{"id":7793,"date":"2014-10-02T16:00:24","date_gmt":"2014-10-02T16:00:24","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=7793"},"modified":"2014-10-01T23:08:30","modified_gmt":"2014-10-01T23:08:30","slug":"mulheres-ciumentas-tem-mais-riscos-para-o-alzheimer-aponta-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/mulheres-ciumentas-tem-mais-riscos-para-o-alzheimer-aponta-estudo\/","title":{"rendered":"Mulheres ciumentas t\u00eam mais riscos para o Alzheimer, aponta estudo"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/mulher_ciumenta.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-7794\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/mulher_ciumenta.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" \/><\/a>Um estudo publicado nesta quarta-feira na revista cient\u00edfica \u201cNeurology\u201d, da Academia Americana de Neurologia, aponta que ansiedade, ci\u00fame ou ang\u00fastia e mau humor em mulheres de meia idade podem representar mais que tra\u00e7os de personalidade, mas sinais de maior propens\u00e3o para o desenvolvimento do Alzheimer.<\/p>\n<p>\u2014 A maioria dos estudos de Alzheimer se devotam a fatores como educa\u00e7\u00e3o, cora\u00e7\u00e3o e tipo sangu\u00edneo, traumas na cabe\u00e7a, hist\u00f3rico familiar e gen\u00e9tica \u2014 disse Lena Johannsson, pesquisadora da Universidade de Gothenburg, na Su\u00e9cia, e autora da pesquisa. \u2014 A personalidade pode influenciar o risco individual para a dem\u00eancia pelos seus efeitos no comportamento, estilo de vida e rea\u00e7\u00f5es ao estresse.<\/p>\n<p>Para o estudo, um grupo de 800 mulheres, com idade m\u00e9dia de 46 anos, foi acompanhado por quase quatro d\u00e9cadas. Periodicamente, elas faziam testes de personalidade para medir o n\u00edvel de neuroticismo e extrovers\u00e3o e introvers\u00e3o, junto com testes de mem\u00f3ria. Do total, 19% desenvolveram dem\u00eancia.<\/p>\n<p>O neuroticismo est\u00e1 ligado a alguns tra\u00e7os de personalidade como preocupa\u00e7\u00e3o, ci\u00fame e mau humor. Pessoas neur\u00f3ticas s\u00e3o mais propensas a experimentar emo\u00e7\u00f5es negativas, como raiva, culpa, ansiedade ou depress\u00e3o. Dessa forma, aqueles com maior grau de neuroticismo s\u00e3o emocionalmente reativos, mais vulner\u00e1veis ao estresse. A introvers\u00e3o \u00e9 descrita como reserva e timidez, enquanto a extrovers\u00e3o est\u00e1 ligada a sociabilidade.<\/p>\n<p>As mulheres tamb\u00e9m eram questionadas se haviam experimentado algum per\u00edodo de estresse, que tenha durado ao menos um m\u00eas, no trabalho, com a sa\u00fade ou na fam\u00edlia. No caso, o estresse se refere a sentimentos de irritabilidade, tens\u00e3o, nervosismo, medo, ansiedade ou dist\u00farbios do sono. As respostas foram categorizadas em uma escala de zero a cinco, com o zero representando nenhum per\u00edodo de estresse e cinco, com estresse constante durante os \u00faltimos cinco anos.<\/p>\n<p>O estudo encontrou que mulheres que tiveram altos graus de neuroticismo \u2014 mais ciumentas, angustiadas \u2014 t\u00eam o dobro de risco para o desenvolvimento do Alzheimer em compara\u00e7\u00e3o com as mulheres pouco neur\u00f3ticas. Entretanto, a rela\u00e7\u00e3o depende do estresse de longa dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ser reservado ou soci\u00e1vel n\u00e3o interfere no risco de dem\u00eancia por si, mas mulheres que eram estressadas e reservadas tiveram o maior risco de Alzheimer no estudo. Um total de 16, das 63 mulheres caracterizadas como tal, desenvolveram a doen\u00e7a, contra apenas 8, das 64 que eram calmas e extrovertidas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudo publicado nesta quarta-feira na revista cient\u00edfica \u201cNeurology\u201d, da Academia Americana de Neurologia, aponta<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":7794,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/mulher_ciumenta.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/mulher_ciumenta.jpg",150,96,false],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/mulher_ciumenta.jpg",300,192,false],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/mulher_ciumenta.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/mulher_ciumenta.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/mulher_ciumenta.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/mulher_ciumenta.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/mulher_ciumenta.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/mulher_ciumenta.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/mulher_ciumenta.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Um estudo publicado nesta quarta-feira na revista cient\u00edfica \u201cNeurology\u201d, da Academia Americana de Neurologia, aponta","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7793"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7793"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7793\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7794"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7793"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7793"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7793"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}