{"id":78412,"date":"2018-01-10T07:51:19","date_gmt":"2018-01-10T10:51:19","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=78412"},"modified":"2018-01-10T07:51:19","modified_gmt":"2018-01-10T10:51:19","slug":"como-a-ciencia-explica-a-aversao-das-criancas-a-legumes-e-verduras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/como-a-ciencia-explica-a-aversao-das-criancas-a-legumes-e-verduras\/","title":{"rendered":"Como a ci\u00eancia explica a avers\u00e3o das crian\u00e7as a legumes e verduras"},"content":{"rendered":"<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter\" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"52\" data-block-id=\"2\">\n<p class=\"content-text__container theme-color-primary-first-letter\" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/alimentos.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-78413\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/alimentos-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/alimentos-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/alimentos.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Na Pr\u00e9-hist\u00f3ria, os filhotes dos primeiros homin\u00eddeos corriam s\u00e9rios perigo ao come\u00e7arem a andar sozinhos e ganharem mais autonomia &#8211; tornarem-se presa de animais maiores ou comer alguma coisa desconhecida que pudesse mat\u00e1-los. Em geral, as plantas t\u00f3xicas e desconhecidas tinham uma caracter\u00edstica principal em comum: eram verdes e um tanto amargas.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"40\" data-block-id=\"3\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">De acordo com cientistas, a avers\u00e3o aos vegetais que muitas crian\u00e7as demonstram, especialmente a partir de 1 ano e meio de idade, pode ser ainda um resqu\u00edcio da &#8220;regra evolutiva&#8221; que visava proteg\u00ea-los: \u00e9 verde e desconhecido? Melhor n\u00e3o comer.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"38\" data-block-id=\"4\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;De certo modo, \u00e9 como se os vegetais n\u00e3o quisessem ser comidos&#8221;, disse \u00e0 BBC a psic\u00f3loga Jacqueline Blisset, professora da Universidade de Aston, na Inglaterra, e especialista em comportamento alimentar de crian\u00e7as nos primeiros anos de vida.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"39\" data-block-id=\"5\">\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>&#8220;Eles costumam ter gosto relativamente amargo que, durante a nossa evolu\u00e7\u00e3o, associamos a toxinas. E tamb\u00e9m estamos predispostos a comer coisas que t\u00eam mais gordura ou a\u00e7\u00facar porque s\u00e3o uma boa fonte de calorias, e os vegetais n\u00e3o s\u00e3o.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"30\" data-block-id=\"6\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Por outro lado, diz Blisset, a resist\u00eancia a provar novos alimentos, especialmente legumes e verduras, acaba funcionando, nos dias de hoje, mais como um desservi\u00e7o do que como uma salvaguarda.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"54\" data-block-id=\"7\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Especialmente no Ocidente, o principal problema atual da dieta \u00e9 a insufici\u00eancia de vegetais e o excesso de a\u00e7\u00facar e gordura. Mas o fato de comermos menos vegetais n\u00e3o \u00e9 algo que nos impede de reproduzir, por exemplo. Ent\u00e3o n\u00e3o h\u00e1 press\u00e3o evolutiva para que isso mude com as gera\u00e7\u00f5es&#8221;, afirmou \u00e0 BBC Brasil.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"30\" data-block-id=\"8\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">De um modo geral, crian\u00e7as at\u00e9 os 18 meses se mostram mais dispostas a provar alimentos novos, desde que oferecidos por um adulto em que elas confiam, segundo a especialista.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"23\" data-block-id=\"9\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A partir desta idade, no entanto, essa disposi\u00e7\u00e3o diminui, e algumas se tornam mais resistentes a consumir verduras, legumes e, \u00e0s vezes, frutas.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\" data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"10\"><\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"50\" data-block-id=\"11\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Vemos muita rejei\u00e7\u00e3o aos verdes. Verde \u00e9 uma cor que pode indicar a presen\u00e7a de toxinas e geralmente t\u00eam o gosto mais amargo. J\u00e1 as cores amarela, laranja e vermelha tendem a indicar n\u00edveis mais altos de a\u00e7\u00facar e de gosto doce. Por isso, costumam ser mais bem aceitas&#8221;, explica.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"1\" data-block-id=\"12\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Intensidade<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"31\" data-block-id=\"13\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">As crian\u00e7as tamb\u00e9m t\u00eam uma experi\u00eancia de gosto mais intensa do que os adultos, segundo diversos estudos. Por isso, ao provar algumas verduras pela primeira vez, as percebem como mais amargas.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"28\" data-block-id=\"14\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Adultos tendem a ter menos sensibilidade para os diferentes gostos. Por isso, \u00e9 comum que verduras, legumes ou frutas odiados na inf\u00e2ncia passem a ser apreciados mais adiante.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"17\" data-block-id=\"15\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Mas como os cientistas conseguem medir exatamente o gosto que verduras e legumes t\u00eam para cada um?<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"57\" data-block-id=\"16\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;N\u00e3o conseguimos ter uma medida direta de gosto, s\u00f3 inferir coisas a partir do comportamento das crian\u00e7as, que mostram mudan\u00e7as nas prefer\u00eancias. Tamb\u00e9m fazemos alguns tipos de teste que mostram que elas precisam de menos sal numa solu\u00e7\u00e3o com \u00e1gua, por exemplo, para perceber a diferen\u00e7a de gosto entre essa solu\u00e7\u00e3o e a \u00e1gua pura&#8221;, explica Blisset.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"22\" data-block-id=\"17\">\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>&#8220;Mas \u00e9 dif\u00edcil determinar o quanto disso \u00e9 da evolu\u00e7\u00e3o humana e o quanto s\u00e3o fatores ambientais e at\u00e9 mesmo gen\u00e9ticos&#8221;, afirma.<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"50\" data-block-id=\"18\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Isso quer dizer que n\u00e3o s\u00f3 o perigo pr\u00e9-hist\u00f3rico, mas tamb\u00e9m a influ\u00eancia da sociedade atual &#8211; o comportamento de pais e dos colegas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o, por exemplo &#8211; podem tornar as crian\u00e7as mais ou menos resistentes em rela\u00e7\u00e3o ao que comem durante os primeiros anos de vida.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"38\" data-block-id=\"19\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Um estudo feito por pesquisadores da University College London (UCL), do Reino Unido, em 2016 concluiu que a gen\u00e9tica \u00e9 respons\u00e1vel por at\u00e9 50% da disposi\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a (ou falta dela) em experimentar novos sabores, texturas e cores.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"29\" data-block-id=\"20\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A pesquisa foi feita usando dados do maior estudo feito com g\u00eameos no mundo &#8211; s\u00e3o 1.921 fam\u00edlias que t\u00eam beb\u00eas g\u00eameos de 1 ano e meio de idade.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\" data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"21\"><\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"46\" data-block-id=\"22\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Mesmo assim, a fase \u00e9 vista como uma etapa normal da evolu\u00e7\u00e3o do paladar da crian\u00e7a, e, de acordo com Jacqueline Blisset, costuma passar por volta dos sete anos. Por isso, pais n\u00e3o devem entrar em p\u00e2nico com a possibilidade de seus filhos n\u00e3o consumirem leguminosas.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"43\" data-block-id=\"23\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;H\u00e1 muitos fabricantes de alimentos envolvidos na sele\u00e7\u00e3o desses alimentos para torn\u00e1-los menos amargos e fazer com que as crian\u00e7as os aceitem melhor. Mas quando voc\u00ea remove esses gostos, muitas vezes remove tamb\u00e9m nutrientes que s\u00e3o muito bons para n\u00f3s&#8221;, alerta a especialista.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"3\" data-block-id=\"24\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>O que fazer?<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"31\" data-block-id=\"25\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Persist\u00eancia &#8211; e uma boa dose de calma &#8211; s\u00e3o as chaves para conduzir as crian\u00e7as pela fase de rejei\u00e7\u00e3o a alimentos novos e vencer sua resist\u00eancia a legumes e verduras.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"33\" data-block-id=\"26\">\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>&#8220;Mesmo as crian\u00e7as que t\u00eam predisposi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica a acharem algumas verduras e legumes mais amargos podem aprender a com\u00ea-los se forem expostas e na medida em que ficam mais velhas&#8221;, diz a psic\u00f3loga.<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"52\" data-block-id=\"27\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Os pais costumam desistir muito cedo de dar alguns desses alimentos \u00e0s crian\u00e7as porque elas n\u00e3o gostam deles. Voc\u00ea pode come\u00e7ar com os legumes mais doces no come\u00e7o, como cenoura e tomate, para expandir a dieta delas, e deixar os verdes para quando elas estiverem um pouco maiores e seus gostos mudarem.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"30\" data-block-id=\"28\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Tamb\u00e9m vale ser criativo ao expor a crian\u00e7a \u00e0s verduras, como retirar esses alimentos do contexto da refei\u00e7\u00e3o e deixar que o garoto ou garota comece simplesmente brincando com eles.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"34\" data-block-id=\"29\">\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>&#8220;Se a crian\u00e7a for muito resistente, \u00e9 bom deix\u00e1-la tocar, cheirar e at\u00e9 inventar desenhos com a verdura ou legume. Al\u00e9m disso, \u00e9 importante que elas vejam os pais consumindo esse alimento, \u00e9 claro.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"40\" data-block-id=\"30\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Outra estrat\u00e9gia que funciona nos casos mais dram\u00e1ticos, segundo Blisset, \u00e9 oferecer pequenas recompensas, como adesivos, quando a crian\u00e7a experimentar algo novo. Mas aten\u00e7\u00e3o: a pr\u00e1tica n\u00e3o deve ser frequente demais e a recompensa n\u00e3o deve ser doce ou sobremesa.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\" data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"31\"><\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"55\" data-block-id=\"32\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;As crian\u00e7as aprendem r\u00e1pido as regras que criamos sobre comer. H\u00e1 alguns estudos que mostram o entendimento que as crian\u00e7as t\u00eam de ganhar uma sobremesa se comerem os vegetais. Eles entendem que a comida que precisam comer primeiro sempre ter\u00e1 um gosto ruim, mas que a outra \u00e9 boa. Ent\u00e3o \u00e9 preciso tomar cuidado&#8221;, afirma.<\/p>\n<\/div>\n<div data-track-category=\"fim do conteudo\" data-track-action=\"ultimo chunk conteudo\" data-track-noninteraction=\"false\" data-track-scroll=\"entrada completa viewport\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"35\" data-block-id=\"33\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;O mais importante, no fim das contas, \u00e9 diminuir a press\u00e3o. N\u00e3o se preocupe demais com isso, n\u00e3o transforme a hora do almo\u00e7o em um campo de batalha, n\u00e3o pressione demais seu filho a experimentar.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na Pr\u00e9-hist\u00f3ria, os filhotes dos primeiros homin\u00eddeos corriam s\u00e9rios perigo ao come\u00e7arem a andar sozinhos<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":78413,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/alimentos.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/alimentos-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/alimentos-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/alimentos.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/alimentos.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/alimentos.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/alimentos.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/alimentos.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/alimentos.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/alimentos.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Na Pr\u00e9-hist\u00f3ria, os filhotes dos primeiros homin\u00eddeos corriam s\u00e9rios perigo ao come\u00e7arem a andar sozinhos","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78412"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=78412"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78412\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/78413"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=78412"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=78412"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=78412"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}