{"id":7843,"date":"2014-10-03T17:00:40","date_gmt":"2014-10-03T17:00:40","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=7843"},"modified":"2014-10-02T23:12:55","modified_gmt":"2014-10-02T23:12:55","slug":"boias-ajudarao-no-monitoramento-de-mudancas-climaticas-no-litoral","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/boias-ajudarao-no-monitoramento-de-mudancas-climaticas-no-litoral\/","title":{"rendered":"Boias ajudar\u00e3o no monitoramento de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas no litoral"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/boia_.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-7844\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/boia_.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" \/><\/a>O litoral do pa\u00eds ser\u00e1 monitorado, como forma de reduzir os impactos das mudan\u00e7as do clima. Em um projeto encabe\u00e7ado pelo Minist\u00e9rio do Meio Ambiente (MMA), a primeira boia meteo-oceanogr\u00e1fica do Sistema de Monitoramento da Costa Brasileira (SiMCosta) foi lan\u00e7ada em S\u00e3o Sebasti\u00e3o (SP) e fornecer\u00e1 informa\u00e7\u00f5es ambientais coletadas por meio de radares e sensores. At\u00e9 o fim do ano, outros tr\u00eas equipamentos do mesmo modelo devem ser instalados na \u00e1rea litor\u00e2nea do Paran\u00e1, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>Financiado pelo Fundo Nacional sobre Mudan\u00e7a do Clima (Fundo Clima), o programa soma um investimento total de R$ 1,96 milh\u00e3o. A medida promover\u00e1 o monitoramento cont\u00ednuo e por d\u00e9cadas das propriedades meteorol\u00f3gicas e oceanogr\u00e1ficas, com o objetivo de levantar informa\u00e7\u00f5es fundamentais sobre a variabilidade local e a quest\u00e3o clim\u00e1tica ao longo da costa brasileira. Os dados ser\u00e3o disponibilizados gratuitamente pela p\u00e1gina virtualdo SiMCosta.<\/p>\n<p>ESTA\u00c7\u00d5ES<\/p>\n<p>Ao todo, 12 esta\u00e7\u00f5es maregr\u00e1ficas devem ser montadas, at\u00e9 o fim do ano, em munic\u00edpios costeiros com alta densidade populacional. A rede ficar\u00e1 conectada com uma plataforma do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) e, assim, permitir\u00e1, ainda, o monitoramento detalhado das \u00e1guas e a previs\u00e3o de \u00e1reas costeiras sob risco, devido ao aumento progressivo do n\u00edvel do mar. \u201cO pontap\u00e9 inicial foi dado\u201d, afirma o gerente do Fundo Clima, Marcos Del Prette. \u201cO sistema, como um todo, vai captar a din\u00e2mica clim\u00e1tica e natural do oceano e da costa brasileira.\u201d<\/p>\n<p>O projeto \u00e9 coordenado pela Sub-rede Zonas Costeiras da Rede Clima e pelo Instituto Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia para Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas(INCT), com sede no Instituto de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande (FURG). J\u00e1 a rede de boias meteo-oceanogr\u00e1ficas ser\u00e1 mantida e supervisionada por pesquisadores de institui\u00e7\u00f5es de ensino superior, participantes da Sub-rede Zonas Costeiras, distribu\u00eddas ao longo da costa brasileira.<\/p>\n<p>Pioneiro no apoio a pesquisas e programas de mitiga\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o, o Fundo Clima \u00e9 um dos principais instrumentos da Pol\u00edtica Nacional sobre Mudan\u00e7a do Clima (PNMC). Com natureza cont\u00e1bil e vinculado ao MMA, ele \u00e9 administrado por um comit\u00ea formado por representantes de \u00f3rg\u00e3os federais, da sociedade civil, do terceiro setor, dos estados e dos munic\u00edpios.<\/p>\n<p>SAIBA MAIS<\/p>\n<p>Apesar de considerado um fen\u00f4meno natural, o efeito estufa se intensificou nas \u00faltimas d\u00e9cadas, acarretando mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Essas altera\u00e7\u00f5es resultam do aumento descontrolado das emiss\u00f5es de gases como o di\u00f3xido de carbono e o metano. A libera\u00e7\u00e3o dessas subst\u00e2ncias \u00e9 consequ\u00eancia de atividades humanas como o transporte urbano, o desmatamento, a agricultura, a pecu\u00e1ria e a gera\u00e7\u00e3o e o consumo de energia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O litoral do pa\u00eds ser\u00e1 monitorado, como forma de reduzir os impactos das mudan\u00e7as do<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":7844,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/boia_.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/boia_.jpg",150,96,false],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/boia_.jpg",300,192,false],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/boia_.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/boia_.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/boia_.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/boia_.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/boia_.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/boia_.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/boia_.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O litoral do pa\u00eds ser\u00e1 monitorado, como forma de reduzir os impactos das mudan\u00e7as do","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7843"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7843"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7843\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7844"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7843"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7843"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7843"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}