{"id":79769,"date":"2018-02-06T12:30:28","date_gmt":"2018-02-06T15:30:28","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=79769"},"modified":"2018-02-06T09:16:01","modified_gmt":"2018-02-06T12:16:01","slug":"astronomos-podem-ter-encontrado-segunda-terra-no-espaco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/astronomos-podem-ter-encontrado-segunda-terra-no-espaco\/","title":{"rendered":"Astr\u00f4nomos podem ter encontrado &#8220;segunda Terra&#8221; no espa\u00e7o"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"intro\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/nova_terra.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-79770\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/nova_terra-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/nova_terra-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/nova_terra.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>D<\/span>esde que a an\u00e3 vermelha superfria TRAPPIST-1 foi descoberta, em 2016, n\u00e3o passou muito tempo sem frequentar as manchetes do notici\u00e1rio internacional. E a fama n\u00e3o \u00e9 para menos: ela abriga sete mundos potencialmente rochosos e ricos em \u00e1gua. Situada a meros 40 anos-luz, fornece aos cientistas o laborat\u00f3rio perfeito para entender melhor como os planetas se formam \u2014 e como a vida pode se desenvolver sobre eles.<\/p>\n<p>Em um artigo aceito para publica\u00e7\u00e3o no peri\u00f3dico\u00a0<em>Astronomy &amp; Astrophysics<\/em>, uma equipe internacional de pesquisadores descreve suas mais novas descobertas a respeito deste sistema planet\u00e1rio t\u00e3o peculiar. Os cientistas embasaram seu estudo em observa\u00e7\u00f5es subsequentes de TRAPPIST-1 feitas pelo projeto SPECULOOS, no Observat\u00f3rio Paranal (ESO), no Chile, e nos telesc\u00f3pios espaciais Spitzer e Kepler, da Nasa.<\/p>\n<p>No cerne da pesquisa est\u00e1 o desenvolvimento de uma poderosa simula\u00e7\u00e3o computacional capaz de empregar todos os dados dispon\u00edveis em modelos que reproduzem em detalhes o funcionamento do sistema TRAPPIST-1. Liderados por Simon Grimm, da Universidade de Bern, na Su\u00ed\u00e7a, o time conduziu c\u00e1lculos precisos para determinar com mais exatid\u00e3o a densidade daqueles mundos.<\/p>\n<p>Eles conclu\u00edram que alguns deles podem conter at\u00e9 5% de sua massa composta por \u00e1gua \u2014 o equivalente a 250 vezes mais que os oceanos da Terra. Os tr\u00eas primeiros planetas (b, c, d), mais quentes, provavelmente abrigam espessas atmosferas, enquanto os tr\u00eas mais distantes (f, g, h), por receberem pouca radia\u00e7\u00e3o solar, devem ter superf\u00edcies congeladas.<\/p>\n<p>\u00c9 o quarto mundo mais pr\u00f3ximo da estrela, contudo, que aparenta ser o mais promissor. Levemente mais denso que nosso planeta, TRAPPIST-1e parece conter um n\u00facleo rico em ferro. Em termos de densidade e da quantidade de radia\u00e7\u00e3o que recebe, \u00e9 o mais semelhante com a Terra.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-1600\"><img loading=\"lazy\" class=\"img-responsive\" title=\"Representa\u00e7\u00e3o do sistema planet\u00e1rio (Foto: Nasa)\" src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/6OI-vsS5F3b5W-e0QWwh_KzRS_A=\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2018\/02\/05\/pia21751.jpg\" alt=\"Representa\u00e7\u00e3o do sistema planet\u00e1rio (Foto: Nasa)\" width=\"640\" height=\"360\" \/><label class=\"foto-legenda\">REPRESENTA\u00c7\u00c3O DO SISTEMA PLANET\u00c1RIO (FOTO: NASA)<\/label><\/div>\n<p>&#8220;H\u00e1 algum tempo, a meta dos estudos em torno de exoplanetas tem sido sondar a composi\u00e7\u00e3o de planetas que s\u00e3o parecidos com a Terra em termos de tamanho e temperatura&#8221;, ressaltou um dos membros do estudo, Eric Agol, em comunicado. Ele destaca que o esfor\u00e7o conjunto de telesc\u00f3pios em solo e no espa\u00e7o proporcionou o primeiro vislumbre do material que comp\u00f5e planetas do tamanho da Terra.<\/p>\n<p>A tend\u00eancia \u00e9 que, nos pr\u00f3ximos anos, TRAPPIST-1 continue atraindo a aten\u00e7\u00e3o dos pesquisadores, e que seja um alvo priorit\u00e1rio da pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de telesc\u00f3pios poderosos, como o espacial James Webb, sucessor do Hubble, e o de solo ELT (Telesc\u00f3pio Extremamente Grande), do ESO. Conforme os instrumentos v\u00e3o ficando cada vez mais sofisticados, devem coletar dados mais precisos sobre este e outros sistemas solares \u2014 um passo importante na saga de encontrar um planeta id\u00eantico \u00e0 Terra na Via L\u00e1ctea.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde que a an\u00e3 vermelha superfria TRAPPIST-1 foi descoberta, em 2016, n\u00e3o passou muito tempo<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":79770,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/nova_terra.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/nova_terra-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/nova_terra-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/nova_terra.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/nova_terra.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/nova_terra.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/nova_terra.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/nova_terra.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/nova_terra.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/nova_terra.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Desde que a an\u00e3 vermelha superfria TRAPPIST-1 foi descoberta, em 2016, n\u00e3o passou muito tempo","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/79769"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=79769"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/79769\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/79770"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=79769"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=79769"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=79769"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}