 a proteger as tartarugas marinhas no Brasil. Trabalha na pesquisa, prote\u00e7\u00e3o e manejo das cinco esp\u00e9cies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil, todas amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o: tartaruga-cabe\u00e7uda (<em>Caretta caretta<\/em>), tartaruga-de-pente (<em>Eretmochelys imbricata<\/em>), tartaruga-verde (<em>Chelonia mydas<\/em>), tartaruga-oliva (<em>Lepidochelys olivacea<\/em>) e tartaruga-de-couro (<em>Dermochelys coriacea<\/em>). Protege cerca de 1.100 quil\u00f4metros de praias e est\u00e1 presente em 25 localidades, em \u00e1reas de alimenta\u00e7\u00e3o, desova, crescimento e descanso das tartarugas marinhas, no litoral e ilhas oce\u00e2nicas dos estados da Bahia, Sergipe, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Cear\u00e1, Esp\u00edrito Santo, Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo e Santa Catarina. Em Ubatuba, recebe o apoio da Prefeitura Municipal.\u00a0<strong>Visite\u00a0<\/strong>www.tamar.org.br<\/p>\n<p><u><a href=\"http:\/\/tamar.org.br\/centros_visitantes.php?cod=9\"><strong>PROJETO TAMAR UBATUBA<\/strong><\/a><\/u><br \/>\n<strong>Endere\u00e7o:\u00a0<\/strong>Rua Antonio Athan\u00e1sio, 273 \u2013 Itagu\u00e1, Ubatuba\/SP<br \/>\n<strong>Tel.:<\/strong>\u00a0(12) 3832-6202 \/ 3832-7014 \/\u00a0<strong>E-mail:<\/strong>\u00a0<a href=\"mailto:tamaruba@tamar.org.br\">tamaruba@tamar.org.br<\/a><br \/>\n<strong>Hor\u00e1rio de Funcionamento do Centro de Visitantes<\/strong><br \/>\n&#8211; Durante f\u00e9rias escolares (de dezembro at\u00e9 o Carnaval e em julho): todos os dias das 10h \u00e0s 20h;<br \/>\n&#8211; Durante o per\u00edodo letivo: Domingo, 2\u00aa, 3\u00aa e 5\u00aa feiras das 10h \u00e0s 18h;<br \/>\n&#8211; Feriados, 6\u00aa feira e s\u00e1bado, das 10h \u00e0s 20h;<br \/>\n&#8211; 4\u00aa feira fechado para manuten\u00e7\u00e3o durante per\u00edodo letivo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta semana que antecede o carnaval, o TAMAR Ubatuba-SP instalou cinco coletores para res\u00edduos de<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":79956,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/tamar.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/tamar-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/tamar-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/tamar.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/tamar.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/tamar.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/tamar.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/tamar.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/tamar.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/tamar.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Nesta semana que antecede o carnaval, o TAMAR Ubatuba-SP instalou cinco coletores para res\u00edduos de","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/79955"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=79955"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/79955\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/79956"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=79955"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=79955"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=79955"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}